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sábado, 19 de maio de 2018

DENÚNCIAS e PROPOSTAS - Congregações do Vaticano (Doutrina para a Fé e do Desenvolvimento Humano Integral) denunciam financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional (Capitalismo Parasitário (Bauman) / Minotauro Global (Varoufakis))

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#Vaticano Censurado na Mídia?! (Vamos 'viralizar' ('Davi x Golias')?)
Duarte Rosa Filho compartilhou um link.
· Facebook (18/05/2018)

"Até agora, 21 horas, nenhum telejornal tratou das críticas da Igreja, apoiadas pelo Papa Francisco, contra o financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional, enquanto dão destaque à renúncia coletiva dos bispos do Chile. Por que?" 

TRECHOS DA PUBLICAÇÃO DO LINK (ihu-unisinos):

*** Não ao offshore. Papa Francisco contra o sistema mundial offshore e as assimetrias que beneficiam poucos e descartam a maioria ***

É o que se chamaria de um documento ‘maior’ vaticano, preparado pelas duas mais importantes Congregações do Vaticano, a da Doutrina para a  Fé e a do Desenvolvimento Humano Integral, sobre a economia e os mercados financeiros.(...)

O título é em latim ("Oeconomicae et pecuniariae questione"), mas o conteúdo é extremamente atual. Trata das necessárias correções para os mercados financeiros e para as dinâmicas da economia globalizada que colocaram em destaque, já a partir de 2007, uma fragilidade intrínseca e até mesmo disfuncional do ponto de vista estritamente econômico, pelas quais se criam assimetrias que beneficiam poucos cada vez mais ricos e descartam a maioria da população mundial. Com a criação de um mecanismo de crises recorrentes e cada vez mais devastadoras.

O dedo aponta especialmente contra o sistema global offshore que é a alavanca desse sistema econômico-financeiro doente, ao qual são dedicados três capítulos do documento. Depois, há um apelo às Business Schools das mais prestigiadas universidades onde se formam os operadores que são chamados a participar do sistema, pedindo que seja parte do currículo também a formação ética dos estudantes, ao passo que agora toda instância ética é, de fato, percebida como extrínseca e contraposta à ação empreendedora.

Existem três peculiaridades do Documento dos dois dicastérios vaticanos. (...)


Oeconomicae et pecuniariae quaestiones
Considerações para um discernimento ético
sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro

I. Introdução
1. As temáticas econômicas e financeiras, nunca como hoje, atraem a nossa atenção, pelo motivo da crescente influência exercitada pelo mercado em relação ao bem-estar material de boa parte da humanidade. Isto requer, de uma parte, uma adequada regulação de suas dinâmicas, e de outra, uma clara fundamentação ética, que assegure ao bem-estar conseguido uma qualidade humana das relações que os mecanismos econômicos, sozinhos, não podem produzir. Semelhante fundamentação ética é hoje pedida por muitos, especialmente por aqueles que operam no sistema econômico-financeiro. Especificamente neste âmbito, se torna evidente a necessária harmonia entre o saber técnico e a sabedoria humana, sem a qual todo o agir humano termina por deteriorar-se. Ao contrário, só com esta harmonia, pode-se progredir numa via de um bem-estar para o homem que seja real e integral.

2. A promoção integral de cada pessoa, de cada comunidade humana e de todos os homens, é o horizonte último daquele bem comum que a Igreja si propõe de realizar como «sacramento universal de salvação»[1]. Nesta integralidade do bem, cuja origem e cumprimento últimos estão em Deus, e que plenamente revelou-se em Jesus Cristo, recapitulador de todas as coisas (cf. Ef 1, 10), consiste o objetivo último de cada atividade eclesial. Tal bem floresce como antecipação do reino de Deus que a Igreja é chamada a anunciar e a instaurar em cada âmbito da iniciativa humana[2]; e é fruto peculiar daquela caridade que, como via mestra da ação eclesial, é chamada a exprimir-se também no amor social, civil e político. Este amor manifesta-se «em todas as ações que procuram construir um mundo melhor. O amor à sociedade e o compromisso pelo bem comum são uma forma eminente de caridade, que toca não só as relações entre os indivíduos, mas também “as macrorrelações como relações sociais, econômicos, políticos”. Por isso, a Igreja propôs ao mundo o ideal duma “civilização do amor”»[3]. O amor ao bem integral, inseparavelmente do amor pela verdade, é a chave de um autêntico desenvolvimento.

3. Busca-se isto na certeza que em todas as culturas existem multíplices convergências éticas, expressão de uma comum sabedoria moral[4], em cuja ordem objetiva funda-se a dignidade da pessoa. Sobre a sólida e indisponível raíz de tal ordem, que delineia claros princípios comuns, baseiam-se os fundamentais direitos e deveres do homem; sem os quais o arbítrio e o abuso do mais forte acabam por dominar na realidade humana. Esta ordem ética, enraizada na sabedoria de Deus Criador, é, portanto, o indispensável fundamento para edificar uma digna comunidade humana regulada por leis baseadas numa justiça verdadeira. Isto vale mais ainda ao constatar que os homens, mesmo aspirando com todo coração ao bem e a verdade, frequentemente sucumbem a interesses de parte, a abusos e a práticas iníquas, fontes de graves sofrimentos para todo o gênero humano e especialmente para os indefesos e os mais fracos.

Exatamente para libertar cada âmbito do agir humano daquela desordem moral que frequentemente o aflige, a Igreja reconhece entre as suas atividades primárias também aquela de recordar a todos, com humilde certeza, alguns claros princípios éticos. É a razão humana mesma, cuja índole caracteriza indelevelmente cada pessoa, que exige um iluminante discernimento a este respeito. Continuamente, de fato, a racionalidade humana busca na verdade e na justiça aquele sólido fundamento sobre o qual apoiar o seu agir, intuindo que sem este, comprometeria a orientação mesma do agir[5].

4. Tal reta orientação da razão não pode portanto faltar em cada setor do agir humano. Isto significa que nenhum espaço no qual o homem age pode legitimamente pretender de ser estranho, ou de permanecer impermeável, a uma ética fundada na liberdade, na verdade, na justiça e na solidariedade[6]. Isto vale também para aqueles âmbitos nos quais vigoram as leis da política e da economia: «pensando no bem comum, hoje precisamos imperiosamente que a política e a economia, em diálogo, se coloquem decididamente ao serviço da vida, especialmente da vida humana»[7].

Cada atividade humana, de fato, é chamada a produzir fruto dispondo, com generosidade e equidade, daqueles dons que Deus coloca originariamente a disposição de todos e desenvolvendo com viva confiança aquelas sementes do bem inscritas, como promessa de fecundidade, na Criação inteira. Tal chamado constitui um convite permanente para a liberdade humana, mesmo se o pecado insidia sempre este originário projeto divino.

Por este motivo, Deus vem ao encontro do homem em Jesus Cristo. Ele, envolvendo-nos no evento admirável da sua Ressurreição, «não redime somente a pessoa individual, mas também as relações sociais»[8] e age por uma nova ordem de relações sociais, fundadas na Verdade e no Amor, que seja fermento fecundo de transformação da história. Em tal modo, ele antecipa no curso do tempo o Reino dos Céus que ele veio para anunciar e inaugurar com a sua pessoa.

5. Mesmo que o bem-estar econômico global tenha certamente crescido ao longo da segunda metade do século XX, com uma medida e uma rapidez nunca experimentada antes, ocorre porém constatar que ao mesmo tempo aumentaram as desigualdades entre os vários Países e ao interno dos mesmos[9]. Além disto continua a ser ingente o número de pessoas que vivem em condições de extrema pobreza.
A recente crise financeira poderia ter sido uma ocasião para desenvolver uma nova economia mais atenta aos princípios éticos e para uma nova regulamentação da atividade financeira, neutralizando os aspectos predatórios e especulativos, e valorizando o serviço à economia real. Embora muitos esforços positivos tenham sido realizados em vários níveis, sendo os mesmos reconhecidos e apreciados, não consta porém uma reação que tenha levado a repensar aqueles critérios obsoletos que continuam a governar o mundo[10]. Antes, parece às vezes retornar ao auge um egoísmo míope e limitado a curto prazo que, prescindindo do bem comum, exclui do seus horizontes a preocupação não só de criar, mas também de distribuir a riqueza e de eliminar as desigualdades, hoje tão evidentes.

