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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

HOMO DEUS -*OU*- SAPIENS Suplantados por Algorítimos Não Orgânicos?

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#AlgoritmosInorgânicos, #AlgoritmosOrgânicos, #BigData, #BioTecnologias, #HarariYuval, #HomoDeus, #InteligênciaArtificial, #IoT, #KurzweilRay, #NanoTecnologia, #NeuroTecnologias,    #Vestíveis


A Singularidade Está Próxima:
O Guru da Singularidade, Ray Kurzweil, diz que nós nos mesclaremos com máquinas em torno de 2045.

If the mind were simple enough for us to undestand, we would be too simple to understand it.

"Se a mente fosse simples o suficiente para entendermos, nos seria muito simples entendê-la." 
- Ray Kurzweil

2045 The Technological Singularity: Possessing neither the smartest minds nor the strongest performers on Earth, humans can no longer imagine their own futures. From their perspective, change occurs seemingly instantaneously, at a planetary magnitude. Their futures will be determined by 'others'.

2045-A Singularidade Tecnológica: Não possuindo nem as mentes mais inteligentes nem as mais fortes da Terra, os seres humanos não podem mais imaginar seus próprios futuros. De sua perspectiva, a mudança ocorre instantaneamente, em magnitude planetária. Seu futuro será determinado por "outros".


HOMO DEUS: 
Na realidade, não podemos predizer o futuro. Todos os cenários esboçados neste livro deveriam ser entendidos mais como possibilidades do que como  profecias. Quando pensamos no futuro, nossos horizontes usualmente são limitados pelas ideologias e pelos sistemas sociais atuais. 

A democracia nos incentiva a acreditar em um futuro democrático; o capitalismo não nos permite  conceber uma alternativa não capitalista, e o humanismo dificulta a concepção de um destino pós-humano. 

No máximo, reciclamos ocorrências passadas e pensamos nelas como futuros alternativos. Por exemplo, o nazismo e o comunismo do século XX servem de modelo para muitas fantasias distópicas, e autores de ficção científica utilizam legados medievais e antigos para imaginar cavaleiros Jedi e imperadores galácticos que tudo resolvem com naves espaciais e armas a laser.

Este livro rastreia as origens de nosso condicionamento atual a fim de que afrouxemos seu domínio e pensemos de modo muito mais imaginativo sobre nosso futuro. Ao invés de estreitar nossos horizontes com a previsão de um cenário único e definitivo, o livro visa ampliar nossos horizontes e nos fazer conscientes de um espectro de opções muito mais amplo. Como tenho repetidamente enfatizado, ninguém sabe de fato como o mercado de trabalho, a família ou a ecologia serão em 2050, ou quais religiões, sistemas econômicos ou estruturas políticas dominarão o mundo. 

Mas a ampliação de nossos horizontes pode ser um tiro no pé, por nos fazer ficar mais confusos e inativos do que antes. Com tantos cenários e possibilidades, a quais deveríamos prestar atenção? O mundo está mudando com uma inigualável rapidez e estamos inundados por quantidades impossíveis de dados, de ideias, de promessas e de ameaças. Humanos renunciam à autoridade em favor do livre mercado, da sabedoria das multidões e de algoritmos externos em parte porque não conseguem lidar com o dilúvio de dados. 

No passado, a censura funcionava bloqueando o fluxo de informação. No século XXI ela o faz inundando as pessoas de informação irrelevante. Não sabemos mais a que prestar atenção e frequentemente passamos o tempo investigando e debatendo questões secundárias. 

Em tempos antigos ter poder significava ter acesso a dados. Atualmente ter poder significa saber o que ignorar. Assim, de tudo que acontece em nosso mundo caótico, no que devemos nos concentrar?

Se pensarmos em termos de meses, provavelmente deveríamos nos dedicar a problemas imediatos, como o tumulto no Oriente Médio, a crise do refugiados na Europa e a desaceleração da economia chinesa. 

Se pensarmos em termos de décadas, avultam o aquecimento global, o crescimento da desigualdade e a disrupção do mercado de trabalho. 


Mas, se adotarmos uma visão realmente ampla da Vida, todos os outros problemas e desenvolvimentos serão ofuscados por três processos interconectados:

1. A ciência está convergindo para um dogma que abrange tudo e que diz 
que organismos são algoritmos, e a vida, processamento de dado.

2. A inteligência está se desacoplando da consciência.

3. Algoritmos não conscientes, mas altamente inteligentes, poderão, em breve, nos conhecer melhor do que nós mesmos.


Esses três processos suscitam três questões-chave, que espero que fiquem gravadas em sua mente muito depois de você ter terminado a leitura deste livro:

1. Será que os organismos são apenas algoritmos, e a vida apenas processamento de dados?

2. O que é mais valioso - a inteligência ou a consciência?

3. O que vai acontecer à sociedade, aos políticos e à vida cotidiana quando.
algoritmos não conscientes mas altamente inteligentes nos conhecerem 
melhor do que nós nos conhecemos?


