domingo, 10 de novembro de 2019

Unesp-Instituto Confúcio Importância do Investimento de Empresas Chinesas no Brasil

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[1] Investimentos Chineses no Brasil: Panorama, Desafios e Oportunidades    by FIA 23 de setembro de 2019, 13:08

A tendência é que você ouça cada vez mais falar em investimentos chineses no Brasil.

Aliás, essa é uma realidade no mundo todo.

Como segunda maior potência econômica do planeta desde 2011, a China tem espalhado seus “tentáculos” por todo o globo.

E o Brasil não poderia ficar de fora, pois estamos falando do maior, mais rico e mais populoso país da América Latina.

Apesar de seu tamanho e importância, ainda temos enormes deficiências e uma lentidão crônica para resolver problemas.

Os chineses, por outro lado, notabilizam-se pela curva de aprendizado acentuada e velocidade incrível para colocar em prática projetos grandiosos.

Apesar de ser governada pelo Partido Comunista, a pujança da China não vem somente do poder estatal.

O ecossistema de organizações privadas do país é impressionante, e boa parte dos investimentos chineses no Brasil vem daí.

Quer saber mais sobre o assunto?

Neste artigo, você vai ler e aprender a respeito dos seguintes tópicos:

  • Como estão os investimentos chineses no Brasil?
  • Principais aquisições chinesas no Brasil
  • Perspectivas de investimentos dos chineses no Brasil
  • Maiores desafios para investimentos chineses no Brasil
  • Principais áreas de investimentos chineses no Brasil
  • Investimentos no setor de energia
  • Investimentos em infraestrutura
  • Investimentos no setor de tecnologia
  • Investimentos em mineração
  • Maiores empresas chinesas no Brasil (2019)
  • Trabalhar em empresas chinesas no Brasil
  • O que é a Associação das Empresas Chinesas no Brasil (Abec).


Pronto para saber o que o gigante asiático tem investido por aqui? Siga em frente!



[2]  A maior rede 5G do mundo é chinesa e já está operando!
01/11/2019  
A China, maior mercado móvel do mundo, com mais de um bilhão de usuários, inaugurou sua rede 5G, que já nasce como a maior do mundo com essa tecnologia. As três operadoras estatais de telefonia do país se uniram para compartilhar a infraestrutura, a fim de acelerar o processo e diminuir os custos para implementar a nova rede, que ainda recebeu fortes investimentos do governo e da Huawei, líder mundial no setor.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Banco4.0 x Empregos  Qual será o impacto da Indústria 4.0 no mundo de trabalho? As máquinas vão substituir os trabalhadores e as trabalhadoras? 

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Banco4.0 x Empregos  
Qual será o impacto da Indústria 4.0 no mundo de trabalho? As máquinas vão substituir os trabalhadores e as trabalhadoras? 
Essas perguntas vêm sendo debatidas cada vez mais no Brasil e têm preocupado especialistas, representantes de sindicatos e movimentos sociais que defendem o emprego e a qualidade de vida da população. 

Só no setor bancário, a reestruturação provocada pelo uso de novas tecnologias aliada à reforma Trabalhista, já é responsável pela demissão de quase 64 mil trabalhadores e trabalhadores.

Os cincos maiores bancos do país aderiram fortemente à inteligência artificial e estão usando cada vez mais a tecnologia, principalmente via telefone celular, nos serviços oferecidos aos clientes.

“Eles querem cada vez mais tecnologias avançadas para pegarem um público mais jovem que é aquele público que pode perder a carteira assinada, mas não pode perder o celular. É um público  totalmente digital que não quer ir para o banco”, afirma a economista e técnica da subseção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Vivian Machado, que fez um estudo sobre a “Digitalização e a inteligência artificial no sistema financeiro: A indústria 4.0”.
(...)


{ Transformação Digital dos Bancos => MAIS INFORMAÇÕES [1] A [4] (abaixo) }


COMPARAR COM:


Lucro de Itaú, Bradesco, BB e Santander sobe 21% e chega a R$ 21,5 bi no 2º trimestre
Houve crescimento de 21% em relação ao totalizado no mesmo período de 2018 pelos quatro grandes bancos
8 ago 2019  





______
PARA REFLETIR:  🤔🤔🤔🤔🤔

Bancos são os precursores da Transformação Digital, no Brasil.  🚀

Outros setores os seguirão - é irreversível    Alguns Exemplos:

- Amazon x Livrarias  Físicas 

- AmazonGo   x   Conveniências (com funcionários)  

- Shopper [5]    x    Supermercados e Quitandas

- UBER, Elétrico e Sem Motorista   x   Carro de Propriedade de Pessoa Física / Jurídica  [6]

- Transportes de Massa / PortosElétrico e Sem Estivadores, Motoristas ou Pilotos  x  Transportes de hoje [6]

________
❓ UMA QUESTÃO SIMPLES ❓ ( Novembro de 2102 e sem resposta até hoje... ):

(...) "A realidade é que novas atividades, criadas pela tecnologia, empregam uma fração de pessoas muita pequena, e tendem a desaparecer logo após serem criadas.

