segunda-feira, 21 de maio de 2018

Teremos a Sabedoria de Ócio Criativo (De Masi = Misto Indivisível de (Diversão +Educação +Trabalho) para Toda a Humanidade? Ou, presos ao "Algoritmo Adão" ("Do suor do rosto o direito de viver"), continuaremos sacrificando boa parte do Potencial Afetivo e Criativo da Humanidade?

(Clique na imagem: ampliar)

De Masi: Ócio Criativo = Misto Indivisível de (Diversão + Educação + Trabalho) 

Entrevista com Domenico de Masi: o trabalho no Século XXI

BLOG - Branding, Consumo e Negócios - Marcos Bedendo e Fabricio Trevisan desvendam o mundo das grandes marcas

No último dia 18 de agosto tive a oportunidade de ter uma ótima conversa com Domenico de Masi, o sociólogo italiano que tem seu trabalho voltado para as mudanças nas relações sociais de nossa época, a qual ele denomina de “pós-industrialismo”. Domenico de Masi ficou conhecido no Brasil especialmente por seu livro “O ócio criativo”, mas é autor de outros já traduzidos para o português, nos quais retrata a sua perspectiva sobre as mudanças que a sociedade vem passando e as que ainda terá que passar para se adaptar a essa nova era. Alguns deles são: “Desenvolvimento Sem Trabalho”, “A Emoção e a Regra”, “O Futuro do Trabalho” e “O Futuro Chegou”.


O futuro das cafeterias: O Cafe X é um robô que pode fazer 120 xícaras de café por hora, desde os gelados até os expressos. O criador dele o fez após se cansar de esperar em filas. O robô é parte de um crescente boom de automação no setor de bebidas e comidas... #Robotics  https://youtu.be/FqOCq-zl3n4
  



Origem histórica do ócio - ppt
PRINCÍPIO BÁSICOS DO ÓCIO CRIATIVO

Slide 2: Origem histórica do ócio
Para Aristóteles o ócio era "uma condição ou estado - estado de estar livre da necessidade de trabalhar". 

O termo definia bem a sociedade grega da época, principalmente os atenienses, que se caracterizavam por dedicar seu tempo às idéias e ao espírito. 

Tudo isso tinha uma explicação bem plausível pois o mesmo só erapossível graças a uma sociedade baseada num sistema escravista.

Este conceito passou por mudanças após nova definição dada pelos Romanos que buscavam no ócio não um fim mas sim um meio de descanso entre suas diversas atividades de comércio exército e governo. 

http://slideplayer.com.br/amp/3147534/

"Pensões serão pagas pela geração de riqueza"

Para De Masi, até 2030 haverá 60% menos vagas e a Previdência deixará de ser sustentada pela taxação do trabalho

Cristiane Barbieri - Especial para o Estado
12 Dezembro 2017 | 05h00

“Quanto mais se aumentam os ganhos de produtividade com tecnologia, mais cresce a riqueza dos empreendedores. Oito pessoas têm metade da riqueza da humanidade. Isso não pode continuar ao infinito.
“Na sociedade industrial, foi dado ao trabalho uma importância que antes não havia e o ser humano foi tratado como máquina. Agora, O trabalho pode ser relegado a elas.
O trabalho é considerado elemento que liberta, como está escrito no campo de concentração de Dachau. Porém, o que liberta é o trabalho criativo. O do operário, do empregado, é escravo. Agora, esse tipo de trabalho pode ser relegado aos robôs, às máquinas e à inteligência artificial. 

Cada grego livre tinha oito escravos. Hoje, uma casa moderna, com suas lavadoras de roupa, de louça e outros equipamentos, tem o equivalente a 33 escravos. Já temos a possibilidade de viver como os gregos livres, se a riqueza fosse distribuída igualmente. 

No Brasil, o PIB per capita é de US$ 9 mil. Se cada brasileiro tivesse US$ 9 mil, o país seria feliz. Mas alguns têm riqueza de milhões de dólares e outros não tem nada. O problema moderno, atual, da sociedade ocidental, não é a produção da riqueza, mas sua distribuição. (...)

Como deverá ser o futuro do trabalho?
Minha pesquisa tem uma perspectiva que se reflete até 2030. 

Três fatores principais modificarão as condições do mercado de trabalho até lá: a tecnologia, a feminilização e a globalização.

Em 2030, as mulheres continuarão vivendo mais do que os homens e cerca de 60% dos estudantes universitários, dos formados e dos professores de mestrado, serão mulheres. Elas serão muito mais instruídas e se tornarão o centro do sistema social. 

A tecnologia também mudará o mundo do trabalho: a engenharia genética curará muitas doenças, a inteligência artificial substituirá parte do trabalho intelectual, a nanotecnologia permitirá que os objetos se relacionem entre si e conosco, as impressoras 3D possibilitarão construirmos em casa multi-objetos. 

Já os sistemas produtivos transformarão o mundo numa única ágora. Tele-aprenderemos, tele-trabalharemos, tele-amaremos e nos tele-divertiremos. Não haverá mais privacidade. Será impossível esquecer-se, perder-se, aborrecer-se e isolar-se. (...)

Com menos vagas e pessoas trabalhando, quem pagará pensões e aposentadorias?

