quarta-feira, 16 de maio de 2018

Detroit-De 'Meca do Automóvel' à 'Vitrine das Fazendas Urbanas'

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A reinvenção de Detroit, soterrada pela crise

Soterrada pela crise, a cidade que viu nascer a indústria automobilística precisa encontrar uma nova vocação. Segundo muitos, a salvação, acreditem, pode estar no agronegócio

(...) Os dias de glória do berço da indústria automobilística há muito ficaram para trás e a mais recente crise foi como um tiro de misericórdia para a cidade motor. A metrópole que já abrigou 2 milhões de habitantes em seu auge, nos anos 50, hoje conta com uma população de aproximadamente 800 000 pessoas.
Há pelo menos 80 000 casas abandonadas e o governo municipal, com uma arrecadação que também encolhe a cada ano, mal consegue prover educação, segurança e serviços básicos a diversos bairros.
“A dura realidade é que algumas áreas da cidade não são mais viáveis diante das perdas financeiras e de população que enfrentamos”, disse Bing num discurso recente. “Mas, em vez de olhar para essas áreas como um problema, vamos começar a pensar criativamente sobre como elas podem ser aliadas na reinvenção de Detroit.”
A indústria automotiva sempre esteve no centro das atividades da metrópole. Na década de 50, no auge dos negócios, o setor era responsável por quatro em cada dez empregos e respondia pela maior parte do PIB de Detroit. A cidade sentiu como nenhuma outra a derrocada das grandes montadoras americanas.
Somente em 2009, cerca de 130 000 vagas foram eliminadas em Detroit. A GM, sozinha, fechou nos últimos anos seis fábricas na zona metropolitana, contribuindo para aumentar a coleção de galpões industriais vazios que se vê hoje por lá. Nas últimas semanas, o prefeito Bing anunciou seu plano para resolver o problema de áreas abandonadas de Detroit.  (...)

(...) Detroit, símbolo da indústria automobilística americana e do período de grande prosperidade do pós-guerra, tornou-se uma cidade de fazendas urbanas. Moradores transformaram grandes quintais ou galpões vazios em espaços para plantar. À primeira vista, poderia parecer um grande emblema dos tempos em que vivemos: em vez de produzir automóveis poluentes, a cidade agora planta o que come. Não é bem assim. Se estão aderindo à moda das fazendas dentro de cidades, é porque os habitantes não têm outra opção. 


Para muitas dessas pessoas, plantar é um retrocesso. Afinal, suas famílias chegaram do sul dos Estados Unidos em busca de empregos e oportunidades. E agora Detroit se tornou um grande deserto, uma cidade fantasma. Não existem grandes redes de supermercados e as melhores opções de consumo são as batatas fritas das lojas de conveniência dos postos de combustível — que muita gente deixou de frequentar porque vendeu o próprio carro. Esses moradores preferiam um bom emprego no Wal Mart a colher alfaces. 



Se ali as tão elogiadas fazendas urbanas são sintoma de uma grave crise econômica e social, em outros lugares elas parecem representar um vislumbre de um futuro mais equilibrado e sustentável. Fica em Nova York a maior fazenda de telhado do mundo, a Brooklyn Grange, com 3,7 mil m2 de criação de tomates e pimentas sobre um galpão de seis andares. Em metrópoles dos Estados Unidos e da Europa, fazem sucesso os kits de uma empresa da Holanda que ajudam a construir um ambiente controlado para plantação e incluem lâmpadas de LED capazes de substituir a luz do sol. O impacto local desses projetos parece positivo. Mas mesmo nesses casos as fazendas urbanas causam problemas maiores do que as soluções que propõem. 




Detroit planeja maior “fazenda urbana” do mundo

Iniciativa destina espaços urbanos sem utilidade para a produção de alimentos

A empresa Hantz Farms comprou neste ano 1.450 lotes e pretende demolir 50 casas interditadas pela prefeitura de Detroit, nos Estados Unidos, para a plantação de um pomar com aproximadamente 15 mil árvores. A iniciativa promete ser a maior fazenda urbana do mundo, “título” que hoje pertence a Vancouver, no Canadá, onde a companhia Sole Food consegue suprir a demanda de vários restaurantes e mercados locais ao produzir 60 toneladas de comida por ano, além de criar empregos para ex-viciados e deficientes mentais que vivem na região.


Descubra o que são fazendas urbanas

As fazendas urbanas surgiram da união de agregar espaços de concreto, como edifícios, com as áreas verdes voltadas para a produção agrícola. A iniciativa é defendida por muitos especialistas e já ganhou adeptos ao redor do mundo.
O conceito de fazenda urbana ainda é muito recente no Brasil e está em crescimento, comparado a lugares em que essa prática já está em desenvolvimento, como nos Estados Unidos e Canadá. Ao contrário de países localizados na América do Norte e na Europa, aqui no País há o predomínio de hortas comunitárias, iniciativas que já são muito difundidas no exterior há algum tempo.
A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, é uma das que já aderiram ao conceito de fazendas urbanas. Por lá, é possível encontrar plantações de tomates, criação de galinhas e peixes em meio à vida urbana. Uma das iniciativas na cidade está localizada no bairro do Bronx, em um espaço cedido pela prefeitura para que a fazenda urbana fosse instalada de maneira colaborativa. (...) 

Enquanto esse projeto não sai do papel, a cidade de Vancouver, no Canadá, ocupa o topo do ranking de maior fazenda urbana do planeta. A Sole Food consegue suprir a demanda de vários restaurantes e mercados locais ao produzir 60 toneladas de comida por ano, além de criar empregos para ex-viciados e deficientes mentais que vivem na região.

Londres, na Inglaterra, também aderiu às fazendas urbanas. Além disso, a cidade criou uma solução inovadora para combater a falta de espaço para implantar iniciativas como essa. O projeto Food in the Sky viabilizou a implantação de hortas e pomares no topo de prédios da cidade. Para isso, mais de 3 milhões de metros quadrados sem utilidade deram espaço para a produção de alimentos.

Dragonfly: edifício fazenda urbana vertical
O arquiteto belga Vincent Callebaut é mais ambicioso quando se fala em fazenda urbana. Um de seus projetos é o Dragonfly, um edifício composto por duas torres que formariam uma imensa fazenda urbana vertical em Roosevelt Island, em Nova York, nos Estados Unidos.

A obra lembra uma asa de vidro de uma libélula gigante e teria uma estrutura voltada para a produção de gado, laticínios, granjas, pomares e campos de arroz. Tudo isso estaria integrado a escritórios e apartamentos.

Além disso, o projeto prevê a geração de energia solar, eólica e a retenção de calor no inverno. A água da chuva seria reaproveitada ao misturar fertilizantes orgânicos para servir de alimento para a vegetação.


SAIBA MAIS:

Filadélfia quer transformar todos os prédios abandonados da cidade em fazendas verticais

Região onde foi construída a primeira fazenda vertical totalmente vegana do mundo,  Filadélfia quer mais. As autoridades locais querem expandir as políticas públicas que incentivam a criação de fazendas urbanas e verticais na cidade.
Com invernos bem intensos, a capital do estado da Pensilvânia não é o local mais apropriado para o cultivo de alimentos. Mas o vereador Al Taubenberger, autor de projeto de lei sobre o tema, acredita que “a coisa mais nobre que um homem pode fazer é produzir alimentos para os outros”.
O PL quer transformar todos os prédios abandonados da cidade em fazendas verticais. “A oportunidade está aí; os prédios estão aí; e as pessoas estão procurando por emprego”, diz Taubenberger, que ainda sonha em expandir a iniciativa para todas as escolas locais. 
A cidade já possui mais de 40 hortas comunitárias espalhadas pela cidade. A ideia é que com o crescimento do número de fazendas verticais, passe a consumir cada vez menos água e ocupar menos espaço do que os cultivos tradicionais. Lembra da fazenda vertical japonesa que produzirá 30 mil pés de alface todos os dias?
Ao cultivar alimentos locais, diminui-se a distância percorrida pela comida até a mesa do consumidor final. Reduzindo também os gases de efeito estufa que são emitidos durante o transporte. Além disso, aumenta-se a qualidade dos alimentos, que muitas vezes já não estão mais frescos quando chegam às gôndolas.
Algumas cidades mundo afora, como Recife, Copenhague e Toronto já possuem legislação para que prédios tenham telhados verdes. A corrida pelo título de cidade mais verde do mundo é a melhor e mais empolgante competição que vivemos nos últimos tempos!
SAIBA MAIS:

Esta fazenda do futuro não usa solo e 95% menos água - Antigos distritos industriais, nas cidades, tornam-se Recursos para Agricultura Urbana!

Reduzindo, ainda, consumo energia, custo e pegada ecológica com transporte, do campo para consumidores.



Fórum Econômico Mundial (WEF): Isso é uma fazenda no seu telhado? A agricultura está prosperando em alguns lugares inesperados

Produzindo 7 mil quilos de alimentos a partir de apenas 650 metros quadrados. Saiba mais sobre a agricultura urbana:


A agricultura vertical produz maiores rendimentos em muito menos espaço do que a agricultura tradicional.


Hortas Urbanas são 'sementes conceituais e práticas' das Fazendas Verticais?
"No futuro, compraremos verduras no arranha-céu da esquina, escolhendo cultivos frescos por andar. Nas maiores cidades do mundo, multiplicam-se os projetos de plantações verticais. Conheça a roça high tech."

LEIA AQUI:

quarta-feira, 9 de maio de 2018

The New Human Rights Movement (O Novo Movimento dos Direitos Humanos-Reinventando a Economia para Acabar com a Opressão)

A sociedade está quebrada (doente). Nós podemos projetar nosso caminho para uma melhor.


Em nosso mundo interconectado, o interesse próprio e o interesse social estão rapidamente se tornando indistinguíveis. Se as atuais trajetórias negativas continuarem, incluindo a crescente desestabilização do clima, a perda de biodiversidade e a desigualdade econômica, um futuro iminente de colapso ecológico e desestabilização da sociedade tornará o “sucesso pessoal” virtualmente sem sentido. No entanto, nosso sistema social fragmentado incentiva comportamentos que só pioram nossos problemas. Se o verdadeiro progresso dos direitos humanos deve ser alcançado hoje, é hora de cavarmos mais fundo - repensando o próprio alicerce do nosso sistema social.

Neste trabalho importante e envolvente, Peter Joseph, fundador do maior movimento social de base do mundo - O Movimento Zeitgeist - se baseia em  economia, história, filosofia e moderna pesquisa em saúde pública para apresentar um caso ousado para repensar o ativismo no século XXI.

Argumentando contra a longa narrativa de escassez universal e outros mitos generalizados que defendem o atual estado de coisas, o The New Human Rights Movement (O Novo Movimento dos Direitos Humanos) ilumina as causas estruturais da pobreza, opressão social e a contínua degradação da saúde pública e, finalmente, apresenta a proposta para uma abordagem econômica atualizada. Joseph explora o potencial desta grande mudança e como podemos projetar nosso caminho para um mundo onde a família humana se torne  verdadeiramente sustentável.

The New Human Rights Movement (O Novo Movimento dos Direitos Humanos)  revela a importância crítica de um ativismo unificado trabalhando para superar a injustiça inerente ao nosso sistema. Este livro adverte contra o que está reservado se continuarmos a ignorar as falhas de nossa abordagem socioeconômica, além de revelar o futuro brilhante e expansivo possível se formos bem-sucedidos.

Você vai se juntar ao movimento?

Sobre o Autor
Peter Joseph é um ativista e crítico social nascido nos Estados Unidos que deu palestras em todo o mundo sobre sustentabilidade cultural. Uma vez considerado "O Arauto de Occupy Wall Street" por sua previsão tácita das inevitáveis revoltas globais contra a desigualdade econômica e injustiça, seu extenso trabalho de mídia foi traduzido para mais de 130 idiomas e experimentado por 250 milhões de pessoas. 
Trabalhando em conjunto com inúmeras associações sem fins lucrativos e organizações de base, o foco central de Joseph está nas estruturas socioeconômicas que minam o progresso nas áreas de justiça ecológica e social. 
Ele tem sido apresentado e perfilado em inúmeros meios de comunicação, incluindo o New York Times, o Huffington Post, Free-Speech TV e TED, e deu mais de mil horas de entrevistas através de programas de rádio e podcasts na última década. Ele é o presidente da 501 (c) (3) NPO The Zeitgeist Movement e atualmente reside em Los Angeles.

TRADUÇÃO DE:

SAIBA MAIS:
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Jimmy Dore Conversation. All 5 parts. Thanks Jimmy.  #thenewhumanrightsmovement
(Entrevistas-tradução automática é inteligível..)





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The reality: Democracy is an outlier idea within Capitalism. 
(A realidade: a democracia é uma ideia isolada (outlier: não conforme) dentro do capitalismo.)



VER TAMBÉM:

Funciona? Ou não? Ciência - e NÃO Ideologias / Tradições - deve Governar Sociedades, no Século XXI

Funciona? Ou não? Ciência - e NÃO Ideologias / Tradições - deve Governar Sociedades, no Século XXI

Coletânea de frases, no Facebook, de Cesar Da Silva Abdalla

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"Uma fábrica de calçados automatizada produz 1 par cada 30s / 4000-dia. 

Escassez NÃO é o problema. 
O problema é manter pessoas consumindo. 
Justificar gerenciar escassez com dinheiro NÃO é mais válido."

"A economia moderna NÃO é  mais baseada em escassez, mas em Consumo e, urge altos níveis de rotatividade [obsolescência física ou moda] para manter empregos e crescimento econômico. 
Resultado= Crescente esgotamento de recursos, perda de biodiversidade, poluição, ... Enfim:
O desastre está na esquina."


"O sistema de trabalho que temos hoje é, de fato, um gerador de preguiça e de uma série de desordens e doenças. 
Não é um resolvedor disso. As pessoas realmente acreditam, em 2018, que se você não trabalha, não tem direito à vida. 
Você sabe quem mais costumava pensar assim?

ESCRAVOS"


"O Mercado Livre ou Capitalismo é tudo que  você vê a sua volta
É o Mercado Livre que compra políticos como você compra pizza.
É  o Mercado Livre que aperta pessoas na comunidade médica para que cobrem o máximo que puderem, para extrair para um grupo ou corporação.
É o Mercado Livre que faz lobby, é o Mercado Livre que faz tudo que você considera antiético.
Dentro do jogo competitivo do mercado não há mais limitações dependendo em que canto você está sendo apertado financeiramente.
Você sempre pagará.
A sociedade toda está orientada à finanças, portanto:
Não se pode diferenciar nenhum resultado do sistema pelo qual ele é orientado."


"Você já notou que no Brasil existe o particular hábito de se comparar toda a realidade nacional àquelas de países do dito "1o Mundo"? 
A saber, a Alemanha é o maior exportador mundial de minas terrestres (de guerra) e uma das mais altas exportações da Suécia são máquinas e equipamentos militares. 
O almejar uma sociedade como a 'deles' ganha outro aspecto quando informado com a verdade.
Ps: não que não haja coisas boas lá."



"Jeff Bezos (proprietário Amazon) sozinho  vale  $120  bilhões;  custa  30  bilhões  resolver  extrema pobreza no globo. Mesmo continuando um dos mais ricos no mundo, resolvendo-a, ainda sim, ele não o faz. E não fará.
É provado cientificamente que para tornar-se um bilionário sua personalidade torna-se psicopática. 
O Presidente do Império é um homem de negócios bilionário, ou mente ser.
A única saída desta barca furada em que estamos é acordar a isto. 
Parar esta fascinação doentia dirigida a quem ostenta dinheiro e bens. 
Até então a situação apenas piorará economicamente, socialmente, saudavelmente e, o prego no caixão de todos: Ecologicamente.
ps: Coca-Cola & Nestlé já compraram o 2o. maior aquífero do mundo. o aquífero Guarani"

"Quanto mais dinheiro você acumula menos Empatia você desenvolve e/ou perde.
Repare a maioria dos jogadores de futebol que eram pobres e ficaram ricos, olhe a história deles, ou seu fim."

Esquerda, Direita, Marxista, Comunista, Socialista, ... ao invés de pensar uma economia que funcione.
'O Sistema em si funciona?' Nem se pergunta.
E a resposta é NÃO. 
O que Funciona e o que NÃO Funciona? Ideologia não dá mais...

"Por um lado, reconhecemos que é errado que os sem-abrigo existam. Já reparaste que nem sequer pensamos na injustiça de um sistema que permite às pessoas se tornarem bilionários: o outro extremo?"

O capitalismo, como tudo, teve início e terá fim


"Se, de fato, você pensa na extraordinária evolução entrópica que somos, de centenas & centenas de trilhões de sinapses em nosso cérebro,que distinguem entre o subjetivo e o objetivo. 

Que inventamos nossa realidade como conhecemos com base no que foi pensado por aqueles outros que nos antecederam. 

Que inventamos (não inventaram) máquinas que calculam mais rapidamente do que somos capazes. 

Que inventamos (não inventaram) máquinas que se movem muito mais rapidamente que nossos pés permitiriam, que voam, navegam, correm, que agora são autônomas, depois de menos de um século de advento. 

Que cultivamos alimentos em abundância para todos os 7,5 bilhões de nós. 

Que facilmente podemos construir tetos para todos e cuidar para que cada ser de nossa espécie possa ser suprido com as necessidades de vida pois temos os recursos, know-how e tecnologia para tal.

E não o fazemos porque poucos decidiram que nada se faz sobre isso, pois as regras deste jogo que inventamos, de pedaços de papel, aonde quem tem mais "ganha" e quem tem menos não tem direito à vida! 

E, nós mesmos, nos dividimos em 'opiniões' sobre quem merece e não merece, que quem não sofre não tem o dito "direito ou mérito" de viver, como se nascer fosse um jogo. 

E o máximo que nos leva a refletir sobre isso é romantismo de sonhar com o "impossível", poesias, ou esperar um ser todo poderoso que promete uma vida boa num paraíso abstrato. Enquanto você sofre ou é explorado aqui embaixo e vive com medo de perder o pouco que tem. Então fica em silêncio e abraça a ideia que a vida é assim, de cada um por si. E compra ideias ideológicas, religiosas, governamentais (interessante que estes últimos três sempre pedem pelos tais pedaços de papel do jogo que mencionei mais acima) que terminam por nos dividir ainda mais neste interminável dividir e conquistar a que estamos constantemente sujeitos.

A certeza de que você verá um mendigo, em breve, que você recusará dar-lhe esmola, que ele tem os mesmos trilhões de sinapses, capacidade objetiva e subjetiva, porém não tem aqueles pedaços de papel que, porque simplesmente concordarmos, ditam quem vive e quem morre.

A única certeza que existe no universo é mudança. Absolutamente Tudo muda.

Nosso mundo mudou, nós evoluímos. Entretanto, e peculiarmente, não nosso sistema social. De fato a mais antiga instituição que temos. Aonde todo nosso avanço técnico e tecnológico, por centenas de anos, não é empregado - senão para lucro - e, nunca, para resolver problemas. Hummm... p/refletir"


"Você acha que livre acesso as necessidades básicas de vida seja um direito fundamental à todos os cidadãos do século 21?
SIM  NÃO"


What Is The New Human Rights' Movement w/Peter Joseph


Cesar Da Silva Abdalla


É sempre revigorante 'visitar suas trincheiras de batalha', nesta Guerra Conceitual, por um Futuro que Funcione. Estou fazendo uma coletânea de frases, aqui da sua página, para nova publicação de divulgação TZM / The New Human Rights' Movement - em meu blog Reflexões Econômicas (uma de 'minhas trincheiras').

Livro "O Novo Movimento dos Direitos Humanos: Reinventando a Economia para Acabar com a Opressão" - Filme InterReflections



  

ORIGEM DO NOME:

"O Movimento Zeitgeist" (MZ) é o atual identificador do movimento social descrito nos ensaios a seguir. O nome não tem nenhuma relação histórica significativa com qualquer especificidade cultural e não deve ser confundido/associado com qualquer outra coisa previamente conhecida com um título similar. Na verdade, o título é explicitamente baseado no significado semântico dos termos em si. O termo "Zeitgeist" é definido como o "clima intelectual, moral e cultural geral de uma época." O termo "Movimento" implica simplesmente em um "movimento" ou mudança. Por isso, o Movimento Zeitgeist (MZ) é uma organização que luta por mudanças no clima intelectual, moral e cultural dominante da época.

Um dia em uma EBRLN - Venus Project Califórnia
(EBRLN: Economia Baseada em Recursos e Leis Naturais)

Como poderia ser Um Dia na Vida de uma Sociedade que evoluiu para além da Economia de Mercado Capitalista (Eficiência de Mercado - Lógica do Dinheiro - Modelo Financista)




Comunismo VS. Economia Baseada em Recursos - Um Guia Definitivo e Como a EBR Será Originada


COMO SERÁ FEITA A TRANSIÇÃO PARA UMA ECONOMIA BASEADA EM RECURSOS?
Na maior parte, os principais proponentes de uma economia baseada em recursos defendem uma abordagem de cima para baixo. Eles dizem que os líderes mundiais se reuniriam, algum dia no futuro, e concordariam (possivelmente depois que o público geral estiver suficientemente bem informado e o exigir). Que esta é a melhor maneira para a humanidade viver e começar a implementar um sistema como este, para todos indivíduos seguirem. Infelizmente, também foi dito que isso provavelmente só virá depois de um colapso econômico total, após o qual a transição para uma Economia Baseada em Recursos não é garantida (ou mesmo provável) e poderia ser suplantada por um governo mundial ou uma Nova Ordem Mundial. Isso te agrada?

 Portanto, a ÚNICA via de transição para uma VERDADEIRA economia baseada em recursos é de forma completa e absolutamente voluntária, de baixo pra cima, e nada mais irá funcionar. Caso contrário, não seria realmente uma Economia Baseada em Recursos, para começo de conversa. E haveria tanta reação durante o período de transição que a proposta seria condenada desde o princípio, como aconteceu com o comunismo. Líderes poderiam fazer a sugestão, mas nunca forçá-la. Assim violariam um dos princípios fundamentais de uma Economia Baseada em Recursos — a participação voluntária.
Além disso, nossos líderes provavelmente não fariam a sugestão até que percebessem que a sociedade é realmente capaz de trabalhar em conjunto e cooperar de maneira muito mais harmoniosa do que no presente, razão pela qual devemos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para desenvolver e implementar em nossas vidas tantos aspectos de uma Economia Baseada em Recursos quanto formos capazes. Para mostrar que é possível. Para mostrar que existem formas de se viver melhor. Para despertar as pessoas e ajudá-las a reconhecer que elas têm outras opções, que elas têm o poder e os meios necessários para torná-los realidade, e sair do ritual zumbi e não refletido (descuidado, negligente) de nossa existência das 9 até 17, considerado vida por muitos de nós.
http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2017/01/comunismo-vs-economia-baseada-em.html

terça-feira, 8 de maio de 2018

Buffet e Gates x CriptoMoedas - "Armas de Destruição em Massa de Confiabilidade" contra CriptoMoedas: Donos do Poder assustados?

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(TRADUÇÕES de publicações de:
Richard Shibi - ICO Main Advisor at Coinnup):


#Bill #Gates e #Bitcoin:  
1) #Criptomoedas "causaram mortes de maneira bastante direta"

- Isso significa que o MS OS #Windows e seu #outlook ou #messenger não foram usados ​​para cometer crimes? 
Que tal #money #laundering [1], isso não acontece principalmente usando o sistema operacional Windows? Isso significa que devemos odiar a #tecnologia?

- A mineração não causa mortes diretas e, pior ainda, o abuso dos direitos humanos? Também consome energia zero? Ou tem efeito colateral zero na natureza? 

Acho que precisamos colocar as coisas em perspectiva aqui para sermos justos.

2) "Você  não está produzindo nada e então você não deve esperar que ele suba". 

Então, se um investimento não produz algo, seu valor não deve subir? Eu não acho que isso seja exato: eu comprei um apartamento há 10 anos e agora vale o triplo do preço, embora não tenha produzido nada para qualquer um. Foi apenas deixado vazio.

3) "Eu curtiria (referindo-se ao Bitcoin) se existisse uma maneira fácil de usá-lo" 

Então, Bill Gates não conhece realmente nenhuma maneira fácil de usar o Bitcoin? Isso é bem interessante!

Às vezes, eu sinceramente me pergunto se ele e #Buffet realmente acreditam no que dizem ou têm outros incentivos para fazer tal afirmação.
O que você acha?


[1] #money #laundering: O branqueamento de capitais é o acto de esconder a transformação dos lucros das actividades ilegais e a corrupção em bens ostensivamente "legítimos" [1]. O dilema das atividades ilícitas é explicar a origem dos lucros de tais atividades sem levantar a suspeita de agências policiais. Conseqüentemente, tempo e esforço consideráveis ​​são investidos na elaboração de estratégias que permitam o uso seguro desses recursos sem levantar suspeitas indesejadas. A implementação de tais estratégias é geralmente chamada de lavagem de dinheiro. Depois de o dinheiro ter sido adequadamente lavado ou "limpo", ele pode ser usado na economia convencional para acumular riqueza, como aquisições de propriedades ou gasto de outra forma. Agências de aplicação da lei de muitas jurisdições criaram sistemas sofisticados em um esforço para detectar transações ou atividades suspeitas, e muitos estabeleceram acordos de cooperação internacional para ajudar uns aos outros nesses esforços.

Em vários sistemas legais e regulatórios, o termo "lavagem de dinheiro" confundiu-se com outras formas de crime financeiro e comercial, sendo algumas vezes usado de forma mais geral para incluir o mau uso do sistema financeiro (envolvendo coisas como valores mobiliários, moedas digitais, cartões de crédito e moeda tradicional), incluindo o financiamento do terrorismo e a evasão de sanções internacionais [2]. A maioria das leis contra lavagem de dinheiro combina abertamente a lavagem de dinheiro (que se preocupa com a fonte dos fundos) com o financiamento do terrorismo (que se refere à destinação de recursos) ao regular o sistema financeiro. [3]

Alguns países tratam a ofuscação de fontes de dinheiro como também constituindo lavagem de dinheiro, seja intencional ou simplesmente usando sistemas ou serviços financeiros que não identificam ou rastreiam fontes ou destinos. Outros países definem o branqueamento de capitais de forma a incluir dinheiro de atividades que teriam sido um crime naquele país, mesmo que a atividade fosse legal quando a conduta real ocorresse.  https://en.wikipedia.org/wiki/Money_laundering


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#Warren #Buffett
“Se você comprar algo como #Bitcoin ou alguma #cryptomoeda, você realmente não terá algo que tenha produzido algo. Você estará esperando que o próximo pague mais ”

Muito interessante pensamento do Sr. Buffet:

1) #criptomoeda realmente não produz nada? Ou deve algo produzir algo para ter valor?

2) #ouro, #USD ou #EUR produzem alguma coisa?

3) E quanto a #utility #tokens? Eles servem tanto como um token de utilidade quanto como uma troca de valor? Isso lhes dá uma vantagem como investimento em relação ao EUR \ USD?

4) E sobre as #ações? Quando você compra uma ação, não espera que "o próximo pague mais", como disse o Sr. Buffet sobre criptomoedas?

5) As ações são precificadas pelo seu justo valor intrínseco, em um determinado dia? Ou seu preço é drasticamente inflado com POTENCIAIS ganhos futuros, reconhecimento da marca, adoção, previsões de taxas de juros, especulações e milhões de outros parâmetros?

6) O mercado de ações também é um mercado especulativo? Ou o mercado é totalmente racional e cada movimento reflete uma mudança subjacente nos fundamentos?

Será muito interesse ouvir sua opinião

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Agora você pode pagar seus impostos em criptomoedas. Acredite ou não, a Câmara dos Deputados do Arizona aprovou o Projeto de Lei do Senado 1091, uma lei fiscal que permitiria aos cidadãos pagar seus impostos usando criptomoedas.

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O crescimento trimestral da Mastercard foi marcado por uma ligeira queda após proibir os clientes de comprar criptomoedas com seus cartões de crédito.
A diretora financeira da Mastercard, Martina Hund-Mejean, disse que eles não contam realmente com criptomoedas para incendiar seus negócios. Assim como os diretores da AMD e da Nvidia disseram no ano passado, enquanto em 2018 ambos mudaram suas posições e começaram a contar oficialmente com a mineração por criptomoeda. Devemos esperar o mesmo comportamento da Mastercard & Visa em 2018?

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Ótimas notícias para a comunidade blockchain:
1) Depois de proibir as ICOs na Coréia do Sul, eles vão legalizá-las em breve e permitir o lançamento de novas ICOs.

2) A Goldman Sachs disse que o Bitcoin “não é uma fraude”, ao revelar planos para comprar e vender criptomoedas.

3) Co-Fundador da Reddit diz que o preço Ethereum atingirá US $ 15.000 este ano. Embora tal previsão pareça um pouco selvagem. no entanto, se a Ethereum atingir apenas 20% desse preço, estará próximo o suficiente da previsão de preço de 2.500 dólares do grupo deVere Nigel Green

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A #evolução do #FMI:
Mar de 2018:  #Bitcoin e outras #criptomoedas são usadas, principalmente, para lavagem de dinheiro e apoio ao terrorismo. Elas constituem um risco para o sistema financeiro global

Abril de 2018: #Bitcoin e #criptomoedas têm "benefícios potenciais" para a economia

Maio de 2018: #Bitcoin e #criptomoedas não constituem, na verdade, qualquer risco para o sistema financeiro global. Eles realmente têm "benefícios potenciais" para o ecossistema.

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Ótimas notícias para a comunidade #blockchain:

1) O proprietário da #NYSE, Intercontinental Exchange #ICE, está planejando oferecer aos traders contratos que eventualmente resultem em clientes que possuam #cryptocurrency

2) #Goldman #Sachs - executivo apareceu para confirmar que o banco iria estrear #Bitcoin #futures “dentro de semanas”

3) #NASDAQ anunciou que estaria "aberta" para estabelecer uma plataforma de negociação de criptomoedas no futuro

4) Presidente de desenvolvimento de software Thomas Kurian anunciou hoje na sede da #Oracle que a empresa revelará um produto # platform-as-a-service este mês, e #decentralized #aplicações, baseadas em ledger, no próximo mês

5) # A plataforma de computação em nuvem da Microsoft, Azure, anunciou formalmente o lançamento de seu serviço de criação de aplicativos blockchain, #Azure #Blockchain #Workbench, em 7 de maio

6) BMW completou um piloto em conjunto com a startup de criptografia DOVU. O piloto introduz um sistema de recompensas simbólicas usando o token ERC-20 da DOVU, DOV, que incentiva os motoristas a rastrear a quilometragem em seus veículos alugados.

Devemos sempre nos ater aos fundamentos e separar o FUD dos fatos. Os fundamentos parecem mais fortes em 2018 do que em 2017. O que você acha?
Richard Shibi - ICO Main Advisor at Coinnup

FUD - Facts Underpinning Decisions”



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VER TAMBÉM:


Dinheiro- o 'Sistema Circulatório da Economia de Mercado'. QUE ESTÁ COM 'GANGRENA'.
--- " Não há falta de comida no mundo. 
--- O que ocorre é que um grande número de seres humanos NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR COMIDA! " (não têm como ser atendidos pelo atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços - o Sistema de Mercado)

Algumas das propostas, em estudo e / ou pilotos de implantação, para superar as limitações do atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços (Sistema de Mercado):

LEIA MAIS:

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Capitalismo Parasitário - transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DEVEDORES

Atual "contração do crédito" não é resultado do insucesso dos bancos. Ao contrário, é fruto, plenamente previsível, embora não previsto, de seu extraordinário sucesso. Sucesso ao transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DE DEVEDORES - Zigmund Bauman

Marcadores: Bauman_Zigmund, Capitalismo_Parasitário, Estado, Mercado, Raça_Devedores


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O MINOTAURO GLOBAL - Yanis Varoufakis
Neste livro excepcional, o ex-ministro grego das Finanças no governo do Syriza, Yanis Varoufakis, um dos maiores expoentes anti austeridade na Europa, destrói o mito de que a regulamentação dos bancos é ruim para a saúde econômica.

Com rigor e profundidade, ele demonstra como a ganância global do setor financeiro foi a principal causa da última crise econômica. Para ilustrar, Varoufakis recorre à imagem mitológica do Minotauro: uma monstruosidade financeira que não deveria existir e, por tal motivo, vive reclusa em um labirinto, exigindo periódicos sacrifícios dos humanos. 

Após a bulimia que causou o colapso de 2008 – uma crise pior que a Grande Depressão de 1929 e mais dramática internacionalmente que a crise do petróleo nos anos 1970 –, a besta se reergue levantando junto novas dúvidas: como os principais responsáveis pela crise saíram ainda mais poderosos? 

O que levou os Estados a torrarem suas reservas e comprometerem seus orçamentos para salvá-los? 

Varoufakis explica com clareza a falência deste complexo sistema que nos jogou na presente crise. E mais do que identificar o caminho deste processo kafkiano, aponta as saídas para reintroduzir a racionalidade numa ordem econômica altamente irracional, jogando luzes neste labirinto histórico no qual se encontram não apenas os gregos, mas também todo mundo, inclusive os brasileiros.

"Os economistas heterodoxos estão em moda. Primeiro o Pikkety, sobre a desigualdade, e agora é o Varoufakis, com um relato alternativo sobre a crise econômica."
– El País

"Um escritor lúcido e cativante que faz críticas astutas ao modelo econômico que causou o colapso financeiro e a amarga recessão mundial. Seu argumento tem uma envergadura ambiciosa."
– The Times

"Um livro espirituoso. O Minotauro Global é uma besta econômica mantida enjaulada só pela constante movimentação mundial de dinheiro via Wall Street"
– The New Yorker

"Um ciclo econômico está chegando ao fim. Ele começou no início dos anos 1970 com o nascimento do que Varoufakis chamou de “Minotauro Global”, o monstro motor que fez a economia mundial funcionar entre o começo dos anos 1980 até 2008."
- Slavoj Zizek

"O livro é uma daquelas publicações raríssimas que podemos dizer ser urgente, oportuna e absolutamente necessária."
- Terry Eagleton

Sobre o autor
Yanis Varoufakis é um economista, acadêmico e blogueiro greco-australiano nascido em 24 de março de 1961 em Atenas, na Grécia. Realizou seus estudos superiores nas universidades de Essex e Birmingham, no Reino Unido, entre 1978 e 1987, mantendo em paralelo ativa militância política. 

Lecionou em renomadas instituições de ensino superior britânicas, destacando-se nas áreas de Economia Política e Teoria dos Jogos, até se radicar na Austrália, em 1987, onde obteve cidadania. 

Retornou à Grécia em 2000. Tornou-se professor da Universidade de Atenas e ativo membro da esquerda do Partido Socialista Pan-helênico (Pasok), com o qual rompeu devido à guinada ideológica da agremiação que resultou no desastroso governo do primeiro-ministro Georgios Papandreu. 

Com o estouro da crise econômica global, em 2008, Varoufakis passou a ser uma das vozes mais firmes contra as políticas de austeridade. Em seu blog, intitulado Thoughts for the post-2008 world (hospedado no endereço yanisvaroufakis.eu), criticou ferozmente as medidas governamentais que puniram populações mais carentes. 

Filiou-se à Coligação da Esquerda Radical (Syriza), colaborando com os esforços contrários às medidas de austeridade, que foram particularmente perversas na Grécia. No início de 2015, foi eleito membro do parlamento grego e logo convidado pelo premiê Alexis Tsipras para ocupar o cargo de ministro das Finanças enquanto seu país vivia às voltas com a asfixia econômica promovida pela troika – como é conhecido o grupo formado pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu. 

Sem o apoio do resto do governo para manter o enfrentamento às imposições da troika, deixou o governo na esteira da vitória do “não” na famosa consulta popular realizada em 5 de julho de 2015, quando os gregos se recusaram a aprofundar as medidas de austeridade impostas pelas autoridades europeias. 

Nas eleições antecipadas de setembro de 2015, resolveu não endossar seu antigo partido e apoiou deputados da recém-criada Unidade Popular, um racha anti austeridade do Syriza. 

Convicto de que a solução para a crise europeia não será resolvida isoladamente por cada país, Varoufakis se empenhou nos últimos meses na construção do Democracy in Europe Movement 2025, o DiEM (diem25.org/), uma iniciativa pan-europeia, horizontal e em rede que visa democratizar o continente ao longo dos próximos dez anos, lutando ao lado dos movimentos sociais contra a extrema-direita nacionalista e a tecnocracia da atual União Europeia.


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No Caminho do Superendividamento [ minidoc completo ]
61 milhões de brasileiros estão endividados. (Mais da metade da população adulta)

Muitos fazem empréstimos para pagar outros empréstimos, numa bola de neve de juros sem perspectivas de negociação com os serviços financeiros para encerrar esse ciclo. Acompanhamos o caso de superendividamento de um professor aposentado e ouvimos comentários de especialistas sobre a falta de regulação da oferta de crédito e ausência de políticas públicas para tratar o envididamento no Brasil.

Realização:
Instituto de Defesa do Consumidor  (IDEC)
Guia dos Bancos Responsáveis - GBR 

Publicado em 7 de mai de 2018

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Dedo na Ferida - Trailer - 31 de maio nos cinemas
Caliban Cinema e Conteúdo
Publicado em 26 de abr de 2018


TV PUC-Rio: Tendler coloca dedo na ferida do atual sistema econômico
Em novo documentário, Silvio Tendler expõe as injustiças de uma sociedade ditada pelo capitalismo financeiro, que zela pela própria sobrevivência. Dedo na Ferida ganhou prêmio de melhor longa documentário pelo júri popular, no último Festival do Rio.


domingo, 6 de maio de 2018

Perigo, a longo prazo, é o populismo ("sociedades se tornarão mais divididas entre ganhadores e perdedores da globalização") - Ian Bremmer

(Clique na imagem: ampliar)

Perigo, a longo prazo, é o populismo - Ian Bremmer

“Nos próximos anos vão se erguer mais muros físicos e virtuais contra a migração e o livre-comércio e as sociedades se tornarão mais divididas entre ganhadores e perdedores da globalização”.

Em palestra no Instituto FHC, semana passada, Ian Bremmer, presidente e fundador do Eurasia Group, não vacilou: “Trump não dá importância aos direitos humanos, muito menos na Coreia do Norte. Por isso não me surpreenderia se ele fizesse um acordo com o líder que hoje chama de homem-foguete” .

Trump e o fator Coreia do Norte 

Bremmer acredita, na mesma linha de raciocínio, que a Coreia do Norte nuclearizada é uma realidade irreversível. “Eles viram o que aconteceu com Kadafi e com Sadam Hussein depois que eles desistiram das armas nucleares. Os norte-coreanos não vão se suicidar.”

O palestrante foi além. Afirmou que o presidente americano é passageiro, mas o populismo nacionalista não é. “Nos próximos anos vão se erguer mais muros físicos e virtuais contra a migração e o livre-comércio e as sociedades se tornarão mais divididas entre ganhadores e perdedores da globalização”.

Para analista, acordo de Trump com a Coreia do Norte não surpreenderia
Sonia Racy
22 Outubro 2017 | 01h14


Ian Bremmer alerta para o grande choque político da nossa era - Exame


26 de abr de 2018 - Em um novo livro, o presidente da maior consultoria de risco político do mundo faz um alerta sobre o embate entre perdedores e vencedores da globalização.

Nós contra eles: o fracasso do globalismo


Us vs. Them: The Failure of Globalism - eBook Kindle - 24 abr 2018
por Ian Bremmer

TRADUÇÃO DA RESENHA:

"Uma análise convincente dos fenômenos concomitantes de Trump / Brexit e uma terrível advertência sobre o que está por vir ... um livro lúcido e provocativo." --Kirkus Reviews

Aqueles que defendiam a globalização prometeram um mundo de vencedores, um em que o livre comércio levantaria todos os barcos do mundo e os extremos de esquerda e direita dariam lugar a valores liberais universalmente aceitos. Os últimos anos abalaram essa fantasia, já que aqueles que pagaram o preço pelos ganhos do globalismo se voltaram para políticos populistas e nacionalistas para expressar fúria contra as elites políticas, midiáticas e corporativas que culpam por suas perdas.

Os Estados Unidos elegeram um presidente protecionista antiimigração, que prometeu "colocar os EUA em primeiro lugar" e fez vista grossa a alianças e tratados. Em toda a Europa, os partidos políticos anti-establishment tiveram ganhos não vistos em décadas. O Reino Unido votou para deixar a União Europeia.

E como Ian Bremmer mostra neste livro de abrir os olhos, o populismo ainda está se espalhando. O globalismo cria muitos vencedores e perdedores, e aqueles que perderam querem corrigir as coisas. Eles viram seus futuros tornados obsoletos. Eles ouvem novas vozes e veem novas caras sobre eles. Eles sentem que suas culturas mudam. Eles não confiam no que lêem. Eles começaram a entender o mundo como uma batalha pelo futuro que coloca "nós" contra "eles".

Bremmer aponta para a próxima onda de populismo global, que atinge as nações emergentes antes que elas tenham emergido completamente. Como na Europa e na América, os cidadãos querem segurança e prosperidade, e estão ficando cada vez mais frustrados com os governos que não são capazes de fornecê-los. Para se proteger, muitos governos construirão muros, tanto digitais quanto físicos. Por exemplo...
  * No Brasil e em outros países em rápido desenvolvimento, os civis se revoltam quando expectativas mais elevadas de um governo melhor não estão sendo atendidas - a desvantagem de seu próprio sucesso em tirar milhões da pobreza.
  * No México, África do Sul, Turquia, Indonésia, Egito e outros países emergentes, a frustração com o governo está em ascensão e as linhas de batalha política estão sendo traçadas.
  * Na China, onde a conscientização sobre a desigualdade está aumentando, o estado está construindo um sistema para usar os dados que os cidadãos geram para conter a demanda futura por mudanças.
  * Na Índia, as ferramentas usadas atualmente para fornecer serviços essenciais para pessoas que nunca as tiveram podem um dia ser usadas para fortalecer o poder do partido governante.

Quando os seres humanos se sentem ameaçados, identificamos o perigo e procuramos aliados. Usamos o inimigo, real ou imaginado, para reunir amigos ao nosso lado. Este livro é sobre as maneiras pelas quais as pessoas definirão essas ameaças como lutas pela sobrevivência. É sobre os muros que os governos vão construir para proteger os internos das pessoas de fora. E o Estado de seu povo.

E é sobre o que podemos fazer sobre isso.

O FIM DO LIVRE MERCADO


O FIM DO LIVRE MERCADO - QUEM VENCE A GUERRA ENTRE ESTADO E CORPORAÇÕES? eBook Kindle - 6 out 2017
por IAN BREMMER AGENCIA LITERARIA RIFF LTDA (Autor)


*Tradução: Luiz Euclydes T. Frazão Filho

Estamos à beira de um novo tipo de Guerra Fria, uma guerra que lança sistemas econômicos concorrentes em uma batalha por disputa de domínio. Diversos governos autoritários, atraídos pelo poder econômico do capitalismo, mas cautelosos em relação aos mercados livres e descontrolados, inventaram algo de novo: O capitalismo estatal. Nesse sistema, os governos usam os mercados para gerar riquezas que podem ser direcionadas da maneira que os políticos bem entendem. 

O capitalismo estatal assume muitas formas: a realeza saudita utiliza as vultosas receitas do reino provenientes da comercialização do petróleo para comprar segurança interna e a fidelidade de seus cidadãos. O governo chinês envia empresas estatais ao exterior em busca de acesso de longo prazo a bens como petróleo, gás, metais e minerais. O primeiro-ministro da Rússia adverte as cadeias de supermercados para os altos preços que esses estabelecimentos estão cobrando pela carne de porco.

Como especialista na questão da interseção entre economia e política, Ian Bremmer é um profissional excepcionalmente qualificado para ilustrar a ascensão do capitalismo estatal e sua ameaça à economia mundial em longo prazo. Os principais personagens dessa história são os homens que governam a China, a Rússia e as monarquias árabes do Golfo Pérsico, cujos êxitos têm atraído imitadores em grande parte do mundo emergente. Uma geração após a queda do comunismo, nós estamos testemunhando a espantosa recuperação da riqueza, dos investimentos e das corporações estatais.

O Estado domina os principais setores econômicos internos. As empresas de petróleo estatais hoje controlam três quartos das reservas de óleo cru do mundo. Os governos utilizam as estatais para participar dos mercados globais de setores como aviação, navegação marítima, geração de energia, produção de armas, telecomunicações, petroquímica e outros. O Estado possui enormes fundos de investimentos que vêm se transformando rapidamente em fontes de capital de vital importância. Essa tendência ameaça a vantagem competitiva dos Estados Unidos e o futuro do capitalismo de livre mercado.

No rastro da crise financeira e da recessão global, os líderes das democracias de livre mercado hoje enfrentam o ceticismo daqueles que acreditam que o livre mercado fracassou e que o Estado deve desempenhar um papel crucial no desempenho econômico nacional. Estamos diante de um enorme problema que trará importantes desafios por várias décadas. Este guia para a próxima grande tendência contém esclarecimentos úteis para investidores, líderes empresariais, formuladores de políticas públicas e qualquer pessoa que queira conhecer as importantes mudanças que vêm ocorrendo na política internacional e na economia mundial.

O FIM DAS LIDERANÇAS MUNDIAIS


O FIM DAS LIDERANÇAS MUNDIAIS eBook Kindle
por IAN BREMMER AGENCIA LITERARIA RIFF LTDA (Autor) - 6 out 2017


Na hipótese das piores ameaças onde o mundo iria procurar liderança?
Pela primeira vez em sete décadas, não existe um único poder ou aliança de poderes pronto para enfrentar os desafios da liderança mundial. Uma geração atrás, os Estados Unidos, a Europa e o Japão eram as potências mundiais, as democracias de livre mercado que impulsionavam a economia do planeta. Hoje, essas nações lutam para, pelo menos, se manterem de pé. O fim das lideranças mundiais oferece esclarecimentos essenciais para qualquer pessoa interessada em navegar na nova arena 

Superpotência: Três Escolhas para o Papel da América no Mundo


Superpower: Three Choices for America's Role in the World - eBook Kindle
por Ian Bremmer (Autor)  19 mai 2015


TRADUÇÃO DA RESENHA:
A América continuará a ser a única superpotência do mundo no futuro previsível. Mas que tipo de superpotência? Qual o papel que a América deve desempenhar no mundo? Que papel você quer que a América jogue?

Ian Bremmer argumenta que a política externa sem direção de Washington tornou-se proibitivamente cara e cada vez mais perigosa. Desde o fim da Guerra Fria, os formuladores de políticas dos EUA tropeçaram de crise em crise no Afeganistão, Iraque, Irã, Líbia, Síria e Ucrânia sem uma estratégia clara. Os americanos comuns muitas vezes baseiam suas escolhas de política externa em lealdade ou oposição ao partido no poder. Não podemos mais permitir essa complacência, especialmente agora que ambas as partes estão profundamente divididas sobre o papel dos Estados Unidos no mundo. A próxima eleição presidencial poderia facilmente colocar um democrata intervencionista contra um republicano isolacionista - ou exatamente o oposto.

À medida que 2016 se aproxima rapidamente, Bremmer pede a todos os americanos que pensem mais profundamente sobre que tipo de país a América deveria ser e como ela deveria usar seu status de superpotência. Ele explora três opções:

A América Independente afirma que é hora de os EUA declararem independência da responsabilidade de resolver os problemas de outras pessoas. Em vez disso, os americanos deveriam dar o exemplo - em parte, investindo no vasto potencial inexplorado do país.

A Moneyball America reconhece que Washington não pode enfrentar todos os desafios internacionais. Com uma avaliação clara das forças e limitações dos EUA, devemos olhar além das discussões vazias sobre o excepcionalismo e os valores americanos. As prioridades devem ser o foco nas oportunidades e defender os interesses dos EUA onde eles estão ameaçados.

América indispensável argumenta que somente os EUA podem defender os valores dos quais a estabilidade global depende cada vez mais. No mundo interdependente e hiperconectado de hoje, uma virada para dentro prejudicaria a segurança e a prosperidade da própria América. Nós nunca viveremos em um mundo estável, enquanto outros são negados suas liberdades mais básicas - da China à Rússia, ao Oriente Médio e além.

Existem argumentos sólidos a favor e contra cada uma dessas escolhas, mas devemos escolher. Washington não pode mais improvisar uma política externa sem um compromisso duradouro com uma estratégia coerente.

Como observa Bremmer, “quando comecei a escrever este livro, não sabia qual dessas três opções eu preferiria. É fácil ser influenciado por especialistas e políticos com uma história para vender ou com um machado. Minha tentativa de fazer o caso mais honesto e vigoroso que eu poderia fazer para cada um desses três argumentos me ajudou a entender o que acredito e por que acredito nisso. Eu espero que faça o mesmo por você. Eu não peço para você concordar comigo. Eu só peço que você escolha.

PARA LISTA DE OBRAS DE Ian Bremmer: