sexta-feira, 11 de novembro de 2011

[SINAPSES] Zona do Euro - leia-se Banco Central Europeu - intervém nos governos eleitos de Grécia e Itália. Ao invés de convocar eleições, negociam governos de "salvação nacional"- leia-se salvação dos bancos credores. Com "quadros técnicos" = banqueiros.

Para nós, do Brasil, ainda há tempo de evitar o mesmo enredo: precisamos – os Cidadãos, a Sociedade Civil, o Povo - compreender e assumir o controle de nossa Dívida Pública.

Pois, como vemos, no “Primeiro Mundo”, as conseqüências de deixar a “economia na mão dos economistas são tão trágicas quanto deixar a guerra nas mãos dos generais....”

 

[A frase do assunto desta mensagem derivou de comentário feito por Demetrio Magnolli no Jornal das 10  - Globonews – 09/11/2011]:

 Zona do Euro - leia-se Banco Central Europeu - intervém nos governos eleitos de Grécia e Itália. Ao invés de convocar eleições, negociam governos de "salvação nacional"- leia-se salvação dos bancos credores. Com "quadros técnicos" = banqueiros. “ As  raposas cuidando do galinheiro, de novo?”

Demetrio Martinelli Magnoli (1958) é um sociólogo e geógrafo brasileiro.[1][2]
Doutor em Geografia Humana pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP)[3], é integrante do Grupo de Análises de Conjuntura Internacional (Gacint)[4] do Instituto de Relações Internacionais (IRI-USP) da mesma Universidade. Autor e co-autor de diversas obras, também é colunista de diversos periódicos, como a Revista Época e a Folha de S. Paulo. Também é colunista da Rádio BandNews FM e comentarista do Jornal da TV Cultura.[5]

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%A9trio_Magnoli

 

Grécia: democracia atrapalha a economia?

(Convocação do referendo sobre pacote levou pânico

aos Representantes do Sistema Financeiro

(os teóricos representantes eleitos dos povos da Europa))

 

 

José Saramago em seu livro “Ensaio sobre a Cegueira:
Aqueles que podem ver têm uma maior responsabilidade na sua comunidade!”


Padres e executivos
Antigamente eram os padres com suas batinas pretas, seus chapéus pretos,
seus sapatos pretos, seus breviários pretos. Hoje são os executivos com seus
 ternos pretos, seus sapatos pretos, suas pastas pretas, seus laptops pretos.
Duas classes sacerdotais.

 

10/11/2011 - 13h04

Lucas Papademos nomeado primeiro-ministro da Grécia



ATENAS, Grécia, 10 Nov 2011 (AFP) -O presidente grego, Carolos Papoulias, pediu nesta quinta-feira que o ex-vice-presidente do Banco Central Europeu Lucas Papademos forme um novo governo, informou o gabinete de Papoulias.

"O presidente deu a Papademos o mandato para formar um governo", informou o gabinete em um comunicado, acrescentando que o novo governo será empossado às 12H00 GMT (10H00 de Brasília) de sexta-feira.

Em sua primeira declaração como novo primeiro-ministro, Papademos afirmou que o fato da Grécia fazer parte do Euro é uma "garantia de estabilidade monetária".

"Estou convencido de que a participação no Euro é uma garantia de estabilidade monetária e um fator de estabilidade econômica", afirmou Papademos à imprensa ao deixar o palácio presidencial.

Papademos, de 64 anos, tem uma boa reputação internacional por sua experiência financeira e é visto por muitos como o homem certo para tirar a Grécia de sua pior crise econômica no pós-guerra.

A Bolsa da Grécia subiu bruscamente quando Papademos chegou ao palácio presidencial para iniciar as negociações com o chefe de Estado e com líderes políticos.
Sua nomeação levou quatro dias, em meio a disputas políticas e por demandas feitas supostamente por ele exigindo que as eleições fossem realizadas depois de fevereiro.

O comunicado da presidência não fez menção a uma data para as eleições.


O novo governo deve ratificar rapidamente um acordo de resgate da UE para desbloquear os empréstimos que irão salvar a Grécia da falência no próximo mês.

O nome do novo primeiro-ministro grego foi decidido numa nova reunião entre os chefes dos partidos políticos a pedido do presidente da República.

Estiveram presentes nesta reunião o primeiro-ministro e chefe do partido Socialista, Georges Papandreou - que se despediu dos gregos em uma mensagem transmitida pela TV à nação -, e o chefe da direita, Antonis Samaras, que no domingo havia aceitado cooperar para a formação de um governo de União Nacional.