VER TAMBÉM:


Que Sociedade construiremos? Com quais Relacionamentos entre Algorítimos Orgânicos e Inorgânicos?





[Comércio Indulgências Católico (Idade Média) = Tirar do Purgatório com Dinheiro] 

VERSUS 

[Tecno Religiões do Vale do Silício (China?) = Felicidade, Paz, Prosperidade, Imortalidade, aqui na Terra, por Nossos Dados e Privacidade]?!



domingo, 9 de setembro de 2018

[Comércio Indulgências Católico (Idade Média) = Tirar do Purgatório com Dinheiro] VERSUS [Tecno Religiões do Vale do Silício (China?) = Felicidade, Paz, Prosperidade, Imortalidade, aqui na Terra, por Nossos Dados e Privacidade]?!


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10. O oceano da consciência (página 354 - HOMO DEUS)

  É improvável que as novas religiões emerjam das cavernas do Afeganistão ou das madraças do Oriente Médio. Vão, sim, emergir dos laboratórios de pesquisa.Assim como o socialismo tomou conta do mundo com a promessa de salvação por meio do vapor e da eletricidade, nas próximas décadas as novas tecno-religiões poderão conquistar o mundo prometendo salvação por meio de algoritmos e genes. 
  
   Apesar de todo o discurso do Islã radical e do fundamentalismo cristão o lugar mais interessante do mundo, do ponto de vista religioso, não é o Estado Islâmico ou o Cinturão da Bíblia, e sim o Vale do Silício. É onde os gurus da alta tecnologia estão fermentando para nós novas religiões admiráveis que pouco têm a ver com Deus, e tudo a ver com tecnologia. Eles prometem os prêmios clássicos - felicidade, paz, prosperidade e até vida eterna - aqui mesmo na Terra, com a ajuda da tecnologia, e não depois da morte com a ajuda de seres celestiais.

   As novas tecno-religiões podem ser divididas em dois tipo principais: tecno-humanismo e religião de dados. De acordo com esta última os humanos já completaram sua missão cósmica e, por isso, deveriam passar a tocha para tipos inteiramente novos de entidades. Vamos discutir os sonhos e os pesadelo da religião de dados no próximo capítulo. Este capítulo é dedicado ao credo mais conservador do tecno-humanismo, que ainda considera os humanos o ápice da criação e se atém a muitos valores humanistas tradicionais.

  Para o tecno-humanismo, o Homo sapiens, tal como o conhecemos, já esgotou seu curso histórico e não será mais relevante no futuro; portanto, deveríamos usar a tecnologia para criar Homo deus - um modelo humano muito superior. O Homo deus manterá algumas características humanas essenciais, porém  usufruirá igualmente de aptidões físicas e mentais aprimoradas, que o capacitarão a manter-se firme mesmo contra os mais sofisticados algoritmos não conscientes.

  Como a inteligência está se desacoplando da consciência, e como a inteligência não consciente está se desenvolvendo a uma velocidade vertiginosa, os humanos devem ativamente fazer o upgrade de suas mentes se quiserem permanecer no jogo.

  Há setenta [mil] anos, a Revolução Cognitiva transformou a mente do Sapiens  e, com isso, fez com que um insignificante macaco africano se tornasse o governante do mundo. As mentes aprimoradas do Sapiens subitamente tiveram acesso ao vasto reino intersubjetivo, o que nos permitiu criar deuses e corporações, construir cidades e impérios, inventar a escrita e o dinheiro e posteriormente cindir o átomo e chegar à Lua. Até onde sabemos, essa revolução  que sacudiu a Terra resultou de algumas pequenas mudanças no DNA do Sapiens e de uma leve reconexão de seu cérebro. 

   Se foi assim, afirma o tecno-humanismo, talvez algumas poucas mudanças adicionais em nosso genoma e  mais uma reconexão de nosso cérebro sejam suficientes para desencadear  uma segunda revolução cognitiva. As renovações mentais da primeira Revolução Cognitiva deram ao Homo sapiens acesso ao reino intersubjetivo e fizeram  de nós os governantes do planeta; uma segunda revolução cognitiva poderia dar ao Homo deus acesso a reinos inimagináveis e nos transformar nos senhores da galáxia.

   Essa ideia é uma variante atualizada dos sonhos clássicos do humanismo evolutivo, que um século atrás já clamava pela criação de super-humanos. Contudo, enquanto Hitler e sua corja planejavam criar super-humanos por  meio da procriação seletiva e da limpeza étnica, o tecno-humanismo do século  XXI espera atingir o objetivo muito mais pacificamente, com a ajuda da engenharia genética, da nanotecnologia e de interfaces entre o cérebro e o computador.