Requerem alto grau de educação, flexibilidade, inteligência e empreendedorismo.

A maioria das pessoas não foi treinada para ser assim.

De fato, todo o nosso sistema educacional foi criado logo após a revolução industrial, com a ideia de criar trabalhadores fabris, trabalhos manuais, atividades repetitivas, não o tipo de atividade que a nova economia exigirá.

Eu tenho uma pergunta simples: 
O que os milhões de trabalhadores não qualificados, de meia idade, farão quando forem dispensados pela tecnologia?

É uma pergunta simples.

Tenho discutido isso com economistas, empreendedores, futuristas, acadêmicos; nenhum deles foi capaz de me dar uma resposta convincente.

A tecnologia avança simplesmente rápido demais para os novos desempregados aprenderem novas atividades.

No passado vimos a automação reduzir a força de trabalho, mas não era de fato um problema porque trabalhadores não qualificados gravitavam todos por outras atividades, ainda bastante desqualificadas, como, sei lá, Wal-Mart, onde é fácil de achar um trabalho, apesar de ser muito insatisfatório. E não acho que seja seu sonho de vida trabalhar no Wal-Mart. Se o Wal-Mart começar a automatizar - e ele fará - os competidores terão que fazer o mesmo para manter-se à tona, ficar vivos nesse mercado competitivo. Não haverá volta para a indústria de compras.

É um processo irreversível. Os empregos substituídos não voltarão. Eles já eram.

O mesmo acontecerá com milhões de motoristas, trabalhadores da construção e muitos outros. Mas com seus empregos removidos, o que as pessoas farão? 

Até agora, ninguém foi capaz de responder essa questão. E a razão para isso, acho, é que não há resposta, não nesse sistema, não da forma como ele é projetado para funcionar.

A dispensa do trabalho humano em favor da automação terá um efeito de bola de neve em tudo. Com níveis de desemprego a 30, 40%, o que acontecerá? A economia entrará em colapso. 💣🧨

Sem um plano de reserva para ajustar-se a um novo paradigma, podemos esperar o pior: desordem civil, tumultos, brutalidade policia. A aflição geral continuará aumentando até atingir níveis críticos, ponto em que o sistema sócio-econômico inteiro sucumbirá sobre si mesmo, como um castelo de cartas. 💣🧨☠

Isso tem consequências negativas sobre todo o espectro da população, e vai contra os interesses de todos no planeta, mesmo entre os mais ricos e abastados. Mesmo eles não querem isso, especialmente eles  { VER [7] } 

Então, acho que se você quiser resolver esse problema desafiador do nosso tempo, temos que repensar toda a nossa estrutura social e econômica.

Repensar nossas vidas, nossos objetivos, nossas propostas, nossas prioridades e o mais importante, nossas motivações. 💡💡💡💡💡

É tempo para uma mudança de paradigma, que irá revolucionar radicalmente nosso sistema social."(...) 🚀🚀🚀🚀🚀

>>> Transcrição de trecho da legenda ( 29m:35s à   33m:15s )   de:

Rôbos irão roubar seu emprego - Federico Pistono - ZDay 2012  
👾🤖 + Algoritimos(IA)📱💻🖥


______
⬇ MAIS INFORMAÇÕES: 

[1] Itaú anuncia o fechamento de 400 agências até o fim do ano
Decisão faz parte do processo de digitalização da instituição; informação vem ao encontro do que foi antecipado pela Reuters em maio
6 nov 2019    



[2] Bradesco deve fechar 450 agências até 2020
Presidente do banco afirmou que a medida é uma tentativa de controlar as despesas operacionais, que estão acima da meta estabelecida para 2019
31 out 2019   



[3] Bradesco anuncia PDV para funcionários com 20 anos de banco e perto da aposentadoria
Banco afirmou que pagará 60% do salário fixo do mês por ano completo trabalhado, limitado a 12
29.ago.2019  



[4] Representantes dos funcionários discutem emprego e outras demandas com o Itaú

Fechamento de unidades
Ao serem cobrados sobre possíveis fechamentos de agências, os representantes do setor de Relações Sindicais do Itaú alegaram que não têm muito conhecimento, pois o banco trata a questão de maneira estratégica. O Itaú afirmou que não há interesse em acabar com as agências, mas que haverá adequação de mercado devido ao avanço da tecnologia e à concorrência.
17/10/2019   



[5] Como funciona a Shopper? Supermercado online promete economia nas compras
Site realiza entregas do mercado em domicílio e promete preços mais baratos
Por Gabrielle Ferreira, para o TechTudo
28/10/2019 



[6] Mobilidade-como-um-Serviço (MaaS) descreve uma mudança de propriedade pessoal de meios de transporte para soluções de mobilidade  que são consumidos como um serviço. Isso é possibilitado  através da combinação de serviços de transporte públicos e prestadores privados de serviços de transporte, através de um servidor de acesso unificado  que cria e gerencia a viagem, a qual os usuários podem pagar com uma única conta. Os usuários podem pagar por viagem ou uma taxa mensal para uma distância limitada. O conceito-chave por trás de MaaS é oferecer aos viajantes soluções de mobilidade com base em suas necessidades de viagem.

