sábado, 9 de fevereiro de 2013

Meatrix é uma curta e premiada animação, em flash, crítica da agricultura industrial e das práticas agrícolas corporativas. Foi traduzida em mais de 30 línguas e assistida por mais de 30 milhões de pessoas.


The Meatrix
From Wikipedia, the free encyclopedia

Meatrix é uma curta e premiada animação, em flash, crítica da agricultura industrial e das práticas agrícolas corporativas. [1]  Foi traduzida em mais de 30 línguas e assistida por mais de 30 milhões de pessoas. [2] Ela foi feita pela empresa de mensagens verdes Free Range Studios em 2003 como um projeto encomendado pela GRACE Communications Foundation, e duas sequências foram lançados em 2006 [3], intituladas The Meatrix II: Revolting, and The Meatrix II ½.

Enredo
Em uma sátira ‘dark’ de Matrix, Leo, um porco em uma fazenda famíliar, aparentemente bucólica, é abordado por Moopheus, um touro antropomórfico. Moopheus mostra a Leo que a fazenda que ele conhece é uma ilusão, e que ele realmente está preso em uma fazenda fábrica horrível. Leo e Moopheus depois trabalham para sair da Meatrix e ajudar os outros a fazer o mesmo, com a ajuda de um terceiro personagem Chickity. [4] [5] Os objetivos do curta de animação são incentivar os consumidores a comprar produtos alimentícios orgânicos e carnes produzidas localmente. [6] [7] [8]


The Meatrix
Descrição: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c3/Meatrix_poster.gif
Promotional poster for The Meatrix
The Meatrix is an award-winning short flash animation critical of factory farming and industrial agricultural practices.[1]It has been translated into over 30 languages and watched by more than 30 million people.[2] It was made by the greenmessaging firm Free Range Studios in 2003 as a commissioned project for GRACE Communications Foundation, and two sequels were released in 2006,[3] titled The Meatrix II: Revolting, and The Meatrix II ½.

Contents

 [hide


The Meatrix website offers information on the issues surrounding factory farming, as well as alternatives to conventionally-raised meat, poultry, dairy, and eggs.

O site Meatrix oferece informações sobre as questões que envolvem a criação industrial, bem como alternativas para o convencionalmente aumentado consumo da carne convencional, aves, laticínios e ovos.



www.themeatrix.com/intl/brazil - Em cache - Similares
The Meatrix is committed to helping educate people around the world about

Descrição: http://img.youtube.com/vi/rEkc70ztOrc/default.jpg?h=90&w=120&sigh=__alNTHnSWgvKXuaLS-qQKWohlSo4=


youtube.com8 nov. 2006 - 4 min - Vídeo enviado por TheOfficialMeatrix
www.themeatrix.com The movie that started it all! 
The Meatrix (www.themeatrix. com) spoofs ...
  
Descrição: http://img.youtube.com/vi/-DPKdhafiyQ/default.jpg?h=90&w=120&sigh=__vKpoFpCVLW7JC8ZoDWK1fYJaHSQ=


youtube.com20 ago. 2009 - 4 min - Vídeo enviado por Oesterreichzuerst
http://www.themeatrix.com/intl/germany/ Die FPÖ steht der Arbeit von "themeatrix. com...
    
Descrição: http://img.youtube.com/vi/pGMqGv2OTLA/default.jpg?h=90&w=120&sigh=__Z3LCcnQHQATQ3bUlMRaSobv3T9M=


youtube.com7 dez. 2011 - 2 min - Vídeo enviado por ilgau1982
Parodia del Film Matrix per spiegare la vera realtà nella quale viene prodotta la carne e i ...


Ver também::
1 - Veneno Esta na Mesa, de Silvio Tendler (49 min)
em seguida, aprofunde mais com este aqui

2 - Mundo Segundo a Monsanto (1h 49min)
youtube.com/watch?v=gkQN5gopWS­U&feature=related
O Mundo Segundo A Monsanto (Dublado Portugues Brasil) ::: uma turma engajada promoveu esta dublagem do video altamente profissional!