Papandreou anunciou nesta quarta-feira oficialmente sua demissão e desejou "êxito" ao novo chefe de governo, em uma mensagem à Nação transmitida peça televisão antes de uma reunião com o chefe de Estado, Carolos Papulias.



Mario Monti é o favorito para assumir governo italiano

10/11/2011 - 10h14 | do UOL Notícias

Reuters
Por Giselda Vagnoni e Catherine Hornby
ROMA (Reuters) - O nome do ex-comissário europeu Mario Monti surgiu nesta quinta-feira como favorito para substituir Silvio Berlusconi no cargo de primeiro-ministro da Itália, num momento em que a crise da dívida no país ameaça toda a zona do euro.
Há várias semanas os mercados já falam em Monti como o nome mais indicado para comandar um governo de unidade nacional, que seria responsável por impor medidas de austeridade urgentes.
Fontes do partido de Berlusconi, o Povo da Liberdade (PDL), disseram à Reuters que o premiê agora estava convencido de que seria melhor não convocar eleições, numa mudança brusca de posição.
Berlusconi anteriormente havia dito que via a antecipação das eleições como a única opção realista assim que renunciar ao cargo, o que ele disse que pretende fazer tão logo um pacote de reformas econômicas urgentes for aprovado pelo Parlamento, dentro de alguns dias.
Atenuando a crise política, o PDL parecia ter abandonado sua insistência de eleições antecipadas, e disse cogitar o apoio a um gabinete comandado por Monti.
"O PDL não pode simplesmente seguir o grito do núcleo duro por eleições... Há o interesse nacional [Claudio: definido por quem? Pelo povo ou por tecnocratas?], que vem antes de tudo", disse o chanceler Franco Frattini ao jornal Corriere della Sera.
O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, nomeou na quarta-feira Monti como senador vitalício[CBN - Miriam Leitão e Sardenberg: “e nós reclamávamos de nossos senadores biônicos (ditadura) com apenas um mandato”], num sinal de que deve convidar o acadêmico para tentar formar nos próximos dias um governo de base ampla.
A Itália passa por um teste econômico já nesta quinta-feira, quando o Tesouro deve lançar mais 5 bilhões de euros em títulos com vencimento para 12 meses. Na quarta-feira, os juros para esse tipo de papel se aproximaram dos 7 por cento, limite que especialistas consideram perigoso, e que já levou Grécia, Portugal e Irlanda a pedirem socorro internacional.
Num sinal da tensão, o geralmente sóbrio diário econômico Il Sole 24 Ore publicou na sua manchete, em letras garrafais, a frase "tenham pressa", num apelo à classe política.
O líder da bancada parlamentar do PDL, Fabrizio Cichitto, disse à Reuters nesta quinta-feira que o partido estava analisando duas opções, pressionar por eleições ou apoiar um governo liderado por Monti, mas ainda não havia chegado a uma decisão.
Foi a primeira vez que o PDL disse que consideraria um governo de coalizão -- uma opção à qual antes se opunha fortemente.
Na quarta-feira, Napolitano tentava desesperadamente acalmar os mercados, oferecendo garantias de que Berlusconi cumprirá sua promessa de deixar o cargo assim que o Parlamento aprovar reformas econômicas. Mas a pressão dos mercados continuou, e os juros sobre os títulos de 10 anos chegaram a cerca de 7,3 por cento. [Claudio: o povo vota em períodos de anos – os mercados financeiros “votam a todo segundo” com movimentações de capitais, ou ameaças de desorganizar a economia. Temos uma DEMO(povo) CRACIA ou uma MECADO (finanças) CRACIA no mundo globalizado apenas financeiramente? ]
Monti, de 68 anos, há muito tempo é citado como possível líder num gabinete pluripartidário de emergência - uma fórmula política que já funcionou em crises anteriores.
Respeitado economista, ele atualmente é reitor da prestigiosa universidade Bocconi, de Milão. Monti é visto como um negociador duro, que se habituou a enfrentar interesses corporativos poderosos na época em que foi comissário europeu na área de Concorrência.


1.   Grécia e Itália podem ter governos com quadros técnicos ... - O Globo

oglobo.globo.com/.../grecia-italia-podem-ter-governos-com-quadros...
4 horas atrás – Ontem, foi um dia de caos na Grécia. George Papandreou, ex-primeiro-ministro, anunciou que um acordo tinha sido fechado com outros ...

2.   Sarkozy nega pressão para mudar governos de Grécia e Itália ...  (Se ele precisa negar eu aposto que ocorreu)

5 dias atrás – O presidente francês, Nicolas Sarkozy, negou hoje, em Cannes, ter exercido pressão durante os últimos dias para conseguir uma mudança de ...

3.   Mercado otimista com relação à Grécia e Itália, os dois países no ...

1 dia atrás – O otimismo em relação à Grécia e Itália fez com que as principais bolsas... e na formação definitiva de um governo de coalizão na Grécia. ...

4.   UE pressiona Grécia e Itália pelo fim da instabilidade política ...

2 dias atrás – A União Europeia (UE) eleva o tom e exige que a Grécia e a Itáliaadotem ... Grécia. A pressão também era dirigida contra a Grécia. O governo ...

Ver:

QUINTA-FEIRA, 3 DE NOVEMBRO DE 2011

Grécia: democracia atrapalha a economia? (Convocação do referendo sobre pacote levou pânico aos Representantes do Sistema Financeiro (os teóricos representantes eleitos dos povos da Europa))


Para os descendentes diretos de Adam Smith, Milton Friedman e Frederick Rayek , a democracia é o mercado . Na mercadocracia todos são iguais na disputa pela sobrevivência e, no melhor estilo Darwin, discursam que o mundo evolui e só os mais preparados evoluem e resistem e os demais perecem. Ou a nova consigna: “consome, logo existe”.

O princípio básico dessa teoria é que se a democracia atrapalha o desenvolvimento da economia, é importante suprimi-la ou como dizia Rayek em sua obra O Caminho da Servidão: “se a maioria da população não garantir o direito dos agentes econômicos de utilizarem da forma que quiserem os seus recursos econômicos, cancelemos a democracia”.



SÁBADO, 18 DE JUNHO DE 2011

SOCIALIZAÇÃO DE PREJUÍZOS !!! ??? Crise econômica atingiu 'fase política', diz diretor do FMI - crise econômica global chegou a uma “fase política” que exige medidas mais duras e urgentes por parte dos governos para garantir a estabilidade financeira.

BBC Brasil - ‎há 40 minutos‎
Um diretor do FMI disse nesta sexta-feira em São Paulo que a crise econômica global chegou a uma “fase política” que exige medidas mais duras e urgentes por parte dos governos para garantir a estabilidade financeira.


Esta é aquela fase em que as Sociedades são chamadas a PAGAR A CONTA dos riscos assumidos pelos Mercados Financeiros em sua “Fantástica Festa de Arromba” ? Durante a qual estavam se  “AUTO REGULANDO” e gerando gordas comissões para executivos financeiros e lucros astronômicos para empresas de Wall Street ?
“Deixe‐me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis”.
Mayer Amschel (Bauer) Rothschild

“Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e o
comércio e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de
outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os
períodos de inflação e depressão”.
Declaração do presidente norte‐americano James Garfield, 1881

Desde a proclamação da independência norte‐americana que políticos sérios e comprometidos com o
desenvolvimento e o bem‐estar da população da América do Norte se insurgiram contra os
moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: “Acredito
que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se
o povo norte‐americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro
através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta
deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, privando‐as de todo o seu patrimônio
=>>>    até o dia em que seus filhos acordem sem‐teto,
no continente que seus pais e avós conquistaram”.

Para saber mais ver o arquivo anexo: A Maior Fraude da História


Para nós, do Brasil, ainda há tempo de evitar o mesmo enredo: precisamos – os Cidadãos, a Sociedade Civil, o Povo - compreender e assumir o controle de nossa Dívida Pública.

Pois, como vemos, no “Primeiro Mundo”, as conseqüências de “deixar a economia na mão dos economistas são tão trágicas quanto deixar a guerra nas mãos dos generais....”



SÁBADO, 22 DE JANEIRO DE 2011

É voz corrente que o Banco Central do Brasil é eficaz e contribui fortemente para o equilíbrio econômico do país. EU DISCORDO.


“Novo Banco Central”  é mais do mesmo:

·      Aumento da despesa pública (mais de 50% do Orçamento da República é para atender uma divida que cresce exponencialmente)

·      Manutenção da maior taxa de juros real do mundo (o custo do dinheiro é o único preço da economia brasileira que não convergiu para a média mundial)

Mais em:

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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

[SINAPSES] Por um planeta mais inteligente - um pouco da palestra de Don Tapscott no IBM Forum - “Os impactos da tecnologia nas empresas e nas sociedades”. - Redes Sociais / Wikinomics / MacroWikinomics / Socialnomics



Por um planeta mais inteligente - um pouco da palestra de Don Tapscott no IBM Forum


O keynote speaker da 5º edição do IBM Forum foi o consultor canadense especializado em estratégia corporativa, Don Tapscott, com a palestra “Os impactos da tecnologia nas empresas e nas sociedades”.
O autor dos livros “Wikinomics” e “MacroWikinomics”, que tratam a economia através da colaboração em rede, apresentou os principais pontos dos seus livros, mostrando que estamos passando por uma revolução, que o futuro deve ser alcançado e não somente predito, e que é necessário mudar as empresas e as instituições atuais. Na obra “MacroWikinomics”, Tapscott destaca que é necessário reconstruir instituições para criar um país mais inteligente através da tecnologia e dos novos conceitos.
Para Don, inovação é a peça fundamental de tudo e a Internet é a melhor plataforma de colaboração global que existe, uma vez que reduz custos, aperfeiçoa processos, economiza tempo e permite que todos sejam editores. Esta é uma era de maior inteligência humana e de maior colaboração, mas que não é nova, já vem acontecendo há muito tempo, mas só agora é percebida.
Ele destacou os pontos fortes do momento pelo qual estamos passando, apresentando quatro chaves para mudanças: a revolução tecnológica, a geração internet, a revolução social e a revolução econômica.
A revolução tecnológica tem como base a Web 2.0, que permite integração, recursos de geo localização e também multimídia. A geração Internet representa os primeiros nativos digitais, que tem a tecnologia como fator de grande influência no crescimento e no aprendizado. Esta nova geração tem grandes chaves de colaboração, inovação, entretenimento, integração e tudo em grande velocidade.
Sobre a revolução social, ele lembrou que as redes sociais não podem fazer a revolução, mas são um meio para que ela aconteça. Isso pode ser verificado através das revoluções que acontecem no continente africano nos últimos tempos. Sobre a revolução econômica, ele mostra como enxergar o capitalismo de forma mais inteligente, utilizando a colaboração em rede, como no caso de uma fabricante  chinesa de motos que possui em torno de 40 parceiros, cada um especializado em uma parte da moto.
Sobre o Brasil, ele destacou que as oportunidades são muitas, tendo em vista que temos grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, nos próximos anos e com o atual cenário econômico nacional, com diversas organizações olhando para a América Latina e, principalmente, para o nosso País.
Don também falou sobre os principais fatores que integram um planeta inteligente, sendo eles: colaboração, transparência, compartilhamento, interdependência e integridade, e finalizou afirmando que “Inovação não é mais opcional. Quem entender isso terá vantagem competitiva”.
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Rede social

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Se procura pelo filme de 2010, veja A Rede Social.

http://bits.wikimedia.org/skins-1.18/common/images/magnify-clip.png
Rede social
Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. "Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente." [1]
Muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão fundamental entre as pessoas se dá através da identidade. "Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. (...) Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações." [2]
As redes sociais podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (facebook, orkut, myspace, twitter), redes profissionais (LinkedIn), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
As redes sociais tem adquirido importância crescente na sociedade moderna. São caracterizadas primariamente pela autogeração de seu desenho, pela sua horizontalidade e sua descentralização.
Um ponto em comum dentre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação democrática e mobilização social.

Índice

  [esconder] 
·         1 Formas de redes sociais
·         2 Análise de redes sociais
·         3 Referências
·         4 Bibliografia

[editar]Formas de redes sociais

As redes sociais costumam reunir uma motivação comum, porém podem se manifestar de diferentes formas. As principais são:
Redes comunitárias, estabelecidas em bairros ou cidades, em geral tendo a finalidade de reunir os interesses comuns dos habitantes, melhorar a situação do local ou prover outros benefícios.
Redes profissionais, prática conhecida como networking, que procura fortalecer a rede de contatos de um indivíduo, visando futuros ganhos pessoais ou profissionais.
Redes sociais online, tais como facebook, orkut, myspace, twitter, que são um serviço online, plataforma ou site que foca em construir e refletir redes sociais ou relações sociais entre pessoas, que, por exemplo, compartilham interesses e/ou atividades.

[editar]Análise de redes sociais



Um exemplo de um diagrama de uma rede social. O nó com maior grau de centralidade de intermediação está representado em amarelo
A análise de redes sociais (relacionada com as redes complexas) surgiu como uma técnica chave na sociologia moderna. O conceito surgiu na Sociologia e Antropologia Social. No final do século XX, o termo passou a ser olhado como um novo paradigma das ciências sociais, vindo ser aplicada e desenvolvida no âmbito de disciplinas tão diversas como a antropologia, a biologia, os estudos de comunicação, a economia, a geografia, as ciências da informação, a psicologia social e, sobretudo, no serviço social.
A ideia de rede social começou a ser usada há cerca de um século atrás, para designar um conjunto complexo de relações entre membros de um sistema social a diferentes dimensões, desde a interpessoal à internacional.
Em 1954, J. A. Barnes começou a usar o termo sistematicamente para mostrar os padrões dos laços, incorporando os conceitos tradicionalmente usados quer pela sociedade quer pelos cientistas sociais: grupos bem definidos (ex.: tribos, famílias) e categorias sociais (ex.: género, grupo étnico).
Académicos como S.D. Berkowitz, Stephen Borgatti, Ronald Burt, Kathleen Carley, Martin Everett, Katherine Faust, Linton Freeman, Mark Granovetter, David Knoke, David Krackhardt, Peter Marsden, Nicholas Mullins, Anatol Rapoport, Stanley Wasserman, Barry Wellman, Douglas R. White ou Harrison White expandiram e difundiram o uso sistemático da análise de redes sociais.[3]
Em teoria, na estrutura das redes sociais os atores sociais se caracterizam mais pelas suas relações do que pelos seus atributos (gênero, idade, classe social). Estas relações tem uma densidade variável, a distância que separa dois atores é maior ou menor e alguns atores podem ocupar posições mais centrais que outros. Este fenômeno é explicado por alguns téoricos apontando a existência de laços fortes e fracos e a dos buracos estruturais onde se encontram os atores que não podem comunicar entre si a não ser por intermédio dum terceiro.[4]
No estudo da estrutura das redes sociais é necessário incluir as relações de parentesco de seus membros, redes sociométricas, capital social, redes de apoio, de mobilização, interconexões entre empresas e redes de política pública.
É composta por três elementos básicos:
§  Nós ou atores
§  Vínculos
§  Fluxos de informação (unidirecional ou bidimensional)

Referências

1.     ↑ [Duarte, Fábio e Frei, Klaus. Redes Urbanas. In: Duarte, Fábio; Quandt, Carlos; Souza, Queila. (2008). O Tempo Das Redes, p. 156. Editora Perspectiva S/A. ISBN 978-85-273-0811-3]
2.     ↑ [Capra, Fritjof. Vivendo Redes. In: Duarte, Fábio; Quandt, Carlos; Souza, Queila. (2008). O Tempo Das Redes, pp. 21/23. Editora Perspectiva S/A. ISBN 978-85-273-0811-3]
3.     ↑ Linton Freeman, The Development of Social Network Analysis. Vancouver:Empirical Press, 2006.
4.     ↑ LEMIEUX,VINCENT. MATHIEU OUIMET, Sérgio Pereira. Análise Estrutural das Redes Sociais. 1ª Edição.Instituto Piaget. 2008/01. ISBN 9789727719334

[editar]Bibliografia

§  Jackson, Matthew O.. (2003). "A Strategic Model of Social and Economic Networks". Journal of Economic Theory 71: 44–74. DOI:10.1006/jeth.1996.0108. pdf
§  Manski, Charles F.. (2000). "Economic Analysis of Social Interactions". Journal of Economic Perspectives 14: 115–36. [1] via JSTOR
§  Newman, Mark. (2003). "The Structure and Function of Complex Networks". SIAM Review 56: 167–256. DOI:10.1137/S003614450342480.
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 Capa no Brasil
Sinopse: Os media sociais estão a alterar a forma como comunicamos e agimos no mundo dos negócios. Podemos escolher ser submergidos por esta nova realidade ou compreender a sua dinâmica e tirar o melhor partido dela. Baseada numa pesquisa exaustiva, esta obra oferece-nos uma perspectiva fascinante do impacto revolucionário dos media sociais, analisa as suas implicações e ensina-nos a usar o seu poder para incrementar as vendas, cortar despesas de marketing e comunicar directamente com os consumidores. Uma obra baseada numa pesquisa exaustiva, em estatísticas e casos de estudo a partir da qual foi criado um vídeo revelador, disponível em http://socialnomics.net. 

Estamos conversando sobre Redes Sociais, seus conceitos , seus usos e seus efeitos na Escola de Redes




             





 “A escola é a rede” (representado na logomarca acima)

          Hoje somos 7.100 pessoas, em vários grupos temáticos, construindo conhecimento, de forma colaborativa, desde 2007.

          http://escoladeredes.ning.com/ (Escola de Redes [E = R]) 


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http://romanticos-conspiradores.ning.com/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade 
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/ 
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/ (Comunidade Gestão Conhecimento)

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