sábado, 26 de janeiro de 2013

Os 400 mais ricos dos EUA possuem mais do que 150 milhões de norte-americanos juntos - A 'terceiromundização' NeoLiberal do Primeiro Mundo


SEXTA-FEIRA, 25 DE JANEIRO DE 2013
Os 400 mais ricos dos EUA possuem mais do que 150 milhões de norte-americanos juntos
Um novo documentário ‘Desigualdade para Todos’ revela como 400 norte-americanos tornaram-se financeiramente mais ricos que metade da população do país. Uma forma de medir o aumento da desigualdade de renda é comparar, ao longo do tempo, o salário do trabalhador médio com o do trabalhador do topo do mercado.

É o que faz o economista político Robert Reich, ex-secretário do Trabalho dos EUA e professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley.  Em 1978, diz Reich, um trabalhador homem norte-americano típico ganhava cerca de 48 mil dólares anuais, enquanto um profissional de elite recebia cerca de 393 mil dólares anuais. Em 2010, o trabalhador médio viu seus ganhos reduzidos a 33 mil dólares anuais, enquanto o profissional do topo pulou para mais que o dobro, aproximadamente 1,1 milhão de dólares anuais. Mas a desigualdade torna-se brutal mesmo quando se examinam os rendimentos dos mega-milionários. Eles cresceram tanto nas décadas neoliberais que hoje, conta Reich, as 400 pessoas financeiramente mais ricas dos EUA possuem mais que metade da população do país – os 150 milhões de norte-americanos da base da pirâmide.

Comentário do blogueiro: este é o sistema econômico adotado por muitos governos de muitos países em nome da exaltação da iniciativa particular, criativa e empreendedora. E em nome do medo da volta ao ‘comunismo’ ou ao ‘socialismo’ que nunca conheceram. Os frutos da crise mundial vêm para confirmar as distorções produzidas pelo modelo liberal, injusto e desigual, mas pelo visto tolerado pela maioria dos cidadãos planetários...

Japão, a Grécia da Ásia - ANNE SEITH - Der Spiegel

sábado, janeiro 12, 2013
Japão, a Grécia da Ásia - ANNE SEITH - Der Spiegel
O Estado de S.Paulo - 12/01

Durante anos, a terceira maior economia do mundo se manteve, sem o menor remorso, tomando dinheiro emprestado mais do que qualquer outro país. Nas últimas décadas, os governos japoneses foram acumulando dívidas de cerca de US$ 14,6 trilhões, o que corresponde a 230% do Produto Interno Bruto, nível de endividamento muito superior aos 165% da Grécia.

Esses gastos desenfreados transformaram o Japão numa bomba relógio - e num exemplo que pode servir de lição para a Europa. O Japão, o país do milagre econômico do pós-guerra, nunca conseguiu se recuperar do colapso da bolsa e da crise imobiliária que convulsionou o país nos anos 90. O governo foi obrigado a ajudar os bancos; as seguradoras faliram. Desde então, as taxas de crescimento anuais têm sido frequentemente insignificantes e a receita com impostos não chega a cobrir a metade dos gastos governamentais. Na realidade, o país se encontra numa espiral inexorável de gastos deficitários.

Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado

Dois textos publicados recentemente página da Carta Maior mostram como o capitalismo pode ser cruel. "Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado!", de Eric Toussaint, desmente a ideia de que as dívidas que vêm quebrando países da Europa são públicas:

A dívida bruta dos Estados da zona do euro representava 86% do PIB dos 17 países em 2011. A dívida pública grega representava 162% do PIB grego em 2011. Por seu turno, as dívidas do setor financeiro representam 311% do PIB, ou seja, o dobro. A dívida pública espanhola atingiu 62% do PIB em 2011. No entanto, as dívidas do setor financeiro atingiram 203%, ou seja, o triplo da dívida pública.

Mesmo assim, todos os pacotes de ajuda usando dinheiro público beneficiaram bancos privados endividados.

Enquanto isso, o título da reportagem de Naira Hofmeister fala por si só: “Bancos desalojam 500 famílias espanholas por dia”. Segundo Naira, a “previsão das associações de consumidores é de que até o final de 2012 o número total de desalojamentos forçados ultrapasse os 100 mil”.

É pior do que parece. Por causa da crise, os imóveis ficam vazios, mas os despejados continuam endividados. “Os débitos variam entre 150 e 300 mil euros”, diz a reportagem. O resultado foi um aumento nos suicídios: “Em 40 dias, quatro pessoas”.

Na grande crise de 1929, ficaram famosos os suicídios de empresários e banqueiros falidos. Hoje, ganharam uma bilionária rede de proteção dos governos. Tal como eles, o capitalismo não cometerá suicídio. Cabe aos explorados e oprimidos voltar contra o sistema seu próprio instinto assassino. Manifestações e Greve Geral neles!