(página 355 - HOMO DEUS)


Uma provocação à reflexão sobre o destino do PRECARIADO  [1], dos "DEIXADOS PARA TRÁS  [2]"  pelas tecno-religiões:


Muitos de nós ('#Imigrantes' / '#NãoNativosDigitais') estamos usando:
as "#BolhasFacebook", #Drogas (Lícitas ou não), #Fundamentalismos (Ideológicos, Nacionalistas, Religiosos, etc.), #Videogames, ... para fazer o papel:
- das "Comunidades Isoladas dos Ambientes Inundados de Informações" [#Toffler]
- de uma ampliação da resposta do #Harari, na palestra da imagem?
YuvalNoahHarari - O que explica a ascensão dos humanos?


VER TAMBÉM:


Que Sociedade construiremos? Com quais Relacionamentos entre Algorítimos Orgânicos e Inorgânicos? #Abundância #Diamandis #Singularity #HarariYuval #HomoDeus #Humanidade #KurzweilRay #Sapiens #Transhumanismo




Divulgado também aqui:



NOTAS:

[1] O precariado - A nova classe perigosa
 (autoria) (tradução)



Nos anos 1970, economistas neoliberais passaram a defender a ideia de que o crescimento e o desenvolvimento dependiam da competitividade do mercado. A partir daí, a maximização da concorrência e a licença para que os princípios de mercado de trabalho permeassem todos os aspectos da vida moldaram uma nova classe social mundial, emergente e ainda em formação: o “precariado”.
O precariado: A nova classe perigosa é uma obra necessária e urgente, que apresenta as características desse novo grupo e oferece aos leitores uma sólida reflexão política e socioeconômica que compreende a nova ordem social global e responde aos anseios dos indivíduos dessa nova classe, que não se sentem ancorados em uma vida de garantias trabalhistas, não possuem empregos permanentes e muitas vezes nem sequer sabem que integram a classe dos precariados.
Aqueles que estão no precariado carecem de autoestima e dignidade social em seu trabalho; devem procurar por esse apreço em outro lugar, com sucesso ou não. Se forem bem-sucedidos, a inutilidade das tarefas que são obrigados a fazer em seus empregos efêmeros e indesejáveis pode ser reduzida, na medida em que a frustração de status será diminuída. Mas a capacidade de encontrar a autoestima sustentável no precariado quase sempre é vã. Existe o perigo de se ter uma sensação de engajamento constante, mas também de estar isolado no meio de uma multidão solitária.
O resultado é uma crescente massa de pessoas – em potencial, todos nós que estamos fora da elite, ancorada em sua riqueza e seu desapego da sociedade – em situações que só podem ser descritas como alienadas, anômicas, ansiosas e propensas à raiva. O sinal de advertência é o descompromisso político. A esperança consiste em investir na liberdade associativa.
[2] Deixados Para Trás
Em um instante cataclísmico, milhões de pessoas de todas as partes do mundo desapareceram. Simplesmente sumiram, deixando para trás tudo o que era material: roupas, óculos, lentes de contato, cabelos postiços, aparelhos de surdez, próteses, joias, sapatos e até mesmo marca passos e pinos cirúrgicos.
Milhões de pessoas sumiram. Mas outros milhões ficaram - alguns adultos, porém não crianças, e apenas alguns adolescentes. Todos os bebês, inclusive os que estavam para nascer, desapareceram — alguns durante o parto. Instalou-se o caos no mundo inteiro. Aviões, trens, ônibus e carros colidiram, navios afundaram, casas incendiaram, sobreviventes acometidos de angústia suicidaram-se. Um congestionamento de transportes e linhas de comunicação, somado ao desaparecimento de inúmeros funcionários, deixou a maioria das pessoas lutando sozinhas para sobreviverem até que a situação começasse a se normalizar.

A série de livros Left Behind (Deixados Para Trás) de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins, é uma obra ficcional, de temática religiosa, que narra os últimos dias na Terra após o arrebatamento da igreja, conforme doutrina desenvolvida no século XIX pelo ministro anglicano John Nelson Darby e sua interpretação sobre os eventos descritos no livro de Apocalipse de João na Bíblia Sagrada. A série de livros vendeu mais de 70 milhões de exemplares e foi publicada em mais de 34 idiomas. Sucesso de vendas, a série é também alvo de pesadas críticas, tanto da parte de cristãos quanto de céticos. A história reúne ficção cristã, ação e suspense com lances de alta tecnologia no thriller. O tema principal é o final dos tempos. Três filmes já foram produzidos sobre a série, e em 2013, foi confirmado mais um spin-off baseado nos livros, com atores bastante conhecidos como Ashley TisdaleNicolas Cage e Chad Michael Murray. As filmagens começaram em Abril de 2013 e o filme foi lançado mundialmente em 2014.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Que Sociedade construiremos? Com quais Relacionamentos entre Algorítimos Orgânicos e Inorgânicos?

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Em 2007, quando fiz minha formação em Coaching [1] e em meus estudos posteriores do assunto, aprendi que dois importantes Potencializadores e Limitadores da Realização Humana são nossas Crenças e Cosmovisões.