O planejamento de viagens geralmente começa em um planejador de viagens. Por exemplo, um planejador de viagem pode mostrar que o usuário pode ir de um destino para outro usando uma combinação de trem e ônibus . O usuário pode escolher a sua preferência de viagem com base em custo, tempo e conveniência. Neste ponto, as reservas necessárias (por exemplo, chamar um táxi, reservar[1] um assento em um trem de longa distância) devem ser executadas como uma unidade. Espera-se que este serviço deve permitir roaming, ou seja, o mesmo aplicativo do usuário final  deve funcionar em cidades diferentes, sem que o usuário precise se familiarizar com um novo aplicativo ou se inscrever para novos serviços.

Índice
1 Tendência para MaaS
2 Impacto de curto-prazo
3 Vantagens
4 Formas de pagamento
5 Impacto de veículos autônomos
6 Linha do tempo histórica
7 Veja também
8 Referências



[7] Bilionários como Mark Zuckerberg, Bill Gates e Elon Musk defendem que os governos paguem a todos os cidadãos uma renda mínima universal. #EXAME
Depois de empresários como Bill Gates, Elon Musk e Mark Zuckerberg, Stewart Butterfield – mais conhecido por ser o fundador do aplicativo Slack – é o mais novo bilionário a defender a adoção de uma renda mínima universal. O motivo? Fomentar o empreendedorismo.
19 de ago. de 2017    



RBI nos EUA? Freedom Dividend: Renda Básica nos EUA em 2020?
Pré-candidato a presidente dos EUA Andrew Yang, propõe pagar 1.000 dólares por mês a todos os norte-americanos…

Por que este empreendedor quer ser presidente dos EUA e distribuir US$ 1 mil por mês para todos. Para Andrew Yang, o país "tem muitos recursos" que apenas não estão sendo distribuídos para pessoas suficientes



 EXAME.ABRIL.COM.BR
Economista explica por que pagamento de renda mínima é urgente



Debater a renda básica universal é urgente, diz Monica de Bolle
Tema tem apoio na esquerda e direita.
Países já têm programas-piloto

Nos países maduros e nos países em desenvolvimento há hoje interessantíssimo debate sobre as ideias defendidas por Friedman e outros economistas nos anos 1960 e o conceito de renda básica universal a elas associado. Os proponentes da renda básica universal defendem que governos substituam programas sociais de burocracia complexa e impacto duvidoso por programas não-condicionais de transferência de renda mínima para atender às necessidades básicas de todos os indivíduos, pobres ou ricos. A tributação progressiva da renda garantiria –ao menos em parte– o financiamento do programa, isto é, os mais ricos receberiam seu quinhão, porém parte crescente seria devolvida aos cofres públicos por meio de alíquotas proporcionalmente mais elevadas quanto mais alta a renda total. Programas-piloto de renda básica universal foram ou estão sendo implantados em países como o Quênia, Uganda, Namíbia, Canadá (Ontário), Escócia, e Finlândia.

Por que trazer essa discussão para o Brasil é algo urgente, sobretudo diante dos imensos desafios fiscais que enfrentamos? Na obra recente –e fundamental– publicada e organizada por José Roberto Afonso, Melina Rocha Lukic, Rodrigo Otávio Orair, e Fernando Gaiger Silveira, “Tributação e Desigualdade”, o impacto perverso da estrutura tributária brasileira sobre a desigualdade é rigorosamente demonstrado e esmiuçado. Nos artigos que tratam do Imposto de Renda sobre pessoa física, mostra-se que nosso sistema tributário não só não contribui para reduzir a concentração da renda dos indivíduos, como potencializa a concentração da riqueza ao tratar mais favoravelmente a renda extraída do capital do que aquela extraída do trabalho; a renda recebida pelos homens do que a recebida pelas mulheres; a renda das pessoas que vivem em Estados mais ricos do que a das pessoas que vivem em Estados mais pobres.

Ao mesmo tempo, estudo do Banco Mundial recém-publicado sobre os gastos públicos mostrou haver grande ineficiência nos programas de proteção social e de emprego no país, o que exigiria ampla reformulação para atingir os objetivos pretendidos. Interessante seria avaliar se a extinção de alguns programas que não cumprem seus propósitos e a substituição por algum mecanismo de renda básica universal poderia ser mais eficaz, além de mais transparente.