Buscando a Sabedoria da História, quando o Liberalismo provocou o Crash de 29, para entender e enfrentar o Crash do NeoLiberalismo (2008-?):

09/03/2011 - 08h00 | Max Altman | São Paulo
Hoje na História: 1933 - Roosevelt apresenta ao Congresso o 'New Deal'
Em 9 de março de 1933, foi lançado oficialmente no Congresso dos Estados Unidos o "New Deal" (Novo Acordo ou Novo Trato), expressão usada para nomear um amplo programa de reformas implementado pelo governo de Franklin Delano Roosevelt (1933-1945). O projeto foi anunciado em 1932 por Roosevelt em seu discurso ao ser indicado pelo Partido Democrata como candidato a presidente.

O New Deal surgiu para salvar o país após o crash da Bolsa de Nova York, em 1929, que provocou uma enorme depressão e pôs em xeque os fundamentos do liberalismo clássico. O liberalismo clássico do "laissez faire, laissez passer" rezava que o alicerce básico da economia seria a sua auto-regulamentação. De acordo com esse princípio, quanto mais liberdade se dava às atividades econômicas, maior seria a produção de riqueza e consequentemente mais bem-estar seria colhido. O liberalismo repudiava a intervenção do Estado ainda que fosse para regulamentar e evitar abusos das práticas econômicas do mercado.

O capital financeiro especulativo valeu-se das possibilidades abertas pelo sistema liberal clássico para aumentar seus ativos e influir decisivamente no andamento da economia em seu favor. A especulação financeira acabou por impor um cenário de crescimento que não correspondia com a economia real. O resultado, em grande parte, dessa situação, foi o crash da bolsa e suas consequências sociais.

Eleito presidente em 1932, Roosevelt enfrentou o desafio de recuperar a economia, à época já a maior do mundo. Um grupo de economistas que cercava o presidente, inspirado nos conceitos do economista John Maynard Keynes, sugeriu ao presidente o New Deal.

Opondo-se ao liberalismo clássico, o plano trouxe o Estado para o centro das decisões quanto à economia do país: estabeleceu o controle das emissões de valores monetários, definiu investimentos em setores básicos da indústria, voltando-se para grandes obras que pudessem criar empregos em massa.

Etapas do plano

Estudiosos consideram que o New Deal dividiu-se historicamente em duas fases. Na primeira (1933–34), o governo buscou alcançar a recuperação econômica e proporcionar alívio social do enorme desemprego e miséria através de programas de regulação da agricultura e dos negócios, controle da inflação, estabilização de preços e obras públicas.

Reunido em sessão especial em março de 1933, o Congresso aprovou a criação de numerosas organizações de emergência, em especial a Administração da Recuperação Nacional (NRA), a Corporação Nacional de Seguros de Depósitos (FDIC), a Agência de Ajustamento Agrícola (AAA), os Corpos de Cidadãos para a Conservação (CCC) e a Administração de Obras Públicas (PWA). O Congresso também instituiu medidas de alívio para o setor rural, tornando mais favoráveis as regulações bancárias e financeiras. Criou também, por proposta do Executivo, a Autoridade do Vale do Tennessee (TVA). Mais tarde os congressos com maioria democrata dedicaram-se a ampliar e emendar essas leis.

Em 1934, o Congresso criou a Comissão de Valores Mobiliários (SEC), a Comissão Federal de Comunicações (FCC) e a Lei de Acordos Comerciais (TAA), a Lei Nacional de Moradia (NHA) e várias leis sobre política monetária.

Leia mais:
O fim do liberalismo do New Deal 
1933 - Roosevelt escapa de atentado em Miami 
1945 - Conferência de Yalta pressagia a Guerra Fria 
1937 - Polícia repreende com violência greve na GM em Flint, Michigan

A segunda fase do New Deal (1935–41), enquanto prosseguia com as medidas de recuperação econômica e auxílio social, aprovou uma série de leis no campo econômico e social para beneficiar a massa do povo trabalhador. O sistema de seguridade social foi estabelecido em 1935, no ano em que a Administração Nacional da Juventude (NYA) e a Administração de Projetos de Trabalhos (WPA) foram implantados. A Lei de Padrões Justos de Trabalho (FLSA) passou em 1938. As Leis da Receita (RA) de 1935, 1936 e 1937 proporcionaram medidas para democratizar a estrutura federal de impostos.

Uma certa quantidade de medidas do New Deal, porém, foram invalidadas ou consideradas inconstitucionais pela Suprema Corte. Roosevelt buscou reorganizar a Suprema Corte, não tendo êxito na empreitada.

Oposição ao New Deal

O New Deal, que recebeu o apoio dos meios políticos de esquerda e liberais, dos sindicatos e dos pequenos produtores agrícolas, deparou-se com uma crescente oposição. A velocidade das reformas reduziu-se após 1937.

