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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Aumento da taxa básica (SELIC) é um retrocesso. Aumento de ontem da "Bolsa FEBRABAN" (0,25%) cria uma despesa equivalente a 1/3 do Orçamento do Bolsa Família !!!

data: 18 de abril de 2013 19:18
assunto: [SINAPSES] Aumento da taxa básica (SELIC) é um retrocesso.
Aumento de ontem da "Bolsa FEBRABAN" (0,25%) cria uma despesa equivalente a
 1/3 do Orçamento do Bolsa Família !!!
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PIB 2012 = 4.40 trilhões de reais
Divida Bruta = 2.96 trilhões de reais (67.20% do PIB)
Aumento de 0.25% na SELIC = mais 7.39 bilhões de reais / ano na Despesa Pública!
Orçamento do Programa Bolsa Família aumentará em 60% de 2010 para 2013, passando de R$ 14 bilhões para R$ 23 bilhões
A Ação Brasil Carinhoso, expandida para elevar a renda das famílias com crianças até 15 anos, representa uma adição de R$ 1,74 bilhão ao programa. “Com o Brasil Carinhoso, enfrentamos uma das faces mais cruéis da miséria, aquela que atinge a infância”, acrescentou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.  
Portanto só o aumento  de  ontem  da  "Bolsa FEBRABAN"   (0,25%)   cria   uma  despesa equivalente  a  1/3  do  Orçamento  do  Bolsa Família !!! E a quase 4 vezes o Orçamento do Brasil Carinhoso !!!
           O Brasil continua "muito carinhoso" com quem vive de rendimentos de Capital, aplicado em Títulos Públicos..... Em prejuízo de todas as demais despesas - principalmente Educação, Saúde, Segurança, Transportes,.... (As despesas com refinanciamento da Dívida Pública consomem 45% do Orçamento da União !!!!)

Aumento da taxa básica é um retrocesso
Postado: 18 de Abril de 2013 - 10h23
De tanto pressionar, o mercado financeiro conseguiu a elevação da taxa básica de juros em 0,25%. A Selic passa agora dos atuais 7,25% para 7,50% ao ano. A iniciativa do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central premia apenas os banqueiros, que vivem à sombra da dívida pública.
O combate à inflação aparentemente justifica a decisão, tomada nesta quarta-feira (17/04). No entanto, como muitos especialistas alertaram, o aumento da taxa básica de juros tem pouco impacto sobre a evolução dos preços, que podem ser reduzidos em função de outros fatores, como o esperado aumento da oferta de alimentos no segundo semestre.
Os interesses reais que orientam a pressão da mídia e do sistema financeiro são de outra natureza. Concretamente, a elevação da Selic significa bilhões de reais no bolso dos credores da dívida pública, principalmente os banqueiros, que agora podem ampliar ainda mais o spread bancário.
De acordo com levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), entre os países dos BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil possui o maior spread (12,2% ao ano), seguido da Rússia (3,57% a.a.), África do Sul (3,30% a.a.) e China (3,00 % a.a.). A Índia não teve os dados disponibilizados.
Em um grupo de nove países da América Latina, apenas Paraguai (25,1% a.a.) e Peru (16,78% a.a.) possuem spread maior do que o Brasil. Em seguida estão Bolívia (9,51% a.a.), Colômbia (7,22% a.a.), Uruguai (6,74% a.a.), Chile (4,26%), México (3,64% a.a.), Argentina (2,04% a.a.) e Venezuela (1,87% a.a.). Os números são relativos a 2012.
Para o Sindicato da Bahia, ao invés de elevar a Selic, o BC deveria fixar metas sociais, como o aumento do emprego e da renda dos trabalhadores e a redução das desigualdades sociais. As altas taxas de juros retiram dinheiro das políticas públicas que combatem as desigualdades, o que contribui consideravelmente para que o Brasil continue entre os dez países com a pior distribuição de renda do mundo.
O Brasil ainda tem uma dívida pública elevada para um país emergente
WASHINGTON - O Brasil ainda tem uma dívida pública elevada para um país emergente, e o ideal seria cumprir a meta de superávit primário de 3,1% do PIB neste ano, sem lançar mão de mecanismos que o reduzem, disse nesta terça-feira Philip Gerson, vice-diretor do departamento de Assuntos Fiscais do Fundo Monetário Internacional (FMI). A dívida bruta do governo geral deve ficar em 67,2% do PIB neste ano, abaixo dos 68,5% do PIB de 2012, mas bem acima da média de 34,3% do PIB dos países emergentes, de acordo com previsões da instituição. Pelo conceito da dívida líquida, mais usado no Brasil e que abate ativos como as reservas internacionais, o número é de 33,6% do PIB, ainda assim superior à média de 23,6% do PIB projetada para os países emergentes
(...) 