Teremos mais riqueza. Hoje, quem trabalha paga pelo que recebem os pensionistas e aposentados. No futuro, como os trabalhadores serão sempre menos e a riqueza produzida será sempre maior, o recolhimento deverá ser feito sobre a base da riqueza e não dos trabalhadores. É uma revolução. Haverá menos trabalhadores, mas produzirão muito mais riqueza.

As empresas vão abrir mão de seus ganhos?

Atualmente, quanto mais se aumentam os ganhos de produtividade com a tecnologia, mais cresce a riqueza dos empreendedores. Isso não pode continuar ao infinito. Neste momento, está se criando uma divisão injusta na riqueza.  (...)

O trabalho continuará sendo o sentido da vida?

No plano histórico, isso mudou muito. Na época da Grécia e da Roma antiga, no Renascimento, o trabalho era uma atividade vergonhosa, só feito pelos escravos. As pessoas nobres, aristocráticas, livres, os instruídos, não trabalhavam. Se ocupavam da gestão das cidades, da guerra, da literatura, da filosofia. O trabalho, só faziam os escravos. 

Essa atividade se tornou importante na vida do homem, nos últimos 200 anos. Com a chegada da sociedade industrial, foi dado ao trabalho uma importância central, que antes não havia. Nesse período, o ser humano foi tratado como máquina. O trabalho é considerado elemento que liberta, como está escrito no campo de concentração de Dachau. Porém, o que liberta é o trabalho criativo. O do operário, do empregado, é escravo. Agora, esse tipo de trabalho pode ser relegado aos robôs, às máquinas e à inteligência artificial. 

Cada grego livre tinha oito escravos. Hoje, uma casa moderna, com suas lavadoras de roupa, de louça e outros equipamentos, tem o equivalente a 33 escravos. Já temos a possibilidade de viver como os gregos livres, se a riqueza fosse distribuída igualmente. 
No Brasil, o PIB per capita é de US$ 9 mil. Se cada brasileiro tivesse US$ 9 mil, o país seria feliz. Mas alguns têm riqueza de milhões de dólares e outros não tem nada. O problema moderno, atual, da sociedade ocidental, não é a produção da riqueza, mas sua distribuição. (...)



Desenvolvimento sem trabalho – Domenico de Masi – Editora Esfera / John Maynard Keynes: Perspectivas econômicas para os nossos netos


            De Masi é mais do que atual, polêmico ou instigante. É um otimista!

            Num momento em que o desemprego ronda a humanidade e todos se acham ameaçados por esse monstro, Domenico De Masi vê, por meio da lente da História, que o desemprego é a face visível de um fenômeno mais profundo : a libertação do trabalho.

            “O trabalho é, pela sua natureza, uma maldição bíblica. Desenvolve-se em lugares indecentemente feios, onde uma pessoa deve passar muito tempo, gastando muita energia, com rituais inúteis... Será que a mitologia do horário, do controle e da hierarquia é realmente produtiva?”(Domenico De Masi, em O Estado de S. Paulo, 30 de maio de 1999.)

            “Em 1857, isto é, há quase um século e meio, Marx tinha escrito : ‘É chegado o tempo em que os homens não mais farão o que as máquinas podem fazer’ e tinha concluído que o capitalismo, tendendo de forma inexorável para a abolição do trabalho, teria dessa forma provocado sua própria morte.” (Domenico De Masi)

            “Quando na fábrica totalmente robotizada da Benetton for possível produzir roupa sem que nenhuma hora de trabalho humano tenha participado no ciclo produtivo, então o sonho ancestral terá sido realizado, mesmo que, por ironia do destino, os homens experimentem-no não como a libertação do trabalho, mas como o pesadelo do desemprego.”(Domenico De Masi)

            Professor titular de Sociologia da Universidade la Sapienza de Roma, Domenico De Masi é presidente da Societá Italiana per il Telelavoro (SIT) e do Istituto Nazionale Architettura (IN/ARCH). É membro do comitê científico de diversas revistas italianas e diretor responsável da revista Next-Strumenti per l’innovazione. Atua como consultor organizacional, com serviços prestados à Fiat, IBM, Pirelli e Glaxo, entre outras empresas.

            Seu livro A Emoção e a Regra (Os Grupos Criativos na Europa de 1850 a 1950), onde o autor demonstra conclusões de estudo patrocinado pela IBM, sobre modelos de equipes criativas, encontra-se na 4a  edição, no Brasil.

Sua participação no programa Roda Viva (TV Cultura) em Janeiro/99, provocou tamanha repercussão, que foi novamente entrevistado em Junho/99. A fita do primeiro programa teve uma venda de 5.000 cópias, mantendo índices de venda regulares após 6 meses da apresentação. A do segundo programa já possuía fila de espera antes das cópias estarem disponíveis.

Também no programa Milênio da Globonews, sua participação teve grande impacto, levando a sua reapresentação três semanas após a primeira exibição.

Desenvolvimento Sem Trabalho (Português) Capa Comum – 1 jan 1999


Sumário

            Dez teses ......................................................................................   07

Livres e escravos na Grécia antiga ...........................................  13
Livres e escravos em Roma e na Itália ...................................... 19
Do baixo império à Idade Média: declina a
escravidão, nascem os servos da gleba ...................................  22
O papel da motivação ...............................................................  25
O progresso tecnológico na Idade Média e a
“síndrome de Vespasiano” ........................................................  30
A parasceve de Bacon ............................................................... 34
Da proto-industrialização à industrialização .............................. 36
Taylor e a eliminação do trabalho .............................................. 39
Trabalho pós-industrial e obstinação empresarial ..................... 45
Keynes: trabalhar tres horas por dia ......................................... 48
Adret: trabalhar duas horas por dia ..........................................  56
Desempregado será uma boa ................................................... 60
“Prosuming” e padronização ..................................................... 64
A “síndrome japonesa” ...............................................................66
“Workers of the word, be warned!” ............................................ 68
“Jobless prosperity” ....................................................................72
O masoquismo dos indefesos ....................................................75
O sadismo dos machistas ......................................................... 78
O americano, o japonês e o leão ...............................................84
Apêndice ................................................................................... 89

 

  “Se cada instrumento pudesse, a uma ordem

dada, trabalhar por si, se as lançadeiras tecessem
sozinhas, se o arco tocasse sozinho a cítara, os
empreendedores não iriam precisar de operários
e os patrões dispensariam os escravos
Aristóteles
“Acreditar que os trabalhadores substituídos pelas
máquinas encontrarão inevitavelmente trabalho
na construção dessas mesmas máquinas equivale
a acreditar que os cavalos substituídos pelos
veículos mecânicos poderiam ser utilizados nos
diferentes setores da indústria automobilística.”
Wassily Leontief
“A sociedade do desenvolvimento foi também
uma sociedade do trabalho. A vida dos homens
era construída em torno do trabalho[...]. Pode-se
até mesmo dizer que a figura do homem
trabalhador representou o ideal desta sociedade.
Resta-nos perguntar: o que irá acontecer quando
-          para citar Hannan Arendt -, à sociedade do
trabalho, o próprio trabalho vir a faltar?”

Ralf Dahrendorf

Como trabalhadores, como desempregados, ou como pais de desempregados, de uma maneira ou de outra, estamos “dentro” do problema da falta de trabalho. Que Deus tenha Max Weber na santa paz! Assim, não adianta pretendermos a capacidade de encarar o assunto de forma objetiva. Incapazes, então, de examiná-lo “do lado de fora”, nos resta apenas olhá-lo “demoradamente e de longe”, isto é, numa perspectiva histórica indispensável para entender as razões latentes do fenômeno e, ao mesmo tempo, propiciar ao raciocínio o impulso necessário para refletir sobre o futuro próximo. O máximo que podemos arriscar ao encarar o desemprego “demoradamente e de longe” é perceber fatos nada assustadores, ou melhor, experiências bem-sucedidas e, assim, nos tornarmos otimistas – pouco confiáveis, portanto, do ponto de vista científico – aos olhos de quem considera sérios somente os diagnósticos desoladores e eficazes apenas as terapias dolorosas. Contudo o único risco que se pode correr é o de caminhar do lado ensolarado da rua.
                                              
                                                                       Domenico De Masi.

Apêndice (Trechos)

Perspectivas econômicas para os nossos netos

Por John Maynard Keynes
(Conferência proferida em Madri, em junho de 1930)

Principais trechos disponíveis aqui:

Desenvolvimento sem trabalho – Domenico de Masi – Editora Esfera / John Maynard Keynes: Perspectivas econômicas para os nossos netos




PARA SABER MAIS:

Produtividade- Para o Que ou Quem?




domingo, 18 de janeiro de 2015
DE MASI, Domenico. Desenvolvimento sem trabalho - Resumo
--- "Se cada instrumento pudesse, a uma ordem dada, trabalhar por si, se as lançadeiras tecessem sozinhas, se o arco tocasse sozinho a cítara, os empreendedores não iriam precisar de operários e os patrões dispensariam os escravos." - Aristóteles
--- "Acreditar que os trabalhadores substituídos pelas máquinas encontrarão inevitavelmente trabalho na construção dessas mesmas máquinas equivale a acreditar que os cavalos substituídos pelos veículos mecânicos poderiam ser utilizados nos diferentes setores da indústria automobilística." - Wassily Leontief.
--- "A sociedade do desenvolvimento foi também uma sociedade do trabalho. A vida dos homens era construída em torno do trabalho(...). Pode-se até mesmo dizer que a figura do homem trabalhador representou o ideal desta sociedade. Resta-nos perguntar: o que irá acontecer quando - para citar Hannah Arendt -, à sociedade do trabalho, o próprio trabalho vir a faltar?" - Ralf Dahrendorf.

LEIA AQUI:



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
[SINAPSES] Mudaremos forma de DISTRIBUIR RIQUEZA QUE NOSSA INTELIGÊNCIA GEROU << ou >> REPRISAREMOS (CRISES CAPITALISMO=EXCESSO PRODUÇÃO) velha fórmula: “DESTRUIR EXCESSO CAPACIDADE PRODUTIVA” para manter OS MERCADOS FUNCIONANDO ??




quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
3/12/1998 Sociológico italiano, Domenico De Masi defende uma nova sociologia do trabalho, baseada na criatividade e no que ele classificou como ócio criativo
Domenico de Mais no Roda Viva – TV Cultura - 3/12/1998 
Sociológico italiano, Domenico De Masi defende uma nova sociologia do trabalho, baseada na criatividade e no que ele classificou como ócio criativo



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
4/1/1999 - Roda Viva - Domenico De Masi fala de suas pesquisas, da realização trazida pelo trabalho e da necessidade do tempo livre, que traz benefícios para a saúde física e mental



VER TAMBÉM:

sábado, 19 de maio de 2018

DENÚNCIAS e PROPOSTAS - Congregações do Vaticano (Doutrina para a Fé e do Desenvolvimento Humano Integral) denunciam financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional (Capitalismo Parasitário (Bauman) / Minotauro Global (Varoufakis))


sábado, 19 de maio de 2018

DENÚNCIAS e PROPOSTAS - Congregações do Vaticano (Doutrina para a Fé e do Desenvolvimento Humano Integral) denunciam financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional (Capitalismo Parasitário (Bauman) / Minotauro Global (Varoufakis))

(Clique na imagem: ampliar)

#Vaticano Censurado na Mídia?! (Vamos 'viralizar' ('Davi x Golias')?)
Duarte Rosa Filho compartilhou um link.
· Facebook (18/05/2018)

"Até agora, 21 horas, nenhum telejornal tratou das críticas da Igreja, apoiadas pelo Papa Francisco, contra o financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional, enquanto dão destaque à renúncia coletiva dos bispos do Chile. Por que?" 

TRECHOS DA PUBLICAÇÃO DO LINK (ihu-unisinos):

*** Não ao offshore. Papa Francisco contra o sistema mundial offshore e as assimetrias que beneficiam poucos e descartam a maioria ***

É o que se chamaria de um documento ‘maior’ vaticano, preparado pelas duas mais importantes Congregações do Vaticano, a da Doutrina para a  Fé e a do Desenvolvimento Humano Integral, sobre a economia e os mercados financeiros.(...)

O título é em latim ("Oeconomicae et pecuniariae questione"), mas o conteúdo é extremamente atual. Trata das necessárias correções para os mercados financeiros e para as dinâmicas da economia globalizada que colocaram em destaque, já a partir de 2007, uma fragilidade intrínseca e até mesmo disfuncional do ponto de vista estritamente econômico, pelas quais se criam assimetrias que beneficiam poucos cada vez mais ricos e descartam a maioria da população mundial. Com a criação de um mecanismo de crises recorrentes e cada vez mais devastadoras.

O dedo aponta especialmente contra o sistema global offshore que é a alavanca desse sistema econômico-financeiro doente, ao qual são dedicados três capítulos do documento. Depois, há um apelo às Business Schools das mais prestigiadas universidades onde se formam os operadores que são chamados a participar do sistema, pedindo que seja parte do currículo também a formação ética dos estudantes, ao passo que agora toda instância ética é, de fato, percebida como extrínseca e contraposta à ação empreendedora.

Existem três peculiaridades do Documento dos dois dicastérios vaticanos. (...)


Oeconomicae et pecuniariae quaestiones
Considerações para um discernimento ético
sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro

I. Introdução
1. As temáticas econômicas e financeiras, nunca como hoje, atraem a nossa atenção, pelo motivo da crescente influência exercitada pelo mercado em relação ao bem-estar material de boa parte da humanidade. Isto requer, de uma parte, uma adequada regulação de suas dinâmicas, e de outra, uma clara fundamentação ética, que assegure ao bem-estar conseguido uma qualidade humana das relações que os mecanismos econômicos, sozinhos, não podem produzir. Semelhante fundamentação ética é hoje pedida por muitos, especialmente por aqueles que operam no sistema econômico-financeiro. Especificamente neste âmbito, se torna evidente a necessária harmonia entre o saber técnico e a sabedoria humana, sem a qual todo o agir humano termina por deteriorar-se. Ao contrário, só com esta harmonia, pode-se progredir numa via de um bem-estar para o homem que seja real e integral.

2. A promoção integral de cada pessoa, de cada comunidade humana e de todos os homens, é o horizonte último daquele bem comum que a Igreja si propõe de realizar como «sacramento universal de salvação»[1]. Nesta integralidade do bem, cuja origem e cumprimento últimos estão em Deus, e que plenamente revelou-se em Jesus Cristo, recapitulador de todas as coisas (cf. Ef 1, 10), consiste o objetivo último de cada atividade eclesial. Tal bem floresce como antecipação do reino de Deus que a Igreja é chamada a anunciar e a instaurar em cada âmbito da iniciativa humana[2]; e é fruto peculiar daquela caridade que, como via mestra da ação eclesial, é chamada a exprimir-se também no amor social, civil e político. Este amor manifesta-se «em todas as ações que procuram construir um mundo melhor. O amor à sociedade e o compromisso pelo bem comum são uma forma eminente de caridade, que toca não só as relações entre os indivíduos, mas também “as macrorrelações como relações sociais, econômicos, políticos”. Por isso, a Igreja propôs ao mundo o ideal duma “civilização do amor”»[3]. O amor ao bem integral, inseparavelmente do amor pela verdade, é a chave de um autêntico desenvolvimento.

3. Busca-se isto na certeza que em todas as culturas existem multíplices convergências éticas, expressão de uma comum sabedoria moral[4], em cuja ordem objetiva funda-se a dignidade da pessoa. Sobre a sólida e indisponível raíz de tal ordem, que delineia claros princípios comuns, baseiam-se os fundamentais direitos e deveres do homem; sem os quais o arbítrio e o abuso do mais forte acabam por dominar na realidade humana. Esta ordem ética, enraizada na sabedoria de Deus Criador, é, portanto, o indispensável fundamento para edificar uma digna comunidade humana regulada por leis baseadas numa justiça verdadeira. Isto vale mais ainda ao constatar que os homens, mesmo aspirando com todo coração ao bem e a verdade, frequentemente sucumbem a interesses de parte, a abusos e a práticas iníquas, fontes de graves sofrimentos para todo o gênero humano e especialmente para os indefesos e os mais fracos.

Exatamente para libertar cada âmbito do agir humano daquela desordem moral que frequentemente o aflige, a Igreja reconhece entre as suas atividades primárias também aquela de recordar a todos, com humilde certeza, alguns claros princípios éticos. É a razão humana mesma, cuja índole caracteriza indelevelmente cada pessoa, que exige um iluminante discernimento a este respeito. Continuamente, de fato, a racionalidade humana busca na verdade e na justiça aquele sólido fundamento sobre o qual apoiar o seu agir, intuindo que sem este, comprometeria a orientação mesma do agir[5].

4. Tal reta orientação da razão não pode portanto faltar em cada setor do agir humano. Isto significa que nenhum espaço no qual o homem age pode legitimamente pretender de ser estranho, ou de permanecer impermeável, a uma ética fundada na liberdade, na verdade, na justiça e na solidariedade[6]. Isto vale também para aqueles âmbitos nos quais vigoram as leis da política e da economia: «pensando no bem comum, hoje precisamos imperiosamente que a política e a economia, em diálogo, se coloquem decididamente ao serviço da vida, especialmente da vida humana»[7].

Cada atividade humana, de fato, é chamada a produzir fruto dispondo, com generosidade e equidade, daqueles dons que Deus coloca originariamente a disposição de todos e desenvolvendo com viva confiança aquelas sementes do bem inscritas, como promessa de fecundidade, na Criação inteira. Tal chamado constitui um convite permanente para a liberdade humana, mesmo se o pecado insidia sempre este originário projeto divino.

Por este motivo, Deus vem ao encontro do homem em Jesus Cristo. Ele, envolvendo-nos no evento admirável da sua Ressurreição, «não redime somente a pessoa individual, mas também as relações sociais»[8] e age por uma nova ordem de relações sociais, fundadas na Verdade e no Amor, que seja fermento fecundo de transformação da história. Em tal modo, ele antecipa no curso do tempo o Reino dos Céus que ele veio para anunciar e inaugurar com a sua pessoa.

5. Mesmo que o bem-estar econômico global tenha certamente crescido ao longo da segunda metade do século XX, com uma medida e uma rapidez nunca experimentada antes, ocorre porém constatar que ao mesmo tempo aumentaram as desigualdades entre os vários Países e ao interno dos mesmos[9]. Além disto continua a ser ingente o número de pessoas que vivem em condições de extrema pobreza.
A recente crise financeira poderia ter sido uma ocasião para desenvolver uma nova economia mais atenta aos princípios éticos e para uma nova regulamentação da atividade financeira, neutralizando os aspectos predatórios e especulativos, e valorizando o serviço à economia real. Embora muitos esforços positivos tenham sido realizados em vários níveis, sendo os mesmos reconhecidos e apreciados, não consta porém uma reação que tenha levado a repensar aqueles critérios obsoletos que continuam a governar o mundo[10]. Antes, parece às vezes retornar ao auge um egoísmo míope e limitado a curto prazo que, prescindindo do bem comum, exclui do seus horizontes a preocupação não só de criar, mas também de distribuir a riqueza e de eliminar as desigualdades, hoje tão evidentes.

6. Está em jogo o autêntico bem-estar da maior parte dos homens e das mulheres do nosso planeta, os quais correm o risco de serem confinados de maneira crescente sempre mais às margens, se não de serem «excluídos e descartados»[11] do progresso e do bem-estar real, enquanto algumas minorias desfrutam e reservam somente para si ingentes recursos e riquezas, indiferentes à condição dos demais. É por isto che chegou a hora de dar continuidade a uma retomada daquilo que é autenticamente humano, de alargar os horizontes da mente e do coração, para reconhecer com lealdade aquilo que provêm das exigências da verdade e do bem, sem a qual cada sistema social, político e econômico está destinado no longo prazo a falir e a implodir. É muito claro que em último termo o egoísmo não paga, mas bem faz pagar a todos um preço muito alto; por isto, se queremos o bem real para os homens, «o dinheiro deve servir e não governar!»[12].

A este respeito, é verdade que compete em primeiro lugar aos operadores competentes e responsáveis elaborar novas formas de economia e finanças, cujas práticas e regras estejam voltadas ao progresso do bem comum e sejam respeitosas da dignidade humana, no seguro sulco oferecido pelo ensinamento social da Igreja. Com este documento, todavia, a Congregação para a Doutrina da Fé, cuja competência estende-se também às questões de natureza moral, em colaboração com o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, pretende oferecer algumas considerações de fundo e pontualizações a favor daquele progresso e em defesa daquela dignidade[13]. Em particular, é sentida a necessidade de realizar uma reflexão ética sobre alguns aspectos da intermediação financeira, cujo funcionamento, quando foi desvinculado de adequados fundamentos antropológicos e morais, não só produziu evidentes abusos e injustiças, mas também revelou-se capaz de criar crises sistêmicas e de alcance mundial. Trata-se de um discernimento oferecido a todos os homens e mulheres de boa vontade.

II. Considerações elementares de fundo

http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2018/05/17/0360/00773.html#portoghese


(0':51") Impostos => Bancos: Você Financia a Divida... Ladislau Dowbor, professor de Economia PUC-São Paulo, revela o mecanismo que entrega parte do dinheiro dos impostos do povo para os bancos em “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler. Estreia 31 de maio nos cinemas.






(Yanis Varoufakis)-“O Minotauro Global”  x (Clepto-pluto-corporato-cracia)-"O deficit fiscal virou boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta."

Deputados da base do governo Temer comemoram a aprovação da PEC do Teto de Gastos

Mal rompe a manhã e os tenores da gerontocracia brasiliense gorjeiam a guarânia que o Brasil é uma família, deve gastar só o que ganhou. A charanga do eixo Leblon-Faria Lima repica então que é preciso pôr a casa em ordem. Apertemos o cinto, entoam todos, tenebrosos, todo santo dia.

Como o país não é apê nas Perdizes, a sua economia não tem nada a ver com a da padoca na esquina, e os brasileiros não são a Fat Family, o discurso da austeridade é infantilizador e caipira. O deficit fiscal virou boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta.

Contra a mistificação ideológica há agora a imaginação mitológica de “O Minotauro Global” (Autonomia Literária, 300 pg), livro no qual o touro fabuloso do rei Minos enfrenta o boi que entorpece o pensamento.

Seu autor, Yanis Varoufakis, analisa a austeridade na teoria e na prática. Porque tem formação (doutorou-se em economia e matemática e foi professor em Cambridge), militância (começou na social-democracia e elegeu-se deputado pelo Syriza) e experiência (foi ministro das Finanças da Grécia).

Para chegar à austeridade, ele parte da hecatombe de 1929. A seu ver, a grande crise não foi dirimida pelo incremento de obras públicas – o New Deal, nos EUA – e sim pela militarização geral da economia, bem como pela imensa destruição de forças produtivas na 2ª Guerra.

Ao final do conflito, Keynes propôs na conferência de Bretton Woods a criação de uma moeda internacional para transações financeiras. Foi vencido pelos vencedores da guerra, e o dólar virou a moeda mundial, lastreada pelo ouro. Em 1971, Nixon acabou com a referência ao ouro.

Surgiu então, sob a égide do dólar solto e do domínio americano, o Minotauro. A besta-fera combina num corpo dois déficits, o comercial e o fiscal. Comercial porque os EUA terceirizaram parte da produção. E fiscal porque o seu orçamento esteve aquém do orçamento do Estado.

A explicação para o monstrengo está numa rua, Wall Street. Porque, por mais terras que percorra, o capital vai sempre aonde rende mais. E Wall Street criou miríade de produtos financeiros – resseguros, hedges, hipotecas subprime, alavancagens várias.

Em 2008, esse edifício de dinheiro fictício revelou o seu âmago: papel. Varoufakis mostra que a explosão não se deu porque Wall Street estava desregulada, ou tivesse sido tomada pela ganância. Estourou porque o Minotauro da economia global funciona assim.

A conta foi encaminhada aos mais fracos –aos países da periferia europeia, que tomaram emprestado dos bancos; aos governos que cevaram déficits para preservar os ganhos dos donos da dívida pública. Austeridade neles.

O Minotauro significou, aqui, as décadas perdidas da crise da dívida e da hiperinflação. O monstro segue no seu labirinto, impondo sacrifícios e disseminando a crença infantil de que o déficit será contido com decreto.

Varoufakis perdeu a parada para a União Europeia. O Syriza capitulou e ele se demitiu do ministério. Participa agora de coalizão da nova esquerda europeia, que faz propostas para tirar o Velho Mundo do buraco.

É difícil que a esquerda latino-americana faça algo assim? Que ela se articule e elabore uma opção para o continente? É complicadíssimo. Mas a alternativa é crer nas cantigas de ninar dos austerocratas. Ou esperar um Teseu que, demagogo e oportunista, prometa matar o Minotauro em 2018.






Capitalismo Parasitário - transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DEVEDORES

Atual "contração do crédito" não é resultado do insucesso dos bancos. Ao contrário, é fruto, plenamente previsível, embora não previsto, de seu extraordinário sucesso. Sucesso ao transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DE DEVEDORES - Zigmund Bauman

Marcadores: Bauman_Zigmund, Capitalismo_Parasitário, Estado, Mercado, Raça_Devedores




Buffet e Gates x CriptoMoedas - "Armas de Destruição em Massa de Confiabilidade" contra CriptoMoedas: Donos do Poder assustados?


http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2018/05/buffet-e-gates-x-criptomoedas-armas-de.html



Dinheiro- o 'Sistema Circulatório da Economia de Mercado'. QUE ESTÁ COM 'GANGRENA'.
--- " Não há falta de comida no mundo. 
--- O que ocorre é que um grande número de seres humanos NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR COMIDA! " (não têm como ser atendidos pelo atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços - o Sistema de Mercado)

Algumas das propostas, em estudo e / ou pilotos de implantação, para superar as limitações do atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços (Sistema de Mercado):

LEIA MAIS:


SAIBA MAIS SOBRE - Algumas das propostas, em estudo e / ou pilotos de implantação, para superar as limitações do atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços (Sistema de Mercado):



Ver publicações deste blog, sob os MARCADORES:  Marcadores: Abundância  CleanDisruption   Estilo_Vida                                                                                                                          Movimento_Zeitgeist  NovoMovimentoDireitosHumanos

Denúncias

Ver ainda publicações deste blog, sob os MARCADORES:


Algumas imagens destas e da página Internetocracia Brasil (Facebook):























sexta-feira, 18 de maio de 2018

#Baterias #Solar #WEB #Energética - Novidades da semana [20180518]

(Clique na imagem: ampliar)

Um relatório apoiado pela Organização das Nações Unidas e lançado no último dia 5 apontou que a capacidade de geração de energia renovável global, como a energia eólica, energia solar e hidrelétrica, teve um crescimento duas vezes mais expressivo do que dos combustíveis fósseis no último ano. Uma grande parte disso se deve aos projetos de expansão da energia solar na China, no lugar de investimentos nos tradicionais combustíveis fósseis, responsáveis pela poluição do ar que causa mudanças climáticas. No âmbito global, os investimentos em energias renováveis cresceram em 2% com relação ao ano anterior, atingindo um total de US$ 279,8 bilhões em 2017. Segundo o levantamento realizado pela Frankfurt School-UNEP Collaborating Centre em parceria com a Bloomberg New Energy Finance, a expansão da energia renovável, o que inclui as usinas eólicas, movidas a biocombustíveis e geração de energia geotérmica, ultrapassou os 70 gigawatts em capacidade líquida adicionada em novos empreendimentos com combustíveis fósseis em 2017.


Europa Baterias ('HD WEB Energética')
"A Varta Storage e a E-One Moli Energy querem cooperar no desenvolvimento de baterias de íons de lítio de alto desempenho para o mercado europeu. 

O motivo é a crescente demanda por células de íon de lítio, disseram as companhias na quinta-feira. A capacidade de trabalhar com o Moli na Europa se encaixa perfeitamente com os aplicativos que o Varta Storage oferece. 

As novas baterias de alto desempenho são usadas principalmente em aplicações domésticas e de jardinagem sem fio, disse Gordon Clements, gerente geral de Energia e Energia da Varta Storage.

O parceiro canadense planeja 'aumentar significativamente' sua capacidade de produção nos próximos dois anos. A Varta Storage é um parceiro fundamental para o mercado europeu. 
Ambos os lados poderiam se beneficiar das células da próxima geração. A Varta Storage e a Moli perseguiram o objetivo comum de levar as baterias de íons de lítio mais potentes ao mercado o mais rápido possível."  

- Tradução: Arnaldo M. Botteon  (Linkedin)   



Europa + 2,5GW Solar SEM subsidio!!
"Mais de 2,5 GW de energia solar livre de subsidio na Europa
Publicado em 18 de mai de 2018

A energia solar livre de subsídios está decolando nos mercados europeus, onde o sistema fotovoltaico agora pode produzir eletricidade a um custo que supera outras fontes de geração, disse Jason Deign, da Solarplaza.

O progresso da PV em direção à paridade de mercado no sul da Europa levou a uma explosão nos projetos livres de subsídios nos últimos meses. A pesquisa da Solarplaza indica que mais de 2,5 GW de capacidade livre de subsídios foram anunciados nos últimos seis meses em Portugal, Espanha , Itália e França." 

- Tradução de Arnaldo M. Boteon (Linkedin)



#Solar + #MercadoLivre: #NovasOpções 
O recente leilão anunciado pela Companhia de Energia de Minas Gerais S.A. (CEMIG) abriu novas perspectivas para a energia fotovoltaica em grande escala no Brasil: a contratação de projetos através do mercado livre de energia.

Os grandes projetos fotovoltaicos, vinham sendo contratados fundamentalmente através dos leilões centralizados da ANEEL, atendendo o mercado regulado de energia que continuará sendo fundamental para o desenvolvimento da cadeia fotovoltaica brasileira.

A energia solar entrou no radar dos consumidores livres a medida que a setor fotovoltaico vem amadurecendo e ganhando eficiência, criando condições para preços bastante competitivos conforme verificados nos últimos leilões da fonte. (...)   



#Minas: #Solar + #Baterias  
Minas ganha usina pioneira que armazena energia solar

(...) A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) inaugura a primeira minigeração conectada à rede no país com potencial para fornecer aproximadamente 480kWh/ano. A novidade principal do projeto – que conta com parceria da Alsol Energias Renováveis, do Grupo Algar, na execução –, é o armazenamento da energia captada ao longo do dia para ser devolvida à rede no período noturno coincidindo com o horário de maior demanda. (...)  



#TataPower #240%aumento #Lucro #EnergiasRenováveis
"Tata Power, 'maior empresa de energia integrada', da Índia, relatou um enorme aumento (240%) no lucro de seus negócios de energia renovável durante o ano fiscal que terminou em março de 2018.

Curiosamente, a empresa também relatou sua maior perda da Coastal Gujarat Power Limited, a maior usina de carvão da Índia. As perdas na usina aumentaram no último ano fiscal devido ao aumento de 25% nos preços do carvão, informou a empresa em um comunicado à imprensa.

Em termos de capacidade instalada, a energia renovável tem uma participação de 29% na Tata Power. Embora em termos de capacidade, a participação pode ser alta, em termos de geração, a Tata Power precisa fazer muito para aumentar a participação da energia renovável. A empresa espera ter uma participação de 'fontes de energia verde e limpa' na geração de 40-50% até 2025."...
Arnaldo M. Botteon (Linkedin)


Artigo, em inglês:



#250megawatts (MW) #solar  #microgeração  #minigeração #distribuída
BRASIL TEM MARCA HISTÓRICA COM MICRO E MINI GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR
"O Brasil acaba de atingir a marca histórica de 250 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural."

Saiba mais:


#Solar #Brasil +100%a.a. #desde2013!!!
Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica - ABSOLAR
11.997 seguidores
Rodrigo Sauaia e Ronaldo Koloszuk: Solar fotovoltaica: a fonte renovável do século XXI
"Poucos setores no Brasil cresceram de forma tão robusta nos últimos 3 anos, período em que o País atravessou uma de suas piores crises econômicas, como o solar fotovoltaico. O setor destacou-se em comparação com a economia nacional, crescendo a taxas de mais de 100% por ano [1], desde 2013. E a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) se orgulha de desempenhar papel relevante nesta trajetória."

Saiba mais: 

[1] Lei de Moore (informática): 
A lei de Moore surgiu em 1965 através de um conceito estabelecido por Gordon Earl Moore. Tal lei dizia que o poder de processamento dos computadores (entenda computadores como a informática geral, não os computadores domésticos) dobraria a cada 18 meses.

É a base do conceito de Desenvolvimento Exponencial de Tecnologias (Disrupção / Transformação Digital).

Moore= dobrar a cada ano e meio
Solar Brasil = dobrando a cada ano!!!!


ROBÔ PARA A LIMPEZA DE PAINÉIS SOLARES FOTOVOLTAICOS SEM ÁGUA. Monitorados remotamente...

Esses robôs automatizados podem limpar as fazendas solares sem usar água. O Ecoppia E4 tem um sistema automatizado que significa que é completamente auto-sustentável mesmo em dias nublados. O sistema sem água também é benéfico para fazendas solares que estão localizadas em climas áridos, onde a energia solar seria mais benéfica.

[com baterias = operar à noite, sem interferir produção energia] 


Ecoppia promove solução na limpeza de poeira de painéis solares, removida durante a noite, sem a intervenção humana e sem gastar uma gota de água sequer.

Um dos melhores aspectos de um local quente e desértico, como em Israel, é um sol que brilha durante 300 dias do ano. Essa é a condição perfeita para as usinas de energia solar, mas com uma desvantagem – a poeira.

As tempestades de areia lançam partículas nos painéis solares fotovoltaicos, causando a queda de sua eficiência ao longo do tempo. Até 40 por cento da energia pode ser perdida por causa da poeira. Painéis com menor eficiência resultam em uma menor quantidade de energia retornando à rede e, assim, em menos dinheiro no bolso dos acionistas e dos investidores.

Mas Israel possui uma solução que pode substituir um trabalho árduo e sujo.

No ano anterior, um grupo de investidores que lucraram a partir de empreendimentos em biotecnologia aproveitou o conhecimento adquirido para entrar em um novo negócio: robôs limpadores de painéis solares. A empresa Ecoppia está operando desde o último mês de março, trabalhando na limpeza de 18.200 painéis da Usina Solar Kentura Sun, de 4.95 megawatts de potência, próxima ao extremo sul de Israel.

Esse é o limite mais baixo da quantidade de painéis solares que os robôs da Ecoppia podem limpar diariamente, diz o Diretor Executivo Eran Meller.

Retirando a poeira sem água
(...)

Futuro Solar c/Estilo...
Inspirado nos girassóis: painéis solares inteligentes

Já imaginou produzir energia sem esforço em seu próprio jardim? A empresa austríaca smartflower tornou essa questão muito mais fácil e prática criando uma sistema completo e autônomo de geração e armazenamento de energia solar. Por possuir bateria integrada, o smartflower POP+, fornece energia limpa mesmo em dias nublados, suprindo o consumo de eletricidade de um lar inteiro. O primeiro diferencial do equipamento smartflower POP+, é que ele acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40% a mais que um sistema solar estático. Quando o sol se põe, a usina de energia solar automaticamente dobra-se para a posição segura.






VER TAMBÉM:  



SAIBA MAIS:  

Assim como estabelecemos a WEB de Dados estamos estabelecendo a "WEB da Energia"?