6. Está em jogo o autêntico bem-estar da maior parte dos homens e das mulheres do nosso planeta, os quais correm o risco de serem confinados de maneira crescente sempre mais às margens, se não de serem «excluídos e descartados»[11] do progresso e do bem-estar real, enquanto algumas minorias desfrutam e reservam somente para si ingentes recursos e riquezas, indiferentes à condição dos demais. É por isto che chegou a hora de dar continuidade a uma retomada daquilo que é autenticamente humano, de alargar os horizontes da mente e do coração, para reconhecer com lealdade aquilo que provêm das exigências da verdade e do bem, sem a qual cada sistema social, político e econômico está destinado no longo prazo a falir e a implodir. É muito claro que em último termo o egoísmo não paga, mas bem faz pagar a todos um preço muito alto; por isto, se queremos o bem real para os homens, «o dinheiro deve servir e não governar!»[12].

A este respeito, é verdade que compete em primeiro lugar aos operadores competentes e responsáveis elaborar novas formas de economia e finanças, cujas práticas e regras estejam voltadas ao progresso do bem comum e sejam respeitosas da dignidade humana, no seguro sulco oferecido pelo ensinamento social da Igreja. Com este documento, todavia, a Congregação para a Doutrina da Fé, cuja competência estende-se também às questões de natureza moral, em colaboração com o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, pretende oferecer algumas considerações de fundo e pontualizações a favor daquele progresso e em defesa daquela dignidade[13]. Em particular, é sentida a necessidade de realizar uma reflexão ética sobre alguns aspectos da intermediação financeira, cujo funcionamento, quando foi desvinculado de adequados fundamentos antropológicos e morais, não só produziu evidentes abusos e injustiças, mas também revelou-se capaz de criar crises sistêmicas e de alcance mundial. Trata-se de um discernimento oferecido a todos os homens e mulheres de boa vontade.

II. Considerações elementares de fundo

http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2018/05/17/0360/00773.html#portoghese


(0':51") Impostos => Bancos: Você Financia a Divida... Ladislau Dowbor, professor de Economia PUC-São Paulo, revela o mecanismo que entrega parte do dinheiro dos impostos do povo para os bancos em “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler. Estreia 31 de maio nos cinemas.






(Yanis Varoufakis)-“O Minotauro Global”  x (Clepto-pluto-corporato-cracia)-"O deficit fiscal virou boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta."

Deputados da base do governo Temer comemoram a aprovação da PEC do Teto de Gastos

Mal rompe a manhã e os tenores da gerontocracia brasiliense gorjeiam a guarânia que o Brasil é uma família, deve gastar só o que ganhou. A charanga do eixo Leblon-Faria Lima repica então que é preciso pôr a casa em ordem. Apertemos o cinto, entoam todos, tenebrosos, todo santo dia.

Como o país não é apê nas Perdizes, a sua economia não tem nada a ver com a da padoca na esquina, e os brasileiros não são a Fat Family, o discurso da austeridade é infantilizador e caipira. O deficit fiscal virou boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta.

Contra a mistificação ideológica há agora a imaginação mitológica de “O Minotauro Global” (Autonomia Literária, 300 pg), livro no qual o touro fabuloso do rei Minos enfrenta o boi que entorpece o pensamento.

Seu autor, Yanis Varoufakis, analisa a austeridade na teoria e na prática. Porque tem formação (doutorou-se em economia e matemática e foi professor em Cambridge), militância (começou na social-democracia e elegeu-se deputado pelo Syriza) e experiência (foi ministro das Finanças da Grécia).

Para chegar à austeridade, ele parte da hecatombe de 1929. A seu ver, a grande crise não foi dirimida pelo incremento de obras públicas – o New Deal, nos EUA – e sim pela militarização geral da economia, bem como pela imensa destruição de forças produtivas na 2ª Guerra.

Ao final do conflito, Keynes propôs na conferência de Bretton Woods a criação de uma moeda internacional para transações financeiras. Foi vencido pelos vencedores da guerra, e o dólar virou a moeda mundial, lastreada pelo ouro. Em 1971, Nixon acabou com a referência ao ouro.

Surgiu então, sob a égide do dólar solto e do domínio americano, o Minotauro. A besta-fera combina num corpo dois déficits, o comercial e o fiscal. Comercial porque os EUA terceirizaram parte da produção. E fiscal porque o seu orçamento esteve aquém do orçamento do Estado.

A explicação para o monstrengo está numa rua, Wall Street. Porque, por mais terras que percorra, o capital vai sempre aonde rende mais. E Wall Street criou miríade de produtos financeiros – resseguros, hedges, hipotecas subprime, alavancagens várias.