Convido-os, como pares no processo de apoiar a Transição da Humanidade para novos Potenciais e Significantes, a refletirmos (internamente e em nossas consequentes propagações ondulatórias de Consciência) sobre as seguintes questões:

- Estamos construindo um Ecossistema (Sapiens + Digitais) que potencializa a Realização de TODOS os Seres?

- Ou contribuímos para a construção da Transcendência (Singularidade) onde aceitamos sermos um passo necessário - e, talvez, obsoletos após a transição - para Pós Humanos, um novo Passo da Evolução? 

[1] Capacitação em self-coaching, coaching e mentoring (11/2007) Entidade: Instituto Holos - Sistema Isor®



Algumas sugestões de insumos para esta reflexão:




Abundância: O Futuro É Melhor do que Você Imagina é um livro de Peter H. Diamandis e Steven Kotler, que foi publicado em 2012. Wikipédia
Data da primeira publicação: 21 de fevereiro de 2012
Autores: Peter Diamandis, Steven Kotler
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No palco do TED2012, Peter Diamandis defende o otimismo -- que nós inventemos, inovemos e criemos meios de resolver os desafios que pairam sobre nós. "Não estou dizendo que não temos problemas; certamente os temos. Mas no final, nós acabaremos com eles".

https://www.ted.com/talks/peter_diamandis_abundance_is_our_future?language=pt-br


Mega Tendências identificadas por participantes da Singularity University
CONTAGEM REGRESSIVA PARA  A SINGULARIDADE   (2013 – 2038)
A seguir estão os futuros marcos previstos que encontraremos durante os 25 anos da nossa jornada Abundância 360. Essas previsões são feitas por Peter, Palestrantes do A360 e membros selecionados da Singularity University.

http://automacao-inteligencia-organizacional.blogspot.com/2018/04/singularity-university-megatrends-mega.html



Kurzweil: Imortalidade e a Singularidade

Pode alguém ser imortal? A ciência pode estar prestes a descobrir e Ray Kurzweil é forte candidato a experimentar em si as novidades sobre longevidade de um futuro próximo. O fim da era dos humanos está próximo.



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A ideia mais incrível e mais polêmica do inventor é a singularidade. De acordo com Kurzweil, a singularidade será um evento histórico previsto para o futuro não muito distante, no qual a humanidade atravessará um estágio de colossal avanço tecnológico em um curtíssimo espaço de tempo. Ele chega a dizer que nós, seres humanos iremos adulterar nossa própria espécie, fundindo-nos às máquinas e tornando-nos uma nova raça. Seu papel, ele diz, é alertar o mundo, para prepará-lo para um momento que está muito mais próximo do que todos imaginam.


O Futuro da Humanidade



A Singularidade está próxima



A Singularidade está próxima - Ray Kurzweil _ Transhumanismo
"Acredito que para iniciar um blog cuja proposta é tratar de avanços e implicações destes em biotecnologia e nanotecnologia seria interessante escrever um texto sobre Ray Kurzweil devido à influência que suas idéias tem sobre mim."  

[Neurocientista cafeinômano envolvido com projetos que investigam a plasticidade sináptica. Nas horas vagas é abduzido por uma curiosidade extrema sobre as implicações do crescimento tecnológico exponencial que estamos vivenciando. Contato: luis.shgt@gmail.com]

Conheça as previsões de Ray Kurzweil para o futuro da humanidade




Yuval Noah Harari: O que explica a ascensão dos humanos? TED Talk

                       

Há 70 mil anos, nossos ancestrais humanos eram animais insignificantes, cuidando de suas vidas em um canto da África com todos os outros animais. Mas agora, poucos discordariam de que os humanos dominam o planeta Terra; nos espalhamos para todos os continentes e nossas ações determinam o destino de outros animais (e, possivelmente, do próprio planeta). Como chegamos de lá até aqui? O historiador Yuval Noah Harari sugere uma razão surpreendente para a ascensão da humanidade.


O Futuro da Humanidade - Apresentação de Homo Deus, por Yuval Noah Harari 

Muito obrigado por esta introdução. E especialmente pela apresentação do livro não como um livro de futurologia. Porque, para mim, algo muito importante é que todos entendam, aqueles que lerão o livro, que não é um livro sobre profecias sobre o futuro. Mas sim tenta analisar diferentes possibilidades, que podem ou não ser realizadas. Ainda temos alguma habilidade para fazer algo. 

Escrever um livro de profecias creio que não é um bom exercício se ele tornar-se uma realidade pouco importa. Você não pode fazer nada sobre isso. É muito mais interessante, muito mais importante, escrever sobre diferentes possibilidades, e se você não gosta de nenhuma, faça algo sobre isso. Para evitar as piores possibilidades que podem se tornar realidade

E hoje, o que eu quero discutir é uma das possibilidades particularmente importante, possibilidade que agora estamos enfrentando, que é o surgimento da inteligência artificial e o potencial de que a inteligência artificial se converta na forma de vida dominante na Terra. E mesmo além da Terra. E o que isso significaria para o Homo sapiens.