Com os dados acima podemos fazer alguns calculos do impacto deste aumento da SELIC nos gastos do governo:

PIB 2012 = 4.40 trilhões de reais
      
Divida Bruta = 2.96 trilhões de reais (67.20%  do PIB)
      
Aumento de 0.25% na SELIC = mais 7.392 bilhões de reais / ano na Despesa Pública!

 

Montante passa a ser de R$ 23 bilhões

O orçamento do Programa Bolsa Família aumentará em 60% de 2010 para 2013, passando de R$ 14 bilhões para R$ 23 bilhões (veja gráfico), para atender 13,7 milhões de famílias (dado de novembro deste ano). A Ação Brasil Carinhoso, expandida para elevar a renda das famílias com crianças até 15 anos, representa uma adição de R$ 1,74 bilhão ao programa. “Com o Brasil Carinhoso, enfrentamos uma das faces mais cruéis da miséria, aquela que atinge a infância”, acrescentou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.


Portanto só o aumento de ontem da "Bolsa FEBRABAN"  (0,25%) cria uma despesa equivalente a 1/3 do Orçamento do Bolsa Família !!!


Veja, nas imagens abaixo, um resumo do problema da Divida Pública e seus impactos para a Sociedade Brasileira.






















   







 Ver também:


SELIC alta provoca mais inflação e não menos !!! Vejam uma analise gráfica da correlação SELIC x PIB x IPCA entre 2002 e 2011 (Financistas: os números mentem?)


Para maiores informações:
--
Atenciosamente. 
Claudio Estevam Próspero 
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SELIC alta provoca mais inflação e não menos !!! Vejam uma analise gráfica da correlação SELIC x PIB x IPCA entre 2002 e 2011 (Financistas: os números mentem?)

data: 16 de abril de 2013 20:15
assunto: [SINAPSES] SELIC alta provoca mais inflação e não menos !!!
Vejam uma analise gráfica da correlação SELIC x PIB x IPCA entre 2002 e 2011
(Financistas: os números mentem?)
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26/05/11

SELIC: apenas mais uma ferramenta!



Todos os dias, pela manhã indo para o trabalho tenho o costume de ouvir o Jornal Gente da Radio Bandeirantes (para quem quiser acompanhar: 90.9 FM, ou 840 AM a partir das 8 da manhã) e nesta última segunda-feira (9/5) guardei algo interessante que o Joelmir disse no seu quadro diário (As 3 faces da moeda) e logo após endossado pelo professor Delfim que todas as segundas fala por volta de 8h30min ao jornal. SELIC alta provoca mais inflação e não menos. Confesso que fiquei ressabiado a 1ª vista, e paguei para ver!

Ao iniciarmos os estudos de economia, logo no primeiro ano de faculdade somos “lobotomizados” a responder a esta questão de bate pronto: SELIC alta; segura ou não segura inflação? Eu, você e provavelmente qualquer outro diria de olhos vendados: SIM, mas voltemos a bater mais uma vez na mesma tecla de sempre; economia tal como as demais ciências humanas e sociais, não se sustenta por apenas uma visão e, portanto não se explica por apenas uma escola de pensamento, ou simplesmente, não há apenas uma resposta correta. Eis então que surge a discussão:
 
- Resumindo a questão, estamos no período chamado de aperto monetário, onde o mercado já estima novas altas da SELIC e o governo já admite a “cusparada pra cima” da elevação dos juros internos, criando uma desconexão cada vez maior em relação às taxas de juros externas. Mas isso é outro assunto. E por que o Tombini faz isso?


Bem! Uma resposta obvia e pronta: O temor ao retorno do “dragão da inflação”. Certo! Mas o fato é que este, já está à solta aterrorizando o consumidor, com uma perspectiva de fechamento da inflação quase acima do teto de 6,5% da meta para este ano.
 
Com isso já temos bagagem para irmos imediatamente ao tema central do post:
SELIC alta não é fator determinante no combate à inflação e ao inverso ainda ajuda na elevação dos preços. 

 Isso se comprova num recente estudo realizado pela faculdade de economia La Sapienza University de Roma, a pedido do BIS (Banco Internacional de Compensações, localizado em Basel na Suíça, o banco central dos bancos centrais), onde neste estudo, por meio de uma série histórica de quase meio século, mostra que as taxas de juros básicas das principais economias do globo quando elevadas tendem a puxar para cima a inflação de seus respectivos países. Esse fato se explica por um raciocínio muito simples:
Taxa base de juros alta, eleva os custos de produção, que são repassados aos consumidores finais.
O preço do carro sobe, por que o minério de ferro sobe, o arroz sobe por que o fertilizante está caro e por ai vai.
Para reforçar essa tese, realizamos um estudo comparativo entre PIBxSELICxIPCA de 2002 para cá, onde fica explicito que há uma relação muito maior de PIB com IPCA do que propriamente, SELIC com IPCA:

OBS1: O prazo médio do mercado para a SELIC fazer algum efeito na economia é de 3 meses.
OBS2: Não considere 2009 na analise, qualquer efeito sobre a economia brasileira naquele momento era totalmente influenciado pela crise de crédito global.
Este gráfico nos diz que o governo segura a inflação freando o crescimento e é pelo PIB que se olha o comportamento da inflação e não pela SELIC.
. 


O que acontece agora com a economia nacional é um reflexo da crise nos gigantes...isto é, as incertezas na Europa e EUA inundam o Brasil de dólares, principalmente pelo ganho de arbitragem entre taxas de juros. A lógica é a seguinte:

- Quanto mais dólar na economia, menos Real, se tem menos Real automaticamente ele está mais caro e se a moeda está mais cara então você tem mais inflação, somado a isso, temos o crédito e a recente ascensão da nova classe média, isso incrementa de maneira preocupante a perspectiva de inflação.

Nesse cenário cabe ao governo central cortar gastos, já que no momento de crise gastou a mais do que devia e o pior, gastou errado. A chamada política anticíclica, veementemente elogiada mundo a fora se transformou numa maquina pública inchada, contratar funcionários é política anticíclica até a página 2, na 3 vira gasto permanente, pois quando a crise passa o governo não pôde simplesmente demitir, pelo contrário ainda deve corrigir os salários acima da inflação, pagar 13º, férias, etc, etc, etc.
Por fim é importante salientar que nosso objetivo não é tirar a credibilidade do Banco Central, (que é o menos culpado dessa história), pois em momento algum afirmamos que SELIC não é e não deve ser utilizada como ferramenta de política monetária, apenas estamos mostrando que o que dizem por ai sobre a SELIC é mito, anedota, mas mesmo assim podemos sem medo afirmar: SELIC pode ser utilizada para combater à inflação, mas são os gastos de custeio, que precisam de ajuste antes da taxa de juros.
Não se esqueçam:
Política monetária é refém de política fiscal, enquanto o governo gastar o que gasta e da forma que gasta as chamadas falhas de mercado serão cada vez mais visíveis e nocivas à economia. Tudo tende ao seu devido lugar quando o governo não age com medidas descabidamente populares e inconsequentes, visando o voto e nada mais.

Um grande abraço a todos, não deixem de nos acompanhar.
Economia sem Mito

 
 
 
Terça, 16/04/2013

BC deve agir com cautela na reunião do Copom

Seria um erro elevar a taxa de juros apenas para mostrar que tem independência. ["Independência só para aumentar SELIC? Muitos interessados em SELIC de 2 dígitos."]

Ouça em:
8 horas atrás - A política como ela é: os comentários de Kennedy Alencar no Jornal da CBN, às 8h55. Direto de Brasília, a análise sobre os bastidores do poder.
http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/kennedy-alencar/KENNEDY-ALENCAR.htm
 
Reforço meu questionamento:

Aumento MAIS UM PREÇO (JUROS-já altos x mundo) combate inflação ou apenas drena NOSSOS IMPOSTOS para LUCROS DOS RENTISTAS?




Aumento MAIS UM PREÇO (JUROS-já altos x mundo) combate inflação ou apenas drena NOSSOS IMPOSTOS para LUCROS DOS RENTISTAS?

data: 16 de abril de 2013 08:24
assunto: [SINAPSES] Aumento MAIS UM PREÇO (JUROS-já altos x mundo) combate
inflação ou apenas drena NOSSOS IMPOSTOS para LUCROS DOS RENTISTAS?
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Aumento de MAIS UM PREÇO - um dos maiores custos da economia brasileira - JUROS (ainda caros na área privada) combate a inflação ou apenas aumenta os CUSTOS DA DIVIDA PÚBLICA, drenando os NOSSOS IMPOSTOS para LUCROS DOS RENTISTAS?


Estes 'economistas' - patrocinados pelo Mercado Financeiro, vejam quem financia os principais telejornais e programas de debates da Mídia Corporativa do Brasil - não confiam na Economia de Mercado? 

Onde os PREÇOS são indicadores de necessidade de AUMENTO DA OFERTA - estimulando a produção do que está caro. Ou REDUÇÃO DA DEMANDA - os CONSUMIDORES (NÓS) não compramos o que está caro (pela primeira vez, em anos houve REDUÇÃO das vendas de supermercados).

DEIXEM O MERCADO FUNCIONAR.


Contraponto ao seguinte programa (notem a falta de diversidade de interesses dos debatedores - todos ligados ao Mercado Financeiro): 



ESTADO DA ECONOMIA BRASILEIRA

Economia brasileira: o desafio de enfrentar a inflação

Os convidados afirmam que a inflação é um enorme capital político, com o qual o governo não quer brincar. 'O compromisso do governo com uma inflação mais comportada tem muito do componente político', ressalta Eduardo Giannetti.

Eduardo Giannetti - INSPER: 

INSPER: Certificate in Financial Management. Pós-Graduação em Finanças com turma especial aos Finais de Semana.


Mailson da Nóbrega - Consultor Tendências Consultoria
A Tendências, fundada em 1996, é uma das maiores consultorias econômicas do Brasil. Constitui referência em assuntos econômicos, financeiros e políticos, reunindo renomados consultores experientes nos mais variados campos do conhecimento econômico e político.
Seu corpo técnico conta com cerca de cinqüenta pessoas, formadas nas melhores escolas de economia do Brasil e exterior. As maiores empresas e instituições financeiras do País tomam decisões com base em nossas análises e estudos econômicos. 


Samuel Pessoa - IBRE Fundação Getúlio Vargas
IBRE Criado em 1951, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), dedica-se à produção e à divulgação de estatísticas macroeconômicas e pesquisas econômicas aplicadas. Pioneiro no cálculo do PIB brasileiro, criou ainda o IGP, Índice Geral de Preços, que durante muitos anos foi o índice oficial da inflação.





Umas das verdadeiras soluções:

Sobre - BoicotaSP

Não somos o Procon, nem o Reclame Aqui, propomos algo mais simples: vamos listar os lugares que exploram demais e criar um grande guia de boicote para qualquer coisa que saia do razoável.

Aqui você pode saber que lugares da cidade cobram demais por entrega de menos. Quer ir mesmo assim? Direito seu.

O BoicotaSP é uma iniciativa nacional e democrática contra o custo de vida na cidade de São Paulo.

Uma plataforma na qual consumidores, estabelecimentos, instituições e poderes possam discutir abertamente sobre valores, custos e encargos. Todos podem se posicionar, se justificar ou sugerir soluções. A ideia não é dirigida contra um alvo específico, mas sim um esforço para a melhoria da qualidade de vida em São Paulo. É uma discussão ampla sobre o que está havendo com a economia e a cultura do brasileiro.

Acesse o site www.boicotasp.com.br, cadastre-se e envie seu depoimento. A plataforma do #BoicotaSP é aberta e queremos que todos participem. Entretanto, pedimos um pouco de tranquilidade na hora de ‘boicotar’ um estabelecimento, levando realmente em conta abusos e não apenas reclamações vazias.

Quem foi citado em algum depoimento, o direito de resposta está garantido. Envie sua resposta, justificativa que publicaremos na seção de respostas, com um post diferenciado na lista de comentários.

O BoicotaSP quer uma cidade e um país melhor para todos. O exercício da palavra pode mudar os rumos do país, ou você achou que os preços estão tão altos por acaso? Como podemos nos unir para exigir a redução de impostos, a melhoria dos serviços públicos e tantos outros problemas que estão além da mera relação de compra e venda?

BoicotaSP: queremos uma São Paulo melhor.



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Claudio Estevam Próspero 
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domingo, 27 de janeiro de 2013

Como Estímulo a Lobbies (Automobilisticos, Linha Branca, etc. ('amigos' da Corte Federal)) está QUEBRANDO OS ESTADOS E MUNICÍPIOS - Crescimento Econômico para quem? - Isto é DESENVOLVIMENTO REAL ?




A isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a restituição do ... afetando o repasse do Fundo de Participação dos Municípios às prefeituras.

Isenção de IPI para carros prejudica receita da prefeitura ... O secretário de Saúde informou que desde julho o Estado e a União não fazem o ... de Renda – IR, afetando 
diretamente o repasse do Fundo de Participação dos Municípios, que é ...

O FPM, receita mais significativa para a maioria dos Municípios, é composto do bolo ... Assim, quando o Governo concede isenção desses impostos, automaticamente, 
 [REDUZ] repasses do FPE e do FPM afeta principalmente os Estados e Municípios do ... 159, o repasse de parte da arrecadação do IPI a Estados e Municípios.

E como as Cortes Municipais estão correndo atrás do prejuízo (do seu bolso):

www.contratosonline.com.br/index.php?...iptu...aumento-abusivo...
IPTU de Recife tem aumento abusivo de 64,7%: Justiça manda voltar atrás ... Declarando o aumento de 64,7% do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ... ser 
compelido a pagar o IPTU ou o ITR · Incindibilidade do lançamento do IPTU ...

g1.globo.com/.../aumento-no-iptu-de-ribeirao-deveria-ter-sido-gradativo-diz-especialista.html
Aí você tem um aumento de 130% no IPTU, você tem um baque no seu orçamento familiar. ... ITR, Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, 50% (pode chegar a .... 
nào tem cabimento de um reajuste tào abusiva como foi em ribeirão.

Prefeitos fazem greve contra IPI de carro
100 municípios de Pernambuco estão em greve em protesto contra queda de arrecadação provocada pelos cortes de impostos pelo governo federal
13 de novembro de 2012 | 2h 06

ANGELA LACERDA / RECIFE - O Estado de S.Paulo

Cerca de 3 mil dos 5.565 prefeitos do País devem se encontrar hoje, em Brasília, numa mobilização para chamar a atenção da presidente Dilma 
Rousseff para a crise financeira dos municípios. Segundo os prefeitos, a crise foi provocada pela queda de arrecadação do Fundo de 
Participação dos Municípios (FPM), motivada pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a indústria 
automobilística e de linha branca.
Os prefeitos querem um bônus compensatório para as perdas - como fez o governo Lula em 2008 -, além da sanção presidencial do projeto, já 
aprovado pela Câmara, que redistribui, de forma mais igualitária, os royalties da exploração do petróleo.
Atingidos pela pior seca nos últimos 50 anos, os municípios localizados no semiárido também vão pregar a adoção de medidas 
emergenciais para o enfrentamento da estiagem.
Greve. Como forma de dar destaque à "situação de falência" em que se encontram os municípios, o presidente da Associação Municipalista de 
Pernambuco (Amupe), Jandelson Gouveia, lidera uma "greve" de prefeituras, iniciada ontem, no Estado, por uma semana.
Cerca de 100 municípios - do total de 184 - aderiram ao movimento. As portas das prefeituras foram fechadas, com a manutenção apenas
 de serviços essenciais a exemplo do atendimento à saúde e coleta de lixo. A reposição dos dias parados será feita a partir de segunda-feira, com
 uma hora a mais no expediente.
"A queda do FPM em Pernambuco é de 22% devido à redução de cobrança do IPI", disse o presidente da Comissão de Desenvolvimento
 do Agreste Meridional (Codeam), Eudson Catão. Metade do IPI fica com a União e metade é repassada aos municípios. Com a redução dos
 recursos, muitas prefeituras têm dificuldade para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que determina que o pagamento do 
funcionalismo não exceda os 54% da receita municipal.
"Está muito difícil manter esta equação", disse Gouveia, ao lembrar que muitos municípios estão atrasando pagamento de salários. O 
movimento dá suporte à bandeira levantada pelo governador Eduardo Campos (PSB) logo após o primeiro turno das eleições, em prol de um
 novo pacto federativo - que dê mais autonomia a Estados e municípios.
O encontro dos prefeitos será no auditório Petrônio Portela, no Senado. A expectativa é de uma audiência com a ministra da Secretaria 
de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
Repete-se 2008/2009:

Queda na arrecadação afeta mais Estados e municípios

A perda de arrecadação tributária real do governo federal no primeiro trimestre teve impacto bem mais forte nos tributos compartilhados com Estados e 
municípios do que naqueles que são quase totalmente apropriados pela União. A constatação foi feita pelo economista José Roberto Afonso, 
especialista em finanças públicas. "Está ruim para todo mundo, mas para alguns está muito pior", diz Afonso.

Os números da arrecadação divulgados pela Receita Federal mostram que o Imposto de Renda (IR), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a 
Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), principais tributos federais compartilhados com Estados e municípios, tiveram uma queda real 
(descontada a inflação do IPCA) de 11,2% no primeiro trimestre, comparado a igual período de 2008. Já todo o resto da arrecadação federal, que na sua 
quase totalidade fica com a própria União, teve uma queda real de apenas 2,9%.

Essa deterioração maior da arrecadação compartilhada é o pano de fundo das pressões de municípios e Estados para que sejam compensados, diante dos 
efeitos da crise econômica na receita pública brasileira. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou em pagar aos municípios a diferença 
entre o que foi recebido em 2008 e o valor repassado este ano. E medidas de auxílio aos Estados também estão na pauta do governo.

A arrecadação total do governo federal, apurada pela Receita Federal, no primeiro trimestre recuou, em termos reais, 6%, ou R$ 10 bilhões, saindo de 
R$ 166,2 bilhões em igual período do ano passado para R$ 156,2 bilhões. Uma parcela de 70% deste recuo, ou R$ 7 bilhões, corresponde à queda
 dos tributos compartilhados, o IR, o IPI e a Cide, que em seu conjunto saíram em termos reais de R$ 62,7 bilhões para R$ 55,7 bilhões entre o primeiro 
 trimestre de 2008 e de 2009.

No restante da arrecadação da União, que inclui IOF, Cofins e receita previdenciária, entre outros, a queda real no mesmo período foi de R$ 3 bilhões, de 
R$ 103,4 bilhões para R$ 100,4 bilhões. Essa parte é quase toda apropriada pela União, com exceção de alguns itens de arrecadação relativamente baixa, 
com o Imposto Territorial Rural (ITR).

Tanto no IR quanto no IPI, 21,5% da arrecadação vai para o Fundo de Participação dos Estados, 23,5% para o Fundo de Participação dos Municípios e 
3% para fundos regionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, num total de 48% de transferências para fora dos cofres da União. No caso do IPI, há 
uma transferência adicional de 10% para os Estados exportadores. Já no caso da Cide, 29% vai para Estados e municípios.

Afonso nota que uma das razões para a queda do IPI, compartilhado com Estados e municípios, é a política de desoneração do governo federal 
para combater a desaceleração econômica. Na sexta-feira, o governo concedeu nova isenção de IPI, desta vez para os eletrodomésticos. Afonso diz 
concordar com a política, mas com uma ressalva: "O IPI é para isso mesmo, é para ser um imposto regulatório, mas o problema é que há um reflexo 
federativo muito importante, para o qual precisa se encontrar uma solução". Ele considera boa a proposta de Lula para os prefeitos e acha que o pleito dos 
governadores também tem fundamento.

Do total de R$ 7 bilhões da perda real dos tributos compartilhados, 38% são explicados pela queda do IPI, 33,6% pela do IR e 28,4% pela da Cide. A muito 
falada perda do IPI com os estímulos dados à indústria automobilística foi de R$ 1,34 bilhão, metade da perda total de IPI.

O economista observa que há itens de recuo na arrecadação dos tributos compartilhados bem maiores do que a do IPI dos automóveis, com a queda de 
3,5 bilhões na arrecadação real de IR de empresas (pessoas jurídicas), que saiu de R$ 26,6 bilhões no primeiro trimestre de 2008 para R$ 23,1 bilhões no 
mesmo período de 2009. Só o IR das empresas, portanto, explica 50% da queda real dos tributos compartilhados.

O IR das instituições financeiras também diminuiu, caindo 32%,de R$ 6,3 bilhões para R$ 4,3 bilhões. "Os bancos estão lucrando menos com a crise e 
aumentaram a provisão para devedores duvidosos", diz Afonso. Já a queda real do IR das pessoas físicas no primeiro trimestre foi de 26% - de R$ 2,3 bilhões 
em 2008 para R$ 1,7 bilhão. Esses números não incluem o IR retido na fonte, que teve crescimento real de 7,8% ou R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre.

A queda da Cide no período foi radical, de R$ 2,1 bilhão em 2008 para R$ 117 milhões em 2009, refletindo o corte drástico no tributo para permitir que a 
Petrobrás não repassasse a alta violenta do petróleo no período anterior à eclosão da crise.

E como um dos subprodutos desta Estratégia Econômica (estímulo à compra de veículos automotores, COM ENDIVIDAMENTO):

Para onde o “enxame de carros” se desloca, provoca o CAOS.
  Cada 'feriadão' é mais uma demonstração de qual é o problema:
Retorno após feriadão causa congestionamento nas estradas de SP. Cidade estava com trânsito tranquilo (inverso 
dos dias úteis).












Retorno após feriadão causa congestionamento nas estradas de SP
Fluxo de carros é intenso nas rodovias Anchieta, Imigrantes e Castello Branco
02/01/13 - 19h24
Publicado Por: Caio Dias

Algumas propostas de soluções (exemplos de outras Estratégias de Estímulo 
Econômico):

domingo, 24 de junho de 2012

Proposta para ligação, via [Corredor Metropolitano ABD] e [Ferrovia / Metrô], entre ABCD / São Paulo / Alphaville => Melhoria da Linha 8 Diamante e Novo Ramal desta linha com Estações: Shopping Tamboré e Centro Comercial Rio Negro



domingo, 24 de junho de 2012

Propostas de Mobilidade Urbana elaboradas pelo Instituto Mobilidade Verde para o próximo Prefeito - cada carro compartilhado pode tirar entre 4 a 28 veículos .... - Japão tem 'estacionamento solar' para aluguel de bicicletas elétricas



domingo, 15 de abril de 2012

Hidroanel Metropolitano - É um conjunto de vias navegáveis formado pelos rios Pinheiros e Tietê, pelas represas Billings e Taiaçupeba, mais um canal e um túnel que fazem a ligação entre essas duas represas Aproximadamente 170 km de hidrovias




domingo, 7 de outubro de 2012

Terceira Revolução Industrial melhora a DISTRIBUIÇÃO (na geografia e no 

tempo) e a QUALIDADE dos EMPREGOS GERADOS por REAL (R$) 

INVESTIDO


A Terceira Revolução Industrial tem como marca central a rede de energia/internet. O fundamental não está na energia, na internet ou na 
noção de rede, e sim na junção das três: não só a energia, mas parte crescente da prosperidade do século XXI virá de uma organização 
social assinalada pela descentralização, pela cooperação e pela partilha.

A narrativa da Terceira Revolução Industrial apóia-se em cinco pilares:

·         O primeiro está na passagem (nada trivial, é claro) das energias fósseis para as renováveis.

·         O segundo, e talvez mais importante dos cinco pilares, é a transformação do estoque de construções de todo o mundo em micro usinas 
de coleta (e de distribuição) de energia. (Auto suficiência e excedentes vendidos à rede => Dispositivos eólicos, solares e biodigestores / 
processadores da biomassa (esgoto e restos de alimentos)).

·         O terceiro pilar está em tecnologias que permitirão armazenar (para se poder, então, distribuir) o produto dessas fontes inevitavelmente
instáveis de energia de que são potencialmente dotadas as edificações.

·         O quarto pilar – que os dispositivos da economia da informação em rede possam promover a integração e a partilha desse fluxo de energia 
produzido de maneira descentralizada. Aí reside a nova unidade entre comunicação e energia. São redes inteligentes, bidirecionais, que operam 
com base em energias produzidas localmente, ao contrário das duas revoluções industriais anteriores. A WEB Energética, onde todos são 
produtores e consumidores de energias limpas.

·         O quinto pilar está no sistema de transportes, que dará maior peso aos equipamentos coletivos e também, no que se refere aos veículos 
individuais, aos carros elétricos e baseados em células combustíveis, integrados igualmente a esse sistema descentralizado de redes inteligentes.


Analisando o efeito, no EMPREGO, de cada um dos Cinco Pilares da Terceira Revolução Industrial:

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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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