quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Flex, marcha a ré tecnológica - 'Tecnologia flex =responsável por um estado letárgico da nossa engenharia' - Gurgel, 25 anos atrás, começava a fabricar carros elétricos (Toyota FCV-R =>700 Km com um tanque!!!)

[SINAPSES] Flex, marcha a ré tecnológica - 'Tecnologia flex =responsável por um estado letárgico da nossa engenharia' - Gurgel, 25 anos atrás, começava a fabricar carros elétricos (Toyota FCV-R =>700 Km com um tanque!!!)
1 dia atrás ... Para o Planalto, medida poderia anular o incentivo aos motores flex. Mas carro elétrico é muito mais coerente com o desenvolvimento da ...
SEGUNDA, 22/10/2012

Argumento do governo contra incentivo a carro elétrico é pouco convincente

Para o Planalto, medida poderia anular o incentivo aos motores flex. Mas carro elétrico é muito mais coerente com o desenvolvimento da indústria automotiva e com a própria opção governamental pela hidroeletricidade.
"Além disso, a estrutura de preços etanol / gasolina faz com que os carros flex rodem, praticamente, o tempo todo com gasolina!!! " =>  Os subsídios são para a Economia Fóssil (lobbies das montadoras e usineiros teriam algo a ver com isso?)
29 jun. 2012 ... Entre as metrópoles participantes estão Amsterdã, Barcelona, Berlim e Nova York. O objetivo é chegar até 2020 com uma frota de 20 milhões ...

     SEXTA, 29/06/2012

Cidades investem em carros elétricos para reduzir os efeitos dos gases de efeito estufa

Entre as metrópoles participantes estão Amsterdã, Barcelona, Berlim e Nova York. O objetivo é chegar até 2020 com uma frota de 20 milhões de veículos.
'A tecnologia flex foi responsável por um estado letárgico da nossa engenharia', 
... Gurgel mais ou menos 25 anos atrás começava a fabricar carros elétricos...

Quem tinha razão era o Sérgio Habib, presidente da Citroën à época do lançamento do flex, em 2003. Ele dizia que a novidade era como o pato: nada, anda e voa. Mas faz tudo muito malfeito...

Dirigi o novo VW Golf na Europa. Um hatch médio, com motor 1.4 de 140cv, que rodou mais de 15km/l de gasolina no trânsito urbano. Na estrada, quase um desaforo: mais de 20km/l. Dá até vergonha compará-lo com os nossos automóveis.

Uma análise do “pré-flex” e “pós-flex” revela que engatamos uma ré naquele ano, pois, desde então, em uma autêntica contramão da história, o consumo médio de nossos automóveis se manteve em vários casos, aumentou em outros, diminuiu em alguns poucos. 

A tecnologia flex foi responsável por um estado letárgico da nossa engenharia, que come poeira do primeiro mundo e se perdeu na questão da eficiência térmica. Além do tombo, o coice: com os preços atuais do etanol, só vale a pena usá-lo em três ou quatro estados brasileiros. E mais: o motor ainda é “meio-flex”, pois depende da gasolina do tanquinho para funcionar nas manhãs mais frias. Outras alternativas ainda são muito caras.
(...)

Toyota terá 21 novos híbridos até 2015

Publicado em 26-09-12 às 11h28 por Nicolas Tavares

Marca diz: hidrogênio é futuro e híbrido a melhor solução atual


Atual líder do mercado de híbridos, a Toyota planeja colocar nas ruas 21 novos modelos híbridos em três anos, além de uma versão elétrica do utilitário RAV-4 e um veículo movido a hidrogênio - a marca não confirma, mas o conceito FCV-R apresentado no Salão de Tóquio (Japão) de 2011, estava programado para ser produzido em 2015.

Leia mais

·         Peugeot mostra protótipo que faz 50 km/l

·         Novo Ford Fusion híbrido faz 19,98 km/l

·         Lexus revela protótipo LF-CC antes da estreia

O "pai do Prius" Takeshi Uchiyamada, disse ao The Detroit News que os carros com células de combustível, movidos a hidrogênio, são melhores do que os elétricos, por sua autonomia maior e tempo menor de recarga. Por isso o elétrico iQ EV terá apenas 100 unidades produzidas.

Uchiyamada acredita que veremos dezenas de milhares de carros movidos a hidrogênio nas ruas na próxima década e falou da autonomia do FCV-R, capaz de andar por 700 quilômetros com um tanque, muito mais do que qualquer veículo elétrico. Mas, até que exista uma estrutura para recarga dos tanques de hidrogênio, os híbridos atuais são a melhor solução.


29/08/201217h34 > Atualizada 29/08/201220h08
Carro elétrico é 'solução incompleta' diz governo, que defende híbrido flex
Guilherme Jeronymo
Da Agência Brasil, no Rio de Janeiro (RJ)

·         Elétricos como o Renault Twizy, mostrado na Rio+20 há dois meses, são pouco viáveis para o Brasil

Carro elétrico não é a solução para o cenário de transportes no Brasil, definiu o secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marco Antônio Martins Almeida, em evento realizado nesta quarta-feira (29), no Rio de Janeiro (RJ).

Debatendo soluções para o abastecimento de combustíveis em seminário do governo estadual dedicado ao etanol, Almeida definiu o carro elétrico como uma boa alternativa para a diminuição da poluição nas grandes cidades, mas uma solução incompleta.

“A energia a ser suprida [para ser armazenada nos carros elétricos] exigiria uma fonte adicional, que tem de ser fóssil”, explicou o gestor, que defende o investimento em melhoria na eficiência dos motores dos carros flex.

Almeida também destacou a importância do veículo híbrido flex, com motor a combustão que pode ser abastecido com gasolina e/ou etanol somado a gerador elétrico -- tecnologia teoricamente simples, mas ainda não viabilizada, vale dizer. “O nível de consumo é a metade de um veículo normal. Se eu conseguir expandir a frota de veículos híbridos eficientes, a demanda diminui”, afirmou.

O secretário apontou ainda que os níveis atuais de consumo de combustíveis e a demanda crescente, em especial da gasolina,  têm alarmado o governo, que procura alternativas para o médio e longo prazo, evitando gastos excessivos com importação de combustíveis.

Segundo o Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, o aumento do consumo de gasolina, somente nos últimos três anos, foi de mais de 50% em relação ao volume consumido em 2008.

·         Modelos híbridos, como o Ford Fusion (acima) e o Toyota Prius, seriam mais úteis à realidade nacional e contariam com apoio com governo, desde que equipados com motor a combustão flex

Veja Também



Terceira Revolução Industrial tem como marca central a rede de energia/internet. O fundamental não está na energia, na internet ou na noção de rede, e sim na junção das três: não só a energia, mas parte crescente da prosperidade do século XXI virá de uma organização social assinalada pela descentralização, pela cooperação e pela partilha.

A narrativa da Terceira Revolução Industrial apóia-se em cinco pilares:
·         primeiro está na passagem (nada trivial, é claro) das energias fósseis para as renováveis.
·         segundo, e talvez mais importante dos cinco pilares, é a transformação do estoque de construções de todo o mundo em micro usinas de coleta (e de distribuição) de energia. (Auto suficiência e excedentes vendidos à rede => Dispositivos eólicos, solares e biodigestores / processadores da biomassa (esgoto e restos de alimentos)).
·         terceiro pilar está em tecnologias que permitirão armazenar (para se poder, então, distribuir) o produto dessas fontes inevitavelmente instáveis de energia de que são potencialmente dotadas as edificações.
·         quarto pilar – que os dispositivos da economia da informação em rede possam promover a integração e a partilha desse fluxo de energia produzido de maneira descentralizada. Aí reside a nova unidade entre comunicação e energia. São redes inteligentes, bidirecionais, que operam com base em energias produzidas localmente, ao contrário das duas revoluções industriais anteriores. A WEB Energética, onde todos são produtores e consumidores de energias limpas.
·         quinto pilar está no sistema de transportes, que dará maior peso aos equipamentos coletivos e também, no que se refere aos veículos individuais, aos carros elétricos e baseados em células combustíveis, integrados igualmente a esse sistema descentralizado de redes inteligentes.

Ver também:


A Terceira Revolução Industrial
Para o economista Jeremy Rifkin, o telefone e o petróleo abriram caminho para a Segunda Revolução Industrial. Agora, as energias limpas e as redes inteligentes estão preparando a próxima grande onda


Crescimento sustentável na Estratégia Europa 2020



quarta-feira, 21 de março de 2012

Jeremy Rifkin - A Terceira Revolução industrial: Como o Poder Lateral (dos pares?) está Transformando a Energia, a Economia e o Mundo

Tradução de:
Excerpted from Jeremy Rifkin's The Third Industrial Revolution: How Lateral Power is Transforming Energy, the Economy, and the World, Palgrave Macmillan 2011.




domingo, 25 de março de 2012

Diagrama / Excertos de idéias (2003) - Rifkin, Jeremy - A Economia do Hidrogênio - A Criação do Web Energética em Escala Mundial e a Redistribuição do Poder na Terra




domingo, 25 de março de 2012

Rifkin, Jeremy - A Economia do Hidrogênio - A Criação do Web Energética em Escala Mundial e a Redistribuição do Poder na Terra



--
Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.

Nossa Espécie (Homo Sapiens Sapiens Demens - Edgar Morin) Agradece!

Se não quiser receber mais minhas mensagens avise-me para retirá-lo desta lista.

domingo, 7 de outubro de 2012

Terceira Revolução Industrial melhora a DISTRIBUIÇÃO (na geografia e no tempo) e a QUALIDADE dos EMPREGOS GERADOS por REAL (R$) INVESTIDO


Terceira Revolução Industrial tem como marca central a rede de energia/internet. O fundamental não está na energia, na internet ou na noção de rede, e sim na junção das três: não só a energia, mas parte crescente da prosperidade do século XXI virá de uma organização social assinalada pela descentralização, pela cooperação e pela partilha.

A narrativa da Terceira Revolução Industrial apóia-se em cinco pilares:

·         primeiro está na passagem (nada trivial, é claro) das energias fósseis para as renováveis.

·         segundo, e talvez mais importante dos cinco pilares, é a transformação do estoque de construções de todo o mundo em micro usinas de coleta (e de distribuição) de energia. (Auto suficiência e excedentes vendidos à rede => Dispositivos eólicos, solares e biodigestores / processadores da biomassa (esgoto e restos de alimentos)).

·         terceiro pilar está em tecnologias que permitirão armazenar (para se poder, então, distribuir) o produto dessas fontes inevitavelmente instáveis de energia de que são potencialmente dotadas as edificações.

·         quarto pilar – que os dispositivos da economia da informação em rede possam promover a integração e a partilha desse fluxo de energia produzido de maneira descentralizada. Aí reside a nova unidade entre comunicação e energia. São redes inteligentes, bidirecionais, que operam com base em energias produzidas localmente, ao contrário das duas revoluçõesindustriais anteriores. A WEB Energética, onde todos são produtores e consumidores de energias limpas.

·         quinto pilar está no sistema de transportes, que dará maior peso aos equipamentos coletivos e também, no que se refere aos veículos individuais, aos carros elétricos e baseados em células combustíveis, integrados igualmente a esse sistema descentralizado de redes inteligentes.


Analisando o efeito, no EMPREGO, de cada um dos Cinco Pilares da Terceira Revolução Industrial


·         Primeiro Pilar: passagem (nada trivial, é claro) das energias fósseis para as renováveis.

Segunda Revolução Industrial -  As Energias Fósseis (Gás, Carvão, Petróleo)  concentram os empregos e a riqueza em grandes unidades de produção e distribuição. Para construção de cada unidade o emprego é concentrado também no tempo – durante a fase de construção das plataformas de extração, gasodutos, oleodutos utiliza-se grandes contingentes de mão de obra, a maioria pouco qualificada. Após a entrada em operação os funcionários necessários são poucos, com alta qualificação.

Terceira Revolução Industrial -   A instalação e manutenção de Aquecedores e Painéis Solares, Turbinas Eólicas e Pequenas Usinas Geotermais (as 3 formas mais viáveis de geração de energias renováveis) demandam técnicos com melhor qualificação, em volume constante e crescente e com oportunidades de trabalho em todos os municípios. Ao contrário das Fontes Fósseis, de produção centralizada,  as Energias Renováveis se aplicam melhor à produção descentralizada, o mais próximo possível de seus pontos de consumo.

·         Segundo Pilar: e talvez mais importante dos cinco pilares, é a transformação do estoque de construções de todo o mundo em micro usinas de coleta (e de distribuição) de energia. (Auto suficiência e excedentes vendidos à rede => Dispositivos eólicos, solares e biodigestores / processadores da biomassa (esgoto e restos de alimentos)).

Potencializa a evolução discutida quanto ao Primeiro Pilar:  a unidade de produção de energia se torna a unidade de consumo – ampliando as oportunidades de emprego e renda na instalação e manutenção, em cada residência, unidade comercial / empresarial, dos dispositivos necessário à autonomia energética com venda dos excedentes produzidos. Um exemplo são as Usinas de Açúcar e Álcool, auto suficientes em eletricidade – obtida da queima do bagaço da cana – e vendedoras de eletricidade às distribuidoras de suas regiões.

·         Terceiro Pilar: tecnologias que permitirão armazenar (para se poder, então, distribuir) o produto dessas fontes inevitavelmente instáveis de energia de que são potencialmente dotadas as edificações.

A Europa inclinou-se pela solução hidrólise de hidrogênio, utilizando excesso de eletricidade nas micro usinas, para reconversão em eletricidade, via células de combustível, quando o “estoque de eletricidade” for demandado. Com esta tecnologia abre-se toda uma gama de oportunidades de emprego e renda ligadas aos novos dispositivos necessários: instalação e manutenção de pequenos geradores de hidrogênio e de conversores de hidrogênio em eletricidade. Outra vez uma distribuição de emprego e renda no tempo e geografia. Tecnologias não concentradoras de pessoas e riquezas.

·         Quarto Pilar: que os dispositivos da economia da informação em rede possam promover a integração e a partilha desse fluxo de energia produzido de maneira descentralizada. Aí reside a nova unidade entre comunicação e energia. São redes inteligentes, bidirecionais, que operam com base em energias produzidas localmente, ao contrário das duas revoluções industriais anteriores. A WEB Energética, onde todos são produtores e consumidores de energias limpas.

1 dia atrás ... O desenvolvimento de redes elétricas inteligentes na Espanha vai permitir criar
entre 40 mil e 50 mil empregos na próxima década
, segundo ...

15 jun. 2012 ... RedeInteligente.com Mantendo você informado sobre Redes Inteligentes... de
forma sustentada 20% da eletricidade total consumida no ano passado no país.
... às flutuações e deverão ser administradas por meio de uma nova rede
inteligente... Revolução energética pode gerar milhões de empregos ...
www.redeinteligente.com/.../a-revolucao-energetica-alema-e-seus-altos-e-baixos/ - Em cache

22 jun. 2012 ... Agora, as energias limpas e as redes inteligentes estão preparando a ... novos
na Europa geram mais eletricidade do que usam, como é o caso de um ...
movimentará a economia francesa gerando milhões de empregos.
www.redeinteligente.com/2012/06/.../a-terceira-revolucao-industrial/ - Em cache

8 jun. 2012 ... RedeInteligente.com Mantendo você informado sobre Redes Inteligentes...
tornar a rede mais inteligente — estimulando a inovação, criando empregos, e
assegurando um futuro mais sustentável ... A eletricidade do Futuro ...
www.redeinteligente.com/.../silver-spring-comemora-uma-decada-de-sucesso/ - Em cache

Essas redes elétricas inteligentes usam sensores, medidores, controles ... de
medição e pela rede elétrica inteligente, o distribuidor de eletricidade OnCor ...
maior adoção e uso de veículos elétricos, trabalhando com outras empresas em
seu ...

18 abr. 2012... Eletricidade Jon Wellinghoff diz que uma rede elétrica inteligente poderia
reduzir ... nos mercados de energia e enfrentaras essas empresas.


Empregos diretos: 175 mil ... Como e quando será a Rede Inteligente (Smart.
Grid) no Brasil? ... Troca do parque de medidores de eletricidade. ▪ Medição ...



·         Quinto Pilar: sistema de transportes, que dará maior peso aos equipamentos coletivos e também, no que se refere aos veículos individuais, aos carros elétricos e baseados em células combustíveis, integrados igualmente a esse sistema descentralizado de redes inteligentes.

Aqui a oportunidade é ampliar investimentos => empregos, em Transporte Público – fabricação de balsas, navios, ônibus, trens – e no Planejamento e Operação das Redes Interconectadas e Inteligentes de Modais de Mobilidade Urbana.

Quanto à Indústria Automobilística já demos um passo com os carros flex e deve-se “não perder o bonde” dos carros elétricos. Neste caso estamos falando da manutenção de empregos com a conversão para Tecnologias de Menor Índice de Carbono.

Além dos efeitos associados a cada um dos Pilares (instalação e manutenção), temos oportunidades à ser exploradas na fabricação dos dispositivos citados cuja demanda acompanhará o processo de conversão da Segunda para a Terceira Revolução Industrial:

·         Biodigestores / processadores da biomassa (esgoto e restos de alimentos) => geram adubo e gás (energia) – próximos ás “fontes”, reduzem necessidade de grandes redes coletoras de esgoto e lixo orgânico – transformam dejetos em insumos (adubo e gás) – novos negócios, por exemplo, uso/venda do adubo e gás gerado, em troca da manutenção e operação dos biodigestores / processadores da biomassa de um grupo de residências ou instalações comerciais / industriais.

·         Aquecedores Solares (aquecimento de água – redução de 30% da energia consumida em uma residência típica)

·         Painéis Solares  (produção de eletricidade à partir dos raios solares)

·         Telhados Verdes => economia de energia por redução de efeito térmico, nas cidades (menor necessidade de refrigeração no verão e aquecimento no inverno). De brinde: o conforto estético de cidades mais verdes e floridas.

·         Turbinas Eólicas

·         Pequenas Usinas Geotermais

·         Pequenos geradores de hidrogênio

·         Pequenos conversores de hidrogênio em eletricidade

·         Dispositivos elétricos e eletrônicos necessários para as Smart Grid (Redes Inteligentes de Eletricidade)




Ver também:
Terceira Revolução Industrial
Para o economista Jeremy Rifkin, o telefone e o petróleo abriram caminho para a SegundaRevolução Industrial. Agora, as energias limpas e as redes inteligentes estão preparando a próxima grande onda


Crescimento sustentável na Estratégia Europa 2020



quarta-feira, 21 de março de 2012

Jeremy Rifkin - A Terceira Revolução industrial: Como o Poder Lateral (dos pares?) está Transformando a Energia, a Economia e o Mundo

Tradução de:
Excerpted from Jeremy Rifkin's The Third Industrial Revolution: How Lateral Power is Transforming Energy, the Economy, and the World, Palgrave Macmillan 2011.




domingo, 25 de março de 2012

Diagrama / Excertos de idéias (2003) - Rifkin, Jeremy - A Economia do Hidrogênio - A Criação do Web Energética em Escala Mundial e a Redistribuição do Poder na Terra




domingo, 25 de março de 2012

Rifkin, Jeremy - A Economia do Hidrogênio - A Criação do Web Energética em Escala Mundial e a Redistribuição do Poder na Terra



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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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terça-feira, 1 de maio de 2012

EXPLICAÇÃO PERFEITA - PORQUE SOU DE DIREITA!


Abaixo meus comentários, em meio ao próprio texto, sobre uma série de falácias do texto. Que, em letras tão grandes, para textos, equivalente a gritar, o que é tipíco de quem sabe não ter razão e tenta abafar argumentos alheios elevando o tom de voz = “ganhar no grito”, muito comum em acidentes de trânsito, onde mais grita quem menos tem razão....

De:
Enviada em: sábado, 28 de abril de 2012 18:54
Assunto: EXPLICAÇÃO PERFEITA


ESSA EU NÃO CONSEGUI DEIXAR DE REENVIAR !!!
Uma universitária cursava o sexto semestre da Faculdade. Como é comum no meio universitário, pensava que era de esquerda e estava a favor da distribuição da riqueza..

Tinha vergonha do fato de seu pai ser de direita e, portanto, contrário aos programas e projetos socialistas que previam dar benefícios aos que não mereciam e impostos mais altos aos que tinham mais dinheiro.
A maioria dos seus professores tinha afirmado que a filosofia de seu pai era equivocada.

Por tudo isso, um dia, decidiu enfrentar o pai. 

Falou com ele sobre o materialismo histórico e a dialética de Marx, procurando mostrar-lhe que estava errado ao defender um sistema tão injusto como o da direita.

No meio da conversa o pai perguntou:
- Como vão as aulas?
- Vão bem, respondeu ela. A média das minhas notas é 9, mas me dá muito trabalho consegui-las. Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente.

O pai prosseguiu:
- E a tua amiga Sônia, como vai?
Ela respondeu com muita segurança:
- Muito mal. A sua média é 3, principalmente, porque passa os dias em shoppings e em festas. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Com certeza, repetirá o semestre.

O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou:
- Que tal se você sugerisse aos professores ou ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Sônia. Com isso, vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para você, mas convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.

Ela indignada retrucou:
- Por quê?! Eu estudei muito para conseguir as notas que tive, enquanto a Sônia buscava o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja, simplesmente, dado a outra pessoa.

Seu pai, então, a abraçou carinhosamente, dizendo:
- Bem-vinda à Direita!

' O PT é o partido que tira de quem trabalha para distribuir para quem não trabalha'

Entendeu, ou quer que desenhe?


A falácia aqui é que o Socialismo não pretende distribuir a riqueza sem a produzir, busca, isso sim melhores condições de funcionamento da Economia de Mercado, em benefício de toda a população. Seus melhores exemplos são as sociedades do Norte da Europa (as verdadeiras Sociais Democracias (o social condicionando a Democracia)).  O que o texto critica é o Capitalismo de Estado,  implantado na URSS Stalinista, na China de Mao, nas Ditaduras do Cone Sul das Américas (aliás muitos dos defensores de tais textos, no Brasil, tem saudade da Ditadura Militar – típico Capitalismo de Estado, que concentrou renda e endividou a Nação, beneficiando os “amigos do rei de plantão”, que não tinha que se aborrecer com eleições periódicas que os obrigassem a prestar contas) e América Central, dentre muitos outros. E que só beneficiaram  os “distribuidores da riqueza não produzida” pois desorganizam a economia, ao desestimular a competência e o desempenho.

Marx previa uma Evolução de Consciência, uma Evolução Natural do Capitalismo, tornando a Economia de Mercado mais próxima dos ideais da Revolução Francesa – Fraternidade, Igualdade e Liberdade:

Lembremos do coração do Manifesto comunista: “A cada um conforme sua necessidade. De cada um conforme sua capacidade” O que demanda um alto nível de consciência para que uns não exagerem suas necessidades e outros não escondam suas capacidades.

Os três valores - Fraternidade, Igualdade e Liberdade - só são úteis ao Progresso Humano se em um Equilíbrio Dinâmico, pois:

 A Liberdade sem Fraternidade (ênfase Ocidental) leva ao abuso dos mais fracos, pois não há limites para a atuação no mercado.

Já a Igualdade sem Liberdade, leva ao famoso: “eles fingem que nos pagam e nós fingimos que trabalhamos” que quebrou os “Socialismos Reais” (em minha opinião melhor seria chamá-los de Capitalismos de Estado, onde os Membros do Partido substituiram os Capitalistas Clássicos (a burguesia – revolucionários na Idade Média, por expropriar os poderes dos Nobres, e parte da classe de exploração, ao se tornarem dominantes (os burgueses mais ricos) deixando de ser motores da meritocracia, ao criar as Corporações, que bloquearam a LEGITIMA CONCORRÊNCIA NO MERCADO – Corporações = a versão moderna da preservação do Status Quo – em associação com a Antiga Nobreza)


Relembrando a célebre frase:
E...
O norte e nordeste elegem...O sul e o sudeste sustentam...
Grande parte da riqueza do sul e sudeste (outra falácia, pois na verdade, mesmo no sul e sudeste a riqueza está muito concentrada, havendo muita pobreza também) foi construída à partir de grilagem de terras públicas (roubo descarado), trabalho escravo (os famosos armazéns das fazendas, onde os trabalhadores só aumentam suas dividas), a escravidão das dividas (onde as pessoas não são remuneradas adequadamente para atender necessidades(?) de consumo cada vez mais altas (que nada tem a ver com sobrevivência digna, mas com necessidades de status, nunca possíveis de satisfazer))
                        
Uma imagem para reflexão: sem os nordestinos falta mão de obra para a construção civil, para o setor canavieiro, etc. Pois os “sulinos e sudestinos” não querem se submeter às condições desumanas que os miseráveis das migrações internas ACEITAVAM (os Programas de Renda Mínima tem, entre seus objetivos, após garantir que ninguém morra de fome por não conseguir trabalho, desobrigar as PESSOAS  de aceitar trabalho indigno). Aliás este é um dos motivos da “grita da Direita”: sem miseráveis não há como ter serviços a preços vis.  

Aliás é o que ocorria, antes do golpe neoliberal que criou a crise, nas economias do G7, com pouca diferença de remuneração entre executivos e faxineiras, por exemplo – lá poucos tinham condições de manter um “batalhão de servos” como copeiros, motorista, etc. – em relações de trabalho típicas da Idade Média (ex.: empregados que dormem no emprego para estar sempre a disposição dos patrões – jornadas de trabalho, em alguns casos, de 16 horas /dia!!!). Lá se tem muitas máquinas e se divide o trabalho em casa, pois somente os muito ricos tem condição de ter empregados – bem pagos, tanto que muitos imigrantes ilegais preferiam se arriscar lá do que ser explorados aqui: universitários que iam ser garçons, faxineiros – pois lá sim se valoriza o trabalho, remunerando-o de forma digna (a essência do Sonho Americano – antes de ser desmoralizado pelo Pesadelo de Wall Street)


O Paraguai não tem Petrobrás e nem pré-sal e o preço da gasolina deles  é menos da metade da metade do preço que nós pagamos aqui no Brasil!

Esta eu me abstenho de comentar: se acha o Paraguai tão bom, vai morar lá....

Um tipico panfleto dos 1% para justificar o injustificável: a gritante disparidade de oportunidades e rendas que o Capitalismo Financeiro (a Economia de Mercado, de Adam Smith, e dos economistas clássicos, que o texto aparenta defender, é muito diferente do mecanismo de “aspiração de riqueza de quem trabalha” para os rentistas, que apenas vivem de patrimônio acumulado, muitas vezes de forma desonesta [1])

[1] Formas desonestas (não produtivas, sem trabalhar, ou roubando o resultado do trabalho alheio)  como gostam de dizer os típicos distribuidores de textos como o acima:

·         Bolsa FEBRABAN = juros da divida pública (contraída de formas que nem sempre atendem ao melhor interesse da maioria da população) = 50% das despesas do Tesouro Nacional (NOSSOS IMPOSTOS). Uma forma perversa de redistribuição de renda: da classe média, que é quem paga impostos, em qualquer país, e das pessoas mais pobres que ficam sem serviços públicos (educação, saúde, segurança, transporte, etc. -) pois é necessário reduzir estas despesas para gerar Superávit Primário = economia para pagar juros da Divida Pública (que só aumenta: superávit não passa de R$ 100 bi/ano enquanto juros da divida é de R$200 bi/ano – caso clásico de “enforcado no Cheque especial”. E todo o rendimento da Divida Pública vai para quem tem aplicações em Títulos do Tesouro Nacional = o topo da pirâmide de rendas, muitas vezes por herança ou fruto de “amizades com governos” (empreiteiras, concessionárias de pedágio, telefonia, etc.) ou puro desvio de dinheiro público (escândalos políticos: pesca, transportes, INSS, Lalau, Maluf, Cachoeira, ,,,,,)

·         Bolsa BNDES = empréstimos com juros subsidiados, muitas vezes ZERO, se levarmos em conta a inflação. Subsídio que tem um custo, outra vez, para o Tesouro Nacional (aumento de Divida Pública – que tem custo de mais de 16% ao ano). Só no ano passado, o Tesouro transferiu ao BNDES R$ 45 bilhões [2]   aumentando a Divida Pública. E tais financiamentos subsidiados são concedidos, na imensa maioria, outra vez, para a “corte”, para os “amigos do rei”, os que tem acesso aos políticos que escolhem os “campeões nacionais”, que serão apoiados pelo BNDES. E, é voz corrente entre os beneficiários de tais benesses – na casa dos bilhões de reais (o Bolsa Família custa R$17 bi / ano, para comparação) – que divida com bancos públicos, BNDES entre eles, nunca se paga = perdão ou falência fraudulenta dos devedores....

[2] TESOURO NACIONAL JÁ ESTUDA NOVO APORTE AO BNDES  Terça, 17 Janeiro 2012 10:04
Em entrevista à imprensa, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse que o governo estuda um novo repasse ao Banco. O valor seria menor do que os 55 bilhões de reais definidos para 2011.


·         Bolsas “Investimento Público”: aquisição de produtos e serviços, nem sempre de boa qualidade, à preços exorbitantes, para aeroportos, escolas, estádios de futebol (!!!), hospitais, instalações de bombeiros e segurança, dentre outras, que depois de estourarem todos os prazos e orçamentos para execução, com os famosos aditivos, que aumentam ainda mais os preços iniciais, já escorchantes, não operam por falta de recursos e pessoal (as famosas despesas de custeios = funcionários que realmente atendam à população que paga impostos. Despesas de Custeio que nunca são cortadas nos níveis de acessoria dos políticos, onde estão os grandes salários, mas sim nos “barnabés”, que por ganhar mal e estarem sobrecarregados – quadros de funcionários subdimensionados – atendem mal a população, dando mais munição aos detratores do Serviço Público – em maíusculo sim, pois poderiam ser bem organizados e executados)

Paro com estes exemplos citados, vocês certamente, se refletirem um pouco, poderiam estender, em muito a lista acima.


 Só tenho a agradecer a quem distribuí tais textos por me propiciar a oportunidade de refletir e debater idéias. Que muitos deles não se preocuparão em entender, pois vivem de dogmas da Ideologia de Wall Street, muitas vezes sendo servos prestativos de seus algozes, vitimas que também são das conseqüências do que nunca funcionou e nunca funcionará (nem mesmo para os 1% - que perdem segurança física e psicológica para usufruir seus $ Bilhões): o Sistema Corporativo de Concentração de Riqueza.

Para os demais, que não desistiram de pensar, convido a visitar este meu blog;

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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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