O Brasil, afinal, possui a lei 10.835 de 2004 que instituiu a “renda básica de cidadania”, jamais implantada. Diz a lei que a renda básica se constituiria no direito de todos os brasileiros residentes no País e estrangeiros residentes há pelo menos 5 anos no Brasil, não importando sua condição socioeconômica, receberem, anualmente, um benefício monetário suficiente para atender as despesas mínimas com alimentação, educação e saúde.

Ao contrário da maioria dos debates econômicos, a renda básica tem defensores e opositores de ambos os lados do espectro político-ideológico. Libertários e proponentes do laissez-faire argumentam que a renda básica reduziria a burocracia e a falta de transparência inerentes à pluralidade de programas sociais, além de devolver ao indivíduo a decisão sobre como gastar o recurso recebido do Estado. Já os que se autoproclamam mais à esquerda do centro defendem o poder de redução da pobreza atrelado à renda básica.

Contudo, há segmentos da esquerda que rejeitam a ideia da renda básica argumentando que mais importante do que dar recursos diretamente às pessoas é prover serviços como o acesso universal à saúde, à educação, à moradia popular, e por aí vai. 

Do mesmo modo, há segmentos da direita laissez-faire que fundamentam seu repúdio à renda básica na noção de que se todos receberem uma renda mínima do Estado, criado estará incentivo perverso em que as pessoas optarão por trabalhar menos, reduzindo a produtividade da economia. 

Assim como há falácias nos argumentos contrários mais à esquerda –afinal, gera-se muito desperdício na provisão de serviços pelo Estado– há falácias nos argumentos contrários mais à direita: alguns estudos baseados em experimentos com renda mínima mostram que não há evidência de menor dedicação ao trabalho. Ao contrário, há algumas evidências de que com uma renda mínima garantida, muitas pessoas optam por investir mais na própria educação, já que passam a ter a liberdade para dedicar seus esforços ao aperfeiçoamento pessoal em lugar da subsistência.

Apesar do intenso debate e de vários experimentos mundo afora, há muito que não sabemos a respeito da renda básica universal ou de variantes como o imposto de renda negativo de Milton Friedman. Contudo, o potencial dessas ideias para reduzir pobreza e promover o maior acesso às oportunidades é, em tese, inegável. Não à toa, o movimento Frente Ciudadano do México (composto por três partidos: PAN, PRD, e MC) e seus possíveis candidatos às eleições presidenciais de 2018 já discutem abertamente o tema da renda básica. Difícil saber se haverá espaço no Brasil para debates propositivos ante o clima de alta tensão política que predomina. Caso tal flanco se abra, está mais do que na hora de falar sobre tributação, desigualdade e renda básica universal.


____
PESQUISA:
RBI - Renda Básica Incondicional / RBU - Renda Básica Universal
Participe respondendo ao comentário para cada uma das perguntas abaixo (organizar a conversa):  

O QUE É uma RBI / RBU? 

POR QUE Precisamos de uma RBI / RBU? 

QUEM / QUAIS são as Fontes de Informação sobre RBI / RBU?

QUANDO Precisaremos de uma RBI / RBU? 

ONDE Existe / Houve uma Experiências Real de uma RBI / RBU? 

QUANTO Seria o Valor Justo / Necessário de uma RBI / RBU? 

COMO Pode Ser Financiada uma RBI / RBU? 





domingo, 20 de outubro de 2019

COLAPSO GOVERNANÇA INDUSTRIAL - ANALISES E PROPOSTAS DE TRANSIÇÃO APÓS AS EVIDÊNCIAS

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Democracias em chamas 



























Crônica dos 10 anos da crise que mudou o mundo
O dia 15 de setembro de 2008 foi a versão moderna do ‘crash’ de 1929, e seus efeitos persistem

ANALISES / PROPOSTAS

3 Retrocessos Políticos e Sociais - Quais as Semelhanças? Sugestões para analises e ações. 

http://poltica20-yeswikican.blogspot.com/2019/03/3-retrocessos-politicos-e-sociais-quais.html


Sociedade Global em 'trabalho de parto' de Instituições Políticas Globais - Reações inúteis e perigosas 

https://poltica20-yeswikican.blogspot.com/2019/01/sociedade-global-em-trabalho-de-parto.html


Novos Bárbaros = Precariado ?! ALERTA: Estão dentro das "fronteiras" das 'novas Romas' = Condomínios de Luxo.... 

https://reflexeseconmicas.blogspot.com/2019/08/novos-barbaros-precariado-alerta-estao.html

Frankenstein Financeiro / (Capitalismo Parasitário (Bauman) / Minotauro Global (Varoufakis)
DENÚNCIAS e PROPOSTAS - Congregações do Vaticano (Doutrina para a Fé e do Desenvolvimento Humano Integral) denunciam financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional 

http://reflexeseconmicas.blogspot.com/2018/05/congregacoes-do-vaticano-doutrina-para.html


⁉📡 FUTUROS: Possibilidades => Qual Construiremos (= Escolheremos)? 📡⁉

LEIA AQUI:
https://reflexeseconmicas.blogspot.com/2019/09/futuros-possibilidades-qual.html

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

PIB=anti econômico e anti biológico (Vida): só o CÂNCER cresce sem respeitar limites

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{Cláudio: criei esta publicação para realçar / ressaltar pontos da entrevista e fazer o comentário final sobre minha discordância prudente de alguns pontos. Baseado no Princípio da Precaução, acho importante considerarmos a síntese que esta entrevista faz das Crises Gêmeas que a Humanidade enfrenta: Ambiental, Energética, Econômica, Política e Social}

SUSTENTABILIDADE ECONOMIA 07/07/2010  
“Crescimento se tornou antieconômico”, diz Herman Daly, pai da economia ecológica


Famoso por suas ideias consideradas exóticas, economista defende um mundo sem crescimento
Por Edson Porto




Quando o economista Herman Daly foi contratado para trabalhar na área de meio ambiente do Banco Mundial, no final dos anos 80, a escolha surpreendeu quem o conhecia. Desde o início da carreira, Daly defendeu ideias tidas como, no mínimo, exóticas pela maioria de seus colegas de profissão. Para ele, era fundamental entender a relação da economia com o mundo físico e com a ecologia, o que não parecia caber em uma instituição tão tradicional como o banco.


Parte de suas ideias surgiu do contado de Daly com o professor Nicholas Georgescu-Roegen, o primeiro economista a dizer que a economia não poderia ser vista como um sistema isolado e deveria absorver conceitos da física no seu estudo. Vivendo em um mundo de alto crescimento e baixa preocupação ecológica, ao apresentar suas teses Georgescu-Roegen passou de economista brilhante a profissional esotérico. Acabou a vida isolado e ressentido.



Daly, porém, deu mais sorte. Apesar de visto com desconfiança por muitos colegas, ele desenvolveu seu trabalho em um período em que as questões ambientais tornaram-se muito mais relevantes do ponto de vista intelectual e político. Como resultado, virou o pai da economia ecológica, uma linha de estudo econômico que com o tempo tem ganhado cada vez mais espaço e respeito. Daly ficou seis anos no Banco Mundial e, depois, retomou a carreira acadêmica. Hoje é professor da Universidade de Maryland, em Washington. Nesta entrevista, concedida por telefone, o economista fala de suas ideias e propostas econômicas incomuns.



Época NEGÓCIOS - O senhor começou a falar de economia ecológica e dos limites do crescimento há 40 anos. Quanto a visão sobre esse assunto mudou?


Herman Daly - Devo dizer que os resultados são um pouco contraditórios. Quando você olha para a influência que tivemos, nós da economia ecológica, nos padrões da profissão econômica, vemos que ainda somos muito marginais. De outro lado, se você olha para o mundo intelectual mais amplo, para os ecologistas, os cientistas físicos, os cientistas do clima e mesmo alguns políticos, daí vemos que ganhamos muito mais influência e atenção. Na verdade, acredito que os economistas neoclássicos é que estão começando a ficar marginalizados em meio à comunidade intelectual como um todo.


Época NEGÓCIOS -  Mas o senhor vê alguma mudança na postura dos economistas mais ortodoxos?


Herman Daly -  De certa forma sim, porque as pessoas estão vendo com mais clareza as consequências da mentalidade do crescimento ilimitado. A economia de cada nação está limitada pelo seu pedaço na biosfera, mas elas ainda estão tentando crescer além disso, passando para o espaço ecológico de outros países. Essa é a mentalidade da globalização, que está agora chegando aos seus limites. Creio que essas ideias estão ganhando atenção por que de forma crescente elas parecem mais congruentes do que o crescimento para sempre. Claro que para os políticos, e para muitos economistas, ainda é venenoso falar sobre os limites ao crescimento.



Época NEGÓCIOSMuitos dos seus críticos dizem que, no passado, teses sobre os limites do crescimento se mostraram falsas porque subestimaram o poder da tecnologia e da inovação. O que o senhor responde a isso?


Herman Daly - Vamos tomar como exemplos aqui a questão do fim do petróleo e do aquecimento global. Por um lado, temos o problema do fim de um recurso natural não-renovável que é muito importante e, de outro, um problema causado justamente pelo uso desse recurso. A medida correta nesse caso é taxar pesadamente os combustíveis fósseis e usar essa renda na direção das energias renováveis e da distribuição de riqueza. Ou seja, vamos dar à tecnologia cada incentivo possível para resolver nossos problemas. Minha resposta para os economistas é que eu espero que eles estejam certos e, se eles estiverem, todos nós vamos comemorar. Mas precisamos induzir as mudanças que eles acreditam serem tão fáceis ou naturais, porque, se estiverem errados, pelo menos vamos ganhar tempo para trabalhar nos ajustes econômicos fundamentais.