     3 - Historia das Coisas, de Annie Leonard (cerca de 20 min )

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Claudio Estevam Próspero 
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ASCL- Slow Food - a CURA para o Fast Food: Restituir dimensão humana aos alimentos, instrumentos ecológicos e de prazer, de resgate social e econômico - começando devagar, em nossas comunidades locais


Para saber mais:



[!!!] Vasta gama de evidências demonstra que as pequenas fazendas são, na realidade, mais produtivas do que as grandes – chegando até a 200/1.000 por cento de maior produção por unidade de área! [!!!]

(...)
           Talvez mais surpreendente para as pessoas que apenas casualmente acompanharam o debate sobre os valores da pequena fazenda versus a “eficiência” da fazenda-fábrica, seja o fato que uma vasta gama de evidências demonstra que as pequenas fazendas são, na realidade, mais produtivas do que as grandes – chegando até a 200/1.000 por cento de maior produção por unidade de área. Como é que isto se harmoniza com as alardeadas vantagens de produtividade das atividades mecanizadas, de grande escala? A resposta é simplesmente que estas vantagens são sempre calculadas na base do quanto de uma lavoura a terra produzirá por acre. Entretanto, a maior produtividade de uma fazenda menor, mais complexa, é calculada na base de quanto alimento em geral é produzido por acre. A fazenda menor pode cultivar várias lavouras utilizando diferentes profundidades de raízes, altura das plantas ou nutrientes, na mesma área de terra simultaneamente. É esta “policultura” que dá a vantagem de produtividade à pequena fazenda.

            A fim de ilustrar a diferença entre essas duas medidas, consideremos uma grande fazenda de milho do Centro-Oeste. Esta fazenda pode produzir mais milho por acre do que uma pequena propriedade, onde o milho é cultivado como parte de uma policultura que também inclui feijão, abóbora, batata e ervas que servem para ração. Porém, em produto global, a policultura – sob estreita supervisão de um fazendeiro experiente – produz muito mais alimento, seja medido por peso, volume, bushels, calorias ou dólares.

            A relação inversa entre o porte da fazenda e o produto pode ser atribuída ao uso mais eficiente da terra, água e outros recursos agrícolas das quais a pequena fazenda dispõe, inclusive as eficiências do intercultivo de vários vegetais na mesma área, com plantios múltiplos durante o ano, estabelecendo metas de irrigação e integrando a agropecuária. Assim, em termos de conversão de insumos em produtos, a sociedade se daria melhor com fazendeiros em pequena escala. E à medida que a população continua a crescer em muitos países e os recursos agrícolas continuam a encolher, uma pequena estrutura de cultivo pode ser fundamental para o atendimento das necessidades futuras de alimentos.

Reconstruindo os Armazéns de Alimentos

            Ao se ver a variedade de pressões que afligem os fazendeiros não é difícil entender o desespero crescente. A situação se tornou explosiva, e se a estabilização da erosão da cultura e ecologia agrícolas é hoje crucial não apenas para os fazendeiros, mas para todos que se alimentam, ainda resta uma questão desafiadora sobre que estratégia funcionará. Os gigantes do agronegócio estão bem enraizados hoje e protestos dispersos terão o mesmo efeito neles como uma mordida de mosquito num trator. As perspectivas dos fazendeiros conquistarem força política por conta própria são fracas, pois seus números – pelo menos nos países industrializados – continuam a encolher.

            Uma maior esperança para mudança pode estar numa união de forças entre os fazendeiros e o maior número de outros segmentos da sociedade que hoje veem os perigos, para seus próprios interesses, da reestruturação contínua do campo. Há alguns modelos proeminentes para essas coalizões, nas várias áreas que se juntaram para lutar contra os projetos de aumento das capacidades de barcaças do Mississipi e da hidrovia brasileira que estão sendo promovidos em nome da produtividade global da soja.

            O grupo americano reuniu pelo menos os seguintes aliados fluviais:

·         Grupos ambientalistas nacionais, incluindo o Sierra Club e a National Audubon Society, que estão alarmados com a perspectiva de um bem comum ser danificado, em benefício de um pequeno grupo de interesse comercial;
·         Fazendeiros e organizações de apoio à agricultura, preocupados com o poder imoderado sendo exercido por um oligopólio dos agronegócios;
·         Grupos de contribuintes irados com a perspectiva de incentivos ao bem-estar corporativo que esvaziará mais de US$ 1 bilhão dos cofres públicos;
·         Caçadores e pescadores preocupados com a perda de habitats;
·         Biólogos, ecólogos e observadores de aves preocupados com as inúmeras espécies ameaçadas de aves, peixes, anfíbios e vegetais;
·         Grupos de capacitação local preocupados com os impactos da globalização econômica sobre as comunidades;
·         Economistas agrícolas temendo que o projeto consolide ainda mais a dependência dos fazendeiros na exportação de commodities a granel, de baixo custo, perdendo assim oportunidades valiosas de manter recursos na comunidade, através da moagem, envasilhamento, cozimento e processamento locais.
      Uma coalizão paralela de grupos ambientalistas e de apoio à agricultura foi formada no hemisfério Sul para resistir à expansão da hidrovia. Lá, também, a campanha é parte de outra, maior, que desafia a hegemonia da agricultura industrial. Por exemplo, foi formada uma coalizão em torno do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, uma organização no Brasil que ajuda os trabalhadores sem terra a realizar ocupações de terra improdutiva de propriedade de ricos latifundiários . Esta coalizão inclui 57 organizações agrícolas com base em 23 países. Também reuniu grupos ambientalistas da América Latina preocupados com os empreendimentos afins de extração de madeira e pecuária, favorecidos pelos grandes proprietários; prefeitos de municípios rurais que reconhecem o incremento que os fazendeiros podem dar às economias locais; e organizações sociais das cidades brasileiras, que vêem a ocupação de terras como uma alternativa às favelas.

      Os projetos do Mississipi e da hidrovia brasileira, gigantescos como são, ainda representam apenas dois entre centenas de empreendimentos agro-industriais que estão sendo contestados em todo o mundo. Todavia, as coalizões que se formaram em torno deles representam o tipo de reação concentrada com mais probabilidade de refrear o gigante, em parte porque as soluções que essas coalizões propõem não são expressões vagas ou quixotescas de idealismo, mas sim práticas e localizadas. No caso da aliança em torno do projeto do Rio Mississipi o trabalho da coalizão incluiu o questionamento das premissas da análise do Corpo de Engenharia, o lobby para um exame antimonopolista dos cartéis de agronegócios e a exigência de modificações aos subsídios agrícolas existentes nos Estados Unidos, direcionados desproporcionalmente aos grandes fazendeiros. Grupos ambientalistas estão procurando restabelecer um equilíbrio entre o uso do Mississipi como transportador de barcaças e uma bacia hidrográfica intacta. Simpatizantes agrícolas estão promovendo alternativas à rotação-padrão do milho-soja, incluindo a produção certificada de lavouras orgânicas que possam simultaneamente reduzir os custos de insumos e obter um ágio para o produto final, reduzindo a poluição por nitrogênio.

      Os Estados Unidos e Brasil podem ter cometido erros custosos ao conceder tamanho poder ao agronegócio para reconfigurar rios e terras para seu próprio uso. Porém, a estratégia de coalizões interligadas pode se mobilizar a tempo para resgatar muito da saúde agrícola mundial, antes que seja tarde demais. Dave Brubaker, Diretor do Projeto Spira/GRACE sobre Produção Animal Industrial, da Faculdade de Saúde Pública da Johns Hopkins University, vê essas várias coalizões como “o início de uma revolução sobre a forma de vermos o sistema alimentício, aliando a produção de alimentos com o bem-estar social, saúde humana e o meio-ambiente.” O projeto de Brubaker reune autoridades de saúde pública em torno do uso excessivo de antibióticos e contaminação hídrica resultantes do dejeto súino; fazendeiros e comunidades locais que se opõem à disseminação de novas fazendas fábricas, ou que desejam o fechamento das existentes; e uma falange de aliados naturais com campanhas afins, incluindo ativistas dos direitos animais, sindicatos trabalhistas, grupos religiosos, ativistas de direitos do consumidor e grupos ambientalistas.

