sábado, 19 de maio de 2018

DENÚNCIAS e PROPOSTAS - Congregações do Vaticano (Doutrina para a Fé e do Desenvolvimento Humano Integral) denunciam financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional (Capitalismo Parasitário (Bauman) / Minotauro Global (Varoufakis))

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#Vaticano Censurado na Mídia?! (Vamos 'viralizar' ('Davi x Golias')?)
Duarte Rosa Filho compartilhou um link.
· Facebook (18/05/2018)

"Até agora, 21 horas, nenhum telejornal tratou das críticas da Igreja, apoiadas pelo Papa Francisco, contra o financismo da 'clepto-pluto-corporato-cracia' internacional, enquanto dão destaque à renúncia coletiva dos bispos do Chile. Por que?" 

TRECHOS DA PUBLICAÇÃO DO LINK (ihu-unisinos):

*** Não ao offshore. Papa Francisco contra o sistema mundial offshore e as assimetrias que beneficiam poucos e descartam a maioria ***

É o que se chamaria de um documento ‘maior’ vaticano, preparado pelas duas mais importantes Congregações do Vaticano, a da Doutrina para a  Fé e a do Desenvolvimento Humano Integral, sobre a economia e os mercados financeiros.(...)

O título é em latim ("Oeconomicae et pecuniariae questione"), mas o conteúdo é extremamente atual. Trata das necessárias correções para os mercados financeiros e para as dinâmicas da economia globalizada que colocaram em destaque, já a partir de 2007, uma fragilidade intrínseca e até mesmo disfuncional do ponto de vista estritamente econômico, pelas quais se criam assimetrias que beneficiam poucos cada vez mais ricos e descartam a maioria da população mundial. Com a criação de um mecanismo de crises recorrentes e cada vez mais devastadoras.

O dedo aponta especialmente contra o sistema global offshore que é a alavanca desse sistema econômico-financeiro doente, ao qual são dedicados três capítulos do documento. Depois, há um apelo às Business Schools das mais prestigiadas universidades onde se formam os operadores que são chamados a participar do sistema, pedindo que seja parte do currículo também a formação ética dos estudantes, ao passo que agora toda instância ética é, de fato, percebida como extrínseca e contraposta à ação empreendedora.

Existem três peculiaridades do Documento dos dois dicastérios vaticanos. (...)


Oeconomicae et pecuniariae quaestiones
Considerações para um discernimento ético
sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro

I. Introdução
1. As temáticas econômicas e financeiras, nunca como hoje, atraem a nossa atenção, pelo motivo da crescente influência exercitada pelo mercado em relação ao bem-estar material de boa parte da humanidade. Isto requer, de uma parte, uma adequada regulação de suas dinâmicas, e de outra, uma clara fundamentação ética, que assegure ao bem-estar conseguido uma qualidade humana das relações que os mecanismos econômicos, sozinhos, não podem produzir. Semelhante fundamentação ética é hoje pedida por muitos, especialmente por aqueles que operam no sistema econômico-financeiro. Especificamente neste âmbito, se torna evidente a necessária harmonia entre o saber técnico e a sabedoria humana, sem a qual todo o agir humano termina por deteriorar-se. Ao contrário, só com esta harmonia, pode-se progredir numa via de um bem-estar para o homem que seja real e integral.

2. A promoção integral de cada pessoa, de cada comunidade humana e de todos os homens, é o horizonte último daquele bem comum que a Igreja si propõe de realizar como «sacramento universal de salvação»[1]. Nesta integralidade do bem, cuja origem e cumprimento últimos estão em Deus, e que plenamente revelou-se em Jesus Cristo, recapitulador de todas as coisas (cf. Ef 1, 10), consiste o objetivo último de cada atividade eclesial. Tal bem floresce como antecipação do reino de Deus que a Igreja é chamada a anunciar e a instaurar em cada âmbito da iniciativa humana[2]; e é fruto peculiar daquela caridade que, como via mestra da ação eclesial, é chamada a exprimir-se também no amor social, civil e político. Este amor manifesta-se «em todas as ações que procuram construir um mundo melhor. O amor à sociedade e o compromisso pelo bem comum são uma forma eminente de caridade, que toca não só as relações entre os indivíduos, mas também “as macrorrelações como relações sociais, econômicos, políticos”. Por isso, a Igreja propôs ao mundo o ideal duma “civilização do amor”»[3]. O amor ao bem integral, inseparavelmente do amor pela verdade, é a chave de um autêntico desenvolvimento.

3. Busca-se isto na certeza que em todas as culturas existem multíplices convergências éticas, expressão de uma comum sabedoria moral[4], em cuja ordem objetiva funda-se a dignidade da pessoa. Sobre a sólida e indisponível raíz de tal ordem, que delineia claros princípios comuns, baseiam-se os fundamentais direitos e deveres do homem; sem os quais o arbítrio e o abuso do mais forte acabam por dominar na realidade humana. Esta ordem ética, enraizada na sabedoria de Deus Criador, é, portanto, o indispensável fundamento para edificar uma digna comunidade humana regulada por leis baseadas numa justiça verdadeira. Isto vale mais ainda ao constatar que os homens, mesmo aspirando com todo coração ao bem e a verdade, frequentemente sucumbem a interesses de parte, a abusos e a práticas iníquas, fontes de graves sofrimentos para todo o gênero humano e especialmente para os indefesos e os mais fracos.

Exatamente para libertar cada âmbito do agir humano daquela desordem moral que frequentemente o aflige, a Igreja reconhece entre as suas atividades primárias também aquela de recordar a todos, com humilde certeza, alguns claros princípios éticos. É a razão humana mesma, cuja índole caracteriza indelevelmente cada pessoa, que exige um iluminante discernimento a este respeito. Continuamente, de fato, a racionalidade humana busca na verdade e na justiça aquele sólido fundamento sobre o qual apoiar o seu agir, intuindo que sem este, comprometeria a orientação mesma do agir[5].

4. Tal reta orientação da razão não pode portanto faltar em cada setor do agir humano. Isto significa que nenhum espaço no qual o homem age pode legitimamente pretender de ser estranho, ou de permanecer impermeável, a uma ética fundada na liberdade, na verdade, na justiça e na solidariedade[6]. Isto vale também para aqueles âmbitos nos quais vigoram as leis da política e da economia: «pensando no bem comum, hoje precisamos imperiosamente que a política e a economia, em diálogo, se coloquem decididamente ao serviço da vida, especialmente da vida humana»[7].

Cada atividade humana, de fato, é chamada a produzir fruto dispondo, com generosidade e equidade, daqueles dons que Deus coloca originariamente a disposição de todos e desenvolvendo com viva confiança aquelas sementes do bem inscritas, como promessa de fecundidade, na Criação inteira. Tal chamado constitui um convite permanente para a liberdade humana, mesmo se o pecado insidia sempre este originário projeto divino.

Por este motivo, Deus vem ao encontro do homem em Jesus Cristo. Ele, envolvendo-nos no evento admirável da sua Ressurreição, «não redime somente a pessoa individual, mas também as relações sociais»[8] e age por uma nova ordem de relações sociais, fundadas na Verdade e no Amor, que seja fermento fecundo de transformação da história. Em tal modo, ele antecipa no curso do tempo o Reino dos Céus que ele veio para anunciar e inaugurar com a sua pessoa.

5. Mesmo que o bem-estar econômico global tenha certamente crescido ao longo da segunda metade do século XX, com uma medida e uma rapidez nunca experimentada antes, ocorre porém constatar que ao mesmo tempo aumentaram as desigualdades entre os vários Países e ao interno dos mesmos[9]. Além disto continua a ser ingente o número de pessoas que vivem em condições de extrema pobreza.
A recente crise financeira poderia ter sido uma ocasião para desenvolver uma nova economia mais atenta aos princípios éticos e para uma nova regulamentação da atividade financeira, neutralizando os aspectos predatórios e especulativos, e valorizando o serviço à economia real. Embora muitos esforços positivos tenham sido realizados em vários níveis, sendo os mesmos reconhecidos e apreciados, não consta porém uma reação que tenha levado a repensar aqueles critérios obsoletos que continuam a governar o mundo[10]. Antes, parece às vezes retornar ao auge um egoísmo míope e limitado a curto prazo que, prescindindo do bem comum, exclui do seus horizontes a preocupação não só de criar, mas também de distribuir a riqueza e de eliminar as desigualdades, hoje tão evidentes.

6. Está em jogo o autêntico bem-estar da maior parte dos homens e das mulheres do nosso planeta, os quais correm o risco de serem confinados de maneira crescente sempre mais às margens, se não de serem «excluídos e descartados»[11] do progresso e do bem-estar real, enquanto algumas minorias desfrutam e reservam somente para si ingentes recursos e riquezas, indiferentes à condição dos demais. É por isto che chegou a hora de dar continuidade a uma retomada daquilo que é autenticamente humano, de alargar os horizontes da mente e do coração, para reconhecer com lealdade aquilo que provêm das exigências da verdade e do bem, sem a qual cada sistema social, político e econômico está destinado no longo prazo a falir e a implodir. É muito claro que em último termo o egoísmo não paga, mas bem faz pagar a todos um preço muito alto; por isto, se queremos o bem real para os homens, «o dinheiro deve servir e não governar!»[12].

A este respeito, é verdade que compete em primeiro lugar aos operadores competentes e responsáveis elaborar novas formas de economia e finanças, cujas práticas e regras estejam voltadas ao progresso do bem comum e sejam respeitosas da dignidade humana, no seguro sulco oferecido pelo ensinamento social da Igreja. Com este documento, todavia, a Congregação para a Doutrina da Fé, cuja competência estende-se também às questões de natureza moral, em colaboração com o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, pretende oferecer algumas considerações de fundo e pontualizações a favor daquele progresso e em defesa daquela dignidade[13]. Em particular, é sentida a necessidade de realizar uma reflexão ética sobre alguns aspectos da intermediação financeira, cujo funcionamento, quando foi desvinculado de adequados fundamentos antropológicos e morais, não só produziu evidentes abusos e injustiças, mas também revelou-se capaz de criar crises sistêmicas e de alcance mundial. Trata-se de um discernimento oferecido a todos os homens e mulheres de boa vontade.

II. Considerações elementares de fundo

http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2018/05/17/0360/00773.html#portoghese


(0':51") Impostos => Bancos: Você Financia a Divida... Ladislau Dowbor, professor de Economia PUC-São Paulo, revela o mecanismo que entrega parte do dinheiro dos impostos do povo para os bancos em “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler. Estreia 31 de maio nos cinemas.






(Yanis Varoufakis)-“O Minotauro Global”  x (Clepto-pluto-corporato-cracia)-"O deficit fiscal virou boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta."

Deputados da base do governo Temer comemoram a aprovação da PEC do Teto de Gastos

Mal rompe a manhã e os tenores da gerontocracia brasiliense gorjeiam a guarânia que o Brasil é uma família, deve gastar só o que ganhou. A charanga do eixo Leblon-Faria Lima repica então que é preciso pôr a casa em ordem. Apertemos o cinto, entoam todos, tenebrosos, todo santo dia.

Como o país não é apê nas Perdizes, a sua economia não tem nada a ver com a da padoca na esquina, e os brasileiros não são a Fat Family, o discurso da austeridade é infantilizador e caipira. O deficit fiscal virou boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta.

Contra a mistificação ideológica há agora a imaginação mitológica de “O Minotauro Global” (Autonomia Literária, 300 pg), livro no qual o touro fabuloso do rei Minos enfrenta o boi que entorpece o pensamento.

Seu autor, Yanis Varoufakis, analisa a austeridade na teoria e na prática. Porque tem formação (doutorou-se em economia e matemática e foi professor em Cambridge), militância (começou na social-democracia e elegeu-se deputado pelo Syriza) e experiência (foi ministro das Finanças da Grécia).

Para chegar à austeridade, ele parte da hecatombe de 1929. A seu ver, a grande crise não foi dirimida pelo incremento de obras públicas – o New Deal, nos EUA – e sim pela militarização geral da economia, bem como pela imensa destruição de forças produtivas na 2ª Guerra.

Ao final do conflito, Keynes propôs na conferência de Bretton Woods a criação de uma moeda internacional para transações financeiras. Foi vencido pelos vencedores da guerra, e o dólar virou a moeda mundial, lastreada pelo ouro. Em 1971, Nixon acabou com a referência ao ouro.

Surgiu então, sob a égide do dólar solto e do domínio americano, o Minotauro. A besta-fera combina num corpo dois déficits, o comercial e o fiscal. Comercial porque os EUA terceirizaram parte da produção. E fiscal porque o seu orçamento esteve aquém do orçamento do Estado.

A explicação para o monstrengo está numa rua, Wall Street. Porque, por mais terras que percorra, o capital vai sempre aonde rende mais. E Wall Street criou miríade de produtos financeiros – resseguros, hedges, hipotecas subprime, alavancagens várias.

Em 2008, esse edifício de dinheiro fictício revelou o seu âmago: papel. Varoufakis mostra que a explosão não se deu porque Wall Street estava desregulada, ou tivesse sido tomada pela ganância. Estourou porque o Minotauro da economia global funciona assim.

A conta foi encaminhada aos mais fracos –aos países da periferia europeia, que tomaram emprestado dos bancos; aos governos que cevaram déficits para preservar os ganhos dos donos da dívida pública. Austeridade neles.

O Minotauro significou, aqui, as décadas perdidas da crise da dívida e da hiperinflação. O monstro segue no seu labirinto, impondo sacrifícios e disseminando a crença infantil de que o déficit será contido com decreto.

Varoufakis perdeu a parada para a União Europeia. O Syriza capitulou e ele se demitiu do ministério. Participa agora de coalizão da nova esquerda europeia, que faz propostas para tirar o Velho Mundo do buraco.

É difícil que a esquerda latino-americana faça algo assim? Que ela se articule e elabore uma opção para o continente? É complicadíssimo. Mas a alternativa é crer nas cantigas de ninar dos austerocratas. Ou esperar um Teseu que, demagogo e oportunista, prometa matar o Minotauro em 2018.






Capitalismo Parasitário - transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DEVEDORES

Atual "contração do crédito" não é resultado do insucesso dos bancos. Ao contrário, é fruto, plenamente previsível, embora não previsto, de seu extraordinário sucesso. Sucesso ao transformar uma enorme maioria de homens, mulheres, velhos e jovens numa RAÇA DE DEVEDORES - Zigmund Bauman

Marcadores: Bauman_Zigmund, Capitalismo_Parasitário, Estado, Mercado, Raça_Devedores




Buffet e Gates x CriptoMoedas - "Armas de Destruição em Massa de Confiabilidade" contra CriptoMoedas: Donos do Poder assustados?


http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2018/05/buffet-e-gates-x-criptomoedas-armas-de.html



Dinheiro- o 'Sistema Circulatório da Economia de Mercado'. QUE ESTÁ COM 'GANGRENA'.
--- " Não há falta de comida no mundo. 
--- O que ocorre é que um grande número de seres humanos NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR COMIDA! " (não têm como ser atendidos pelo atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços - o Sistema de Mercado)

Algumas das propostas, em estudo e / ou pilotos de implantação, para superar as limitações do atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços (Sistema de Mercado):

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sexta-feira, 18 de maio de 2018

#Baterias #Solar #WEB #Energética - Novidades da semana [20180518]

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Um relatório apoiado pela Organização das Nações Unidas e lançado no último dia 5 apontou que a capacidade de geração de energia renovável global, como a energia eólica, energia solar e hidrelétrica, teve um crescimento duas vezes mais expressivo do que dos combustíveis fósseis no último ano. Uma grande parte disso se deve aos projetos de expansão da energia solar na China, no lugar de investimentos nos tradicionais combustíveis fósseis, responsáveis pela poluição do ar que causa mudanças climáticas. No âmbito global, os investimentos em energias renováveis cresceram em 2% com relação ao ano anterior, atingindo um total de US$ 279,8 bilhões em 2017. Segundo o levantamento realizado pela Frankfurt School-UNEP Collaborating Centre em parceria com a Bloomberg New Energy Finance, a expansão da energia renovável, o que inclui as usinas eólicas, movidas a biocombustíveis e geração de energia geotérmica, ultrapassou os 70 gigawatts em capacidade líquida adicionada em novos empreendimentos com combustíveis fósseis em 2017.


Europa Baterias ('HD WEB Energética')
"A Varta Storage e a E-One Moli Energy querem cooperar no desenvolvimento de baterias de íons de lítio de alto desempenho para o mercado europeu. 

O motivo é a crescente demanda por células de íon de lítio, disseram as companhias na quinta-feira. A capacidade de trabalhar com o Moli na Europa se encaixa perfeitamente com os aplicativos que o Varta Storage oferece. 

As novas baterias de alto desempenho são usadas principalmente em aplicações domésticas e de jardinagem sem fio, disse Gordon Clements, gerente geral de Energia e Energia da Varta Storage.

O parceiro canadense planeja 'aumentar significativamente' sua capacidade de produção nos próximos dois anos. A Varta Storage é um parceiro fundamental para o mercado europeu. 
Ambos os lados poderiam se beneficiar das células da próxima geração. A Varta Storage e a Moli perseguiram o objetivo comum de levar as baterias de íons de lítio mais potentes ao mercado o mais rápido possível."  

- Tradução: Arnaldo M. Botteon  (Linkedin)   



Europa + 2,5GW Solar SEM subsidio!!
"Mais de 2,5 GW de energia solar livre de subsidio na Europa
Publicado em 18 de mai de 2018

A energia solar livre de subsídios está decolando nos mercados europeus, onde o sistema fotovoltaico agora pode produzir eletricidade a um custo que supera outras fontes de geração, disse Jason Deign, da Solarplaza.

O progresso da PV em direção à paridade de mercado no sul da Europa levou a uma explosão nos projetos livres de subsídios nos últimos meses. A pesquisa da Solarplaza indica que mais de 2,5 GW de capacidade livre de subsídios foram anunciados nos últimos seis meses em Portugal, Espanha , Itália e França." 

- Tradução de Arnaldo M. Boteon (Linkedin)



#Solar + #MercadoLivre: #NovasOpções 
O recente leilão anunciado pela Companhia de Energia de Minas Gerais S.A. (CEMIG) abriu novas perspectivas para a energia fotovoltaica em grande escala no Brasil: a contratação de projetos através do mercado livre de energia.

Os grandes projetos fotovoltaicos, vinham sendo contratados fundamentalmente através dos leilões centralizados da ANEEL, atendendo o mercado regulado de energia que continuará sendo fundamental para o desenvolvimento da cadeia fotovoltaica brasileira.

A energia solar entrou no radar dos consumidores livres a medida que a setor fotovoltaico vem amadurecendo e ganhando eficiência, criando condições para preços bastante competitivos conforme verificados nos últimos leilões da fonte. (...)   



#Minas: #Solar + #Baterias  
Minas ganha usina pioneira que armazena energia solar

(...) A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) inaugura a primeira minigeração conectada à rede no país com potencial para fornecer aproximadamente 480kWh/ano. A novidade principal do projeto – que conta com parceria da Alsol Energias Renováveis, do Grupo Algar, na execução –, é o armazenamento da energia captada ao longo do dia para ser devolvida à rede no período noturno coincidindo com o horário de maior demanda. (...)  



#TataPower #240%aumento #Lucro #EnergiasRenováveis
"Tata Power, 'maior empresa de energia integrada', da Índia, relatou um enorme aumento (240%) no lucro de seus negócios de energia renovável durante o ano fiscal que terminou em março de 2018.

Curiosamente, a empresa também relatou sua maior perda da Coastal Gujarat Power Limited, a maior usina de carvão da Índia. As perdas na usina aumentaram no último ano fiscal devido ao aumento de 25% nos preços do carvão, informou a empresa em um comunicado à imprensa.

Em termos de capacidade instalada, a energia renovável tem uma participação de 29% na Tata Power. Embora em termos de capacidade, a participação pode ser alta, em termos de geração, a Tata Power precisa fazer muito para aumentar a participação da energia renovável. A empresa espera ter uma participação de 'fontes de energia verde e limpa' na geração de 40-50% até 2025."...
Arnaldo M. Botteon (Linkedin)


Artigo, em inglês:



#250megawatts (MW) #solar  #microgeração  #minigeração #distribuída
BRASIL TEM MARCA HISTÓRICA COM MICRO E MINI GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR
"O Brasil acaba de atingir a marca histórica de 250 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural."

Saiba mais:


#Solar #Brasil +100%a.a. #desde2013!!!
Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica - ABSOLAR
11.997 seguidores
Rodrigo Sauaia e Ronaldo Koloszuk: Solar fotovoltaica: a fonte renovável do século XXI
"Poucos setores no Brasil cresceram de forma tão robusta nos últimos 3 anos, período em que o País atravessou uma de suas piores crises econômicas, como o solar fotovoltaico. O setor destacou-se em comparação com a economia nacional, crescendo a taxas de mais de 100% por ano [1], desde 2013. E a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) se orgulha de desempenhar papel relevante nesta trajetória."

Saiba mais: 

[1] Lei de Moore (informática): 
A lei de Moore surgiu em 1965 através de um conceito estabelecido por Gordon Earl Moore. Tal lei dizia que o poder de processamento dos computadores (entenda computadores como a informática geral, não os computadores domésticos) dobraria a cada 18 meses.

É a base do conceito de Desenvolvimento Exponencial de Tecnologias (Disrupção / Transformação Digital).

Moore= dobrar a cada ano e meio
Solar Brasil = dobrando a cada ano!!!!


ROBÔ PARA A LIMPEZA DE PAINÉIS SOLARES FOTOVOLTAICOS SEM ÁGUA. Monitorados remotamente...

Esses robôs automatizados podem limpar as fazendas solares sem usar água. O Ecoppia E4 tem um sistema automatizado que significa que é completamente auto-sustentável mesmo em dias nublados. O sistema sem água também é benéfico para fazendas solares que estão localizadas em climas áridos, onde a energia solar seria mais benéfica.

[com baterias = operar à noite, sem interferir produção energia] 


Ecoppia promove solução na limpeza de poeira de painéis solares, removida durante a noite, sem a intervenção humana e sem gastar uma gota de água sequer.

Um dos melhores aspectos de um local quente e desértico, como em Israel, é um sol que brilha durante 300 dias do ano. Essa é a condição perfeita para as usinas de energia solar, mas com uma desvantagem – a poeira.

As tempestades de areia lançam partículas nos painéis solares fotovoltaicos, causando a queda de sua eficiência ao longo do tempo. Até 40 por cento da energia pode ser perdida por causa da poeira. Painéis com menor eficiência resultam em uma menor quantidade de energia retornando à rede e, assim, em menos dinheiro no bolso dos acionistas e dos investidores.

Mas Israel possui uma solução que pode substituir um trabalho árduo e sujo.

No ano anterior, um grupo de investidores que lucraram a partir de empreendimentos em biotecnologia aproveitou o conhecimento adquirido para entrar em um novo negócio: robôs limpadores de painéis solares. A empresa Ecoppia está operando desde o último mês de março, trabalhando na limpeza de 18.200 painéis da Usina Solar Kentura Sun, de 4.95 megawatts de potência, próxima ao extremo sul de Israel.

Esse é o limite mais baixo da quantidade de painéis solares que os robôs da Ecoppia podem limpar diariamente, diz o Diretor Executivo Eran Meller.

Retirando a poeira sem água
(...)

Futuro Solar c/Estilo...
Inspirado nos girassóis: painéis solares inteligentes

Já imaginou produzir energia sem esforço em seu próprio jardim? A empresa austríaca smartflower tornou essa questão muito mais fácil e prática criando uma sistema completo e autônomo de geração e armazenamento de energia solar. Por possuir bateria integrada, o smartflower POP+, fornece energia limpa mesmo em dias nublados, suprindo o consumo de eletricidade de um lar inteiro. O primeiro diferencial do equipamento smartflower POP+, é que ele acompanha automaticamente o curso do sol, o que aumenta seu rendimento em até 40% a mais que um sistema solar estático. Quando o sol se põe, a usina de energia solar automaticamente dobra-se para a posição segura.






VER TAMBÉM:  



SAIBA MAIS:  

Assim como estabelecemos a WEB de Dados estamos estabelecendo a "WEB da Energia"?


quarta-feira, 16 de maio de 2018

Detroit-De 'Meca do Automóvel' à 'Vitrine das Fazendas Urbanas'

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A reinvenção de Detroit, soterrada pela crise

Soterrada pela crise, a cidade que viu nascer a indústria automobilística precisa encontrar uma nova vocação. Segundo muitos, a salvação, acreditem, pode estar no agronegócio

(...) Os dias de glória do berço da indústria automobilística há muito ficaram para trás e a mais recente crise foi como um tiro de misericórdia para a cidade motor. A metrópole que já abrigou 2 milhões de habitantes em seu auge, nos anos 50, hoje conta com uma população de aproximadamente 800 000 pessoas.
Há pelo menos 80 000 casas abandonadas e o governo municipal, com uma arrecadação que também encolhe a cada ano, mal consegue prover educação, segurança e serviços básicos a diversos bairros.
“A dura realidade é que algumas áreas da cidade não são mais viáveis diante das perdas financeiras e de população que enfrentamos”, disse Bing num discurso recente. “Mas, em vez de olhar para essas áreas como um problema, vamos começar a pensar criativamente sobre como elas podem ser aliadas na reinvenção de Detroit.”
A indústria automotiva sempre esteve no centro das atividades da metrópole. Na década de 50, no auge dos negócios, o setor era responsável por quatro em cada dez empregos e respondia pela maior parte do PIB de Detroit. A cidade sentiu como nenhuma outra a derrocada das grandes montadoras americanas.
Somente em 2009, cerca de 130 000 vagas foram eliminadas em Detroit. A GM, sozinha, fechou nos últimos anos seis fábricas na zona metropolitana, contribuindo para aumentar a coleção de galpões industriais vazios que se vê hoje por lá. Nas últimas semanas, o prefeito Bing anunciou seu plano para resolver o problema de áreas abandonadas de Detroit.  (...)

(...) Detroit, símbolo da indústria automobilística americana e do período de grande prosperidade do pós-guerra, tornou-se uma cidade de fazendas urbanas. Moradores transformaram grandes quintais ou galpões vazios em espaços para plantar. À primeira vista, poderia parecer um grande emblema dos tempos em que vivemos: em vez de produzir automóveis poluentes, a cidade agora planta o que come. Não é bem assim. Se estão aderindo à moda das fazendas dentro de cidades, é porque os habitantes não têm outra opção. 


Para muitas dessas pessoas, plantar é um retrocesso. Afinal, suas famílias chegaram do sul dos Estados Unidos em busca de empregos e oportunidades. E agora Detroit se tornou um grande deserto, uma cidade fantasma. Não existem grandes redes de supermercados e as melhores opções de consumo são as batatas fritas das lojas de conveniência dos postos de combustível — que muita gente deixou de frequentar porque vendeu o próprio carro. Esses moradores preferiam um bom emprego no Wal Mart a colher alfaces. 



Se ali as tão elogiadas fazendas urbanas são sintoma de uma grave crise econômica e social, em outros lugares elas parecem representar um vislumbre de um futuro mais equilibrado e sustentável. Fica em Nova York a maior fazenda de telhado do mundo, a Brooklyn Grange, com 3,7 mil m2 de criação de tomates e pimentas sobre um galpão de seis andares. Em metrópoles dos Estados Unidos e da Europa, fazem sucesso os kits de uma empresa da Holanda que ajudam a construir um ambiente controlado para plantação e incluem lâmpadas de LED capazes de substituir a luz do sol. O impacto local desses projetos parece positivo. Mas mesmo nesses casos as fazendas urbanas causam problemas maiores do que as soluções que propõem. 




Detroit planeja maior “fazenda urbana” do mundo

Iniciativa destina espaços urbanos sem utilidade para a produção de alimentos

A empresa Hantz Farms comprou neste ano 1.450 lotes e pretende demolir 50 casas interditadas pela prefeitura de Detroit, nos Estados Unidos, para a plantação de um pomar com aproximadamente 15 mil árvores. A iniciativa promete ser a maior fazenda urbana do mundo, “título” que hoje pertence a Vancouver, no Canadá, onde a companhia Sole Food consegue suprir a demanda de vários restaurantes e mercados locais ao produzir 60 toneladas de comida por ano, além de criar empregos para ex-viciados e deficientes mentais que vivem na região.


Descubra o que são fazendas urbanas

As fazendas urbanas surgiram da união de agregar espaços de concreto, como edifícios, com as áreas verdes voltadas para a produção agrícola. A iniciativa é defendida por muitos especialistas e já ganhou adeptos ao redor do mundo.
O conceito de fazenda urbana ainda é muito recente no Brasil e está em crescimento, comparado a lugares em que essa prática já está em desenvolvimento, como nos Estados Unidos e Canadá. Ao contrário de países localizados na América do Norte e na Europa, aqui no País há o predomínio de hortas comunitárias, iniciativas que já são muito difundidas no exterior há algum tempo.
A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, é uma das que já aderiram ao conceito de fazendas urbanas. Por lá, é possível encontrar plantações de tomates, criação de galinhas e peixes em meio à vida urbana. Uma das iniciativas na cidade está localizada no bairro do Bronx, em um espaço cedido pela prefeitura para que a fazenda urbana fosse instalada de maneira colaborativa. (...) 

Enquanto esse projeto não sai do papel, a cidade de Vancouver, no Canadá, ocupa o topo do ranking de maior fazenda urbana do planeta. A Sole Food consegue suprir a demanda de vários restaurantes e mercados locais ao produzir 60 toneladas de comida por ano, além de criar empregos para ex-viciados e deficientes mentais que vivem na região.

Londres, na Inglaterra, também aderiu às fazendas urbanas. Além disso, a cidade criou uma solução inovadora para combater a falta de espaço para implantar iniciativas como essa. O projeto Food in the Sky viabilizou a implantação de hortas e pomares no topo de prédios da cidade. Para isso, mais de 3 milhões de metros quadrados sem utilidade deram espaço para a produção de alimentos.

Dragonfly: edifício fazenda urbana vertical
O arquiteto belga Vincent Callebaut é mais ambicioso quando se fala em fazenda urbana. Um de seus projetos é o Dragonfly, um edifício composto por duas torres que formariam uma imensa fazenda urbana vertical em Roosevelt Island, em Nova York, nos Estados Unidos.

A obra lembra uma asa de vidro de uma libélula gigante e teria uma estrutura voltada para a produção de gado, laticínios, granjas, pomares e campos de arroz. Tudo isso estaria integrado a escritórios e apartamentos.

Além disso, o projeto prevê a geração de energia solar, eólica e a retenção de calor no inverno. A água da chuva seria reaproveitada ao misturar fertilizantes orgânicos para servir de alimento para a vegetação.


SAIBA MAIS:

Filadélfia quer transformar todos os prédios abandonados da cidade em fazendas verticais

Região onde foi construída a primeira fazenda vertical totalmente vegana do mundo,  Filadélfia quer mais. As autoridades locais querem expandir as políticas públicas que incentivam a criação de fazendas urbanas e verticais na cidade.
Com invernos bem intensos, a capital do estado da Pensilvânia não é o local mais apropriado para o cultivo de alimentos. Mas o vereador Al Taubenberger, autor de projeto de lei sobre o tema, acredita que “a coisa mais nobre que um homem pode fazer é produzir alimentos para os outros”.
O PL quer transformar todos os prédios abandonados da cidade em fazendas verticais. “A oportunidade está aí; os prédios estão aí; e as pessoas estão procurando por emprego”, diz Taubenberger, que ainda sonha em expandir a iniciativa para todas as escolas locais. 
A cidade já possui mais de 40 hortas comunitárias espalhadas pela cidade. A ideia é que com o crescimento do número de fazendas verticais, passe a consumir cada vez menos água e ocupar menos espaço do que os cultivos tradicionais. Lembra da fazenda vertical japonesa que produzirá 30 mil pés de alface todos os dias?
Ao cultivar alimentos locais, diminui-se a distância percorrida pela comida até a mesa do consumidor final. Reduzindo também os gases de efeito estufa que são emitidos durante o transporte. Além disso, aumenta-se a qualidade dos alimentos, que muitas vezes já não estão mais frescos quando chegam às gôndolas.
Algumas cidades mundo afora, como Recife, Copenhague e Toronto já possuem legislação para que prédios tenham telhados verdes. A corrida pelo título de cidade mais verde do mundo é a melhor e mais empolgante competição que vivemos nos últimos tempos!
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Reduzindo, ainda, consumo energia, custo e pegada ecológica com transporte, do campo para consumidores.



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Produzindo 7 mil quilos de alimentos a partir de apenas 650 metros quadrados. Saiba mais sobre a agricultura urbana:


A agricultura vertical produz maiores rendimentos em muito menos espaço do que a agricultura tradicional.


Hortas Urbanas são 'sementes conceituais e práticas' das Fazendas Verticais?
"No futuro, compraremos verduras no arranha-céu da esquina, escolhendo cultivos frescos por andar. Nas maiores cidades do mundo, multiplicam-se os projetos de plantações verticais. Conheça a roça high tech."

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