Os republicanos criticavam o enorme gasto de dinheiro público, os altos tributos e a centralização do poder. No seio do próprio Partido Democrata havia uma crescente discordância da “velha guarda” e dos insatisfeitos membros do “Brain Trust” (Grupo dos Notáveis).

À medida que a perspectiva de guerra na Europa aumentava, a ênfase do governo mudou para a política externa. Contudo, houve poucos recuos nas reformas. No final da Segunda Guerra Mundial, grande parte da legislação do New Deal permanecia intacta. É ainda nos dias atuais o marco fundador da política social dos EUA.

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

New Deal, uma saída para a crise?


1933: Roosevelt presidente

No dia 4 de Março de 1933, Franklin Delano Roosevelt tomou posse na Presidência dos Estados Unidos.

No início da década de 30, a economia norte-americana ainda sofria as consequências da grande depressão, iniciada com o colapso da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929. A estagnação económica foi decisiva na sucessão presidencial de 1933, quando o candidato republicano à reeleição, Herbert Hoover, foi derrotado pelo democrata Franklin Delano Roosevelt.

Hoover não conseguira parar o processo de empobrecimento geral da população. A situação era crítica: 15 milhões de desempregados viviam da assistência social; milhões de agricultores empobrecidos e endividados; o sistema bancário arruinado. O Estado precisava urgentemente criar novos empregos.

Medidas para sair da crise
Assim que assumiu a Presidência, a 4 de Março de 1933, Roosevelt começou a por em prática uma série de medidas que transformaram radicalmente o perfil social dos Estados Unidos. Iniciou um amplo plano de recuperação da economia chamado New Deal.

O plano, proposto por políticos progressistas, administradores e assessores do presidente, previa a intervenção do Estado na economia (o que era impensável nos EUA) sendo aprovado pela maioria esmagadora do Congresso. Com carácter emergência, o dólar foi desvalorizado em 50% e foram aprovadas leis para aliviar as dívidas dos agricultores e proprietários de imóveis. A Lei Agrícola de Março de 1933 previa acabar com a produção de excedentes por meio de subsídios.

A Lei de Recuperação da Indústria Nacional, do mesmo ano, protegeu os interesses dos empresários, mas também estabeleceu limites de produção e preços, determinou o horário diário máximo de trabalho e criou o salário mínimo. Em Dezembros de 1933, foi abolida a Lei Seca e normalizado o funcionamento da indústria de bebidas. Uma lei de 1935 regulamentou as relações de trabalho, estabeleceu a liberdade de organização sindical e garantiu o direito de greve.

No primeiro trimestre do programa de garantia de trabalho, que criou medidas de protecção social mínima, foram construídos ou restaurados 400 mil quilómetros de estradas, 40 mil escolas e contratados 50 mil professores.

Foram construídos mais de 500 pequenos aeroportos, instalados mais de 3,5 milhões de metros de canalização de água e esgoto, praças e pavilhões desportivos em todo o país.
A criação de emprego possibilitou a melhoria das condições de vida e criou algum poder de compra que reactivou, lentamente, a economia americana.

O primeiro New Deal (1933 – 35) conseguiu parar a crise bancária e recuperar a confiança pública. Um segundo Deal (1935–38) tornou-se necessário. Nesta fase, foram aprovadas, entre outras, a lei de segurança social, de Agosto de 1935, que criou os seguros desemprego, invalidez e velhice e garantiu aos trabalhadores o acesso à casa própria.

A expressão New Deal foi usada por Roosevelt em seu discurso de 1932, quando aceitou a indicação para concorrer à Presidência. A verdadeira recuperação da economia dos EUA só viria durante a Segunda Guerra Mundial, com o aumento da produção de armas.

E AGORA? Propostas de ação:

Nosso grande desafio: como criar uma Governança Democrática que realmente propicie decisões que atendam aos Interesses da Humanidade e não aos de um pequeno conjunto de Grupos de Interesses?



“Sociocapitalismo”

Ironicamente, quando a China comunista turbinava a sua economia, convergindo para o “receituário capitalista”, implantando o “socialismo de mercado”; os Estados Unidos convergiam para a chamada “socialização de mercado”  mencionada por Drucker; indicando assim que haveria uma convergência entre estes sistemas econômicos. O quê me deixava perplexo e com novos questionamentos em mente, imaginado como seria o futuro da sociedade pós-capitalista”  mencionada por ele; onde dividir o capital entre os trabalhadores seria corriqueiro e muito lucrativo.

Paralelamente imaginava também o perfil do “pós-socialismo” da Rússia, China e outros “países comunistas”, onde enriquecer tornara-se glorioso. Neste contexto procurei estudar as transformações que ocorrem no mundo após as grandes crises financeiras cíclicas, por conta do mundo globalizado; imaginando os reflexos que teriam na convergência dos sistemas econômicos.

Entretanto faltava um modelo teórico que servisse de referência para analisar essas transformações e explicar onde a convergência iria chegar. E o pior, eu não conseguia encontrar nas livrarias algum livro que tratasse do assunto. De modo que isso me instigava a desenvolvê-lo.



CAPÍTULO 2   (PROUT)
Este capítulo apresenta os princípios econômicos básicos para transformar nossa economia focalizada no lucro numa sociedade voltada para os interesses do povo. Isto é, a economia deve garantir o poder de compra da população e a produção das necessidades básicas.

Seção 1:
Produção dos Requisitos Básicos e Utilização Máxima

O sistema econômico capitalista é baseado essencialmente na motivação do indivíduo por lucro. Como o objetivo é o lucro, os seres humanos são equiparados, no fluxo de caixa da empresa, a equipamentos, móveis etc. PROUT contesta que tal sistema é exatamente o oposto do que a ciência econômica deveria ensinar.

No capitalismo, o objetivo da economia é a maximização dos lucros. Ao invés disso, PROUT propõe que a economia esteja voltada para atender as necessidades humanas e econômicas, focalizando os seres humanos como o objetivo principal.

A designação das pessoas como um mero fator de capital deu margem a muita injustiça social e exploração. Atualmente, muitos trabalhadores, mesmo os mais dedicados, perdem seus empregos, porque as empresas, sob a pressão de ter que aumentar a margem de lucro, fazem cortes no quadro funcional para diminuir custos. Além disso, muitos permanecem desempregados ou sub-empregados, por mera falta de opção.

Teoricamente, no sistema capitalista, a produção, a distribuição e os regulamentos são feitos através de um mecanismo chamado “livre mercado”. Os consumidores seriam livres para adquirir os diferentes produtos, e a competição entre fabricantes deveria assegurar a oferta de produtos de alta qualidade a preços baixos. Os produtos que não atendessem as necessidades da sociedade não seriam adquiridos, e se o fabricante não conseguisse lucrar com esses produtos, cessaria sua produção. Isso é visto como um sistema em que o consumidor obriga o fabricante a produzir o que ele está interessado.

Mas essa não é a verdadeira história. A interminável busca por lucros, cada vez maiores, levou à elaboração de sofisticados métodos psicológicos que forçam o consumo de produtos e serviços desnecessários, e até mesmo nocivos. Pela influência das campanhas publicitárias, são fabricados e vendidos itens como cigarro, alimentos nocivos à saúde, entretenimentos banais, e milhões de produtos luxuosos e supérfluos. Enquanto o lucro for a base da produção, os capitalistas sempre encontrarão métodos para aumentar a demanda por um certo produto — seja ele útil às necessidades humanas ou não.

Embora os defensores do capitalismo aleguem que a economia capitalista não é centralizada, na realidade, há uma grande concentração do poder econômico nas mãos de um pequeno número de corporações, tendendo à centralização do poder e à concentração de renda. Poucas corporações controlam as indústrias estratégicas, a tecnologia militar, a energia, os bancos, os alimentos e a assistência médica. E, além de dominar toda essa produção, elas também controlam os líderes políticos, por meio do financiamento às campanhas eleitorais. A economia moderna desenvolveu mecanismos de controle de mercado altamente sofisticados, aumentando o lucro e a riqueza de poucos, sem melhorar o padrão e a qualidade de vida da maioria. Podemos observar isso através da grande disparidade de consumo. Hoje em dia, apenas 20% da população mundial consome 80% dos recursos e serviços, enquanto 80% da população consome apenas 20% da produção. A riqueza das classes altas aumentou, e o poder de compra das classes baixa e média, em geral, deteriorou-se.

Hoje em dia, a elite econômica, através de instituições como a World Trade Organization, o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial, opera intervenções diretas para manter todas as economias sob seu controle. Esses organismos impedem os governos de desenvolver atividades econômicas favoráveis ao povo. Na verdade, eles submetem a população a uma economia global que explora o trabalho e os recursos locais, tornando-a dependente de decisões de mestres econômicos estrangeiros.

O objetivo econômico de PROUT é a “utilização máxima” e a “distribuição racional” dos recursos do mundo. Utilização máxima no reino da economia significa que os recursos do mundo deveriam ser distribuídos de forma progressiva e eficiente, com a intenção única de atender as necessidades de todos os seres humanos. O povo deve planejar sua própria economia e controlar os seus próprios recursos. Isso é essencial para garantir a sustentabilidade do meio ambiente e prevenir a exploração econômica.

PROUT não vê a tecnologia como uma ameaçadora à segurança econômica. Ao contrário, PROUT estimula a evolução científica constante, com o espírito de promover o bem-estar geral, a independência econômica local e o aumento da produtividade.


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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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