     “À medida que o círculo de partes interessadas se alarga, a aliança encurta a distância entre os fazendeiro e o consumidor,” observa Mark Ritchie, Presidente do Instituto de Agricultura e Política Comercial, um grupo de pesquisa e defesa freqüentemente no centro dessas parcerias. Esta maior proximidade pode se tornar crucial para a sustentabilidade final do nosso abastecimento, uma vez que hábitos de compra social e ecologicamente seguros não são apenas o resultado passivo de mudanças na forma em que os alimentos são produzidos, mas podem efetivamente ser as forças motrizes mais poderosas dessas mudanças.

     A explosão de mercados agrícolas, agricultura sustentada pela comunidade e outros acertos de compra direta entre fazendeiros e consumidores, aponta para o número crescente de não-fazendeiros que já mudaram seu papel na cadeia alimentícia: de escolher entre dezenas de milhares de marcas de alimentos ofertadas por uma dezena de empresas, para se desviarem totalmente dessas marcas. E, uma vez que muitos dos aditivos e etapas de processamento que compõem o grosso do dólar do alimento são simplesmente as consequências inevitáveis do tempo cada vez maior que o alimento comercial hoje passa no trânsito e armazenagem globais, este encurtamento da distância entre produtor e consumidor não apenas beneficiará a cultura e ecologia das comunidades agrícolas. Também nos dará acesso a alimentos mais frescos, gostosos e nutritivos. Felizmente, como qualquer mercador pode dizer, estas características têm venda fácil.

*Brian Halweil é pesquisador do WWI

© WWI-Worldwatch Institute / UMA-Universidade Livre da Mata Atlântica, 2000. Todos os direitos reservados.
Autorizada a reprodução desde que citada a fonte e o site no Brasil www.wwiuma.org.br

O Artigo completo, com gráficos e tabelas, pode ser encontrado na Revista World Watch www.wwiuma.org.br


Artigo publicado na Revista
World Watch
 Que Fim Levaram os Fazendeiros?


A globalização da indústria e do comércio está uniformizando cada vez mais a gestão das terras mundiais e ameaçando a diversidade de lavouras, ecossistemas e culturas. À medida que a agricultura industrial se alastra, quem lavra sua própria terra – e quase sempre quem a melhor maneja – é forçado à servidão ou expulso.

por Brian Halweil*

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domingo, 27 de janeiro de 2013

Como Estímulo a Lobbies (Automobilisticos, Linha Branca, etc. ('amigos' da Corte Federal)) está QUEBRANDO OS ESTADOS E MUNICÍPIOS - Crescimento Econômico para quem? - Isto é DESENVOLVIMENTO REAL ?




isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a restituição do ... afetando o repasse do Fundo de Participação dos Municípios às prefeituras.

Isenção de IPI para carros prejudica receita da prefeitura ... O secretário de Saúde informou que desde julho o Estado e a União não fazem o ... de Renda – IR, afetando 
diretamente o repasse do Fundo de Participação dos Municípios, que é ...

O FPM, receita mais significativa para a maioria dos Municípios, é composto do bolo ... Assim, quando o Governo concede isenção desses impostos, automaticamente, 
 [REDUZ] repasses do FPE e do FPM afeta principalmente os Estados e Municípios do ... 159, o repasse de parte da arrecadação do IPI a Estados e Municípios.

E como as Cortes Municipais estão correndo atrás do prejuízo (do seu bolso):

www.contratosonline.com.br/index.php?...iptu...aumento-abusivo...
IPTU de Recife tem aumento abusivo de 64,7%: Justiça manda voltar atrás ... Declarando o aumento de 64,7% do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU... ser 
compelido a pagar o IPTU ou o ITR · Incindibilidade do lançamento do IPTU ...

g1.globo.com/.../aumento-no-iptu-de-ribeirao-deveria-ter-sido-gradativo-diz-especialista.html
Aí você tem um aumento de 130% no IPTU, você tem um baque no seu orçamento familiar. ... ITR, Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, 50% (pode chegar a .... 
nào tem cabimento de um reajuste tào abusiva como foi em ribeirão.

Prefeitos fazem greve contra IPI de carro
100 municípios de Pernambuco estão em greve em protesto contra queda de arrecadação provocada pelos cortes de impostos pelo governo federal
13 de novembro de 2012 | 2h 06

ANGELA LACERDA / RECIFE - O Estado de S.Paulo

Cerca de 3 mil dos 5.565 prefeitos do País devem se encontrar hoje, em Brasília, numa mobilização para chamar a atenção da presidente Dilma 
Rousseff para a crise financeira dos municípios. Segundo os prefeitos, a crise foi provocada pela queda de arrecadação do Fundo de 
Participação dos Municípios (FPM), motivada pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a indústria 
automobilística e de linha branca.
Os prefeitos querem um bônus compensatório para as perdas - como fez o governo Lula em 2008 -, além da sanção presidencial do projeto, já 
aprovado pela Câmara, que redistribui, de forma mais igualitária, os royalties da exploração do petróleo.
Atingidos pela pior seca nos últimos 50 anos, os municípios localizados no semiárido também vão pregar a adoção de medidas 
emergenciais para o enfrentamento da estiagem.
Greve. Como forma de dar destaque à "situação de falência" em que se encontram os municípios, o presidente da Associação Municipalista de 
Pernambuco (Amupe), Jandelson Gouveia, lidera uma "greve" de prefeituras, iniciada ontem, no Estado, por uma semana.
Cerca de 100 municípios - do total de 184 - aderiram ao movimento. As portas das prefeituras foram fechadas, com a manutenção apenas
 de serviços essenciais a exemplo do atendimento à saúde e coleta de lixo. A reposição dos dias parados será feita a partir de segunda-feira, com
 uma hora a mais no expediente.
"A queda do FPM em Pernambuco é de 22% devido à redução de cobrança do IPI", disse o presidente da Comissão de Desenvolvimento
 do Agreste Meridional (Codeam), Eudson Catão. Metade do IPI fica com a União e metade é repassada aos municípios. Com a redução dos
 recursos, muitas prefeituras têm dificuldade para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que determina que o pagamento do 
funcionalismo não exceda os 54% da receita municipal.
"Está muito difícil manter esta equação", disse Gouveia, ao lembrar que muitos municípios estão atrasando pagamento de salários. O 
movimento dá suporte à bandeira levantada pelo governador Eduardo Campos (PSB) logo após o primeiro turno das eleições, em prol de um
 novo pacto federativo - que dê mais autonomia a Estados e municípios.
O encontro dos prefeitos será no auditório Petrônio Portela, no Senado. A expectativa é de uma audiência com a ministra da Secretaria 
de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
Repete-se 2008/2009:

Queda na arrecadação afeta mais Estados e municípios

A perda de arrecadação tributária real do governo federal no primeiro trimestre teve impacto bem mais forte nos tributos compartilhados com Estados e 
municípios do que naqueles que são quase totalmente apropriados pela União. A constatação foi feita pelo economista José Roberto Afonso, 
especialista em finanças públicas. "Está ruim para todo mundo, mas para alguns está muito pior", diz Afonso.