Época NEGÓCIOSAlguns economistas dizem que os problemas dos limites naturais se resolvem pelo aumento dos preços. Quando um recurso fica mais caro, desenvolvemos tecnologias para usá-lo melhor ou substituí-lo... 


Herman Daly -  Os preços de recursos escassos vão eventualmente subir, mas o mercado é muito míope. Só quando as coisas ficam realmente problemáticas é que os preços sobem. Por isso, é mais interessante subir alguns preços artificialmente, com impostos, para induzir as mudanças técnicas. Além disso, precisamos induzir as soluções corretas. As tecnologias que estão sendo desenvolvidas para manter o sistema andando são extremamente perigosas. Estamos nos voltando para energia nuclear, indo para exploração de petróleo em águas profundas. Veja o que está acontecendo no Golfo do México com o vazamento de petróleo dos poços da BP. Estamos tentando soluções técnicas desesperadas para manter o sistema em movimento. O que eu digo é que talvez seja melhor diminuir a velocidade e ser mais cuidadoso


Época NEGÓCIOSParar de crescer não vai impedir o desenvolvimento?


Herman Daly - Em economia ecológica, tendemos a fazer uma distinção entre crescimento e desenvolvimento. Crescimento é um aumento na produção e na utilização física de recursos. É quando alguma coisa cresce fisicamente em termos de matéria e energia. Desenvolvimento, de outro lado, é qualitativo. É quando as coisas ficam melhores. Você pode ter tecnologias melhores e produzir a mesma quantidade de coisas para entregar mais bem-estar e mais satisfação. Em economia ecológica, estamos a favor do desenvolvimento, mas não de aumentar a produção para desenvolver, porque é o crescimento que causa os problemas ecológicos.


Época NEGÓCIOSMas como vamos criar empregos ou obter as coisas que queremos sem crescimento?


Herman Daly - Primeiro, é preciso ver que durante a maioria do tempo de nossa existência na Terra vivemos em sistemas em que o crescimento foi ínfimo. Eram economias rurais que de um ano para o outro nem notavam o crescimento. Apenas depois da Revolução Industrial e, particularmente, depois da Segunda Guerra Mundial, é que crescimento se tornou tão explosivo. Nós nos acostumamos ao crescimento, mas na verdade ele é excepcional. Outra coisa importante é que as pessoas tendem a achar que parar de crescer significa parar de produzir. Não é. Numa sociedade sem crescimento será preciso continuar produzindo. A produção, porém, será direcionada para a reposição e não para a acumulação. Haverá, portanto, a manutenção de certo nível de produção e consumo, porque precisamos de coisas para ficar vivos. A questão é por que temos sempre que aumentar de tamanho?

Época NEGÓCIOSUm dos motivos é porque a população cresce...    


Herman Daly - Exatamente. Uma parte necessária da economia estável é controlar o crescimento populacional. 


Época NEGÓCIOSEssa é uma discussão difícil hoje...


Herman Daly - Sim, tornou-se politicamente incorreto falar sobre o assunto. Mas o fato é que precisamos controlar o crescimento da população, e a melhor maneira de fazer isso é oferecer educação e contraceptivos para todos. Nosso maior problema, porém, é que o crescimento tornou-se o valor maior das economias. Nos Estados Unidos, estamos em uma crise e a solução é sempre fazer a economia voltar a crescer. É uma armadilha. Vamos precisar de muitas mudanças para ir de uma ideologia de acúmulo para uma ideologia de suficiência e manutenção. Outro problema é que temos pobreza no mundo, e a nossa solução para isso também é o crescimento. Em certo sentido, a ideologia do crescimento se tornou um substituto para divisão e redistribuição, porque isso é considerado difícil de fazer. Temos que crescer mais para não ter de dividir. Nos Estados Unidos, a coisa que tem menos sido dividida é o crescimento. A maior parte tem ido para os 5% no topo. Isso está aumentando a desigualdade e, com o tempo, talvez leve as pessoas a perceberem que o crescimento não está ajudando os pobres e que precisamos fazer algo diferente.


Época NEGÓCIOSQuando é possível dizer que o limite do crescimento foi ultrapassado?


Herman Daly - O ponto sobre o crescimento é o seu custo. Em geral, simplesmente assumimos que crescendo em termos de produção e população ficamos mais ricos. E, ficando mais ricos, podemos dividir mais, diminuindo os problemas. Mas se você fizer a conta cuidadosamente verá que o crescimento pode se tornar antieconômico. Nós passamos de um planeta praticamente vazio, em que todo o crescimento era econômico, para um planeta relativamente cheio no qual para crescer você afeta e destrói a biosfera numa escala nunca vista antes. Hoje, os benefícios do crescimento não passam nem perto do que eram no passado. Normalmente, os benefícios marginais do crescimento eram comida, abrigo e roupa – e para muitas pessoas ainda é assim. Mas, nas partes ricas do mundo, o crescimento significa hoje uma segunda casa, um terceiro carro. Ou seja, o benefício marginal do crescimento para o bem-estar está diminuindo, enquanto o custo marginal está aumentando, porque para crescer mais temos que usar ecossistemas vitais.