Da legenda em Português de:
The Future of Humanity - with Yuval Noah Harari



Homo Sapiens: conjunto algoritmos orgânicos modelada pela seleção natural durante milhões de anos de evolução
Se você ainda não sabe o significado de “algoritmo” é bom procurar se informar. Para Harari, autor de Homo Deus, uma breve história do amanhã (Companhia das Letras, 2016), o novo dogma da ciência é a constatação de que os organismos orgânicos, sensações e emoções são algoritmos; a vida não passa de um processamento de dados bioquímicos – é o que o historiador israelense descreve com a religião do dataísmo.

Constatar que somos um complexo banco de dados não é nenhuma novidade, o problema é que, com base nas orientações da nova “religião”, estamos construindo e permitindo que um grupo de algoritmos (ainda) não conscientes mas altamente inteligentes estejam gradualmente nos substituindo. E não apenas como força de trabalho braçal, como era o temor durante a Revolução Industrial.
“O único e autêntico eu é tão real quanto a alma eterna cristã, Papai Noel e o Coelhinho da Páscoa”.
(...) Esses organismos não orgânicos – o que chamamos de inteligência artificial, ou IA –  podem nos conhecer melhor do que nós mesmos e estão fazendo escolhas por nós em níveis cada vez maiores. (...)

LEIA AQUI:


A grande revolução algorítmica no século XXI - HOMO DEUS

Embora o termo algoritmo tenha se tornado mais utilizado recentemente, sobretudo por conta da revolução digital, Harari sustenta que desde a Revolução Agrícola os humanos, ou os sapiens, para usar sua própria terminologia, fazem uso de operações algorítmicas. Contudo, a capacidade das novas tecnologias de processarem algoritmos no século XXI poderão transformar radicalmente “as democracias que conhecemos”, situa Faggion. “Nas próximas décadas, afirma o autor, é provável que vejamos mais revoluções como as provocadas pela internet, nas quais a tecnologia vai se antecipar à política”, complementa.

Lucas chama atenção para a forma como o humanismo tipicamente moderno vem dando lugar a uma nova forma de relação, onde “estamos desacoplando inteligência e consciência”. Além disso, sobre a ampliação da capacidade de processamento, diz que “a capacidade de compreender e apreender os algoritmos e os processamentos de dados que movem uma vida e a vida humana de maneira mais geral é muito maior, permitindo maiores e mais profundas interferências no ser humano, até mesmo a sua superação.

Lucas Henrique da Luz é graduado em Administração, mestre em Ciências Sociais pela Unisinos e doutor em Administração pela Unisinos e pela Université de Poitiers, na França. Participa da coordenação do Instituto Humanitas Unisinos - IHU. Atualmente é professor na Unisinos.

Gilberto Antonio Faggion é graduado em Administração e Comércio Exterior pela Unisinos e mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Participa da coordenação do Instituto Humanitas Unisinos - IHU. Atualmente é professor na Unisinos.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Quais são os principais pontos abordados por Harari na obra Homo Deus?

Gilberto Antonio Faggion – O autor argumenta que hoje os humanos controlaram os três maiores males experimentados pela humanidade: fome, pestes e guerra. Diante disso, questiona o que vamos fazer conosco no século XXI, o que será prioridade na agenda humana. Então ele aponta que é provável que os humanos busquem atingir a imortalidade e encontrar a chave para a felicidade terrena. Com isso, estão tentando promover-se à condição de deuses. No entanto, a mesma tecnologia que poderá levá-los a ser deus, poderá torná-los irrelevantes, pois a própria técnica se tornaria deus e os humanos seriam um acessório dela. Nesse sentido, os humanos seriam considerados apenas como instrumentos para a criação da internet de todas as coisas. Uma vez cumprida essa missão, o Homo sapiens desapareceria, pois seria um algoritmo obsoleto. Esse sistema de processamento de dados cósmico seria como Deus. Estaria em toda a parte e controlaria tudo, e os humanos estariam destinados a se fundir dentro dele.

Lucas Henrique da Luz – Há vários pontos relevantes abordados por Harari, tais como: a superação dos três grandes males que assolaram a humanidade por séculos (fome, pestes e guerras); o destaque dos fundamentos ao Homo sapiens enquanto “centro” do planeta, centro da vida e toda a lógica do Antropoceno ; a forma como o sapiens significa sua existência e nesse contexto a relação próxima entre ciência e religião e não a sua oposição; a centralidade do humanismo na modernidade e os seus diferentes ramos; a forma como estamos desacoplando inteligência e consciência; o fortalecimento dos dados (dataísmo) e dos algoritmos como religião; a superação do humano justamente pela expressão suprema da sua concepção – a valorização extrema e indivisível da vida humana; dentre outros.