Os números da arrecadação divulgados pela Receita Federal mostram que o Imposto de Renda (IR), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a 
Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), principais tributos federais compartilhados com Estados e municípios, tiveram uma queda real 
(descontada a inflação do IPCA) de 11,2% no primeiro trimestre, comparado a igual período de 2008. Já todo o resto da arrecadação federal, que na sua 
quase totalidade fica com a própria União, teve uma queda real de apenas 2,9%.

Essa deterioração maior da arrecadação compartilhada é o pano de fundo das pressões de municípios e Estados para que sejam compensados, diante dos 
efeitos da crise econômica na receita pública brasileira. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou em pagar aos municípios a diferença 
entre o que foi recebido em 2008 e o valor repassado este ano. E medidas de auxílio aos Estados também estão na pauta do governo.

A arrecadação total do governo federal, apurada pela Receita Federal, no primeiro trimestre recuou, em termos reais, 6%, ou R$ 10 bilhões, saindo de 
R$ 166,2 bilhões em igual período do ano passado para R$ 156,2 bilhões. Uma parcela de 70% deste recuo, ou R$ 7 bilhões, corresponde à queda
 dos tributos compartilhados, o IR, o IPI e a Cide, que em seu conjunto saíram em termos reais de R$ 62,7 bilhões para R$ 55,7 bilhões entre o primeiro 
 trimestre de 2008 e de 2009.

No restante da arrecadação da União, que inclui IOF, Cofins e receita previdenciária, entre outros, a queda real no mesmo período foi de R$ 3 bilhões, de 
R$ 103,4 bilhões para R$ 100,4 bilhões. Essa parte é quase toda apropriada pela União, com exceção de alguns itens de arrecadação relativamente baixa, 
com o Imposto Territorial Rural (ITR).

Tanto no IR quanto no IPI, 21,5% da arrecadação vai para o Fundo de Participação dos Estados, 23,5% para o Fundo de Participação dos Municípios e 
3% para fundos regionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, num total de 48% de transferências para fora dos cofres da União. No caso do IPI, há 
uma transferência adicional de 10% para os Estados exportadores. Já no caso da Cide, 29% vai para Estados e municípios.

Afonso nota que uma das razões para a queda do IPI, compartilhado com Estados e municípios, é a política de desoneração do governo federal 
para combater a desaceleração econômica. Na sexta-feira, o governo concedeu nova isenção de IPI, desta vez para os eletrodomésticos. Afonso diz 
concordar com a política, mas com uma ressalva: "O IPI é para isso mesmo, é para ser um imposto regulatório, mas o problema é que há um reflexo 
federativo muito importante, para o qual precisa se encontrar uma solução". Ele considera boa a proposta de Lula para os prefeitos e acha que o pleito dos 
governadores também tem fundamento.

Do total de R$ 7 bilhões da perda real dos tributos compartilhados, 38% são explicados pela queda do IPI, 33,6% pela do IR e 28,4% pela da Cide. A muito 
falada perda do IPI com os estímulos dados à indústria automobilística foi de R$ 1,34 bilhão, metade da perda total de IPI.

O economista observa que há itens de recuo na arrecadação dos tributos compartilhados bem maiores do que a do IPI dos automóveis, com a queda de 
3,5 bilhões na arrecadação real de IR de empresas (pessoas jurídicas), que saiu de R$ 26,6 bilhões no primeiro trimestre de 2008 para R$ 23,1 bilhões no 
mesmo período de 2009. Só o IR das empresas, portanto, explica 50% da queda real dos tributos compartilhados.

O IR das instituições financeiras também diminuiu, caindo 32%,de R$ 6,3 bilhões para R$ 4,3 bilhões. "Os bancos estão lucrando menos com a crise e 
aumentaram a provisão para devedores duvidosos", diz Afonso. Já a queda real do IR das pessoas físicas no primeiro trimestre foi de 26% - de R$ 2,3 bilhões 
em 2008 para R$ 1,7 bilhão. Esses números não incluem o IR retido na fonte, que teve crescimento real de 7,8% ou R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre.

A queda da Cide no período foi radical, de R$ 2,1 bilhão em 2008 para R$ 117 milhões em 2009, refletindo o corte drástico no tributo para permitir que a 
Petrobrás não repassasse a alta violenta do petróleo no período anterior à eclosão da crise.

E como um dos subprodutos desta Estratégia Econômica (estímulo à compra de veículos automotores, COM ENDIVIDAMENTO):

Para onde o “enxame de carros” se desloca, provoca o CAOS.
  Cada 'feriadão' é mais uma demonstração de qual é o problema:
Retorno após feriadão causa congestionamento nas estradas de SP. Cidade estava com trânsito tranquilo (inverso 
dos dias úteis).












Retorno após feriadão causa congestionamento nas estradas de SP
Fluxo de carros é intenso nas rodovias Anchieta, Imigrantes e Castello Branco
02/01/13 - 19h24
Publicado Por: Caio Dias

Algumas propostas de soluções (exemplos de outras Estratégias de Estímulo 
Econômico):

domingo, 24 de junho de 2012

Proposta para ligação, via [Corredor Metropolitano ABD] e [Ferrovia / Metrô], entre ABCD / São Paulo / Alphaville => Melhoria da Linha 8 Diamante e Novo Ramal desta linha com Estações: Shopping Tamboré e Centro Comercial Rio Negro



domingo, 24 de junho de 2012

Propostas de Mobilidade Urbana elaboradas pelo Instituto Mobilidade Verde para o próximo Prefeito - cada carro compartilhado pode tirar entre 4 a 28 veículos .... - Japão tem 'estacionamento solar' para aluguel de bicicletas elétricas



domingo, 15 de abril de 2012

Hidroanel Metropolitano - É um conjunto de vias navegáveis formado pelos rios Pinheiros e Tietê, pelas represas Billings e Taiaçupeba, mais um canal e um túnel que fazem a ligação entre essas duas represas Aproximadamente 170 km de hidrovias




domingo, 7 de outubro de 2012

Terceira Revolução Industrial melhora a DISTRIBUIÇÃO (na geografia e no 

tempo) e a QUALIDADE dos EMPREGOS GERADOS por REAL (R$) 

INVESTIDO


Terceira Revolução Industrial tem como marca central a rede de energia/internet. O fundamental não está na energia, na internet ou na 
noção de rede, e sim na junção das três: não só a energia, mas parte crescente da prosperidade do século XXI virá de uma organização 
social assinalada pela descentralização, pela cooperação e pela partilha.

A narrativa da Terceira Revolução Industrial apóia-se em cinco pilares:

·         primeiro está na passagem (nada trivial, é claro) das energias fósseis para as renováveis.

·         segundo, e talvez mais importante dos cinco pilares, é a transformação do estoque de construções de todo o mundo em micro usinas 
de coleta (e de distribuição) de energia. (Auto suficiência e excedentes vendidos à rede => Dispositivos eólicos, solares e biodigestores / 
processadores da biomassa (esgoto e restos de alimentos)).

·         terceiro pilar está em tecnologias que permitirão armazenar (para se poder, então, distribuir) o produto dessas fontes inevitavelmente
instáveis de energia de que são potencialmente dotadas as edificações.

·         quarto pilar – que os dispositivos da economia da informação em rede possam promover a integração e a partilha desse fluxo de energia 
produzido de maneira descentralizada. Aí reside a nova unidade entre comunicação e energia. São redes inteligentes, bidirecionais, que operam 
com base em energias produzidas localmente, ao contrário das duas revoluções industriais anteriores. A WEB Energética, onde todos são 
produtores e consumidores de energias limpas.

·         quinto pilar está no sistema de transportes, que dará maior peso aos equipamentos coletivos e também, no que se refere aos veículos 
individuais, aos carros elétricos e baseados em células combustíveis, integrados igualmente a esse sistema descentralizado de redes inteligentes.


Analisando o efeito, no EMPREGO, de cada um dos Cinco Pilares da Terceira Revolução Industrial:

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