Em 2008, esse edifício de dinheiro fictício revelou o seu âmago: papel. Varoufakis mostra que a explosão não se deu porque Wall Street estava desregulada, ou tivesse sido tomada pela ganância. Estourou porque o Minotauro da economia global funciona assim.

A conta foi encaminhada aos mais fracos –aos países da periferia europeia, que tomaram emprestado dos bancos; aos governos que cevaram déficits para preservar os ganhos dos donos da dívida pública. Austeridade neles.

O Minotauro significou, aqui, as décadas perdidas da crise da dívida e da hiperinflação. O monstro segue no seu labirinto, impondo sacrifícios e disseminando a crença infantil de que o déficit será contido com decreto.

Varoufakis perdeu a parada para a União Europeia. O Syriza capitulou e ele se demitiu do ministério. Participa agora de coalizão da nova esquerda europeia, que faz propostas para tirar o Velho Mundo do buraco.

É difícil que a esquerda latino-americana faça algo assim? Que ela se articule e elabore uma opção para o continente? É complicadíssimo. Mas a alternativa é crer nas cantigas de ninar dos austerocratas. Ou esperar um Teseu que, demagogo e oportunista, prometa matar o Minotauro em 2018.






Capitalismo Parasitário - transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DEVEDORES

Atual "contração do crédito" não é resultado do insucesso dos bancos. Ao contrário, é fruto, plenamente previsível, embora não previsto, de seu extraordinário sucesso. Sucesso ao transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DE DEVEDORES - Zigmund Bauman

Marcadores: Bauman_Zigmund, Capitalismo_Parasitário, Estado, Mercado, Raça_Devedores




Buffet e Gates x CriptoMoedas - "Armas de Destruição em Massa de Confiabilidade" contra CriptoMoedas: Donos do Poder assustados?


http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2018/05/buffet-e-gates-x-criptomoedas-armas-de.html



Dinheiro- o 'Sistema Circulatório da Economia de Mercado'. QUE ESTÁ COM 'GANGRENA'.
--- " Não há falta de comida no mundo. 
--- O que ocorre é que um grande número de seres humanos NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR COMIDA! " (não têm como ser atendidos pelo atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços - o Sistema de Mercado)

Algumas das propostas, em estudo e / ou pilotos de implantação, para superar as limitações do atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços (Sistema de Mercado):

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terça-feira, 8 de maio de 2018

Buffet e Gates x CriptoMoedas - "Armas de Destruição em Massa de Confiabilidade" contra CriptoMoedas: Donos do Poder assustados?

(Clique imagem: ampliar)

(TRADUÇÕES de publicações de:
Richard Shibi - ICO Main Advisor at Coinnup):


#Bill #Gates e #Bitcoin:  
1) #Criptomoedas "causaram mortes de maneira bastante direta"

- Isso significa que o MS OS #Windows e seu #outlook ou #messenger não foram usados ​​para cometer crimes? 
Que tal #money #laundering [1], isso não acontece principalmente usando o sistema operacional Windows? Isso significa que devemos odiar a #tecnologia?

- A mineração não causa mortes diretas e, pior ainda, o abuso dos direitos humanos? Também consome energia zero? Ou tem efeito colateral zero na natureza? 

Acho que precisamos colocar as coisas em perspectiva aqui para sermos justos.

2) "Você  não está produzindo nada e então você não deve esperar que ele suba". 

Então, se um investimento não produz algo, seu valor não deve subir? Eu não acho que isso seja exato: eu comprei um apartamento há 10 anos e agora vale o triplo do preço, embora não tenha produzido nada para qualquer um. Foi apenas deixado vazio.

3) "Eu curtiria (referindo-se ao Bitcoin) se existisse uma maneira fácil de usá-lo" 

Então, Bill Gates não conhece realmente nenhuma maneira fácil de usar o Bitcoin? Isso é bem interessante!

Às vezes, eu sinceramente me pergunto se ele e #Buffet realmente acreditam no que dizem ou têm outros incentivos para fazer tal afirmação.
O que você acha?