Porém, todos estes pontos do livro, e muitos outros que poderiam ser acrescentados, são trazidos para convergir em uma direção, qual seja, mostrar que superados os grandes desafios da humanidade a grande agenda é agora (e será cada vez mais) a busca da divindade por parte do sapiens. E, para tal, a busca da imortalidade e da felicidade permanente por parte dos humanos. Fato este que expressa justamente o ápice do humanismo, a valorização da vida – como coloquei antes, mas se expressa pela transformação desta (da vida) e, por que não, pela transformação da existência humana, em algoritmos e fluxos de dados. Vida e existência passam então a ser um problema técnico; podem ser dominados, influenciados e manipulados pela técnica, pelo dataísmo e por manipulações genéticas. É justamente esta “evolução” (ou seria involução?) técnica que tem a vida (eterna e feliz) como foco, que traz a superação do homem, do sapiens e dos paradigmas do humanismo. Será ela a passagem para tornar o ser humano irrelevante, dispensável, quem sabe, inexistente? Na forma como é hoje, se tornará uma subespécie. Ter-se-á uma nova era, governada pelos algoritmos, pelos dados, por seres inorgânicos e, talvez, por um conjunto pequeníssimo de “super-humanos”, pós-sapiens. Humanos semelhantes aos que conhecemos e somos hoje, deverão tornar-se uma subespécie – espécie inferior e, quiçá, descartada. Na realidade, como o autor mostra, deverão ser criadas relações entre seres inorgânicos e/ou super-humanos e esta subespécie, que não podemos prever de que forma ocorrerá. O certo é que não haverá o humanismo como base e, ao que se tem indicação, colocarão seres como nós em um nível elevadíssimo de não protagonismo.

LEIA EM:

http://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/7154-homo-deus-e-a-grande-revolucao-algoritmica-no-seculo-xxi



A HUMANIDADE ESTÁ SE TORNANDO UM COLOSSO UNIFICADO - com base nas conexões humanas



3a. Cúpula Global da SU - Um Futuro com um Trabalho Mais Humano - Cumprir a Promessa da IA Requer Repensar a Natureza do Próprio Trabalho

http://reflexeseconmicas.blogspot.com/2018/08/3a-cupula-global-da-su-um-futuro-com-um.html



Capitalistas do Século XXI DESAPRENDERAM as Lições que Capitalistas do XX Usaram para Evitar a Revolução dos Proletariados, nos Países Centrais?


Teremos a Sabedoria de Ócio Criativo (De Masi = Misto Indivisível de (Diversão +Educação +Trabalho) para Toda a Humanidade? Ou, presos ao "Algoritmo Adão" ("Do suor do rosto o direito de viver"), continuaremos sacrificando boa parte do Potencial Afetivo e Criativo da Humanidade?




domingo, 2 de setembro de 2018

Capitalistas do Século XXI DESAPRENDERAM as Lições que Capitalistas do XX Usaram para Evitar a Revolução dos Proletariados, nos Países Centrais?

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Eficiência ou rendimento refere-se à relação entre os resultados obtidos e os recursos empregados. Existem diversos tipos de eficiência, que se aplicam a áreas diferentes do conhecimento.
Wikipédia

A produtividade é basicamente definida como a relação entre a produção e os factores de produção utilizados. A produção é definida como os bens produzidos(quantidade de produtos produzidos). Os fatores de produção são definidos como sejam pessoas, máquinas, materiais e outros. Quanto maior for a relação entre a quantidade produzida por fatores utilizados maior é a produtividade.
Wikipédia

Em macroeconomiademanda agregada é a demanda total de bens e serviços numa dada economia para um determinado momento e nível de preços.[1] É o total de bens e serviços na economia que será adquirido a todos os níveis de preços possíveis.[2] Esta é a demanda do produto interno bruto de um país quando os níveis de estoque são fixos.
A demanda agregada depende da quantidade de moeda em poder dos agentes econômicos (consumidores, empresas, governos), das despesas e impostos a que estão sujeitos e de outras variáveis.
Wikipédia 

Esclarecendo:
A demanda agregada depende da quantidade de moeda em poder dos agentes econômicos:
consumidores => receita por trabalho (não comprometidos com dividas)
empresas => receita de vendas (não comprometidos com dividas)
governos => receita de impostos (não comprometidos com dividas


HOMO DEUS - Harari - O PARADOXO DO CONHECIMENTO
Quanto mais sabemos, menos somos capazes de predizer. Imagine, por exemplo, que um dia especialistas decifrem as leis básicas da economia. Quando isso acontecer, bancos. governos, investidores e clientes começarão a usar esse novo conhecimento para atuar de maneiras novas e diferentes a fim de obter vantagem sobre seus competidores. Pois para que serve um novo conhecimento se não para levar a novos comportamentos? Mas, uma vez que as pessoas mudem sua maneira de se comportar, as teorias econômicas tornam-se obsoletas. Podemos saber como a economia funcionou no passado porem não entendemos mais como funcionam no presente, e muito menos no futuro.
Esse não é um exemplo hipotético. Em meados do seculo XIX. Karl Marx chegou a brilhantes insights econômicos. Com base neles. predisse a ocorrência de um conflito crescente e violento entre o proletariado e os capitalistas. que terminaria com a inevitável vitória dos primeiros e com o colapso do sistema capitalista. Marx tinha certeza de que a revolução começaria em países que tinham liderado a Revolução Industrial - como Grã-Bretanha. França e Estados Unidos - e se espalharia pelo resto do mundo.
Marx esqueceu-se de que os capitalistas sabem ler. No inicio, só um punhado de discípulos o levou a sério e leu seus escritos. No entanto. quando essas primeiras fagulhas socialistas ganharam adesões e poder, os capitalistas ficaram alarmados. Eles também leram atentamente Das Kapital, adotando muitos instrumentos e conceituações da analise marxista. No século XX todo mundo, de pivetes na rua a presidentes, adotou uma abordagem marxista da economia e da história. Até mesmo capitalistas empedernidos, que resistiam veementemente ao prognóstico marxista, utilizavam o diagnóstico marxista. Quando a CIA analisou a situação no Vietnã ou no Chile, na década de 1960, ela dividiu a sociedade em classes. Quando Nixon ou Thatcher olhavam para o globo terrestre, perguntavam-se quem controlava os meios vitais da produção. De 1989 a 1991. George Bush acompanhou o ocaso do Império Diabólico do comunismo para nas eleições de 1992 ser derrotado por Bill Clinton. A estratégia da campanha vencedora de Clinton foi resumida no mote “É a economia, estúpido!“. Marx não teria dito melhor.
Quando adotavam o diagnóstico marxista, as pessoas, coerentemente, mudavam seu comportamento. Capitalistas em países como a Grã-Bretanha e a França empenharam-se para melhorar o quinhão dos trabalhadores, fortalecer sua consciência nacional e integra-los no sistema político. Consequentemente, quando trabalhadores começaram a votar nas eleições e os partidos de trabalhadores ganharam poder num país após o outro, os capitalistas ainda podiam dormir um sono profundo. Em decorrência, as predições de Marx resultaram em nada. Revoluções comunistas nunca aconteceram em potências mundiais de primeira linha como a Grã-Bretanha, a França e os Estados Unidos, e a ditadura do proletariado foi consignada à lixeira da história.
Esse é o paradoxo do conhecimento histórico. Conhecimento que não muda o comportamento e inútil. Mas aquele que muda o comportamento perde rapidamente a relevância. Quanto mais dados tivemos e quão melhor compreendermos a história, mais rapidamente a história alterará seu curso, e mais rapidamente nosso conhecimento se tornará obsoleto.
Séculos atrás o conhecimento humano aumentava lentamente, e, assim, políticas e economias mudavam num ritmo também lento. Hoje o conhecimento cresce a uma velocidade vertiginosa, e teoricamente deveríamos compreender o mundo cada vez melhor. 
Mas acontece exatamente o contrário. Nosso recém-descoberto conhecimento acarreta mudanças econômicas. sociais e políticas mais rápidas; ao tentarmos compreender o que está acontecendo, aceleramos o acúmulo de conhecimento: o que só gera reviravoltas mais rápidas e maiores. Consequentemente tornamo-nos cada vez menos capazes de fazer uma ideia do presente ou de prever o futuro.

Exército industrial de reserva é um conceito desenvolvido por Karl Marx em sua crítica da economia política[1][2], e refere-se ao desemprego estrutural das economias capitalista. O exército de reserva corresponde à força de trabalho que excede as necessidades da produção. Para o bom funcionamento do sistema de produção capitalista e garantir o processo de acumulação, é necessário que parte da população ativa esteja permanentemente desempregada.[3] Esse contingente de desempregados atua, segundo a teoria marxista, como um inibidor das reivindicações dos trabalhadores e contribui para o rebaixamento dos salários.
Segundo Karl Marx, na busca de inovações tecnológicas que lhes propiciem uma vantagem temporária sobre seus concorrentes, os capitalistas tendem a elevar a composição orgânica do capital {\displaystyle {c \over v}} , substituindo gradativamente a força de trabalho (que é parte do capital variável {\displaystyle {v}}) por máquinas (que são parte do capital constante {\displaystyle {c}}), o que resultaria em aumento do desemprego e do exército de reserva. O capitalismo depende, portanto, de sempre manter superpopulação relativa.
Wikipédia   

6 indicadores em que os EUA estão no mesmo nível dos países subdesenvolvidos




Perdeu, humano: robôs substituem empregados em empresa japonesa
Por muito tempo, algumas pessoas temiam pelo dia em que os robôs substituiriam os humanos na realização de diversas atividades, e para 34 empregados da empresa japonesa de seguros de vida Fukoku Mutual Life essa data chegou recentemente, de acordo com o jornal japonês Mainichi.
Segundo informações divulgadas pelo jornal, a empresa decidiu substituir os empregados por um sistema de inteligência artificial para a realização de cálculos de pagamento de seguros. Isso vai gerar uma economia de 140 milhões de ienes (convertendo para reais, algo em torno de R$ 3,86 milhões) com salários, e a companhia espera aumentar a sua produtividade em algo em torno de 30%.
Já a implementação do sistema, por sua vez, vai custar aproximadamente 200 milhões de ienes (algo em torno de R$ 5,52 milhões), e a manutenção anual foi cotada em cerca de 15 milhões de ienes (valor próximo a R$ 552 mil). Evidentemente, as contas da empresa não vão mostrar lucros imediatos se considerarmos os gastos com a instalação da tecnologia, mas esse quadro certamente será revertido pouco tempo depois.
Caso esteja curioso, os funcionários computadorizados serão os responsáveis por ler documentos médicos, certidões, relatórios e prontuários para avaliar se o usuário deve ou não receber o valor do seguro. Entretanto, ainda haverá uma pessoa responsável por supervisionar o trabalho das máquinas, mas esse processo será bem mais ágil com a intervenção delas.
O Mainichi ainda informa que outras três empresas de seguro realizaram um procedimento parecido ao utilizar a inteligência artificial para agilizar o andamento das verificações, mas que não houve grandes mudanças no quadro dessas companhias. (...)
Robôs podem tornar mão de obra nos EUA mais barata que na África
Não é dúvida para ninguém que, aos poucos, a inteligência artificial vai deslocar milhões de pessoas dos seus empregos. Um exemplo disso é que, segundo uma pesquisa apresentada meses atrás, em 125 anos todos os empregos da atualidade serão assumidos por robôs
Um novo estudo revela um novo dado, agora sobre as consequências da automação em países que têm mão de obra barata: em duas décadas, será mais vantajoso operar robôs em fábricas nos EUA do que contratar trabalhadores na África.
(...) Overseas Development Institute (ODI):
embora os robôs ainda sejam caros em relação ao trabalho humano, em 15 anos a realidade será diferente.
No estudo realizado pelo ODI, a estimativa do custo de impressoras 3D e robôs que são responsáveis pela fabricação de móveis nos EUA será mais baixa que pagar salários de trabalhadores no Quênia, em 2034. Na Etiópia, o ODI prevê que a automação robótica será mais barata que os trabalhadores etíopes entre 2038 e 2042. Segundo o relatório, isso dá ao continente africano cerca de duas décadas para desenvolver suas capacidades em setores com menor risco de automação, como alimentos e bebidas, roupas e metais. 
O avanço dos robôs e o futuro do trabalho

A proliferação de máquinas inteligentes vai aumentar o tempo de lazer ou o desemprego?

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O avanço dos robôs e o futuro do trabalho”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.  

Robôs vão diminuir custos, mas aumentar desigualdade

O mundo está prestes a passar por uma revolução robótica, que vai transformar a economia global nos próximos 20 anos. Com máquinas no lugar de funcionários humanos, os custos para os negócios serão reduzidos, mas a desigualdade social será exacerbada. Essa é a conclusão de um relatório elaborado pelo Bank of America Merrill Lynch. “Nós enfrentamos uma mudança de paradigmas que vai alterar a forma como vivemos e trabalhamos”, diz o documento. (adaptado)
Fonte: portal oglobo.globo.com, 5/11/2016

Futuro do trabalho: seu filho vai trabalhar em algo que ainda não existe
É provável que seu filho trabalhe em uma profissão que você nunca ouviu falar. A previsão é do Fórum Econômico Mundial, no relatório Futuro do Trabalho: 65% das crianças que estão começando o primário devem trabalhar em empregos que ainda não existem. Contudo, também há impactos imediatos. Em 15 economias avaliadas, até 2020 o número de empregos perdidos devido a avanços tecnológicos e a fatores socioeconômicos pode chegar a 7,1 milhões – e não são apenas “trabalhos braçais”. (adaptado)
Fonte: Giorgio Dal Molin, portal Gazeta do Povo, 29/3/2017
 Musk acredita que maior parte da população viverá de bolsas em pouco tempo
Uma das conversas que o mundo da tecnologia está tendo recentemente é a mudança estrutural que robôs e inteligência artificial terão na sociedade – acabando com boa parte dos atuais empregos, sobretudo aqueles com alto nível de repetição. E para Elon Musk, CEO de Tesla, Solar City, SpaceX e um dos principais futuristas do novo mundo, essa mudança obrigará o governo a pagar uma espécie de bolsa-família para todos. (adaptado)
Fonte: Felipe Moreno, site StartSe, 7/11/2016
Disponível em: https://startse.com/noticia/musk-acredita-que-maior-parte-da-populacao-vivera-de-bolsas-em-pouco-tempo
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3a. Cúpula Global da SU - Um Futuro com um Trabalho Mais Humano - Cumprir a Promessa da IA Requer Repensar a Natureza do Próprio Trabalho




Teremos a Sabedoria de Ócio Criativo (De Masi = Misto Indivisível de (Diversão +Educação +Trabalho) para Toda a Humanidade? Ou, presos ao "Algoritmo Adão" ("Do suor do rosto o direito de viver"), continuaremos sacrificando boa parte do Potencial Afetivo e Criativo da Humanidade?