terça-feira, 2 de julho de 2019

Projeto=PonteParaFuturo (PMDB de Cunha, Temer e Cia - 2015) / Alguns Resultados da Implantação / Projetos Alternativos

Projeto = Ponte Para O Futuro 
(PMDB de Cunha, Temer e Cia. - 2015)

O VERDADEIRO GOLPE (do qual temos sido vitimas frequentes): 
Ponte para o Futuro (QUAL?) 
O Plano para um Governo Acuado pelo Sistema Financeiro 
(Seja Dilma / Temer ou ?)

(PMDB (de Temer, Cunha e Cia...) 
Brasília,  29 de outubro de 2015




SAIBA MAIS: (pontos destacados e comentários):




Alguns Resultados da Implantação do Projeto:

Acordo entre Mercosul e UE abre mercado de licitações entre os blocos. Assim, empresas europeias poderão participar de igual para igual com companhias brasileiras em concorrências públicas no país – atualmente, os governos podem estabelecer travas que impedem ou dificultam a entrada de concorrentes estrangeiros, protegendo companhias nacionais.


Construtoras encolhem 85% no país. As maiores construtoras brasileiras, tais como Odebrecht (foto), Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, UTC Engenharia e Queiroz Galvão, viram sua receita líquida despencar cerca 85% entre 2015 e 2018, segundo um levantamento do jornal “Valor Econômico”. A receita somada das líderes do setor caiu de R$ 71 bilhões para R$ 10,6 bilhões. A derrocada é resultado da crise econômica e também do envolvimento das empresas em escândalos de corrupção desmontados pela operação Lava Jato. De 2014 para cá, o setor perdeu 1 milhão de empregos formais.


Subocupação avança no Brasil. O desemprego no país se manteve estatisticamente estável, em 12,3%, no trimestre encerrado em maio de 2019, de acordo com dados do IBGE. Porém, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas subiu 8,8% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro. O número de pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana — mas teriam disponibilidade para trabalhar mais — chegou a 7,2 milhões. O fenômeno está achatando os salários: em relação ao trimestre anterior, o rendimento mensal do brasileiro caiu 1,5% e chegou a R$ 2.289.


Destruição na Amazônia cresce 60% em junho. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a floresta perdeu 762,3 km² de mata nativa – o equivalente a duas vezes a área de Belo Horizonte. No mesmo período do ano passado, o desmatamento havia sido de 488,4 km². Os dados estavam estáveis até abril na comparação mês a mês com relação a 2018. No entanto, em maio o desmatamento subiu de 247,2 km² para 735,8 km² de floresta destruída. No acumulado de 2019, o Brasil viu uma redução de 2.273,6 km², o pior registro desde 2016.


Mudanças climáticas podem acabar com 80 milhões de empregos. De acordo com novo relatório da Organização Internacional do Trabalho, o _aumento do estresse térmico na agricultura e em outros setores industriais levará previsivelmente a uma perda da produtividade equivalente a 2,2% do total de horas trabalhadas no mundo até 2030_. No total, as perdas econômicas representariam cerca de US$ 2,4 trilhões em escala mundial. Segundo a OIT, o estresse térmico representa um calor superior ao que o corpo pode tolerar sem sofrer danos psicológicos e costuma ocorrer quando as temperaturas batem os 35ºC com uma forte umidade.

• Veja o que estão dizendo sobre o assunto.

Destruição na Amazônia dispara; acordo entre UE e Mercosul abre mercado de licitações e outras notícias




Em 4 anos, comércio fecha 411 mil vagas; pesquisa aponta que inovação na indústria é motivada por sobrevivência e outras notícias




Renda do trabalhador caiu até 16% desde 2014; metade dos autônomos têm nível médio ou superior e outras notícias



Ah! Os dados....

Pelos seus frutos os conhecereis. É possível alguém colher uvas de um espinheiro ou figos das ervas daninhas?  Mateus 7:16



Neste Álbum: Resumindo, em fotos, a semana... (19 fotos)  Textos associados:





PROJETOS ALTERNATIVOS:

Portugal desafiou receita de austeridade e teve maior crescimento da economia em uma década
País reverteu cortes de salários e aposentadorias e ofereceu incentivos a empresas




O que podemos aprender com a Dinamarca?

Tradução da legenda do vídeo do Fórum Econômico Mundial

O que podemos aprender com a Dinamarca? -- Tem uma das melhores culturas de trabalho, no mundo -- Horas trabalhadas são as menores da Europa. -- Uma das melhores produtividades horárias -

Razões:
[1] Se perder o emprego, o Estado te apóia: dinamarqueses tornados redundantes tem generosos benefícios de desemprego. Recebem até 90% de seu salário por até 2 anos. Permitindo que se preparem e encontrem o novo trabalho perfeito.
[2] Menores horas trabalhadas: menor semana de trabalho da Europa. Com muitos deixando o trabalho às 16:00 hs. Mas sua produtividade / hora é uma das mais impressionantes.
[3] O governo ajuda pagando por mais que apenas um salário. O Estado cobre a maioria dos custos dos cuidados para pré-escolares. Enquanto pré-escolas, escolas e universidades são gratuitas. Assim mais mães podem trabalhar. E os graduados não são sobrecarregados com dividas. Dinamarca está ranqueada como um dos países mais felizes do mundo. Bem como um dos melhores para se fazer negócios. E um dos mais amigáveis para empreendedores.

VÍDEO:

O que eu aprendi com um ano de trabalho dinamarquês


What I learned from a year of working Danishly




Referências Complementares:






Mais bem-estar das famílias e menos glorificação dos bilionários

Em nenhum lugar estas conexões entre finanças, desigualdade e pobreza são mais evidentes que na provisão de serviços bancários para os pobres e para famílias em dificuldades financeiras.
Roosevelt Institute, Epstein e Montecino, 2016 

O Brasil tem há longo tempo algumas das mais altas taxas de juros do mundo. Há um vasto corpo de literatura buscando entender as razões de taxas de juros tão elevadas. 
World Bank, 2016 

Da integra, em PDF, disponível grátis, do livro: A Era do Capital Improdutivo:  



JUN 2019
O capitalista de antigamente explorava os trabalhadores mas produzia, gerava produto e pagava impostos. A destruição do planeta é obra de uma minoria planetária que é improdutiva, desvia os recursos necessários para a reconversão das nossas economias para a sustentabilidade ambiental e a inclusão social. 

A fragilidade do atual sistema dominante consiste precisamente no fato de ser economicamente, socialmente e ambientalmente disfuncional. Como muitos economistas importantes que nada têm de esquerda hoje proclamam, de Joseph Stiglitz no Roosevelt Institute até Martin Wolf no Financial Times, este sistema perdeu a sua legitimidade. 
Leia mais

A emergência da inversão: menos glorificação dos bilionários e mais bem-estar das famílias




Entender o que acontece com a economia está ao alcance de qualquer pessoa. Não se trata aqui de teorias, e sim do nosso trabalho e do nosso dinheiro. O Instituto Paulo Freire, em parceria com o Professor Ladislau Dowbor, disponibiliza, gratuitamente, a íntegra do curso sobre o livro “A Era do Capital Improdutivo” (acesse a íntegra aqui  ou adquira aqui um exemplar junto à editora). Você pode assistir e compartilhar livremente este curso, fundamental na atual conjuntura nacional e internacional. 

São 15 vídeos de 10 a 15 minutos, numa linguagem clara e objetiva, correspondentes a cada capítulo do livro. O curso é em português, não em economês. Você vai entender como a nossa economia está sendo deformada, e como pode ser recuperada.

Pode utilizar com os seus alunos, com a sua comunidade, com o seu sindicato, com os seus amigos. O ideal é que você veja o vídeo e leia o capítulo correspondente, um ajuda o outro. A ideia é ampliar a compreensão do que está acontecendo. Tem tudo a ver com Paulo Freire essa iniciativa de dar às pessoas conhecimentos que facilitem a apropriação da sua realidade. A última coisa que as elites deste país querem, é que as pessoas entendam como estão sendo depenadas. Você já viu alguma escola explicar como funciona o dinheiro, o crédito, o emprego? Daí a ideia de uma “Pedagogia da Economia”.  Aproveite, faça o curso e torne-se um multiplicador (confira abaixo todas as aulas).




segunda-feira, 17 de junho de 2019

Jornada Pela Liberdade - Classes Médias SOBREVIVERÃO à Quarta Revolução Industrial ?!

Clicar na Imagem = Ampliar
(Impressão em PDF permite ampliações sem distorções)

(Nesta disponibilizo o resultado do meu Ócio Criativo [1], no final de semana de 15-16/06/2019)

[1] Ócio Criativo = Diversão + Estudo + Trabalho 
Domenico De Masi expôs suas idéias sobre a sociedade e o trabalho em diversos livros destinados aos amantes da Sociologia, como A Emoção e a Regra e O Futuro do Trabalho. Atento ao crescente interesse de um público mais amplo em seus conceitos e sua visão do futuro, De Masi elabora de forma acessível, neste livro, os temas da sociedade pós-industrial, do desenvolvimento sem emprego, da globalização, da criatividade e do tempo livre. 

Em O Ócio Criativo Domenico De Masi elabora não apenas os temas da sociedade pós-industrial, do tempo livre e da criatividade, como também as questões da globalização, do desenvolvimento sem emprego, da feminilização, do declínio das ideologias tradicionais e dos sujeitos sociais emergentes. A conversa tem como pano de fundo uma profunda insatisfação com o modelo social elaborado pelo Ocidente, sobretudo pelos Estados Unidos, centrado na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. 

A este é contraposto um novo modelo com as seguintes premissas: - baseado na simultaneidade entre trabalho, estudo e lazer - centrado mais no crescente tempo livre do que no tempo decrescente dedicado ao trabalho - atento à distribuição equânime da riqueza, assim como à sua produção de forma eficiente - militante pela redistribuição do tempo, do trabalho, da riqueza, do saber e do poder - no qual os indivíduos e a sociedade são educados  para privilegiar a satisfação de necessidades radicais, como a introspecção, o convívio, a amizade, o amor e as atividades lúdicas. 


O Ócio Criativo é título de um texto do cientista e sociólogo italiano Domenico De Masi lançado em 2000. É um revolucionário conceito de trabalho que o sociólogo define através da interseção entre três elementos: 



Brasil: Indústria🔻
Mesmo mantendo sua nona posição entre as dez maiores potências industriais mundiais, o Brasil perdeu ainda mais participação no mercado global de manufaturas e caminhou em sentido contrário à tendência de crescimento da indústria observada na média de todas as economias. 



Classe média:
"A classe média surgiu como uma consequência da consolidação do capitalismo e não antes dele devido aos fatores de segmentação social em camadas, resultantes do desenvolvimento econômico; é um fenômeno típico da industrialização."

Classe média é uma classe social presente no capitalismo moderno que se convencionou a tratar como possuidora de um poder aquisitivo e de um padrão de vida e de consumo razoáveis, de forma a não apenas suprir suas necessidades de sobrevivência como também a permitir-se formas variadas de lazer e cultura, embora sem chegar aos padrões de consumo eventualmente considerados exagerados das classes superiores. A classe média surgiu como uma consequência da consolidação do capitalismo e não antes dele devido aos fatores de segmentação social em camadas, resultantes do desenvolvimento econômico; é um fenômeno típico da industrialização.  (...)



ELIMINAÇÃO DA CLASSE MÉDIA .... nos EUA!!!
Ao longo dos últimos vinte anos temos assistido ao progressivo desaparecimento da classe média norte-americana, com o aumento dos custos e redução da renda, enquanto os americanos mais ricos têm acumulado mais riqueza do que nunca antes na história.

Estamos no limiar de uma Nova Civilização. (TED sobre livro)

Mas só podemos evoluir se aceitamos que alguns dos pressupostos que mais prezamos, terão de ser abandonados.

A tecnologia nunca foi destinada a aumentar a produtividade e o crescimento, para que possamos trabalhar mais tempo em qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer dispositivo.
Isso é "instanidade" [insanidade + instantâneo].

Tecnologia é meio de melhoria de nossas vidas. 

Aristóteles, há 2.300 anos, disse exatamente a mesma coisa. (...)

Fonte das imagens:

http://robosvaoroubarteuempregomasok.blogspot.com/2014/12/apresentacao-desta-traducao.html?view=sidebar  (Tradução colaborativa do livro - Dez 2014 - Disponível para leitura no blog)


DISRUPÇÃO / Transformação Digital  [ #Digitalize, #Desmaterialize, #Democratize e #Desmonetarize ]

Escavadeiras e outros equipamentos de construção civil autônomos  vão começar a ser espalhados por vários canteiros de obras nos Estados Unidos.


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Organizações onde o #Chefe (#BigBoss) já é um #Algoritmo: #Amazon  #IBM (RH), #Uber, #Youtube 

( O #Uber possui 600 mil motoristas no Brasil -- e nenhum chefe para cuidar dessa imensa equipe. (...) Além do Uber, outras empresas já usam a tecnologia para ‘chefiar suas equipes’. Um desses exemplos é o #Youtube)

SAIBA MAIS:
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Car* colega Ser Human*  
==== Procuro colaboração de cérebros para lidar com:  ====
Percebo vivermos em uma #MudançaDeEra (e não mais em #EraDeMudanças) - em função dos fenômenos: (...)

** Onde pode se informar sobre estes tópicos para decidir se colaborará: **



O PASSADO ENSINA:

Jornada Pela Liberdade  
A vida de William Wilberforce (Ioan Gruffudd) é a história de como a perseverança e a fé de um homem mudaram o mundo. 

Líder do movimento abolicionista britânico, o filme mostra a luta épica para criar uma lei com o objetivo de acabar com o tráfico negreiro. Durante esta jornada, Wilberforce encontra oposição intensa dos que acreditavam que a escravidão estava diretamente ligada à estabilidade do império britânico. Em seus amigos, incluindo John Newton (Albert Finney), um ex-capitão de navio negreiro que compôs o famoso hino Amazing Grace, encontrou suporte para continuar lutando pela causa. 


O “maldito comércio de escravos”

"O Deus todo-poderoso tem colocado sobre mim dois grandes objetivos: a supressão do comércio escravocrata e a reforma dos costumes”.
William Wilberforce

“E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos”.
Gálatas 6.9


No século 18, a Inglaterra detinha o monopólio do comércio de escravos negros. Os meios de transporte eram os mais cruéis imagináveis. Boa parte da população inglesa tirava proveito desse comércio, e o povo, de maneira geral, aceitava a escravidão. Havia aqueles que enriqueciam e, por isso, defendiam com veemência o escravagismo. Mas Deus graciosamente ergueu uma geração de políticos cristãos para lutar contra o que William Carey chamou de "maldito comércio de escravos".

Vida – Preciosa Graça

É surpreendente que nenhum grande reformador da história ocidental seja tão pouco conhecido como William Wilberforce. Ele nasceu numa família nobre da Inglaterra, na cidade portuária de Hull, em Yorkshire, em 24 de agosto de 1759. Naquela época, como hoje, a aristocracia vivia em meio a contradições: nela se encontravam alguns dos grandes benfeitores da nação e alguns de seus maiores corruptores. Wilberforce era fruto dessas ambiguidades. (...)

Uma fonte de estímulo nessa luta foi sua participação ativa no chamado Grupo de Clapham (Clapham Sect), constituído de pessoas ricas cujas residências ficavam em Clapham, um elegante bairro localizado a 8 quilômetros de Londres, que apoiava muitos líderes leigos na busca de uma reforma social, liderados por um humilde ministro anglicano, John Venn. Como destacam Clouse, Pierard & Yamauchi, o Grupo de Clapham foi, de longe, a mais importante expressão anglicana na esfera da ação social. Esse grupo de leigos geralmente se reunia para estudar a Bíblia, orar e dialogar na biblioteca oval de Henry Thornton, um rico banqueiro que todo ano doava grande parte de seus rendimentos para a filantropia.

Outros que participavam do grupo eram: Charles Grant, presidente da Companhia das Índias Orientais; James Stephens, cujo filho, chefe do Departamento Colonial, auxiliou bastante os missionários nas colônias; John Shore, Lorde Teignmouth, governador-geral da Índia e primeiro presidente da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira; Zachary Macauley, editor do Observador Cristão; Thomas Clarkson, famoso líder abolicionista; a educadora Hannah More, além de outros líderes evangélicos. Dentre várias atividades, eles ajudaram a fundar a colônia de Serra Leoa, onde escravos libertos poderiam viver livres.

Clouse, Pierard & Yamauchi dizem: Este grupo uniu-se numa intimidade e solidariedade incríveis, quase como uma grande família. Eles se visitavam e moravam um na casa do outro, tanto em Clapham, como na própria Londres e no campo. Ficaram conhecidos como "os Santos" por causa de seu fervor religioso e desejo de estabelecer a retidão no país. Vários comentaristas observaram que eles planejavam e trabalhavam com um comitê que estava sempre reunido em "conselhos de gabinete" em suas residências pata discutir o que precisava ser consertado e estratégias que poderiam usar para alcançar seus objetivos.

Neste grupo, discutiam os erros e as injustiças de seu país, e as batalhas que teriam de travar para estabelecer a justiça.

Os membros do Grupo de Clapham demonstraram a diferença que um grupo de cristãos pode fazer. Eles elaboraram 12 marcas que nortearam seu esforço pela reforma social na Inglaterra do século 19:

1. Estabeleça objetivos claros e específicos.

2. Pesquise cuidadosamente para produzir uma proposta realista e irrefutável.

3. Construa uma comunidade comprometida que apoie uns aos outros. A batalha não pode ser vencida sozinho.

4. Não aceite retiradas como uma derrota final.


5. Comprometa-se a lutar de forma contínua, mesmo que a luta demore décadas.

6. Mantenha o foco nas questões; não permita que os ataques malignos de oponentes o distraiam ou provoquem resposta similar.


7. Demonstre empatia com a posição do oponente, de forma que diálogo significativo aconteça.

8. Aceite ganhos parciais quando tudo o que é desejado não puder ser obtido de uma só vez.


9. Cultive e apoie suas bases populares quando outros, que estiverem no poder, se opuserem a seus projetos.

10. Transcenda a mentalidade simplista e direcione-se às questões maiores, principalmente as que envolvem questões éticas!

11. Trabalhe através de canais reconhecidos, sem lançar mão de táticas sujas ou violentas.

12. Prossiga com senso de missão e convicção de que Deus o guiará providencialmente se estiver verdadeiramente a seu serviço.  (...)

SAIBA MAIS:





Qual MODELO orientará nossos Esforços pela Construção do Futuro?

O que eu aprendi com um ano de trabalho na Dinamarca




< OU >

Capitalismo Parasitário (Bauman) / Frankenstein Financeiro / Minotauro Global (Varoufakis)




sábado, 18 de maio de 2019

EUA x China - Contraditório: "Toda unanimidade é burra" - #Belt and #Road #Initiative (Iniciativa do Cinturão e Rota) evoluirá para "Plano #Marshall Chinês"?

Belt and hashtagRoad hashtagInitiative (Iniciativa do Cinturão e Rota) evoluirá para "Plano hashtagMarshall Chinês"? Com hashtagÁfrica, hashtagAméricaLatina, hashtagSudesteAsiático fazendo o papel de hashtagEuropa e hashtagJapão, quando da ascensão dos EUA - Pós Segunda Guerra? hashtagEUA x hashtagChina

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Iniciativa do Cinturão e Rota (em inglês: Belt and Road Initiative), também conhecida como Um Cinturão, Uma Rota[2] (em inglês: One Belt One Road, chinês: 一带一路)) ou Cinturão Econômico da Rota da Seda e a Rota da Seda Marítima do Século 21[3] (chinês: 丝绸之路经济带和21世纪海上丝绸之路), é uma estratégia de desenvolvimento adotada pelo governo chinês envolvendo desenvolvimento de infraestrutura e investimentos em países da Europa, Ásia e África.


"Cinturão" refere-se às rotas terrestres ou ao Cinturão Econômico da Rota da Seda; enquanto "Rota" refere-se às rotas marítimas, ou à Rota da Seda Marítima do Século 21.[4]



O governo chinês chama a iniciativa de "uma tentativa de melhorar a conectividade regional e abraçar um futuro mais brilhante".[6] Observadores, no entanto, vêem isso como um impulso para o domínio chinês nos assuntos globais com uma rede comercial centrada na China.[7][8]





#China + #Brasil 

(#DESCONHECEMOS NOSSOS REAIS #INTERESSES E O #POTENCIAL DA CHINA) --- 

BANDNEWS TV Ponto a Ponto - Marcus Vinicius Freitas: O Significado da China -  16/02/2019 

#Parte1  

https://videos.band.uol.com.br/16611712/ponto-a-ponto---marcus-vinicius-freitas-o-significado-da-china---parte-i.html

#Parte2  

https://videos.band.uol.com.br/16611738/ponto-a-ponto---marcus-vinicius-freitas-o-significado-da-china---parte-ii.html 

#Parte3  

https://videos.band.uol.com.br/16611740/ponto-a-ponto---marcus-vinicius-freitas-o-significado-da-china---parte-iii.html


#VER_TAMBÉM:

Worldwide, People Divided on Whether Life Today Is Better Than in the Past
Current economic conditions a key factor in assessing progress
["Em todo o mundo, as pessoas divididas sobre se a vida é melhor do que no passado
Condições econômicas atuais como um fator chave na avaliação do progresso"]




*EUA x China - Contraditório:  
"Toda unanimidade é burra"*

PASSADO ENSINA => *1910 de Novo?: Descontentamentos, Nacionalismos, Populismos, Protecionismos, Guerras Comerciais, etc. estão criando, novamente, o Ambiente Geo Político que nos levou às 2 Guerras Mundiais?*

*Porta voz do Ministério Exterior da China: "abordagem de bulling dos EUA, nas relações comerciais, não é construtiva"* - Band News Tv - 2019-05-16 14:53

*China pede aos EUA que encerrem suas práticas "hostis" contra a Huawei*
Pequim, 16 mai (EFE).- A China pediu nesta quinta-feira que os Estados Unidos encerrem suas práticas contra empresas estrangeiras, como a declaração de emergência nacional decretada ontem pelo presidente americano, Donald Trump, que proíbe companhias dos EUA de usar equipamentos de empresas que supostamente tentam espionar o país. "Ninguém vê esse movimento como construtivo ou amigável e pedimos que os Estados Unidos parem de usar essas práticas", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, em entrevista coletiva. 

Kang afirmou que a China "se opõe a países que criam problemas com a questão da segurança nacional como uma desculpa" e assegurou que empresas estrangeiras no gigante asiático "não precisam se preocupar se estiverem em uma situação legal". "A China tomará as medidas necessárias para proteger os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas", disse Lu,... 
(...)
A Huawei disse hoje que as restrições às atividades tecnológicas dos EUA apenas "prejudicariam os interesses" das empresas e consumidores deste país. Em um comunicado, o gigante tecnológico chinês disse que esse tipo de "restrições não razoáveis" viola os direitos da empresa e levanta "outros problemas legais sérios". EFE... 


*China é capaz de impedir quaisquer riscos e choques externos, diz Ministério das Relações Exteriores*
2019-05-16 13:37:41

*China permanece maior proprietária estrangeira de [títulos do ] Tesouros dos EUA*  
[ _Cláudio: China: precisa dos consumidores ocidentais (principalmente EUA) /  EUA: depende dos recursos financeiros da China para financiar seus enormes déficits e dívidas_ ]
2019-05-16 13:37:41 


*China completa primeira inspeção 5G de linhas elétricas*
2019-05-16 16:57:41

Tianjin, 16 mai (Xinhua) -- O Município de Tianjin, no norte da China, completou a primeira inspeção do país das linhas de energia elétrica usando drones e a rede sem fio 5G, cuja aplicação futura pode isentar os trabalhadores do trabalho perigoso.

A inspeção na tarde de quarta-feira envolveu um drone equipado com uma câmera de alta definição e um terminal 5G. O dispositivo voou 6 quilômetros na Nova Área de Binhai e transmitiu vídeos instantâneos das linhas elétricas para engenheiros que verificaram sinais de falhas.

A State Grid Tianjin Electric Power Company, que realizou a missão, disse que um robô terrestre também foi mobilizado para examinar uma subestação elétrica próxima às linhas elétricas.

"As inspeções tradicionais exigem que uma equipe de manutenção escale torres e inspecione cuidadosamente as linhas pessoalmente, o que é um trabalho muito laborioso", disse Zhang Zhipeng, engenheiro sênior da filial da State Grid em Tianjin.

Os drones já tinham sido implantados para substituir os humanos nas inspeções, mas o ambiente 4G não suportava a transmissão de vídeos de alta definição necessários para a detecção de defeitos mínimos, disse Zhang à Xinhua.

"A latência ultrabaixa da rede 5G também garante alta precisão da inspeção e evita que o robô entre em áreas perigosas por engano."

A rede 5G, que promete velocidade muito mais alta e latência mais baixa que a 4G, deve criar a base para novas gerações de tecnologias, incluindo a Internet das Coisas.


*China pede que EUA parem de provocar problemas entre ela e América Latina*
2019-04-16 11:32:49

Beijing, 16 abr (Xinhua) -- A China pediu na segunda-feira que o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, pare de provocar problemas entre ela e a América Latina.

Segundo reportagem da mídia, Pompeo fez comentários hostis sobre a China e as relações entre ela e a América Latina durante uma visita ao Chile e outros países latino-americanos.

"É totalmente irresponsável e irracional o secretário de Estado dos EUA (Mike) Pompeo difamar a China de forma imprudente e provocar problemas das relações entre a China e a América Latina. Nós nos opomos fortemente a isso", disse Lu Kang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.

A cooperação entre a China e os países latino-americanos, orientada por princípios de respeito mútuo, igualdade, benefício mútuo e resultados ganha-ganha, concentra-se no desenvolvimento comum e contribui significativamente para o crescimento econômico e a melhoria de bem-estar das pessoas dos países latino-americanos, disse Lu.

Há muito tempo os Estados Unidos consideram a América Latina como seu próprio "quintal" e frequentemente pressionam, ameaçam e até mesmo derrubam outros regimes, acrescentou. "Acreditamos que os países latino-americanos farão julgamentos corretos sobre quem é um amigo de verdade e quem é falso, e quem desrespeita regras e espalha desordem."

O porta-voz também apontou que há muito tempo um grupo de políticos norte-americanos critica a China, criando uma barreira entre ela e outros países.

Chamando tais ações de "vergonhosas", Lu enfatizou que mentiras serão sempre mentiras e que "o senhor Pompeo deve parar de fazê-las".

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*#AlémFlaFlu #EvitemosIdioticePolítica #DisrupçãoEnergia #Geopolítica #GrandeJogo*  
*#Perspectivas: #AméricaLatina #Brasil #China #EUA #Rússia*



*Em CADA NAÇÃO POR SI MESMA: VENCEDORES E PERDEDORES EM UM MUNDO G-ZERO, Ian Bremmer ILUSTRA UMA MUDANÇA HISTÓRICA NO SISTEMA INTERNACIONAL E NA ECONOMIA MUNDIAL - E UM MOMENTO, SEM PRECEDENTES, DE INCERTEZA GLOBAL.*

Pela primeira vez, em sete décadas, não existe um único poder ou aliança de poderes prontos para assumir os desafios da liderança global. Há uma geração, os Estados Unidos, a Europa e o Japão eram as potências do mundo, as democracias de livre mercado que impulsionaram a economia global. Hoje, eles lutam apenas para encontrar sua posição.

O aclamado analista geopolítico Ian Bremmer argumenta que a estrutura do poder mundial enfrenta um vácuo de liderança. Com a urgência unificadora da crise financeira atrás de nós, os diversos valores políticos e econômicos do G20 produziram bloqueio global.

Em um mundo em que tantos desafios transcendem as fronteiras - da estabilidade da economia global e das mudanças climáticas aos ataques cibernéticos, ao terrorismo e à segurança da alimentação e da água - a necessidade de cooperação internacional nunca foi maior.

A falta de liderança global provocará incerteza, volatilidade, concorrência e, em alguns casos, conflito aberto. Bremmer explica o risco de que o mundo se torne uma série de comunidades fechadas à medida que o poder é regionalizado em vez de globalizado.

Na geração que vem, as negociações sobre questões econômicas e comerciais provavelmente serão tão repletas de debates recentes sobre a não-proliferação nuclear e as mudanças climáticas. O desastre, felizmente, nunca é assegurado, e Bremmer detalha onde as alavancas do poder ainda podem ser encontradas e como exercê-las pelo bem comum. Porque a certeza de nações enfraquecidas e instituições enfraquecidas é que alguém tentará tirar proveito delas.

"Cada Nação Por Si" oferece informações essenciais para quem procura navegar no novo campo de jogo global.

SAIBA MAIS:


*O Mundo G-Zero: um vácuo emergente de poder na política internacional criado por um declínio da influência ocidental e o foco doméstico dos governos dos estados em desenvolvimento.*


*1910 de Novo?: Descontentamentos, Nacionalismos, Populismos, Protecionismos, Guerras Comerciais, etc. estão criando, novamente, o Ambiente Geo Político que nos levou às 2 Guerras Mundiais?*