sábado, 26 de janeiro de 2013

Nossos filhos sem domésticas - A Segunda Libertação dos Escravos: o fim da servidão? Brasil: ainda paira a sombra da relação senhor e mucama


sexta-feira, janeiro 25, 2013

Nossos filhos sem domésticas - ANA ESTELA DE SOUSA PINTO

FOLHA DE SP - 25/01
http://avaranda.blogspot.com.br/2013/01/nossos-filhos-sem-domesticas-ana-estela.html

SÃO PAULO - Um cabo de guerra de mulheres está em curso no país.

Cada time puxa de um lado do processo civilizatório. As vítimas serão nossos filhos -ou os delas; depende do lado da corda em que se está.

Um grupo é o daquelas que, como diz Delfim Netto, fizeram a "revolução": era uma senhora que prestava serviços domésticos, estudou, foi promovida a manicure, a cabeleireira. Preparou-se mais, foi para o call center, virou caixa de supermercado.

Resultado: enquanto a ocupação cresceu em todo o país, o número de domésticas encolheu. As que ficaram encareceram e são disputadas a tapa pela outra ponta da corda.

As patroas (sem atirar a primeira pedra) já enxergam o dia em que não poderão arcar com as empregadas. Cedem espaço no cabo de guerra, ainda passo a passo porque sobra um "estoque" de domésticas -cujas filhas jamais seguirão seus passos.

Só por um salário competitivo e com condições profissionais -no Brasil, sabemos, relações entre patrões e empregados são ambíguas. (Para dizer o mínimo. Em Higienópolis, uma criada que fritava o filé-mignon da sinhá recebia carne de segunda e era orientada a lavar seu prato com esponja específica, que não tocasse a porcelana dos patrões.)

Os filhos dos "ricos-mas-nem-tanto" sofrerão o efeito da mudança, porque ainda são criados para morar em apartamentos enormes que não conseguimos limpar sozinhos, receber refeições feitas na hora e ver louças e roupa suja desaparecerem por encanto para ressurgir impecáveis.

Pós-choque, talvez eduquem nossos netos (homens finalmente incluídos) para a realidade. E o Brasil deixará de ser visto por estrangeiros como selvagem paraíso do qual o que mais se sente falta são os serviços domésticos (como, nesta semana, no site da "Forbes": http://is.gd/uAJJUZ).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Trabalho doméstico no Brasil: ainda paira a sombra da relação senhor e mucama

Mais de 70% dos 7,2 milhões de empregados domésticos no Brasil são informais. Além disso, 9 em cada 10 trabalhadores são mulheres e o salário médio da categoria é de apenas R$489,00 por 36,8 horas semanais.

As informações fazem parte de um estudo publicado na semana passada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Somente 10% dos empregados domésticos de todo o mundo estão cobertos pela mesma legislação trabalhista aplicável às outras profissões, enquanto quase um terço do total (29,9%) trabalha em países que os excluem completamente desse âmbito. Os empregados domésticos brasileiros fazem parte dos 60% restantes, de trabalhadores que possuem apenas parte dos direitos garantidos a profissionais de outros setores.

Em todo o mundo, existem poucas organizações efetivas, como sindicatos ou cooperativas, que possibilitem uma negociação coletiva dessa categoria, o que torna esses trabalhadores muito vulneráveis a práticas abusivas de emprego, já que individualmente eles têm pouco poder de negociação com seus empregadores. Apesar dos baixos salários atuais para a categoria, o relatório vê como bem sucedida a política de aumentos de salário acima da inflação promovida pelo governo desde 2003, quando a remuneração média era de R$333 (em valores corrigidos). A diferença corresponde a um aumento real de 47% do poder de compra desse setor, mais do que os 20% da média das outras profissões. Isso, segundo o estudo, aconteceu porque quase metade (46,4%) de todos os empregados domésticos recebiam em 2008 um salário mínimo. Em comparação, 15,5% dos trabalhadores de outras categorias recebiam o mesmo valor.

PEC das Domésticas
A Proposta de Emenda à Constituição 478/10, conhecida por “PEC das Domésticas” busca alterar o artigo 7º da Constituição Federal e incluir diversos direitos já garantidos aos demais profissionais para os empregados domésticos, como a jornada de trabalho de 44 horas, o seguro-desemprego e o FGTS. Ela já foi aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados e agora segue para o Senado, onde também deve ser aprovada em dois turnos. Se não houver modificações, será enviada para a presidente Dilma sancionar. Críticos da medida, questionam sua viabilidade e têm defendido que para evitar demissões e aumento da informalidade os encargos trabalhistas de empregados privados seriam custeados parcialmente pelo governo, ou seja, com dinheiro público. Creuza Oliveira, presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), declara que “o que o patrão vai contribuir a mais é algo pequeno, de 8% a mais, referente ao FGTS. Os empregadores estão acostumados a ter trabalhadores na sua casa, mas na hora de cumprir as obrigações, não querem fazê-lo”. (Fonte: IHU)

Comentário do blogueiro
O descaso para com @s trabalhador@s doméstic@s é histórico no Brasil. São evidentes ainda os resquícios da relação entre ‘senhor e mucama’ de épocas não tão distantes. E isso, mesmo quando o ‘senhor’ seja, na realidade, ‘a senhora’, dona da casa e da ‘empregada doméstica’ que dirige com mão de ferro e muita arrogância!!!!! É o caso de dizer que se não tem condições de pagar dignamente uma trabalhadora doméstica que não a contrate!


SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2012

Sobre a Jornada de Trabalho da empregada doméstica



Tenho recebido incontáveis e-mails de consultas de empregadoras domésticas pedindo orientação de como registrar uma empregada nas seguintes condições: 3 dias por semana, das 08:00hs às 14:00hs; ou 4 dias por semana das 07:00hs às 12:00hs; ou “meio período” das 13:00hs às 19:00hs (lembrando que essa jornada não é de meio período) e por aí vai. Isso quando a empregada já não está trabalhando na residência cumprindo esse tipo de jornada esdrúxula já há algum tempo e que só irá trazer futuros problemas e prejuízos trabalhistas para as próprias empregadoras. Vamos por partes:

Bom seria se pudéssemos determinar a jornada de trabalho de nossas empregadas domésticas na medida de nossas necessidades diárias e de acordo com o volume de serviços. Infelizmente, as coisas não são tão simples assim, por isso mesmo é que existem leis trabalhistas (e muitas leis, diga-se de passagem!) a Consolidação das Leis do Trabalho-CLT, leis complementares e as resoluções da Organização Internacional do Trabalho - OIT. Elas existem para regular as relações de trabalho aplicáveis tanto às pessoas jurídicas, bem como, às pessoas físicas. Elas é que determinam a duração da jornada de trabalho dos empregados e também o que é permitido ou não.

A lei nº. 5.859/72 que rege o trabalho doméstico não fixou uma jornada de trabalho para estes profissionais. Há inúmeros projetos transitando no Senado no sentido de regulamentar uma jornada de trabalho para o trabalho doméstico, mas por enquanto, continua valendo a citada lei. Então, é legal e correto contratar uma doméstica para trabalhar 3 dias por semana para uma jornada de 6 horas diárias? A resposta é absolutamente NÃO! Senão, vejamos:

A MP 2164-41 de 24/08/01 que trata da jornada reduzida (ou parcial) e que gerou o artigo 58-A da CLT, não ampliou para os trabalhadores domésticos a possibilidade da redução da jornada de trabalho. Somente pessoas jurídicas podem aplicá-la e com a devida chancela do sindicato da categoria. Por enquanto, conforme a Lei nº 5.859/72 que rege os trabalhos domésticos, estes profissionais são mensalistas (44 horas semanais, conforme artigo 58 da CLT) não podendo receber remuneração baseada na proporcionalidade das horas trabalhadas.

A Justiça do Trabalho entende (e está correta) que uma empregada doméstica que comparece 3 dias por semana numa residência cumprindo uma jornada de 3, 5, 6 ou 7 horas por dia, na verdade trata-se de uma mensalista. Que apesar de trabalhar os 3 dias na semana, ela está à disposição da empregadora nos outros 4 (domingo é o descanso semanal) e, portanto faz jus ao salário integral como se tivesse trabalhado os 30 dias do mês. Destarte, nada impede que se contrate uma empregada para trabalhar 3 dias por semana, desde que se pague a ela os 30 dias do mês!

As empregadas que trabalham 3 dias na semana por uma jornada de 3, 5 ou 6 horas, e recebendo valor menor que o salário mínimo regional, estão ganhando facilmente na Justiça do Trabalho o direito de receber toda a diferença pelas horas não pagas em que estiveram à disposição da empregadora, e também as diferenças salariais com todos os efeitos legais por receberem salário menor que o mínimo garantido pela Constituição Federal.

Portanto, que fique bem claro que na contratação de uma empregada doméstica, a jornada de trabalho seja amparada pelo artigo 58 da CLT ou seja: Jornada de 8 horas diárias. O salário a ser pago deve ser sempre o salário mínimo regional do Estado, nunca valor menor que este, ou seja, utilizando os parâmetros da CLT quando a lei específica é omissa. Evita-se assim ações trabalhistas futuras reclamando diferenças salariais sendo que, a vitória da reclamante será praticamente líquida e certa.


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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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domingo, 20 de janeiro de 2013

Nosso grande desafio: como criar uma Governança Democrática que realmente propicie decisões que atendam aos Interesses da Humanidade e não aos de um pequeno conjunto de Grupos de Interesses?


Os Capitalismos de Estado (Ditaduras pró-Ocidente e 'Socialismos Reais' (China, Cuba, URSS, etc.)) padecem do mesmo mal: enquanto se dizem atuando no interesse do Bem Comum, na verdade são instrumentos para gerar benefícios para suas próprias NOMENKLATURAS: os membros / pessoas confiáveis dos Partidos Comunistas ou, geralmente, os militares / pessoas confiáveis das Ditaduras pró-Ocidentais.

Mesmo as Democracias Ocidentais padecem do conflito entre as aspirações do Povo (Demo) e as suas NOMENKLATURAS, principalmente as financeiras, que controlam as decisões estratégicas, ultimamente no nível internacional, buscando maximizar seus interesses (ex.: bonus para dirigentes financeiros), sem levar em conta o Bem Comum (Crise 2008-?).

Este é o nosso grande desafio: como criar uma Governança Democrática que realmente propicie decisões que atendam aos Interesses da Humanidade e não aos de um pequeno conjunto de Grupos de Interesses?

Galbraith – Dinheiro e capital ainda conferem certa autoridade a quem os possui, mas o poder verdadeiro reside hoje em dia nas grandes corporações. Por isso, tenho relutado em usar a palavra capitalismo. E o mesmo acontece com outros economistas e administradores – ainda que por razões diferentes. Como digo em meu livro, empreendeu-se nas últimas décadas um esforço de troca de nomenclatura. Em vez do capitalista, temos o executivo, personagem que conquistou melhor aceitação pública do que seu antecessor. A um termo cheio de conotações históricas como capitalismo, prefere-se a expressão anódina "sistema de mercado". Freqüentemente, ela esconde o fato de que esse sistema supostamente impessoal está sujeito a manipulações abrangentes. Veja - Edição 1884 . 15 de dezembro de 2004

Estas reflexões decorrem da leitura do livro  www.slideshare.net/pjvalente/o-sociocapitalismo

Referem-se ao trecho abaixo:
(Páginas 8-9) A queda do império soviético e a supremacia incontestável americana causaram uma euforia no mundo capitalista. Foi naquela época então que o mago da administração moderna Peter Drucker lançou o livro – “A Sociedade Pós-Capitalista”; onde mencionava como os fundos de Pensão estavam revolucionando a América. Drucker escrevera com muita propriedade que o capitalismo estava em processo de “metamorfose”; e que “o capitalismo de poucos”  transformava-se no “capitalismo para todos”.

No outro lado do planeta, a China comunista que sabiamente fizera algumas reformas econômicas importantes em 1978; transformando a sua rígida “economia de planejamento central”, em uma “economia aberta e orientada para o mercado”; com objetivo de alavancar a sua então estagnada economia. Naquela altura começava a colher os frutos do sucesso; desenvolvendo-se com impressionantes taxas de crescimento anuais em torno de 10% ao ano, causando inveja em muitos países.

Na realidade, a ousada transfusão do “sangue capitalista”  para dentro do sistema socialista possibilitou que a China voltasse a ser um gigante da economia mundial, que todos respeitam e admiram.

Ironicamente, quando a China comunista turbinava a sua economia, convergindo para o “receituário capitalista”, implantando o “socialismo de mercado”; os Estados Unidos convergiam para a chamada “socialização de mercado”  mencionada por Drucker; indicando assim que haveria uma convergência entre estes sistemas econômicos. O quê me deixava perplexo e com novos questionamentos em mente, imaginado como seria o futuro da “sociedade pós-capitalista”  mencionada por ele; onde dividir o capital entre os trabalhadores seria corriqueiro e muito lucrativo.

Paralelamente imaginava também o perfil do “pós-socialismo” da Rússia, China e outros “países comunistas”, onde enriquecer tornara-se glorioso. Neste contexto procurei estudar as transformações que ocorrem no mundo após as grandes crises financeiras cíclicas, por conta do mundo globalizado; imaginando os reflexos que teriam na convergência dos sistemas econômicos.

Entretanto faltava um modelo teórico que servisse de referência para analisar essas transformações e explicar onde a convergência iria chegar. E o pior, eu não conseguia encontrar nas livrarias algum livro que tratasse do assunto. De modo que isso me instigava a desenvolvê-lo.

Então, a partir das questões mencionadas acima, passei a trabalhar intensamente na elaboração do modelo que, a partir da convergência final entre o socialismo e capitalismo, fundamentasse o “pós-socialismo” e o “pós-capitalismo”; como um sistema político-econômico único deste século 21.

Para denominar o novo sistema político-econômico que desponta abracei o termo “sociocapitalismo”. Não aquele pobre “socialismo de fundo de pensão”, mencionado falaciosamente por Peter Drucker. Mas o “sociocapitalismo verdadeiro”, que mistura acertadamente as boas práticas do capitalismo e do socialismo.

_______________________________
Edição 1884 . 15 de dezembro de 2004
Entrevista: John Kenneth Galbraith
Ainda no ataque
Na ativa aos 96 anos, o lendário economista americano agora atira contra as fraudes corporativas
(...)
Veja – John Maynard Keynes, uma de suas principais influências como economista, anda um pouco fora de moda atualmente. Qual o legado keynesiano que se deveria guardar?

Galbraith – Não concordo com esse comentário sobre Keynes. A tese central que ele defendeu – a de que a economia requer a influência estabilizadora do Estado – continua intacta. Os governantes que desprezarem essa idéia serão inexoravelmente punidos. Ainda vivemos na Era de Keynes, tanto quanto na Era de Adam Smith.
(...)
Veja – "O negócio deste país são os negócios." Como o senhor se sente a respeito dessa célebre frase do presidente Calvin Coolidge (1872-1933)?

Galbraith – Discordo dela, é claro. A vida americana tem um sentido bem mais amplo do que "o negócio de fazer negócios". Gosto de pensar que nossa força científica e nossa cultura são as fontes reais de orgulho.
(...)
Veja – Pode-se dizer que o capitalismo, como a democracia, "é o pior sistema com a exceção de todos os outros", ou ainda existe algum sentido em buscar alternativas radicais a ele?

Galbraith – Dinheiro e capital ainda conferem certa autoridade a quem os possui, mas o poder verdadeiro reside hoje em dia nas grandes corporações. Por isso, tenho relutado em usar a palavra capitalismo. E o mesmo acontece com outros economistas e administradores – ainda que por razões diferentes. Como digo em meu livro, empreendeu-se nas últimas décadas um esforço de troca de nomenclatura. Em vez do capitalista, temos o executivo, personagem que conquistou melhor aceitação pública do que seu antecessor. A um termo cheio de conotações históricas como capitalismo, prefere-se a expressão anódina "sistema de mercado". Freqüentemente, ela esconde o fato de que esse sistema supostamente impessoal está sujeito a manipulações abrangentes.

Veja – O senhor chama de fraude a idéia de que o setor público e o privado são independentes. Por quê?

Galbraith – A economia moderna, representada em sua forma exemplar pelos Estados Unidos, é produto do surgimento de corporações poderosas e de novos métodos de administração empresarial, com sua casta de executivos. O ponto forte dessa economia é a capacidade de mobilizar recursos científicos, organizacionais, culturais e políticos muito variados. O maior de seus efeitos negativos, particularmente visível no presente, é a habilidade das corporações de imiscuir-se à força nas políticas governamentais e direcioná-las. É o que vemos ocorrer agora na malfadada aventura americana no Iraque. Dito de outra maneira, o desserviço da economia moderna está na sua tendência de favorecer concentrações de poder e solapar a lógica da distribuição da autoridade política por meios democráticos. A intromissão do setor privado no chamado setor público é ostensiva e crescente, e negá-la é uma fraude – nada inocente. Essa é a contribuição ainda não devidamente "celebrada" de nossa época à história econômica.

Veja – O senhor considera inexata a idéia de que os acionistas – ou os donos – são os detentores do poder nas grandes corporações. Por quê?

Galbraith – A crença de que os acionistas e os conselhos de administração detêm a autoridade final nas grandes empresas de capital aberto de hoje em dia persiste, mas é uma fuga da realidade. É um mito. O poder na empresa pertence à administração – à burocracia empresarial, ainda que burocracia seja uma palavra fortemente condenada. O grave é que os executivos ganharam pleno controle sobre sua atuação – e sobre sua própria remuneração.

Veja – O que há de errado com o conceito de soberania do consumidor – a idéia de que, no capitalismo, o indivíduo escolhe com independência os bens que vai adquirir?

Galbraith – Essa é uma fraude muito propagada, inclusive no ambiente universitário. Ela nasce da tendência a silenciar sobre o poder de controle do marketing. O "consumidor soberano" na verdade é tutelado sem cessar pelos altamente qualificados mandarins da propaganda. Que ninguém se engane: não importa o número de gráficos sobre o poder de escolha do público que os economistas produzam, o fato é que atribuímos ao consumidor uma autoridade maior do que a que ele realmente possui.

Veja – O senhor critica os gastos americanos com armamentos. Os Estados Unidos poderiam gastar menos nesse campo?

Galbraith – Poderiam e deveriam. A força motriz desses gastos encontra-se na autoridade conferida nos Estados Unidos às Forças Armadas e suas lideranças, e também nos interesses do complexo industrial-militar. Empresas nominalmente privadas têm hoje um pé firmemente plantado no establishment militar americano e influenciam de maneira decisiva no orçamento de defesa. Essas empresas conquistaram uma fatia de poder sobre o setor público, sobre nossa política externa e sobre nossos acordos militares.

Veja – O Fed, o banco central americano, e seu presidente, Alan Greenspan, desfrutam de grande respeito. Por que o senhor discorda?

Galbraith – Alan Greenspan é uma figura pública muito hábil. Quanto a isso, não há dúvida. Ele é o beneficiário e, em certa medida, também o arquiteto da crença de que as políticas do Fed têm um efeito determinante sobre a economia. Exceto no campo da habitação, isso é um exagero. Há algo de muito reconfortante na crença de que o Fed tem essa autoridade serena e luminosa. Olhemos a história. Quase um século de experiência mostra que essa autoridade é frágil, quase negligenciável. Empresas investem para lucrar, e suas decisões são afetadas apenas marginalmente pela taxa de juros – quando são. Um período de euforia econômica se estenderá, a despeito da modificação das taxas, assim como uma fase de declínio também não será revertida. Para todos os que se preocupam com moeda e crédito, a afirmação de que o Fed tem poderes especiais supostamente denota uma inteligência econômica do tipo mais refinado. É o oposto disso.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Livro : O Novo Estado Industrial, John Kenneth Galbraith.
Excelente livro de Economia, do renomado economista canadense, naturalizado americano, de origem escocesa, John Kenneth Galbraith.

Conceitos principais:

   tecnoestrutura: é o grupo de especialistas, engenheiros, matemáticos, estatísticos, contabilistas, administradores,dentre outros, dentro de uma empresa que fazem-na funcionar, em todas as suas principais funções, planejamento de produção, pesquisa e desenvolvimento, marketing, vendas, investimentos, setor jurídico, etc. Wiki entrada por mim na Wikipedia.

    sistema de planejamento: é a parte da economia dominada pelas grandes empresas. Wiki entrada por mim na Wikipedia.

Idéias principais. Resumo:
    As grandes empresas ou companhias, a partir das primeiras décadas do século XX, deixaram de ser comandadas por empresários para serem comandadas pelas chamadas tecnoestruturas. Exemplos dados: Ford, General Motors,  General Electric, Lockheed, Boeing.  A tecnoestrutura normalmente não possui quantidades significativas de ações. São assalariados. Os controladores da grande empresa,  grupo de acionistas majoritários ou que conseguem  o percentual suficiente para o controle, normalmente não tem poder decisório administrativo, o qual pertence à tecnoestrutura, que trabalha para produzir lucros para os controladores.

    O sistema de planejamento domina o mercado. Impõe o que deve ser produzido, a quantidade a ser produzida, e a que preço deve ser vendida. Para criar o mercado utilizam intensamente de meios de persuasão pelas mídia, as campanhas publicitárias.

    O sistema de planejamento atua junto com o governo, ora fornecendo produtos e serviços, ora recebendo investimentos para pesquisa e desenvolvimento, ora recebendo especialistas egressos das instituições de ensino públicas.

    O sistema de planejamento, o Estado e as instituições de ensino e pesquisa compartilham objetivos e valores comuns. Todos acabam por se beneficiar da interação recíproca.

    Necessidade e importância das artes e ciências humanas para a sociedade, em contraposição às ciências voltadas somene para a produção de bens e serviços.
    Sistemas de planejamento existem tanto em sociedades capitalistas como socialistas.

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SÁBADO, 3 DE MARÇO DE 2007
Livros:"A Fraude Inocente – O Crescimento das Grandes Empresas e o Futuro da Democracia"
“A Fraude Inocente – O Crescimento das Grandes Empresas e o Futuro da Democracia”, John Kenneth Galbraith, Gestão Plus, 95 páginas, 10 euros

“Uma comunidade funcional, liberal nos Estados Unidos, social-democrata ou socialista na Europa e no Japão, sujeita a economia e outros sectores à perspectiva do bem comum. Reside aqui um grande erro. Aquilo que se apresenta como um bem comum pode reflectir apenas uma tendência normal para uma expressão e acção em benefício próprio.”

Esta é uma das muitas frases perspicazes desta curta obra de Galbraith, um dos mais respeitados economistas do século XX, que neste livro apresenta a diferença que existe entre percepção e realidade do sistema económico (sobretudo norte-americano). “ O que prevalece na vida real não é a realidade, mas a tendência do momento e o interesse financeiro”, diz. 

Conhecido por “não ter papas na língua”, este economista, que tem o poder de nos envolver nas suas palavras, apresenta a aparente contradição (“ Como pode a fraude ser inocente?”) do actual sistema económico afirmando que “o papel da empresa na sociedade é um exemplo gritante da fraude inocente.” 

De leitura agradável esta obra, que foi a última das 40 obras de Galbraith (1908-2006), destaca-se por ser fluida, muito afirmativa e por colocar em cima da mesa um tema quente: o papel das empresas e dos gestores na economia moderna. De destacar que ao lermos este livro sentimos que o pensamento que deu origem a estas palavras é um produto de muita pesquisa, estudos e vivência. 

Para terminar, “Deixo ao leitor um último e tristemente relevante facto: a civilização tem dado grandes passos ao longo dos séculos na ciência, na medicina, nas artes e na maior parte dos aspectos, se não em todos, relacionados com o bem-estar económico. Mas também tem oferecido oportunidades privilegiadas para a criação de armas e a ameaça e realidade da guerra. O extermínio em massa tem sido o mais bem conseguido de todos os feitos humanos.”

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John Kenneth Galbraith

John Kenneth Galbraith (Iona Station, Ontário, 15 de outubro de 1908 — Cambridge, 29 de abril de 2006) foi um economista, filósofo e escritor estado-unidense, conhecido por suas posições Keynesianas.

Galbraith foi cético perante as extravagâncias da "teoria econômica quando não justificadas pelos dados empíricos". Por exemplo, no seu livro intitulado "In The New Industrial State" (1967), ele afirma que muito poucas indústrias nos Estados Unidos enquadram-se no modelo da concorrência perfeita.

Conhecido por suas posições liberais, foi assessor econômico do presidente John Kennedy e publicou diversos livros, entre os quais The Affluent Society (A sociedade opulenta), no ano de 1958, em que critica a política econômica dos Estados Unidos. Aposentado como professor universitário em 1957, publicou em 1981 a autobiografia A Life in Our Times: Memoirs (Uma vida de nosso tempo).[1]

Índice  
1 Biografia
2 Livros
3 Referências
4 Ligação externa
(…)


_____________
Nomenklatura
Nomenklatura (palavra russa derivada do latim) era como se designava a "burocracia", ou "casta dirigente" da União Soviética. Ela incluía altos funcionários do Partido Comunista da União Soviética e trabalhadores com cargos técnicos, artistas e outras pessoas que gozavam da simpatia do Partido Comunista. Na verdade, os membros da "nomenklatura" eram, em sua esmagadora maioria, filiados ao Partido Comunista da União Soviética e gozavam de inúmeros privilégios e vantagens inacessíveis para o restante da população do país.

Origens
O termo nomenklatura deriva do latim nomenclatura que, assim como em português, significa uma lista de nomes. Originalmente, era uma lista de postos ou cargos com altas responsabilidades, cujos ocupantes deviam ser previamente aprovados pelo Partido Comunista da União Soviética. Por extensão, o nome passou a ser usado também para as pessoas que ocupavam tais cargos.

O número de membros da Nomenklatura chegou a ser de 750.000 pessoas. No início, este grupo cresceu como o encarregado por administrar um país de proporções continentais, abrigando mais de 300 milhões de habitantes. Seus militantes exerciam diversos trabalhos, desde técnicos a artísticos. Ainda que nem todos os membros pertencessem ao Partido Comunista, deviam ser vistos com bons olhos por ele.
(...)



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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Por que não se faz programa SÉRIO de economia de energia e uso de fontes locais (ex.: aquecedores / fornos solares e biodigestores) ? [Reservatórios das hidrelétricas baixos - riscos abastecimento eletricidade]

Por que não se faz programa SÉRIO de economia de energia e uso de fontes locais (ex.: aquecedores / fornos solares e biodigestores) ? [Reservatórios das hidrelétricas baixos - riscos abastecimento eletricidade]
Para: 


1 dia atrás... os reservatórios das hidrelétricas estão no nível mais baixo de uma década-- 
... (RJ) teve que reduzir a produção de energia por falta de gás.

oglobo.globo.com/.../industria-teme-que-haja-apagao-de-gas-no-segundo-semestre-7236828
16 horas atrás ... SÃO PAULO e RIO O uso do gás natural pelas termelétricas nos próximos meses 
pode resultar na falta do combustível para a indústria a partir ...


Minha Casa, Minha Vida:  Dos 2 milhões de moradias a serem construídas entre 2011 e 2014, 860 mil deverão conter obrigatoriamente sistemas de aquecimento solar.
O principal argumento para o uso de aquecimento solar em moradias de baixa renda é o benefício econômico e ambiental de [reduzir uso de] equipamentos como o chuveiro elétrico, que responde por 28% do consumo de energia
“A perspectiva de colocar aquecedor solar em 860 mil residências permite à tecnologia que ganhe escala, além de reduzir em cerca de R$ 1,5 bilhão o montante de investimentos na expansão do parque gerador e distribuidor de energia elétrica”, calcula o urbanista Eduardo Baldacci, que faz parte do GT Solar, grupo responsável pela definição de critérios de instalação dos coletores solares nas casas do programa habitacional de Dilma. O urbanista Baldacci também destaca o componente social do programa. “A economia na conta de luz das famílias de baixa renda é palpável. Chega a 40% em alguns casos.”
O biogás produzido pelo esgoto nos biodigestores acaba sendo usado nas creches e em outros locais como forma alternativa de energia.

Com a transformação do lixo em energia, os riscos à saúde humana - causados pelos lixões e aterros, pelos gases poluentes que produzem e pela poluição em geral – diminuiriam significativamente. Além disso, haveria a geração de empregos nos postos de coletas, nos postos de reciclagem e nas usinas, e o fornecimento de uma energia mais barata.

Economicamente falando, além dos cortes de gastos que a técnica traria, o aproveitamento de resíduos é considerado uma alternativa viável para substituir combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás), sendo uma boa opção para a redução da emissão de gases poluentes que provocam o efeito estufa. Com a venda de créditos de carbono, o Brasil poderia vir a arrecadar cerca de U$100 milhões por ano com essa alternativa, de acordo com pesquisadores do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Climáticas (IVIG).

Nos países europeus, nos Estados Unidos e no Japão, gerar energia a partir do lixo é uma realidade desde os anos 1980. Esses países processam 130 milhões de toneladas de lixo, gerando energia elétrica e térmica em 650 instalações. Somente a União Europeia extrai mais de 10 mil MW de cerca de 60 milhões de toneladas de lixo por ano em 400 usinas, que são capazes de produzir eletricidade para atender 27 milhões de pessoas (o equivalente a soma da população da Dinamarca, da Finlândia e da Holanda).

Casa popular e indústria solar
16/02/2012   -   Autor: Andrea Vialli   -   Fonte: Página 22

Se a presidente Dilma Rousseff desbloquear as verbas de seu principal programa habitacional, o Brasil colocará em prática o maior programa de aquecimento solar para moradias populares da América Latina. Embora ainda seja nanico no mercado mundial de energia solar para aquecimento de água, o País poderá ampliar em 240% a área instalada com painéis solares até 2014, para pouco mais de 21 milhões de metros quadrados. A liderança brasileira na América Latina seria ainda mais acentuada, deixando muito para trás o segundo país, o México, com área de 6,24 milhões de metros quadrados, um quarto de nosso parque solar, de acordo com o Departamento Nacional de Aquecimento Solar, da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Dasol/Abrava).


Desenvolvimento Sustentável - Biodigestores são implantados no BomfimDescrição: http://www.casadacidadania.org.br/Imagens/pxlNull.gif                                                                   Descrição: http://www.casadacidadania.org.br/Imagens/pxlNull.gif
*       Bruno do Nascimento Diário de Petrópolis  Setembro de 2004
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Águas do Imperador vem investindo também na construção de pequenos biodigestores para tratamento do esgoto. A proposta do O Instituto Ambiental (OIA), coordenado por Valmir Fachini, está sendo implementada pela empresa e já está em funcionamento no Alto Independência. Outra localidade onde estão sendo implantados os biodigestores é no Bonfim. O biogás produzido pelo esgoto nos biodigestores acaba sendo usado nas creches e em outros locais como forma alternativa de energia.

Os biodigestores são construídos com mão de obra da própria comunidade e são os moradores que fazem a manutenção do sistema com o apoio da Águas do Imperador. Existe uma idéia de que com o aumento da coleta do esgoto no centro histórico, a própria Estação do Palatinato, possa aproveitar o biogás gerado. Transformando o biogás em energia elétrica para ser consumida pela própria Águas do Imperador.

Os biodigestores serão usados prioritariamente para atender as comunidades mais carentes, dentro de uma política de responsabilidade social da empresa. A construção de estações de tratamento em condomínios residenciais atende a uma necessidade de outra parcela da população que pode pagar pela prestação do serviço.

De acordo com João Luiz o outro grande projeto da empresa é relacionado ao investimento na construção da Estação de Tratamento de Esgotos do rio Quitandinha, no ano de 2005. O projeto prevê o tratamento do leito do rio. Nas imediações do rio Quitandinha será construída uma estação que vai tratar o esgoto da calha do rio. Sendo que nos dias em que houver enchente a estação não funcionará em função de haver a diluição da carga poluidora. Em seqüência deverá vir a despoluição do rio Piabanha e assim sucessivamente até que finalmente o Distrito da Posse possa ser atendido. A empresa espera com a despoluição dos rios de Petrópolis aumentar significativamente a qualidade de vida da população.


DOMINGO, 4 DE NOVEMBRO DE 2012
Ecocidade - Ligações Externas para exemplos de uso dos conceitos propostos

Visão dos componentes para criação e transformação de nossas cidades em ambientes sustentáveis

  • Coleta e utilização de água de chuva e reutilização de águas servidas (águas tratadas) - redução de enchentes e melhor aproveitamento dos recursos hídricos.
  • "Matas Ciliares" para avenidas, ruas e estradas - cada "rio de cimento" equilibrado por árvores em suas laterais e canteiros centrais.
  • Cabotagem e ferrovias - transporte de mercadorias em longas distâncias através de cabotagem, para as cidades litorâneas e através de ferrovias, para as cidades distantes do litoral

Biodigestores. O tratamento de esgotos feito por Biodigestores em Petrópolis é referência nacional. Implantados em regiões de topografia acidentada e ...

Experimento-piloto funcionará em estação de tratamento de Franca (SP). ... de tratamento de esgoto (ETE) de Franca será equipada com um biodigestor que ...

envolverde.com.br/.../biodigestor-pode-solucionar-parte-do-problema-de-saneamento-basico-no-brasil/ - Em cache
24 out. 2012 ... “As pesquisas e as aplicações têm demonstrado tecnologias eficazes para tratamento do esgoto sanitário por meio do biodigestor e, ainda, ...


Geração de eletricidade a partir do biogás produzido no tratamento de esgotos. 
Geração de .... dade com Biogás de Esgoto na SA9. BESP Õ ETE Barueri ...

mento em uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). Existem drenos de 
saída do biogás possibilitando sua captação, pu- rificação, queima em flare e, ...

2.5 – Produção de biogás na ETE Rio Preto . ...... estabelecimento (eletricidade, 
calor e combustível) e as características de capacidade de produção de ...

Na cidade de São Paulo, as usinas de metano implantadas nos aterros Bandeirantes e São João transformam o gás liberado pela decomposição do lixo 
em ...

15 set. 2008... já que resolveria o problema do lixo (que se acumula em lixões e aterros, ...  130 milhões de toneladas de lixo, gerando energia elétrica e térmica em ... que  são capazes de produzireletricidade para atender 27 milhões de ...

Os lixões e aterros existentes já estão, em sua maioria, saturados. ... milhões de toneladas de lixo, gerando energia elétrica e térmica em 650 instalações. ... baixo custo da eletricidade tornará esta fonte interessantíssima, sobretudo quando ...

Companhia já investiu R$ 43 milhões no programa e prevê instalar 7 mil unidades em dois anos.
energiahoje.editorabrasilenergia.com/...solar/.../cpfl-instala-coletor-solar-em-casas-populares-449583.html - Em cache

... desses princípios: a utilização dos painéis solares no Restaurante Popular do .... que concorrem às licitações públicas de coletores solares e reservatórios de ...

Uma das novidades do Minha Casa, Minha Vida 2 é o uso da energia solar para o ... Vida, isso não sai muito caro em relação ao preço da obra, mesmo que seja de uma casa popular. ... Logo, o coletor solar é uma ideia inteligente e correta.


Descrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcQmhNWTc-QpnXyFHzXbLV9tf5A-anTpgl9epLPUPdzcp3FTVI3MsN4yQrcDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcTmY3r0wNkp_62ksmmAccySUOsnIkEwOM6sw6vxonEnKMyLlWtdjqO4SgDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcR4uQVxV6YMxPHEIwKatGpW-86Z_Vkyioeh0X3k_BcGqi2XtZaBS9yZjaYDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcQN03izi_RA6haJnH_4vjUL0x3Wumf8yRFhCU38VaDV4XKomOdkr2lomys



Descrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcRvRYXPCYapk2iwaLJ3zFqn17E4gKBSagkVx-o0MzIFGEtL55YR1hiDE06PDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcQQJzadpYdJnPd0L33DF03fiTkIn5nbFtiXGLB7TUDp1AxCFJAhZd1Gek8Descrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcTzzDMKpt4X8FD-LhSWwnXWF59xGT6U0Apd091z15c7iNyLezCCiXQGuKcDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcTelbTqdzmd5q821dfIy6J0ZjxJINCBWxuSqBVC9DKGZBgyY1vsQXsblgWSDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcTdkpayhTo34qzkmPRKR5gTHkObn7E00fFq8IBVXVBaG9XQqso7y4mtXQw


AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO. A S B C. Elaborado por ... 4.3.2
Proteção dos coletores solares antes do enchimento com água 4.4 Interligação
entre ...

Manual da Manufatura Industrial de Coletores Solares Profissionais de Baixo
Custo. TECNOLOGIAS AGRÍCOLAS - AQUECIMENTO DE AR. Manual do
Projeto ...

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Coletor Solar de Baixo Custo - Globo - YouTube
4 min - 4 jun. 2008
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Coletor Solar de Baixo Custo - SBT - YouTube
3 min - 4 jun. 2008
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Descrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcTML74blTCWDhexOyNWrihIFtV7KX4NedrgkEo8QiYdDDX0b5Mdx9zYfgDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcSaTOEi3E74_6aogJp_jqMMJmQ8MDLV5-3FtA5CG9c8c15TPBQKVB7PUagDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcSGyl4XlfZYaREnVIde3iQoT-mBe36ETerPhvmN515QnYPlp6nj7dxN7FsDescrição: http://www.google.com.br/images?q=tbn:ANd9GcR6sWPxzG3fyvuT8i5SKviSnYTAc453TEKkXFWpOd5sFznOjAa_r1BgMera

Construindo um Coletor Solar de Baixo Custo: uma Oportunidade Para Ensinar
Física.

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"Coletor solar de baixo custo". É descrito um coletor solar (100) para aquecimento de água com baixo custo de montagem, compreendendo uma quantidade ...

Descrição: http://img.youtube.com/vi/Yz14XfeCO-Q/default.jpg
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Coletor Solar de Baixo Custo - Band - YouTube
2 min - 17 jun. 2008
Vídeo enviado por rcpcps

www.youtube.com/watch?v...
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Coletor Solar Baixo CustoUFABC - YouTube
7 min - 9 maio 2012
Vídeo enviado por sgtbreitner

www.youtube.com/watch?v=jSuKc...
3.1-Passo a passo sobre a construção do coletor solar. 3.1.1-Escolha ... simples e de baixo custo, vimos que poderíamos dar um destino coletivo, implantando o ...

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desenvolveu ...
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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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