Época NEGÓCIOSEssa é uma ideia muito difícil de as pessoas aceitarem. Afinal, se elas trabalham duro e ganham dinheiro, por que não podem ter a segunda casa ou terceiro carro?


Herman Daly - Por que o custo disso na biosfera é grande demais e não pode continuar. O aumento do consumo está vindo a um custo muito alto para o resto do sistema, inclusive para as outras pessoas, e há o risco de colapso. Outro ponto importante é que muitos estudos psicológicos indicam que a partir de certo patamar o crescimento e o acúmulo ficam dissociados da felicidade. Mas se o crescimento em termos de felicidade é baixo, seu impacto é alto em relação à degradação do meio ambiente. A ideia é: vamos ser bons economistas e dizer que, quando o crescimento nos beneficia mais do que custa, vamos continuar crescendo, mas, quando os custos são muito altos, temos de parar de crescer. É preciso reconhecer a mudança no padrão da escassez. 


Época NEGÓCIOSMudança no padrão de escassez? 


Herman Daly - Os economistas são treinados para se preocuparem com a escassez. Num mundo vazio, o que é escasso é o trabalho humano e o capital. Abundantes são os recursos naturais. Para maximizar a produtividade do capital e do trabalho, usamos os recursos naturais o mais rápido possível. Em um mundo cheio, o padrão de escassez mudou. Veja o exemplo dos peixes. O fator determinante no passado para o limite do número de peixes pescados por ano era o número de barcos e de pescadores. Mais pescadores e mais barcos resultavam em mais peixes. Isso não é verdade hoje. Já temos pescadores e barcos demais, e o fator limitante é o número de peixes no oceano. O limite é o capital natural. Por isso, temos que dar tempo para os peixes se recuperarem. 


Época NEGÓCIOSIsso vale para outros recursos?


Herman Daly -  Sim. Pegue o petróleo. O fator limitante costumava ser nossa capacidade de furar poços, não mais. Outro exemplo é a agricultura irrigada. O fator limitante principal costumava ser uma mistura entre capital, incluindo adubos e a habilidade para explorar os recursos hídricos, e trabalho. Hoje, de forma crescente, é apenas a quantidade de água à disposição. O ponto é que o fator limitante mudou. Por isso, precisamos economizar nos fatores limitantes. Essa é a lógica.


Época NEGÓCIOSComo fazer isso?


Herman Daly -  Podemos impor tetos, limites, como temos tentado fazer com a pesca. Isso nem sempre funciona, mas temos de limitar. Uma maneira de viabilizar isso é realizar leilões com cotas, os chamados leilões de cotas de degradação.


Época NEGÓCIOSNão é fácil impor limites. Normalmente, as pessoas não apoiam essa ideia... 



Herman Daly -  A gente aprendeu a acreditar que mais produção nos deixa mais ricos. Não estou argumentando contra ficar rico, estou argumentando contra o crescimento que não nos deixa mais ricos. Aquele que nos faz sacrificar coisas que são mais importantes do que a produção extra. Se as pessoas perceberem isso, elas ficarão mais capazes de aceitar limites. Mas essa é também uma questão de percepção. Afinal, se não existem limites naturais para o crescimento e todos podemos ficar mais ricos para sempre, por que as pessoas vão abrir mão do seu pedaço. Sou muito crítico dos economistas porque acho que como profissionais estamos pregando o gospel do crescimento para sempre e temos sido muito lentos em reconhecer as mudanças nos fatores limitantes.



Época NEGÓCIOSO problema não é que mudar de padrão é muito complexo e difícil? 


Herman Daly - Eu entenderia se a maioria dos economistas dissesse: “Sim, você está certo, mas não temos como fazer as mudanças”. Mas eles não dizem isso. Quanto à complexidade, o que está ficando cada vez mais complexo é crescer. Usinas nucleares são muito complexas, extração de petróleo em profundidade é muito complicado. Estamos desenvolvendo sistemas extremamente complexos para continuar a crescer. Acredito que isso vai nos empurrar para os limites. Claro que temos uma devoção quase religiosa a nossa capacidade criativa, à ideia de que a ciência e a tecnologia podem fazer qualquer coisa. Mas, se você pensar, a razão pela qual a ciência e a tecnologia são tão impressionantes é precisamente porque elas não tentam fazer o que é impossível e respeitam leis básicas. Você não pode criar matéria e energia do nada, essa é a primeira lei da termodinâmica. Você não pode ter máquinas com movimento perpétuo, essa é a segunda lei. A economia precisa colocar em suas premissas básicas a primeira e a segunda leis da termodinâmica e reconhecer que há limites para a economia no mundo físico. Tecnologia não vai mudar a primeira e a segunda leis da termodinâmica




Época NEGÓCIOSQuão importante é a revisão do conceito do PIB nesse debate?


Herman Daly - Acho que é central. Estou muito satisfeito por ver economistas mais importantes, ganhadores do Prêmio Nobel, envolvidos nisso. Há 30 anos as pessoas criticam o PIB. Mesmo o Banco Mundial já flertou por um período com a ideia de esverdeá-lo, mas acabou desistindo. Provavelmente foi considerada uma mudança muito radical. Hoje tratamos o PIB como se ele representasse um benefício líquido de crescimento, mas não representa. É uma soma maluca de custos e benefícios. Ele apenas mede atividade, mas algumas atividades econômicas são benéficas e outras, infelizmente, não. Há vários exemplos, como as pessoas que gastam mais tempo e combustível para se locomover porque as cidades estão se expandindo ou os gastos para limpar a poluição que geramos. Se nós separássemos nessa conta o que é um custo e o que é um benefício, e comparássemos os dois na margem, conseguiríamos ver qual é o custo e o benefícios marginais de crescer. Numa empresa, quando os custos superam os benefícios, você para de produzir. Essa é uma regra básica da microeconomia que não existe na macroeconomia.


Época NEGÓCIOSE a questão do capital natural no PIB? 


Herman Daly - Esse é outro problema. A gente consome o capital natural e não mede. Cortamos florestas inteiras em um ano e, em vez de um crescimento sustentável ou de uma renda sustentável, a gente apenas liquida o capital natural. Isso vai para as contas nacionais como se fosse rendimento, como se pudéssemos fazer isso de novo no ano que vem, o que claramente não podemos. Então, parte da mudança é apenas alterar os padrões básicos de contabilidade.


Época NEGÓCIOSO senhor também é um crítico da globalização. Por quê?


Herman Daly - Todos são a favor de uma comunidade global, mas existem dois modelos. Um é o modelo de integração em que a comunidade mundial se torna uma grande comunidade integrada. Basicamente, você apaga as fronteiras nacionais em termos econômicos. A outra visão é a de que a comunidade global é uma federação, que se une para colaborar em problemas globais, mas que continua separada em nações. Essa federação é o que foi estabelecido em Bretton Woods, com a criação das Nações Unidas e de outras instituições. O modelo único e integrado é uma invenção da elite corporativa e está representado na Organização Mundial de Comércio e é hoje apoiado pelo FMI e pelo Banco Mundial. O modelo federativo é como amizade, que coopera, mas é separado. O modelo integrado é como casamento em que você vira uma nova unidade.


Época NEGÓCIOSQual é o problema de buscar cada vez mais integração?


Herman Daly - Os humanos existem em comunidades. E as unidades de comunidade hoje estão no nível nacional e subnacional, mas não há instituições para uma comunidade global. As instituições que temos são de internacionalização e não de integração. Acho que, se você integra a economia globalmente sem um governo global, você apenas transfere poder dos governos para as corporações globais. E essa é a razão pela qual elas pressionam pela globalização, para escapar dos controles nacionais. Então, uma solução seria termos um governo global. Mas isso é muito difícil e improvável. A outra alternativa seria empurrar o capital global para dentro do ambiente local e impedir que ele seja tão global. Posso estar errado, mas acho que é muito perigoso ir para a uma integração global, sem governo. Claro que há algumas áreas em que nós temos que fazer isso, como o aquecimento global. Mas mesmo as decisões internacionais sobre temas como esse serão implementadas e controladas por nações e seus cidadãos. 


Época NEGÓCIOSMuitas pessoas vêem as suas ideias como exóticas. O senhor é otimista em relação à mudança dessa percepção e a mudanças das ideias em relação ao crescimento? 


Herman Daly - É difícil ser otimista. O que dá para ser é esperançoso. Eu acho mais fácil ter esperança de mudar nossa atitude em relação ao crescimento do que em acreditar que o crescimento contínuo será a solução. Mas para haver mudanças provavelmente precisarão ocorrer crises. É o que vemos historicamente. Ao falar com os meus estudantes sobre isso, digo que não podemos agir sobre essas questões agora, mas que o sentido de falar de coisas que estão além da possibilidade real é que, quando ocorre uma crise ou uma oportunidade para mudança, não temos que começar do nada. É bom ter ideias na mesa.



[    "Herman Daly - Exatamente. Uma parte necessária da economia estável é controlar o crescimento populacional." => 

  Cláudio: embora eu esteja entre os que acreditam que teremos 

Abundância para 10 bilhões de humanos (Abundância de Cérebros Educados e Interconectados produzirá uma [Revolução Civilizacional / Econômica / Política / Social / etc.] só comparável ao Iluminismo que nos tirou da Idade Média para a Idade Moderna)  {1} 

acho PRUDENTE considerar as ideias de quem tem visão diferente, pois se eu estiver errado, não haverá Planeta B para migrarmos...]

{1} FUTUROS: Possibilidades => Qual Construiremos (= Escolheremos)?

LEIA AQUI: