quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Crash - Uma Breve História da Economia - Da Grécia Antiga ao Século XXI - Como o dinheiro, a falta de dinheiro, a insanidade e a safadeza construíram o mundo mais próspero de todos os tempos. E muito mais, como você nunca leu.


De: Claudio Estevam Prospero
Enviada em: quinta-feira, 28 de julho de 2011 12:22
Assunto: ENC: [SINAPSES] Crash - Uma Breve História da Economia - Da Grécia Antiga ao Século XXI - Como o dinheiro, a falta de dinheiro, a insanidade e a safadeza construíram o mundo mais próspero de todos os tempos. E muito mais, como você nunca leu.


























Crash - Uma Breve História da Economia - Da Grécia Antiga ao Século XXI

Alexandre Versignassi

Como o dinheiro, a falta de dinheiro, a insanidade e a safadeza construíram o mundo mais próspero de todos os tempos. E muito mais como você nunca leu.

 

Leia o primeiro capitulo de "Crash" [ http://www.scribd.com/doc/59384371/CRASH-Capitulo-1 ]

 

Obra mostra a história da economia traçando paralelos inusitados entre o presente e o passado. E traduz os assuntos mais complexos dessa seara para uma língua inédita na literatura financeira: o português.

Mais uma contribuição para a ampliação do Conhecimento = "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"

 

 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

LANÇAMENTO> EDITORA LEYA BRASIL LANÇA 'CRASH', DE ALEXANDRE VERSIGNASSI

 

http://napauta-to.blogspot.com/2011/07/lancamento-editora-leya-brasil-lanca.html

 

Obra mostra a história da economia traçando paralelos inusitados entre o presente e o passado. E traduz os assuntos mais complexos dessa seara para uma língua inédita na literatura financeira: o português.

Couro, peixe seco, sal grosso, pinga, tabaco. Tudo isso já foi moeda. Mas a que deu certo mesmo foi outra: o dinheiro falso – uma criação da Grécia Antiga que você carrega na carteira até hoje. Já o fenômeno que rouba a sua carteira, a inflação, é mais recente: cortesia dos romanos. As estratégias para enfrentá-la também vêm de lá: um César instituiu um congelamento de preços. Outro, um plano real.

Mas se inflação é ruim, deflação é pior. Quedas exageradas de preço destroem a grande propriedade do dinheiro: a incrível capacidade que ele tem de gerar mais dinheiro. É o que houve na Grande Depressão. E que quase aconteceu em 2008.

Crises econômicas, por sinal, não têm nada de novas. Elas existem desde antes da criação do dinheiro. Mesmo coisas que parecem absurdamente contemporâneas, como bolsa de valores, mercado de derivativos ou “títulos podres” têm uma história longa: nasceram nos becos das capitais européias do século XXVII. Uma história longa e que teima em se repetir: quanto maior a euforia econômica, quanto mais possibilidades de dinheiro fácil aparecem, maior a chance de queda. As bolhas financeiras são como uma lei da natureza: elas vão continuar aparecendo, vão enriquecer muita gente e fazer outros tantos perderem tudo. Não tem jeito: e a culpa é do nosso cérebro. Ele vem com um grande erro de fabricação: a incapacidade de pensar racionalmente quando o assunto é dinheiro.     
        
 É isso, enfim, que você encontra em Crash – um panorama da história do dinheiro, das crises financeiras e da especulação. Você vai saber:
- Como a crise das tulipas, da Holanda do século XVII, explicam a subida de 400% em cinco anos que a Bovespa viveu no início do século 21
- Como moedas falsas salvaram a Grécia antiga de uma tragédia e deram origem ao papel que você carrega na carteira
- Como um congelamento de preços arrasou o Império Romano e, dois mil anos depois, faria o mesmo no Brasil
- Como funcionam os Bancos Centrais, as bolsas de valores, a política monetária... Os assuntos mas áridos na linguagem mais acessível – e 100% livre de jargões.
CRASH, lançado em julho pela editora LeYa Brasil.
Sobre o autor
Alexandre Versignassi, 34 anos, é jornalista e editor das revistasSuperinteressante e Aventuras na História, ambas da Editora Abril. Foi finalista do Prêmio Esso em 2010 e ganhou duas vezes o Prêmio Abril de Jornalismo. Especializado em jornalismo científico, iniciou a carreira como repórter e colunista da Folha de S. Paulo e foi editor das revistas Sapiens e Flashback, também da Abril. Nos últimos anos, passou a aplicar o maior conceito que aprendeu com a divulgação científica ao jornalismo econômico: tornar interessante aquilo que é relevante e mostrar a relevância do que parece meramente interessante. CRA$H! segue essa premissa. E busca levá-la ao extremo.

Ficha Técnica
Título: CRA$H! Uma breve história da economia – Da Grécia antiga ao século XXI. Como o dinheiro, a falta de dinheiro, da insanidade e da safadeza construíram o mundo mais prospero de todos os tempos.
Autor: Alexandre Versignassi
Formato: 16 x 23 cm
Brochura
Nº de páginas: 320
Preço: R$39,90

Fonte> Ascom / Leya Brasil

 

 

DESCUBRA A EXPERIÊNCIA AGE!

Um blog para leitores e futuros escritores lerem e serem lidos. Ou apenas uma fonte de inspiração para sua criatividade através do ponto de vista de pessoas comuns que se encontram na literatura, na música e no cinema. Bem-vindo ao A GENTE ESCREVE!





A Editora LeYa, a equipe do Mob de Leitura (responsável pelo blog "Livros só mudam pessoas" [http://www.livrosepessoas.com/ ] ) e o blog colaborativo AGE - A GENTE ESCREVE oferecem aos leitores do AGE está super oportunidade de ganhar o livro "Crash - Uma Breve História da Economia - Da Grécia Antiga ao Século XXI" deAlexandre Versignassi.

Entender a economia hoje, não é só para profissionais do ramo financeiro. Alexandre Versignassi (editor da Revista Superinteressante) apresenta um painel histórico relevante para compreensão da crise financeira mundial, o papel do Brasil nesta nova economia e muito mais. Uma leitura necessária e imperdível!

Para concorrer é muito fácil!

Leia o primeiro capitulo de "Crash" [http://www.scribd.com/doc/59384371/CRASH-Capitulo-1 ] e deixe seu comentário aqui no AGE. O autor do melhor comentário, fatura o livro. Mas seja, rápido: está promoção vai até o dia 5 de agosto de 2011.



Lançamentos de Livros 31# + Promoção 5# - Crash

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7G4Mo1yqP99qlKFYvKJh6ISrusSx_FQNAYEQfEzcLVsznz0o_3b5Zg_7h3ky0tcIhF8NuJ2SYb9l8qZJQwG8OcdMALSKsJxYKYbKfsCD8wj1D4E6WFOLCNHYhLpnp3E-QImqsUQ0-kDol/s0/date.png Sexta-feira, Julho 22, 2011 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibJA22GuCYUNj0dLLmwn-wK1lV_mRX4Q32z6NQgxzbVsIJNJgdvTOAij-9ob_-kyipq1m9Wjs42XHxQP9_YbZBEQJKX_ac1RzT7808FOnO-G-uy46PG0m8lwdcJErKdrvnt8YsEfmULOEe/s0/user.png @_ricbiazotto


Uma breve história da economia - da Grécia Antiga ao Século XXI -

Gosta de uma boa história? E que tal se essa história for sobre o nosso amigo e muitas vezes inimigo, o dinheiro? É isso que o livro Crash, que será lançado no próximo dia 25, do autor Alexandre Versignassi, nos conta. Diversas histórias curiosas sobre a economia, abrangendo desde os gregos, até nós brasileiros, que ficamos o maior período de inflação.

Sinopse - De onde vem o dinheiro? Quem o inventou? Por que hoje ele é tão importante na vida das pessoas? Como funciona o sobe e desce do valor do dólar? Por que isso ocorre? O que determina o valor de uma ação na Bolsa? Com que finalidade os papéis de uma empresa são negociados? De que maneira opera a Bolsa de Valores? Quem pode investir?   Em Crash!: Uma Breve História da Economia: Da Grécia Antiga ao Século XXI, o autor conta histórias curiosas e interessantes como a dos primeiros especuladores, que investiam em tulipas na Holanda, flor que caiu no gosto dos europeus no século XVII; a dos alemães, que precisavam sair carregados de dinheiro quando iam às compras, em meio a uma das maiores inflações que já existiram, perdendo apenas para a dos húngaros após a Segunda Guerra Mundial; e a dos brasileiros, que detêm até hoje o recorde de maior período de inflação da história.

Ficha Técnica
Editora: Leya
Autor: ALEXANDRE VERSIGNASSI
ISBN: 9788580442595
Origem: Nacional
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Formato: Médio


Ver também:

 

SÁBADO, 26 DE MARÇO DE 2011

Sociedades Anônimas e Sociedades Autônomas - A verdade nua e crua - "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"

http://reflexeseconmicas.blogspot.com/2011/03/sociedades-anonimas-e-sociedades.html

 

 

DOMINGO, 17 DE ABRIL DE 2011
Capitalismo Parasitário - Definição e Estratégias

http://reflexeseconmicas.blogspot.com/2011/04/capitalismo-parasitario-definicao-e.html

 

 

A Maior Fraude da História. A verdade sobre os Bancos Centrais. O poder dos 'moneymasters' e a crise econômica mundial de 2008 (reficação)

por Nehemias Gueiros, Jr.

Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis”. – Mayer Amschel [Bauer] Rothschild

Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e o comércio e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão”. – declaração do pres. americano James Garfield, 1881

Ler em:  
http://jusvi.com/artigos/36376

Nehemias Gueiros, Jr.



SÁBADO, 22 DE JANEIRO DE 2011

É voz corrente que o Banco Central do Brasil é eficaz e contribui fortemente para o equilíbrio econômico do país. EU DISCORDO.


“Novo Banco Central”  é mais do mesmo:

·      Aumento da despesa pública (mais de 50% do Orçamento da República é para atender uma divida que cresce exponencialmente)

·      Manutenção da maior taxa de juros real do mundo (o custo do dinheiro é o único preço da economia brasileira que não convergiu para a média mundial)

domingo, 19 de junho de 2011

Crise Financeira - Grécia: SOCIALIZAÇÃO PREJUÍZOS - POVO: EU$6,5 bilhões aumentos impostos e cortes gastos estatais neste ano. BANCOS: Participação voluntária !!!!


8/06/2011 - 08h56

Merkel quer participação "substancial" dos bancos na ajuda à Grécia


 
DA FRANCE PRESSE, EM BERLIM
DE SÃO PAULO

A chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu neste sábado uma participação "substancial" dos credores privados no novo pacote de ajuda à Grécia.

Durante um congresso de seu partido, o CDU, em Berlim, Merkel insistiu no caráter "voluntário" dessa participação de bancos, seguradoras e fundos de investimento --reiterando o acordo alcançado na véspera entre Alemanha e França.

Até agora, a participação dos bancos havia sido o principal obstáculo entre Alemanha, de um lado, e o Banco Central Europeu (BCE) e França, do outro, para conceder uma segunda ajuda à Grécia.

Merkel e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, fecharam nesta sexta-feira o que consideram quatro princípios básicos para o novo resgate da Grécia: participação voluntária do setor privado, acordo com o BCE e que o pacote seja imediato, mas sem fixar prazos e não permita morosidade.

O tom geral do acordo entre os países é que a participação do setor privado e dos bancos no resgate seja voluntária e não uma reestruturação forçada --algo que o BCE alertou que teria efeitos catastróficos nos demais Estados da zona do euro e em seu sistema financeiro e que está na base da resistência dos investidores com os chamados países periféricos do euro.

Sarkozy explicou que os dois países favorecem o chamado "espírito de Viena", acordos de 2008 para ajudar os países do leste da Europa a superar as turbulências e que implicam em uma participação voluntária por parte dos credores.

A Grécia, uma das mais afetadas pela crise da dívida europeia, já recebeu em 2010 um pacote de resgate de US$ 160 bilhões da União Europeia e do FMI (Fundo Monetário Internacional). O país, contudo, não conseguiu cumprir as metas fiscais previstas e alerta que, se não receber uma nova ajuda, vai quebrar.

Em troca da quinta parcela do primeiro pacote (de 12 bilhões de euros previsto para julho) e do novo pacote de resgate, o premiê grego tenta aprovar um segundo pacote de austeridade, com 6,5 bilhões de euros em aumentos de impostos e cortes de gastos estatais neste ano. A oposição, contudo, resiste, diante de manifestações populares e greve geral.


A posição comum entre os dois países tem base em quatro pontos essenciais. Primeiro, a quitação ou adiamento da da cobrança das dívidas gregas deve ser voluntária.


Segundo, a nova reestruturação da dívida grega não deve ser percebida de forma alguma como um "caso de inadimplência de crédito" --o que teria consequências negativas para a nota de risco dos bancos bancos que investiram na dívida grega, que são principalmente franceses e alemães, e também para o próprio BCE.


Terceiro, qualquer decisão será tomada de acordo com o próprio BCE. E, por último, a Europa deve agir o mais rápido possível, embora sem fixar datas.


CONSENSO
O ponto comum entre Alemanha e França é importante para tentar destravar o resgate --que não é consenso entre todas as nações da zona do euro.

Nesta semana, ministros das Finanças das 17 nações debateram como fazer os credores privados partilharem o custo do segundo plano de ajuda em dois anos sem gerar turbulências ainda piores nos mercados financeiros.

Eles buscam fechar um acordo na cúpula da União Europeia, nos dias 23 e 24, e vão se reunir novamente na noite de domingo, em Luxemburgo.

Um documento da Comissão Europeia, publicado pelo "Financial Times", sobre as opções para o envolvimento do setor privado, mostrou as dificuldades que a zona do euro enfrenta para evitar a instauração de um caos nos mercados.


Uma rolagem voluntária de bônus gregos perto do vencimento, defendida pela França e pelo BCE e agora pela Alemanha, oferece o menor risco causar um rebaixamento de rating para a Grécia, mas seria impossível quantificar a contribuição do setor privado antecipadamente.


Isso significaria que os países da zona do euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) teriam de entrar com mais capital para inteirar os 120 bilhões de euros necessários em empréstimos, com 30 bilhões vindos de privatizações.


Uma troca de bônus, envolvendo o adiamento do prazo dos títulos em sete anos, é favorecida pela Alemanha e pela Holanda. Isso levantaria a maior parte do capital exigido, mas teria o maior risco de contágio, com investidores de outros bônus soberanos tomando ações de prevenção para evitar medidas similares em outros países, segundo o jornal.


Uma outra opção, a rolagem voluntária de dívida com incentivos limitados positivos, atrairia uma participação maior e tornaria possível antecipar a contribuição do setor privado, mas elevaria o risco de rebaixamento da Grécia e contágio de outros países.
-- 
 
Atenciosamente. 
Claudio Estevam Próspero 
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SOCIALIZAÇÃO DE PREJUÍZOS !!! ??? Crise econômica atingiu 'fase política', diz diretor do FMI - crise econômica global chegou a uma “fase política” que exige medidas mais duras e urgentes por parte dos governos para garantir a estabilidade financeira.

BBC Brasil - ‎há 40 minutos‎
Um diretor do FMI disse nesta sexta-feira em São Paulo que a crise econômica global chegou a uma “fase política” que exige medidas mais duras e urgentes por parte dos governos para garantir a estabilidade financeira.

Esta é aquela fase em que as Sociedades são chamadas a PAGAR A CONTA dos riscos assumidos pelos Mercados Financeiros em sua “Fantástica Festa de Arromba” ? Durante a qual estavam se  “AUTO REGULANDO” e gerando gordas comissões para executivos financeiros e lucros astronômicos para empresas de Wall Street ?
“Deixeme emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis”.
Mayer Amschel (Bauer) Rothschild

“Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e o
comércio e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de
outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os
períodos de inflação e depressão”.
Declaração do presidente norte‐americano James Garfield, 1881

Desde a proclamação da independência norte‐americana que políticos sérios e comprometidos com o
desenvolvimento e o bem‐estar da população da América do Norte se insurgiram contra os
moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: “Acredito
que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se
o povo norte‐americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro
através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta
deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, privando‐as de todo o seu patrimônio
=>>>    até o dia em que seus filhos acordem sem‐teto,
no continente que seus pais e avós conquistaram.

Para saber mais ver o arquivo anexo: A Maior Fraude da História

Dívida pública | 16/06/2011 20:25

FMI aconselha Japão a triplicar imposto sobre consumo
Órgão enviou recomendações de como o Japão pode reduzir uma dívida que já representa o dobro do Produto Interno Bruto de US$ 5 trilhões do país

A dívida do Japão cresceu à medida que o governo tentou combater anos de estagnação econômica e a crise financeira global
Tóquio O Japão, país altamente endividado, precisa iniciar em breve um processo gradual de aumento do imposto sobre consumo para 15 por cento a fim de reduzir a dívida pública, afirmou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quinta-feira.
"Um aumento gradual no imposto sobre o consumo de 5% para 15% durante vários anos - um nível ainda modesto pelos padrões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico-- pode contribuir com cerca de metade do ajuste fiscal necessário para pressionar para baixo a dívida pública nos próximos anos" disse o FMI.
A nota da equipe do FMI requerendo o aumento do imposto reflete recomendações feitas em Tóquio pelo diretor-gerente interino do FMI, John Lipsky, sobre como o Japão pode reduzir uma dívida que já representa o dobro do Produto Interno Bruto de US$ 5 trilhões do país.
A dívida do Japão cresceu à medida que o governo tentou combater anos de estagnação econômica e a crise financeira global. O tsunami que atingiu o país em 11 de março e os custos ainda não avaliados da crise nuclear implicarão em mais restrições aos gastos.
O FMI afirmou que os principais culpados pela explosão da dívida foram "o aumento ininterrupto dos gastos em seguridade social, devido ao envelhecimento da população e ao fraco crescimento econômico que encolheu a base de impostos sobre o PIB" e alertou que ambas as situações permanecem inalteradas.
"Com espaço limitado para reduzir os gastos não relacionados à seguridade social e pressões por gastos devido ao envelhecimento da população, novas medidas relativas à receita precisam ter um papel central em uma estratégia à médio prazo para reduzir os altos níveis de endividamento público do Japão", disse o FMI.
O Fundo afirmou que os formuladores japoneses de políticas devem elevar os impostos sobre o consumo e fazê-lo logo; implementar aumentos graduais; sustentar os aumentos por algum tempo e manter o imposto simples como já é, sem isenções ou brechas.
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, elegeu como prioridades as políticas para estabilização das finanças públicas e as reformas dos sistemas de impostos e seguridade social quando assumiu o cargo em junho de 2010.
Europa | 17/06/2011 12:11

Dívida pública da Espanha supera os 60% fixados pela UE

No primeiro trimestre, a dívida espanhola atingiu 63,6% do PIB


O governo prevê para o final de 2011 uma dívida de 68,7% do PIB, o que deixará o país cerca de 20 pontos abaixo da média europeia
Madri - A dívida pública espanhola ultrapassou no primeiro trimestre o limite fixado pelo Pacto de Estabilidade da União Europeia (UE), de 60%, ao atingir 63,6% do PIB, indicou o Banco da Espanha nesta sexta-feira.
A dívida pública subiu oito pontos em relação ao mesmo período do ano passado (55%), e alcançou os 679,779 bilhões de euros, frente a 60,1% registrado três meses antes.
Esta proporção é mais elevada do país desde 1998, quando a dívida pública espanhola representava 64,1% do PIB.
O governo prevê para o final de 2011 uma dívida de 68,7% do PIB e assegura que ainda assim estará cerca de 20 pontos abaixo da média europeia.
Crescimento | 17/06/2011 16:18

FMI vê ameaças à recuperação global

O organismo reduziu suas previsões para a economia mundial em 2011, para 4,3% anual


Olivier Blanchard, diretor do Departamento de Pesquisas do FMI: "os políticos devem agir agora para tornar mais robusto o sistema financeiro"
São Paulo - Os riscos de default em países europeus, a lenta recuperação nos Estados Unidos, e economias emergentes que podem ter um superaquecimento são riscos que ameaçam a reativação da economia mundial, advertiu nesta sexta-feira o Fundo Monetário Internacional.
"Há riscos muito claros" para a recuperação econômica global, advertiu o FMI ao divulgar em São Paulo uma atualização de seu relatório de perspectivas econômicas mundiais.
O organismo reduziu suas previsões para a economia mundial em 2011, para 4,3% anual, pouco abaixo dos 4,4% de suas estimativas de abril.
O Fundo indicou que "a atividade está caindo temporariamente".
"Um enfraquecimento maior do que o previsto da atividade nos Estados Unidos e uma renovada volatilidade financeira decorrente de preocupações com a profundidade dos desafios fiscais na periferia da Zona do Euro representam riscos", segundo o FMI.
Olivier Blanchard, diretor do Departamento de Pesquisas da instituição, mostrou-se particularmente preocupado com a situação na Zona do Euro, onde a Grécia caminha na corda bamba de um défault, afetando as outras economias do bloco.
Os problemas na Grécia e as dificuldades de outras nações da Zona do Euro são uma ameaça que pode "atrapalhar a retomada econômica da Europa e, talvez, do mundo", disse em uma entrevista coletiva à imprensa.
"O que está em jogo é muito importante", no momento em que a região tenta deixar a instabilidade, indicou, enfatizando que a Zona do Euro tem pela frente um "longo e doloroso processo" para recuperar sua saúde fiscal.
Se fracassar, poderão ocorrer "défaults desordenados e desestabilizadores" cujo impacto seria sentido no resto do mundo, advertiu.
O relatório enfatizou que a União Europeia (UE) tem pouco tempo para resolver seus problemas de dívida soberana, em meio a preocupações crescentes entre investidores e da população.
"Os políticos devem agir agora para tornar mais robusto o sistema financeiro", indicou.
Blanchard também destacou o risco de "superaquecimento" de algumas economias emergentes da Ásia e da América Latina.
"A inflação está crescendo além do que pode ser explicado pelos preços das matérias primas e dos alimentos", ressaltou.
China e Brasil registraram altas inflacionárias nos últimos meses.

China diz que recuperação da Europa é fundamental

A China e o Reino Unido devem assinar vários acordos comerciais durante a visita do primeiro-ministro Wen Jiabao ao país


Wen Jiabao, primeiro-ministro da China: "estou decidido a cumprir meu dever como um soldado"
Hong Kong - A recuperação da economia europeia e a capacidade de alguns países da região de superarem problemas fiscais são fundamentais para a China, disse o vice-ministro de relações exteriores da China, Fu Ying.
"Dificuldades enfrentadas pela economia europeia devem atrair fortemente nossa atenção. A capacidade de a Europa se recuperar - e certamente os países europeus podem superar dificuldades e crises - é de vital importância para nós", disse Fu durante entrevista sobre a visita do primeiro-ministro Wen Jiabao à Hungria, ao Reino Unido e à Alemanha, entre os dias 24 a 28 de junho.
Fu reiterou que a China aumentou sua participação em bônus europeus desde a crise financeira, comentário padrão para mostrar o apoio de Pequim aos países em dificuldade na Europa.
Fu disse também que Pequim tem encorajado a cooperação econômica e comercial entre a Europa e a China desde a crise, o que considera de mútuo benefício.
A China e o Reino Unido devem assinar vários acordos comerciais durante a visita de Wen ao país, disse o vice-diretor-geral do Departamento de Assuntos Econômicos, do Ministério do Comércio, Wang Zhiming, durante a mesma entrevista. Os acordos abrangerão áreas tais como desenvolvimento de matérias-primas, bancária, construção, assim como investimento bilateral e isenção de dupla taxação, afirmou Wang.
Fu advertiu ainda que as autoridades europeias não deveriam "interpretar politicamente" as atividades das empresas chinesas na Europa, acrescentando que, ao fazê-lo, podem prejudicar o interesse chinês de fazer negócios na região, a partir da interpretação de que a Europa "não é confiável".
O acadêmico do Instituto de Economia e Política Mundial da Academia Chinesa de Ciências Sociais, Zhang Ming, disse que a China tem interesses estratégicos e comerciais ao ajudar a Grécia e outros países europeus a resolver os problemas de dívida do país.
"Elevar nossa posição na dívida europeia em um montante apropriado ajudaria as nações europeias", afirmou Zhang. "Haveria não só uma importância comercial, mas também uma importância estratégica", disse Zhang. "Ajudaria a preservar o mundo tripolar e evitar que a China enfrente os EUA diretamente" acrescentou. As informações são da Dow Jones.

Endividamento | 17/06/2011 14:07

FMI minimiza dificuldades da economia dos EUA   [Isso me preocupa: pela necessidade da declaração e pela incompetência de avaliação, demonstrada inúmeras vezes pelo FMI – aliás onde estavam estas instituições durante a gestação da Crise Financeira ??? Nada sabiam e nada viam ???]

Segundo economista-chefe do fundo que os problemas econômicos mundial aumentam a importância dos Estados Unidos no panorama


As afirmações do economista sobre os EUA foram feitas durante entrevista à imprensa na sede da BM&F Bovespa
São Paulo - O economista-chefe e diretor do Departamento de Pesquisas do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, reiterou hoje que não está ocorrendo nada na economia norte-americana além do que já se conhece. Ele fez a afirmação ao comentar as pressões sobre a necessidade de aumentar o teto de endividamento da economia dos Estados Unidos. "Toda vez que ocorre um problema na economia mundial surgem comentários a respeito do duplo mergulho da economia americana", disse.
Blanchard ressaltou que, apesar de o fundo ter revisado para baixo a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA de 2,8% estimados em abril para 2,5% em junho, a economia norte-americana voltará a apresentar ligeiro crescimento na sua taxa de expansão em 2012. O FMI trabalha com a estimativa de o PIB dos EUA crescer 2,7% no próximo ano, apesar de esta taxa também estar abaixo da previsão anterior, que apontava para um crescimento de 2,9%.
As afirmações de Blanchard foram feitas durante entrevista à imprensa na sede da BM&F Bovespa, onde o FMI apresentou a versão revisada, em junho, do World Economic Outlook.
E por falar no assunto, não custa lembrar da nossa Dívida do Tesouro (a ser financiada com nossos Impostos):


Para saber mais:

QUINTA-FEIRA, 21 DE ABRIL DE 2011

Tiradentes lutou contra grilhões fisicos. Em nossa época as "correntes" são psicológicas



DOMINGO, 17 DE ABRIL DE 2011

Capitalismo Parasitário - Definição e Estratégias


DOMINGO, 27 DE FEVEREIRO DE 2011

Impressiona-me que a Mídia Tradicional e social não dê importância a analise da composição do Orçamento da União, publicado ontem no Diário Oficial. E esperei quase 48 horas para ver se alguma analise seria publicada...




TERÇA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2011

BTG Pactual não assumiu nenhuma dívida, diz banco sobre Panamericano - Entenda o que é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC)



TERÇA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2011

Brasil: Dívida pública pode subir até R$ 236 bilhões em 2011, para R$ 1,93 trilhão - Informação foi divulgada nesta terça-feira pelo Tesouro Nacional. - Em 2010, dívida pública cresceu R$ 197 bilhões, informou instituição.


R$ 1,93 trilhão (previsão 2011)  -  11,25% juros (SELIC, com viés de alta!) -  Juros anual: > R$ 200 bilhões

--
Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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