[1] #money #laundering: O branqueamento de capitais é o acto de esconder a transformação dos lucros das actividades ilegais e a corrupção em bens ostensivamente "legítimos" [1]. O dilema das atividades ilícitas é explicar a origem dos lucros de tais atividades sem levantar a suspeita de agências policiais. Conseqüentemente, tempo e esforço consideráveis ​​são investidos na elaboração de estratégias que permitam o uso seguro desses recursos sem levantar suspeitas indesejadas. A implementação de tais estratégias é geralmente chamada de lavagem de dinheiro. Depois de o dinheiro ter sido adequadamente lavado ou "limpo", ele pode ser usado na economia convencional para acumular riqueza, como aquisições de propriedades ou gasto de outra forma. Agências de aplicação da lei de muitas jurisdições criaram sistemas sofisticados em um esforço para detectar transações ou atividades suspeitas, e muitos estabeleceram acordos de cooperação internacional para ajudar uns aos outros nesses esforços.

Em vários sistemas legais e regulatórios, o termo "lavagem de dinheiro" confundiu-se com outras formas de crime financeiro e comercial, sendo algumas vezes usado de forma mais geral para incluir o mau uso do sistema financeiro (envolvendo coisas como valores mobiliários, moedas digitais, cartões de crédito e moeda tradicional), incluindo o financiamento do terrorismo e a evasão de sanções internacionais [2]. A maioria das leis contra lavagem de dinheiro combina abertamente a lavagem de dinheiro (que se preocupa com a fonte dos fundos) com o financiamento do terrorismo (que se refere à destinação de recursos) ao regular o sistema financeiro. [3]

Alguns países tratam a ofuscação de fontes de dinheiro como também constituindo lavagem de dinheiro, seja intencional ou simplesmente usando sistemas ou serviços financeiros que não identificam ou rastreiam fontes ou destinos. Outros países definem o branqueamento de capitais de forma a incluir dinheiro de atividades que teriam sido um crime naquele país, mesmo que a atividade fosse legal quando a conduta real ocorresse.  https://en.wikipedia.org/wiki/Money_laundering


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#Warren #Buffett
“Se você comprar algo como #Bitcoin ou alguma #cryptomoeda, você realmente não terá algo que tenha produzido algo. Você estará esperando que o próximo pague mais ”

Muito interessante pensamento do Sr. Buffet:

1) #criptomoeda realmente não produz nada? Ou deve algo produzir algo para ter valor?

2) #ouro, #USD ou #EUR produzem alguma coisa?

3) E quanto a #utility #tokens? Eles servem tanto como um token de utilidade quanto como uma troca de valor? Isso lhes dá uma vantagem como investimento em relação ao EUR \ USD?

4) E sobre as #ações? Quando você compra uma ação, não espera que "o próximo pague mais", como disse o Sr. Buffet sobre criptomoedas?

5) As ações são precificadas pelo seu justo valor intrínseco, em um determinado dia? Ou seu preço é drasticamente inflado com POTENCIAIS ganhos futuros, reconhecimento da marca, adoção, previsões de taxas de juros, especulações e milhões de outros parâmetros?

6) O mercado de ações também é um mercado especulativo? Ou o mercado é totalmente racional e cada movimento reflete uma mudança subjacente nos fundamentos?

Será muito interesse ouvir sua opinião

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Agora você pode pagar seus impostos em criptomoedas. Acredite ou não, a Câmara dos Deputados do Arizona aprovou o Projeto de Lei do Senado 1091, uma lei fiscal que permitiria aos cidadãos pagar seus impostos usando criptomoedas.

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O crescimento trimestral da Mastercard foi marcado por uma ligeira queda após proibir os clientes de comprar criptomoedas com seus cartões de crédito.
A diretora financeira da Mastercard, Martina Hund-Mejean, disse que eles não contam realmente com criptomoedas para incendiar seus negócios. Assim como os diretores da AMD e da Nvidia disseram no ano passado, enquanto em 2018 ambos mudaram suas posições e começaram a contar oficialmente com a mineração por criptomoeda. Devemos esperar o mesmo comportamento da Mastercard & Visa em 2018?

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Ótimas notícias para a comunidade blockchain:
1) Depois de proibir as ICOs na Coréia do Sul, eles vão legalizá-las em breve e permitir o lançamento de novas ICOs.

2) A Goldman Sachs disse que o Bitcoin “não é uma fraude”, ao revelar planos para comprar e vender criptomoedas.

3) Co-Fundador da Reddit diz que o preço Ethereum atingirá US $ 15.000 este ano. Embora tal previsão pareça um pouco selvagem. no entanto, se a Ethereum atingir apenas 20% desse preço, estará próximo o suficiente da previsão de preço de 2.500 dólares do grupo deVere Nigel Green

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A #evolução do #FMI:
Mar de 2018:  #Bitcoin e outras #criptomoedas são usadas, principalmente, para lavagem de dinheiro e apoio ao terrorismo. Elas constituem um risco para o sistema financeiro global

Abril de 2018: #Bitcoin e #criptomoedas têm "benefícios potenciais" para a economia

Maio de 2018: #Bitcoin e #criptomoedas não constituem, na verdade, qualquer risco para o sistema financeiro global. Eles realmente têm "benefícios potenciais" para o ecossistema.

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Ótimas notícias para a comunidade #blockchain:

1) O proprietário da #NYSE, Intercontinental Exchange #ICE, está planejando oferecer aos traders contratos que eventualmente resultem em clientes que possuam #cryptocurrency

2) #Goldman #Sachs - executivo apareceu para confirmar que o banco iria estrear #Bitcoin #futures “dentro de semanas”

3) #NASDAQ anunciou que estaria "aberta" para estabelecer uma plataforma de negociação de criptomoedas no futuro

4) Presidente de desenvolvimento de software Thomas Kurian anunciou hoje na sede da #Oracle que a empresa revelará um produto # platform-as-a-service este mês, e #decentralized #aplicações, baseadas em ledger, no próximo mês

5) # A plataforma de computação em nuvem da Microsoft, Azure, anunciou formalmente o lançamento de seu serviço de criação de aplicativos blockchain, #Azure #Blockchain #Workbench, em 7 de maio

6) BMW completou um piloto em conjunto com a startup de criptografia DOVU. O piloto introduz um sistema de recompensas simbólicas usando o token ERC-20 da DOVU, DOV, que incentiva os motoristas a rastrear a quilometragem em seus veículos alugados.

Devemos sempre nos ater aos fundamentos e separar o FUD dos fatos. Os fundamentos parecem mais fortes em 2018 do que em 2017. O que você acha?
Richard Shibi - ICO Main Advisor at Coinnup

FUD - Facts Underpinning Decisions”



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VER TAMBÉM:


Dinheiro- o 'Sistema Circulatório da Economia de Mercado'. QUE ESTÁ COM 'GANGRENA'.
--- " Não há falta de comida no mundo. 
--- O que ocorre é que um grande número de seres humanos NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR COMIDA! " (não têm como ser atendidos pelo atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços - o Sistema de Mercado)

Algumas das propostas, em estudo e / ou pilotos de implantação, para superar as limitações do atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços (Sistema de Mercado):

LEIA MAIS:

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Capitalismo Parasitário - transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DEVEDORES

Atual "contração do crédito" não é resultado do insucesso dos bancos. Ao contrário, é fruto, plenamente previsível, embora não previsto, de seu extraordinário sucesso. Sucesso ao transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DE DEVEDORES - Zigmund Bauman

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O MINOTAURO GLOBAL - Yanis Varoufakis
Neste livro excepcional, o ex-ministro grego das Finanças no governo do Syriza, Yanis Varoufakis, um dos maiores expoentes anti austeridade na Europa, destrói o mito de que a regulamentação dos bancos é ruim para a saúde econômica.

Com rigor e profundidade, ele demonstra como a ganância global do setor financeiro foi a principal causa da última crise econômica. Para ilustrar, Varoufakis recorre à imagem mitológica do Minotauro: uma monstruosidade financeira que não deveria existir e, por tal motivo, vive reclusa em um labirinto, exigindo periódicos sacrifícios dos humanos. 

Após a bulimia que causou o colapso de 2008 – uma crise pior que a Grande Depressão de 1929 e mais dramática internacionalmente que a crise do petróleo nos anos 1970 –, a besta se reergue levantando junto novas dúvidas: como os principais responsáveis pela crise saíram ainda mais poderosos? 

O que levou os Estados a torrarem suas reservas e comprometerem seus orçamentos para salvá-los? 

Varoufakis explica com clareza a falência deste complexo sistema que nos jogou na presente crise. E mais do que identificar o caminho deste processo kafkiano, aponta as saídas para reintroduzir a racionalidade numa ordem econômica altamente irracional, jogando luzes neste labirinto histórico no qual se encontram não apenas os gregos, mas também todo mundo, inclusive os brasileiros.

"Os economistas heterodoxos estão em moda. Primeiro o Pikkety, sobre a desigualdade, e agora é o Varoufakis, com um relato alternativo sobre a crise econômica."
– El País

"Um escritor lúcido e cativante que faz críticas astutas ao modelo econômico que causou o colapso financeiro e a amarga recessão mundial. Seu argumento tem uma envergadura ambiciosa."
– The Times

"Um livro espirituoso. O Minotauro Global é uma besta econômica mantida enjaulada só pela constante movimentação mundial de dinheiro via Wall Street"
– The New Yorker

"Um ciclo econômico está chegando ao fim. Ele começou no início dos anos 1970 com o nascimento do que Varoufakis chamou de “Minotauro Global”, o monstro motor que fez a economia mundial funcionar entre o começo dos anos 1980 até 2008."
- Slavoj Zizek

"O livro é uma daquelas publicações raríssimas que podemos dizer ser urgente, oportuna e absolutamente necessária."
- Terry Eagleton

Sobre o autor
Yanis Varoufakis é um economista, acadêmico e blogueiro greco-australiano nascido em 24 de março de 1961 em Atenas, na Grécia. Realizou seus estudos superiores nas universidades de Essex e Birmingham, no Reino Unido, entre 1978 e 1987, mantendo em paralelo ativa militância política. 

Lecionou em renomadas instituições de ensino superior britânicas, destacando-se nas áreas de Economia Política e Teoria dos Jogos, até se radicar na Austrália, em 1987, onde obteve cidadania. 

Retornou à Grécia em 2000. Tornou-se professor da Universidade de Atenas e ativo membro da esquerda do Partido Socialista Pan-helênico (Pasok), com o qual rompeu devido à guinada ideológica da agremiação que resultou no desastroso governo do primeiro-ministro Georgios Papandreu. 

Com o estouro da crise econômica global, em 2008, Varoufakis passou a ser uma das vozes mais firmes contra as políticas de austeridade. Em seu blog, intitulado Thoughts for the post-2008 world (hospedado no endereço yanisvaroufakis.eu), criticou ferozmente as medidas governamentais que puniram populações mais carentes. 

Filiou-se à Coligação da Esquerda Radical (Syriza), colaborando com os esforços contrários às medidas de austeridade, que foram particularmente perversas na Grécia. No início de 2015, foi eleito membro do parlamento grego e logo convidado pelo premiê Alexis Tsipras para ocupar o cargo de ministro das Finanças enquanto seu país vivia às voltas com a asfixia econômica promovida pela troika – como é conhecido o grupo formado pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu. 

Sem o apoio do resto do governo para manter o enfrentamento às imposições da troika, deixou o governo na esteira da vitória do “não” na famosa consulta popular realizada em 5 de julho de 2015, quando os gregos se recusaram a aprofundar as medidas de austeridade impostas pelas autoridades europeias. 

Nas eleições antecipadas de setembro de 2015, resolveu não endossar seu antigo partido e apoiou deputados da recém-criada Unidade Popular, um racha anti austeridade do Syriza. 

Convicto de que a solução para a crise europeia não será resolvida isoladamente por cada país, Varoufakis se empenhou nos últimos meses na construção do Democracy in Europe Movement 2025, o DiEM (diem25.org/), uma iniciativa pan-europeia, horizontal e em rede que visa democratizar o continente ao longo dos próximos dez anos, lutando ao lado dos movimentos sociais contra a extrema-direita nacionalista e a tecnocracia da atual União Europeia.


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No Caminho do Superendividamento [ minidoc completo ]
61 milhões de brasileiros estão endividados. (Mais da metade da população adulta)

Muitos fazem empréstimos para pagar outros empréstimos, numa bola de neve de juros sem perspectivas de negociação com os serviços financeiros para encerrar esse ciclo. Acompanhamos o caso de superendividamento de um professor aposentado e ouvimos comentários de especialistas sobre a falta de regulação da oferta de crédito e ausência de políticas públicas para tratar o envididamento no Brasil.

Realização:
Instituto de Defesa do Consumidor  (IDEC)
Guia dos Bancos Responsáveis - GBR 

Publicado em 7 de mai de 2018

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Dedo na Ferida - Trailer - 31 de maio nos cinemas
Caliban Cinema e Conteúdo
Publicado em 26 de abr de 2018


TV PUC-Rio: Tendler coloca dedo na ferida do atual sistema econômico
Em novo documentário, Silvio Tendler expõe as injustiças de uma sociedade ditada pelo capitalismo financeiro, que zela pela própria sobrevivência. Dedo na Ferida ganhou prêmio de melhor longa documentário pelo júri popular, no último Festival do Rio.