quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Globalização Financeira (Lucro Monetário como Medida de "Eficiência") é SUICÍDIO: Finanças NÃO se refere à PRODUÇÃO. Baseia-se em DIVÍDAS. E quando as Divídas forem IMPAGÁVEIS?

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9. EFICIÊNCIA DE MERCADO VS EFICIÊNCIA TÉCNICA

"O aspecto sinergético da indústria, realizando cada vez mais trabalho com cada vez menos investimento de tempo e de energia por cada unidade de desempenho... nunca foi formalmente contabilizado como um ganho de capital da sociedade sedentária. A eficácia sinérgica de um processo industrial mundialmente integrado é inerentemente muito maior do que o confinado efeito sinérgico de sistemas soberanos operando separadamente. Logo, só uma renúncia mundial das soberanias pode permitir a fundação de um alicerce de alto padrão para toda humanidade." [276]  - R. Buckminster Fuller -

(...)  Deixando a dificuldade das relações sociais de lado, os seres humanos, independentemente de seus costumes sociais tradicionais, estão estritamente vinculados pelas leis naturais que regem a terra, e desviar-se desse alinhamento é o que, invariavelmente, inibe a nossa sustentabilidade, prosperidade e saúde pública. Deveria ser lembrado que os pressupostos fundamentais de nosso sistema socioeconômico atual desenvolveram-se durante períodos de consciência científica substancialmente menores tanto sobre nosso habitat quanto nós mesmos. [281] Muitas das consequências negativas, hoje comuns nas sociedades modernas, simplesmente não existiam no passado, e é esse presente choque de sistemas que está desestabilizando ainda mais e de muitas maneiras o nosso mundo.

Será aqui argumentado que a integridade de qualquer modelo econômico é, na verdade, melhor mensurada pelo quão bem alinhado ele está com as conhecidas leis que regem a natureza. Este conceito de lei natural não é apresentado aqui como algo esotérico ou metafísico, mas como fundamentalmente observável. Embora seja verdade que as leis da natureza são, ao longo do tempo, constantemente refinadas e alteradas em nosso entendimento, certas realidades causais mantiveram-se, e mantêm-se, definitivamente verdadeiras.

Não há dúvida de que o organismo humano tem necessidades específicas de sobrevivência, como a de nutrição, água e ar. Não há dúvida em relação a quais processos ecológicos fundamentais asseguram a estabilidade ambiental do nosso habitat e que devem permanecer sem perturbação em suas relações simbióticas-sinérgicas. [282] 

Também não há discussão de que a psique humana, por mais complexa que seja, apresenta, em média, reações básicas previsíveis a estressores ambientais, e, logo, como reações de violência, depressão, abuso e outras questões comportamentais negativas possam daí resultar. [283]

Essa perspectiva científica, causal ou técnica das relações econômicas reduz todos os fatores relevantes a um quadro de referência e a uma linha de pensamento relacionados à nossa compreensão atual do mundo físico e suas dinâmicas tangíveis naturais. Essa lógica considera a ciência do estudo humano, logo, mais uma vez, a natureza em comum das necessidades humanas e da saúde pública, e combina estas com as regras comprovadas do nosso habitat, com o qual estamos, sinérgica e simbioticamente, conectados. Conjuntamente, um modelo racional de operação econômica partindo "do zero" pode ser generalizado com pouquíssima necessidade dos séculos de estabelecimento da teoria econômica tradicional. [284]

Isso não quer dizer que esses argumentos históricos não possuem valor no que diz respeito à compreensão da evolução cultural, mas sim que, se uma visão de mundo verdadeiramente científica é assumida em relação ao que "funciona" ou "não funciona" na estratégia de eficiência que é exigida pelo jogo de xadrez da sobrevivência humana, há pouca necessidade de uma abstração sobre a referência histórica. Essa visão se situa no cerne da lógica reformista do MZ e será revista, mais uma vez, na parte III deste texto.

O ponto em questão é que esses aspectos praticamente imutáveis da consciência científica quase não são reconhecidos pelo atual modelo econômico dominante. Na verdade, será argumentado que esses dois sistemas não estão apenas dissociados, mas são diametralmente opostos em muitos aspectos; fazendo alusão a realidade de que a economia competitiva de mercado não é realmente "consertável" em seu todo, e, portanto, um novo sistema baseado diretamente nestas realidades da "lei natural" precisa ser construído a partir do zero.

Este ensaio vai examinar e contrastar uma série de considerações "econômicas", tanto do ponto de vista do sistema de mercado (lógica de mercado), quanto da lógica mecanicista ou "técnica". Será expresso como a "eficiência" tem dois significados muito diferentes em cada ponto de vista, argumentando-se que "a eficiência de mercado" [285] é apenas eficiente no que diz respeito a si mesma, em que são usados conjuntos de regras criados pelo homem associados, principalmente, à dinâmica econômica clássica, que facilita o lucro e o crescimento, enquanto a "Eficiência Técnica", que referencia as conhecidas leis da natureza, busca a maneira mais otimizada possível de desenvolvimento industrial, de forma a preservar o habitat, reduzir o desperdício e, finalmente, garantir a saúde pública, baseando-se em entendimentos científicos emergentes. [286]

CONSUMO CÍCLICO E CRESCIMENTO ECONÔMICO
O capitalismo de mercado, em sua operação básica, pode ser generalizado como uma interação entre proprietários, trabalhadores e consumidores. A demanda dos consumidores gera a necessidade de produção pelos proprietários (capitalistas), que, em seguida, empregam trabalhadores para a realização desse ato. Esse ciclo tem origem essencialmente na "demanda" e, portanto, o verdadeiro motor do mercado é o interesse, a capacidade e o ato de todos comprarem no mercado. Todas as recessões e depressões [287] são resultado, em um nível ou outro, de uma diminuição nas vendas. Por isso, a necessidade mais crítica em manter as pessoas empregadas e, portanto, manter a economia em um estado de "estabilidade" ou "crescimento", é o consumo constante e cíclico.

O crescimento econômico, que é geralmente definido como "um aumento da capacidade de uma economia em produzir bens e serviços, em comparação com outro período de tempo" [288], é um interesse constante de qualquer economia nacional de hoje e, consequentemente, da economia global. Muitas táticas macroeconômicas são utilizadas, frequentemente, em épocas de recessão para facilitar empréstimos, produção e consumo, a fim de manter uma economia funcionando em seu nível atual ou, preferencialmente, além dele. [289] O ciclo de negócios, um período de expansão e contração oscilante, tem sido reconhecido como uma característica da economia de mercado, devido à natureza de "disciplina do mercado", ou de correção, o que, segundo os teóricos, é em parte um aumento e diminuição naturais dos sucessos e fracassos nos negócios. [290]

Em suma, a taxa (aumento ou redução) de consumo é o que gera os períodos de crescimento ou contração do ciclo de negócios, tendo, geralmente, a regulação monetária macroeconômica como o que aumenta ou diminui a facilidade de liquidez (normalmente por meio de taxas de juros), com o fim de "gerenciar" as expansões e contrações. Embora a política macroeconômica monetária moderna não seja o tema deste ensaio, é importante ressaltar aqui, como um parêntese, que o respeito recíproco para com ambos os períodos, de expansão e de contração, do ciclo de negócios não existiram, historicamente. Os períodos de expansão monetária (frequentemente via crédito mais barato), que normalmente se correlacionam com períodos de expansão econômica (já que mais moeda é colocada em uso), são saudados pelos cidadãos como sucessos nacionais para a sociedade, enquanto que todas as contrações são vistas como fracassos políticos.

Portanto, sempre houve um interesse dos estabelecimentos políticos (que querem parecer bons) e das principais e influentes instituições do mercado (protegendo os lucros empresariais), em preservar os períodos de expansão pelo maior tempo possível e lutar contra todas as formas de contração. Essa perspectiva é natural do sistema de valores inerente ao capitalismo, pois o "sofrimento" deve ser evitado em todos os momentos, muitas vezes de maneira míope. Nenhuma empresa quer reduzir seu tamanho voluntariamente, nem qualquer partido político quer parecer "mau", mesmo que a teoria econômica tradicional nos diga que esses períodos de contração são "naturais" e deveriam ser permitidos.

O resultado tem sido, em suma, um aumento constante da oferta de dinheiro (ou seja, do poder de compra e do capital) em épocas de recessão, resultando em uma dívida global maciça, tanto pública quanto privada. [291] 

A verdade é que 
todo o dinheiro passa a existir a partir de empréstimos, e cada um desses empréstimos é feito com juros, pois o empréstimo e a taxa de juros acumulada (lucro do banco) devem ser pagos; significando que a própria natureza da criação monetária, por padrão, implica automaticamente um saldo negativo. Existe sempre mais dívida do que dinheiro em circulação. [292]

Então, voltando ao ponto principal que diz respeito à necessidade de demanda e consumo para manter o funcionamento da economia, esse processo de troca com foco geral no crescimento está no coração do contexto de "eficiência" do mercado. Não importa o que esteja sendo produzido ou o seu efeito sobre o estado das relações humanas ou terrenas. Essas são todas, novamente, "externalidades". Como um exemplo concentrado dessa lógica, o mercado de ações, que em si não é nada mais do que o comércio de dinheiro e de seus agora numerosos "derivativos", gera um enorme PIB e um "crescimento" através dos lucros e vendas resultantes. [293]

No entanto, sem dúvida, esse mercado não produz nada de valor tangível ou de suporte à vida. O mercado de ações e as instituições financeiras agora maciçamente poderosas são completamente auxiliares à economia produtiva real. Enquanto muitos argumentam que essas instituições de investimento facilitam os negócios e os empregos pela aplicação de capitais, esse ato, mais uma vez, só é sistemicamente relevante no sistema atual (eficiência de mercado) e totalmente irrelevante em termos de produção real (eficiência técnica).

Em suma, quando se trata de lógica de mercado, quanto mais volume de negócios ou de vendas melhor - e assim é - independentemente se o item vendido é o crédito, rochas, "esperança" ou panquecas. Qualquer poluição, desperdício ou outros malefícios do tipo, são, mais uma vez, "externos". Não há nenhuma consideração pelo papel técnico dos processos reais de produção, das estratégias de distribuição eficientes, da aplicação de projetos ou similares. Assume-se que tais fatores culminem, metafisicamente, no melhor para as pessoas e para o habitat simplesmente porque é isso o que a "mão invisível" [294] do mercado implica.

No entanto, *a crescente revolução "mais com menos"* [295] das ciências industriais criou uma nova realidade, onde o avanço da tecnologia industrial reverteu o padrão de "esforço material cumulativo" no que diz respeito à eficiência. A lógica de que "mais trabalho, mais energia e mais recursos" produzirão resultados proporcionalmente mais eficazes tem sido contestada. Em cada vez mais circunstâncias a redução de energia, mão de obra e materiais para realizar determinadas tarefas tem obtido êxito, dadas as nossas aplicações científicas e técnicas modernas. [296]  (...)

SAIBA MAIS:

9. EFICIÊNCIA DE MERCADO VS EFICIÊNCIA TÉCNICA
http://umanovaformadepensar.com.br/eficiencia_de_mercado_vs_eficiencia_tecnica



segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

GM: gasolina => elétricos autônomos Mobilidade-como-um-Serviço (MaaS) Era Abundância: TRANSIÇÃO com ou sem "Idade Média"?

Imagens em detalhes (Clique para ampliar):







  


GM vai cancelar modelos e cortar produção e empregos na América do Norte

DETROIT/WASHINGTON (Reuters) - A General Motors anunciou nesta segunda-feira que vai cortar a produção de modelos com vendas fracas e demitir pessoal na América do Norte, diante de um mercado estagnado para sedãs movidos a gasolina, em uma reestruturação que vai levar mais investimento para veículos elétricos e autônomos.

O anúncio marca a maior reestruturação da maior montadora de veículos da América do Norte desde que foi resgatada pelo governo dos Estados Unidos uma década atrás.

O presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou os riscos políticos que a GM enfrenta, ao exigir que a montadora encontre um novo veículo para construir em Ohio e revelar que disse à presidente-executiva da GM, Mary Barra, estar insatisfeito com a decisão da montadora de cortar a produção numa fábrica em Ohio. Ohio será um Estado-chave na campanha presidencial de 2020.

"Nós não gostamos", disse Trump. "Este país fez muito pela General Motors, é melhor voltarem para lá." 

["É a economia, estupido." vale mais do que nunca...]

Fábricas norte-americanas sinalizaram possível cortes de quase 15 mil empregos se necessário para se manterem fortes à medida que investem em novas tecnologias e novos negócios, como os serviços de robô-táxi.

[Retaliação: tarifas aço importado?]

As pressões de custo sobre a GM e outras montadoras aumentaram. A companhia disse que as tarifas sobre o aço importado, impostas no começo do ano pelo governo Trump, custaram 1 bilhão de dólares.

As ações da GM provocaram a ira de figuras políticas de ambos os lados da fronteira entre EUA e Canadá, e dos principais sindicatos norte-americanos.
(...)
A GM planeja interromper a produção no próximo ano em três fábricas: a de carros de passeio em Ohio; o complexo Detroit-Hamtramck em Detroit; e o complexo de montagem de Oshawa, Ontário, perto de Toronto.

Também vai parar vários modelos montados nessas fábricas, incluindo o Chevrolet Cruze, o híbrido Chevrolet Volt, o Cadillac CT6 e o Buick LaCrosse. 

O carro compacto Cruze será descontinuado no mercado dos EUA em 2019.

As fábricas em Baltimore, Maryland, e a de Michigan correm risco de fechamento. 

A empresa disse que também fechará duas fábricas fora da América do Norte, mas não detalhou.
(...)

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Vida Digital CBN - Pedro Doria
Carros autônomos do Google vão entrar em operação nos EUA

O serviço vai funcionar como um aplicativo de carona, e vai entrar em operação até o final do ano na cidade de Phoenix, no Arizona. A empresa Waymo, do Google, vai contar com 100% de carros plenamente autônomos, ou seja, sem motorista. Alguns modelos de veículos vão contar com 'chaperones', pessoas que ficarão de frente para o volante e poderão assumir em caso de emergência. A ideia também é deixar os usuários mais confortáveis em ocupar o veículo.

DURAÇÃO: 00:08:52

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Ford monta um novo de negócio de carros autônomos em Miami

A empreitada, embora ainda pequena, é uma abordagem única da empresa na corrida dos carros autônomos e tem expectativa de lançamento para 2021


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PARECE QUE ADIANTAREMOS (antes de 2030...)

DISRUPÇÃO LIMPA DE ENERGIA E TRANSPORTE - Tony Seba - 
A era industrial, na energia e nos transportes, acabará até 2030. Talvez antes.

==>>> Infográficos e Legenda, Português, do vídeo 

#CleanDisruption, #Energia, #SebaTony, #TransporteComoServiço, #WEB_Energetica


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Elon Musk: +20anos   TerCarro = TerCavalos
Elon Musk: "Em 20 anos, andar de automóvel será tão antiquado como ir ao trabalho à cavalo"


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Mobilidade-como-um-Serviço (MaaS) 

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Era Abundância: TRANSIÇÃO com ou sem "Idade Média"?

A Implosão da Excessiva Concentração de Poder e Riquezas [1]  da Última Fase da Era Industrial (PAX Industrial):

- provocará Conflitos, Inseguranças e Sofrimentos similares à Transição da Era Agrícola para a Abundância (relativa) da era Industrial?       

OU

- aprenderemos a lição (aquela que "sabemos de cor, só nos resta aprender") e Construiremos - com Empatia e Racionalidade - uma Transição com Minimização de Conflitos, Inseguranças e Sofrimentos?

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

[WEB da Energia]: Armazenamentos, Eólica, Solar, Veículos Autônomos Elétricos, Mobilidade Como Um Serviço (Não Propriedade Individual), etc.


[WEB da Energia]:
Armazenamentos, Eólica, Solar, Veículos Autônomos Elétricos, Mobilidade Como Um Serviço (Não Propriedade Individual), etc.

= Disrupção Limpa em Energia e Transporte (Tony Seba: até 2030)


"O Futuro Está Muito Mais Rápido Do Que Você Pensa"
Peter Diamandis, Co-Founder & Chairman, Singularity University
O co-fundador da SU, Peter Diamandis, nos ajuda a entender o futuro abundante que ele vê, alavancando o raciocínio "tiro à lua" e com prêmios, para resolver alguns dos nossos maiores desafios. 



Ver ainda:


"Não será como anteriormente, quando cocheiros se tornaram motoristas, porque se não houver reciclagem adequada e em tempo hábil, a comparação infelizmente será com os cavalos, estes sim, que saíram totalmente do mercado. #artificialintelligence"
- Cezar Taurion - Head & Partner Digital Transformation at KICK Ventures/Presidente i2a2 (Instituto de Inteligência Artificial Aplicada)

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VW: meta de 30% de veículos elétricos até 2030, está se tornando realidade na VW. Baterias para produzir 50 milhões de carros elétricos adquiridas pela Volkswagen   
A Volkswagen está a apostar forte no mercado dos carros elétricos, e a melhor prova disso foi a recente aquisição de baterias suficientes para fabricar 50 milhões de carros elétricos.

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O Salão do Automóvel 2018 está sendo marcado pelo lançamento e confirmação de chegada de diversos carros elétricos, sendo que as estrelas principais foram aquelas que já saíram na frente com preços definidos, pré-venda e até comercialização imediata, 

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Até 2025, a Volkswagen estará produzindo um milhão de carros elétricos por ano. (...) a partir de 2025, a condução totalmente automatizada irá disparar o próximo avanço revolucionário. (...) 

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Elon Musk: Em 20 anos Ter Carro=Ter Cavalos Elon Musk: "Em 20 anos, andar de automóvel será tão antiquado como ir ao trabalho à cavalo"  

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Banco Mundial   Where Sun Meets Water ('Quando o Sol Encontra a Água')
"a capacidade de energia solar flutuante está crescendo exponencialmente" - um fato confirmado pelos números; Especificamente, no final de 2014, a capacidade solar global flutuante atingiu apenas 10 megawatts (MW), mas a partir de setembro de 2018, esse número aumentou mais de 100 vezes, para 1,1 GW.  

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MRV Engenharia + Renault, Salão do Automóvel de São Paulo: compartilhamento de carro elétrico em seus empreendimentos, o MRV SIM (Sustentabilidade, Inovação e Mobilidade). 

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Ambev e Volkswagen completam primeira fase de testes de caminhão elétrico em São Paulo
Projeto conjunto das companhias terá 1,6 mil veículos elétricos na frota parceira da cervejaria até 2023
13.11.2018 | BRUNNA CASTRO | BRUNNA CASTRO

(,,,) O nível de consumo de energia obtido nos testes foi de 1 kWh/km. Com um caminhão rodando nessa fase de testes, foram economizados 200 litros de diesel. Além disso, houve uma redução de emissão de 0,7 tonelada de CO² no período.

A primeira etapa de testes foi realizada com a transportadora Fadel – que continuará envolvida nas fases seguintes do projeto pelos próximos 12 meses, segundo o diretor da Ambev. A cervejaria conta hoje com 25 transportadoras que operam dedicadas à empresa. 

"Temos 5 mil caminhões de distribuição urbana operando", afirma Gaia. O cronograma de 1,6 mil caminhões elétricos até 2023 representará, portanto, a renovação da frota desse conjunto de transportadoras. Dessa forma, cerca de 35% da frota que atende a cervejaria será composta por veículos elétricos. (...)


https://epocanegocios.globo.com/amp/Empresa/noticia/2018/11/ambev-e-volkswagen-completam-primeira-fase-de-testes-de-caminhao-eletrico-em-sao-paulo.html

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"Por que querem impedir o crescimento da energia #solar #fotovoltaica?


A energia solar fotovoltaica começa a incomodar grandes grupos econômicos, tradicionais e conservadores no setor elétrico.

Um forte lobby, encampado por entidades que representam as distribuidoras, tem pressionado autoridades para alterar importantes regulamentações que dinamizaram o mercado. Em especial, a bem-sucedida compensação de créditos de energia elétrica para sistemas de microgeração e minigeração distribuída tem sido alvo de pesadas investidas.

O motivo é financeiro: ao empoderar os consumidores, tornando-os produtores ativos de sua própria energia renovável e mais independentes, a geração distribuída solar fotovoltaica ameaça as receitas e lucros de distribuidoras que não se adaptarem à nova realidade do mercado. 



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Cientistas criam combustível térmico #solar que #armazena energia durante 18 anos. A energia solar é um tipo de energia verde que continua a ser muito explorada a nível mundial. Não importa se é renovável ou abundante, mas a verdade é que armazenar a energia solar de forma eficiente a longo prazo, ainda é bastante dispendioso.

Talvez seja um grande impeditivo para a sua adoção em larga escala, mas um grupo de cientistas suecos acredita ter descoberto uma solução que permite armazenar a energia solar em estado líquido durante 18 anos.
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O Sol fornece anualmente, para a atmosfera terrestre, 1,5 x 1.018 kWh de energia . Trata-se de um valor considerável, correspondendo a 10,000 vezes o consumo mundial de energia neste período.

Este fato vem indicar que, além de ser responsável pela manutenção da vida na Terra, a radiação #solar constitui-se numa inesgotável fonte energética, havendo um enorme potencial de utilização por meio de sistemas de captação e conversão em outra forma de energia (térmica, elétrica, etc.).  

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*ePOWER, seja bem-vinda*!!! Pensar “fora da caixa” é o nosso DNA, por isso nasce essa nova empresa para esse novo setor elétrico que tem se modernizado a cada dia. Se queremos ser grandes precisamos nos juntar aos maiores, por isso a união a Capitale Energia!! Projeto Brasil 25-25, vamos em frente!! #epower #pactoenergia #projetobrasil2525 #renovandoaenergiadofuturo #capitaleenergia
Rodrigo Ferreira F. Pedroso  
CEO na Pacto Energia S.A

[Trechos da imagem:] ", a nova empresa vai buscar interessados em contratos de fornecimento de energia.
Ao encontrar clientes, ela construirá as usinas já com a garantia de que terão a sua produção vendida"

"Energia solar tem menores exigências de licenciamento, o que permite uma certa agilidade na construção."
"Os empreendedores dão como certo que haverá uma *expansão do mercado livre*, com a possibilidade de que mais consumidores poderão escolher de quem comprar energia nos próximos anos"


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*Eólica* = *Itaipu* =  *24 milhões casas*....

Capacidade instalada de energia eólica encosta na de Itaipu
Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), o montante gerado pelas eólicas já é equivalente ao consumo médio de cerca de 24 milhões de residências por mês

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*Parques eólicos e solares podem levar chuva e vegetação ao Saara*, diz estudo [*Podem contribuir para Fim da Indústria da Seca, no Nordeste*?]


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Holandeses desenvolvem central eólica offshore com drones ... objetivo de diminuir o custo de construção de parques eólicos em cerca de 40% até 2020


O vento é um recurso abundante na Holanda e o país está repleto de hélices para produzir energia eólica, sendo conhecido pelos moinhos de vento. O governo holandês está a esforçar-se em obter energia verde e também propôs diminuir a utilização de gás nas cozinhas até 2050. 

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*O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco (MDB-RJ), afirmou que o modelo calcado nas usinas hidrelétricas está encerrado no país*.  

_A retomada da construção de hidrelétricas, inclusive na região da Amazônia_, é uma das _principais pautas da equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro_ (PSL), _para o setor elétrico_.

“A fonte hídrica não dá mais a segurança que deu no passado, que justificou todos os investimentos vultosos. Ela é tão dependente da natureza como outras fontes, que o setor hídrico acha que são fontes menores, porque dependem da natureza. Eles não se olham no espelho e veem que eles também já dependem da natureza”, afirmou o ministro. (...)

“Se o Brasil não tivesse tido a maior crise econômica de sua história, teríamos tido um apagão”, afirmou o ministro.  (...)



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DISRUPÇÃO LIMPA DE ENERGIA E TRANSPORTE - Tony Seba - A era industrial, na energia e nos transportes, acabará até 2030. Talvez antes. 

==>>> Infográficos e Legenda, Português, do vídeo

#CleanDisruption, #Energia, #SebaTony, #TransporteComoServiço, #WEB_Energetica
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#*DELOITTE Reimaginando sua Organização para um Futuro Digital* - _Tudo mudará em 15 anos_ - *Você e sua Organização Estarão Prontos*?

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*Yellow* = [*Provedor de Serviço de Transporte*]. Pode ser um dos Componentes (+Serviços Públicos (Onibus, Metro, etc.) + Taxis + UBER + ...) de #MobilidadeComoUmServiço (#MaaS)   [1]

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*Mobilidade como serviço*
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Mobilidade-como-um-Serviço (MaaS) descreve uma mudança de propriedade pessoal de meios de transporte para soluções de mobilidade  que são consumidos como um serviço. 

domingo, 11 de novembro de 2018

Esta start-up criou a primeira fazenda na América operada inteiramente por robôs @WORK


https://www.cnbc.com/video/2018/10/02/iron-ox-created-the-first-farm-run-entirely-by-robots.html

TRADUÇÃO DE:

This start-up created the first farm in America run entirely by robots 



A Startup Iron Ox criou uma fazenda totalmente autônoma em San Carlos, Califórnia. A fazenda interna hidropônica conta com dois robôs para plantar, cuidar e colher os produtos.

Um dos robôs tem 1.000 libras e mais ou menos o tamanho de um carro. Ele pega as bandejas de plantas e as transporta pela estufa. Uma segunda máquina, um braço robótico, é responsável por todas as tarefas de manipulação, como semear e transplantar.

                               Katie Brigham, CNBC
Os robôs da Iron Ox usam aprendizado de máquina e IA
 para detectar pragas e doenças. Eles podem remover 
plantas infectadas antes que o problema se espalhe.

Quando uma bandeja de plantas amadurece, o robô móvel a transporta para a área de processamento. Aqui, o braço robótico move as plantas bebês de bandejas densamente compactadas para recipientes com mais espaço. Isso otimiza a eficiência do espaço, porque durante todo o seu ciclo de vida, as plantas recebem apenas o espaço de que necessitam.

O co-fundador e CEO Brandon Alexander afirmou que a Iron Ox é o equivalente a 30 acres de cultivo ao ar livre em apenas um único acre em sua fazenda robótica. A empresa quer construir mais pequenas fazendas perto de centros urbanos, o que produz mais frescor na chegada.

"Neste momento, os produtos frescos não são tão frescos. Eles estão viajando em média 2.000 milhas da fazenda até a mercearia, o que significa que muitas pessoas estão comendo alface ou morangos de uma semana", explicou Alexander.

Os robôs da Iron Ox também usam aprendizado de máquina e AI para detectar pragas e doenças. Eles podem remover plantas infectadas antes que o problema se espalhe.

"Portanto, não é só que os robôs podem mover as plantas ao redor e muito, é também que eles podem ajudá-lo a evitar que uma planta vá mal", explicou o co-fundador e CTO Jon Binney.

A Iron Ox não é a única fazenda interna financiada com capital de risco (venture-backed). Outros, como Bowery e Plenty, também pretendem usar a mais recente tecnologia para produzir culturas de forma sustentável perto das cidades.

No entanto, a Iron Ox é a primeira a automatizar totalmente o processo de crescimento e a projetar completamente seu sistema em torno das capacidades do robô.

                                Katie Brigham, CNBC
Atualmente, a Iron Ox está cultivando folhas verdes e ervas,
 mas planeja expandir para outras culturas, como tomates.

"Então, uma das grandes coisas sobre os robôs é que eles realmente não ficam cansados e eles não se importam com quantas horas que trabalham. E, desde que eles tenham 'suco' nas baterias, eles podem continuar" Binney disse.

Embora a Iron Ox  produza usando luzes LED, no futuro é possível construir estufas de luz natural para aproveitar a energia grátis do sol. Eventualmente, a empresa pretende tornar seus produtos, não-transgênicos e livres de pesticidas, tão baratos quanto a agricultura tradicional.

Inicialmente, a Iron Ox está apenas cultivando verduras e ervas, embora planeje se expandir para outras culturas, como tomates, nos próximos anos. A empresa planeja começar a vender seus produtos ainda este ano.

Até o momento, a Iron Ox levantou US $ 6 milhões em financiamento de sementes, liderado pela Eniac Ventures.


sábado, 10 de novembro de 2018

O primeiro armazém humanless (sem humanos) do mundo é operado apenas por robôs e é um modelo para o futuro @WORK

Uma correia transportadora dentro do armazém de Xangai, da JD.com


TRADUÇÃO DE:

The world's first humanless warehouse is run only by robots and is a model for the future


O primeiro armazém humanless (sem humanos) do mundo é operado apenas por robôs e é um modelo para o futuro

- Mujin, uma start-up da Universidade de Tóquio, desenvolveu controladores de robô que podem automatizar totalmente armazéns e centros de atendimento.

- Seu cliente, JD.com, tem o que chamam de primeiro armazém de comércio eletrônico totalmente automatizado do mundo, na China, equipado com robôs Mujin.

-A start-up japonesa quer ajudar a automatizar os armazéns nos Estados Unidos.

Em um recente show tecnológico em Tóquio, um grande braço robótico alcançou uma maquete em tamanho real de um contêiner e começou a descarregar caixas dele. Instalado em uma plataforma que se movia para frente e para trás, o robô estava fazendo um trabalho normalmente realizado por trabalhadores de armazém e operadores de empilhadeira. O objetivo da empresa que o está desenvolvendo, Mujin, é a automação total.

O sistema, ainda um protótipo, não funciona perfeitamente - danificou acidentalmente a caixa durante a demonstração - mas será testado em armazéns no Japão este ano.

"Levantar caixas pesadas é provavelmente a tarefa mais trabalhosa na logística de armazéns", disse Rosen Diankov, co-fundador e diretor de tecnologia, americano, de Mujin. "Muitas empresas estão procurando por sistemas de descarga de caminhões e acredito que somos quem está mais próximo da comercialização".

A start-up de Tóquio tem como objetivo ser líder na automação de processos logísticos. Para isso, está construindo controladores de robôs e sistemas de câmeras e integrando-os aos braços de robôs industriais existentes. O principal produto aqui são os controladores - cada um do tamanho de uma pasta, um para planejamento de movimento e outro para visão - que funcionam como um sistema operacional que pode controlar o hardware de qualquer fabricante de robôs. Se um objetivo como agarrar um objeto é inserido, os controladores podem gerar automaticamente movimentos para robôs, eliminando a necessidade tradicional de "ensinar" os robôs manualmente. O resultado, segundo a empresa, é maior produtividade para os usuários.

Simplificando, a tecnologia - baseada em planejamento de movimento e visão computacional - torna os robôs industriais capazes de ações autônomas e inteligentes.

Mujin chamou a atenção quando demonstrou a transformação em um armazém operado pelo gigantesco e-commerce chinês JD.com. A instalação de 40.000 m² em Xangai iniciou suas operações em junho. Ele foi equipado com 20 robôs industriais que coletam, transferem e embalam pacotes usando engradados em correias transportadoras, bem como sistemas de câmeras e controladores de robô Mujin. Outros robôs transportavam mercadorias para o carregamento de docas e caminhões.

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Robôs vão tomar o nosso trabalho?
12:20 ET ET qui, 22 fev 2018
Elon Musk diz que os robôs serão capazes de fazer tudo melhor que os humanos. Então, isso significa que a futura força de trabalho será totalmente automatizada? Elizabeth Schulze da CNBC explica.

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A Amazon também investiu pesadamente na automação de seus centros de atendimento, comprando a empresa de robôs Kiva Systems, com sede em Massachussets, por US $ 775 milhões em 2012, mas a JD.com classificou sua instalação como o primeiro armazém de comércio eletrônico totalmente automatizado do mundo. Em vez dos habituais 400 a 500 trabalhadores necessários para executar um armazenamento desse tamanho, eles precisam de apenas cinco. E seu trabalho é apenas para atender as máquinas, não executar operações.

Padronizando a automação total
"Meu objetivo é automatizar os armazéns na América e fazer um monte de histórias de sucesso lá", disse Diankov. "Mas qual será o valor disso, e há pessoas suficientes com experiência para fazer isso?" É por isso que começamos no Japão. "

O plano de Mujin é se afastar da customização para cada cliente e padronizar para completar o pacote de automação.

"Infelizmente, apenas ter um sistema de robô funcionando perfeitamente não é suficiente,  precisamos ter o equipamento e o sistema ao redor do robô para finalmente permitir que ele contribua para as operações do negócio", disse Diankov. "Uma vez que há componentes padronizados sólidos suficientes para a automação do armazém, podemos concentrar nossas energias para implantá-las e aperfeiçoá-las rapidamente."

Nascido na Bulgária, Diankov mudou-se para os Estados Unidos aos 10 anos e estudou engenharia de robôs na Universidade Carnegie Mellon, onde obteve seu Ph.D. Depois de trabalhar na Willow Garage, empresa iniciante de robótica da Califórnia e no laboratório de robótica JSK da Universidade de Tóquio, fundou Mujin, em 2011, com o CEO Issei Takino.

Com cerca de 70 pessoas, incluindo muitos não-japoneses, a start-up está sediada em um distrito da classe trabalhadora no lado leste de Tóquio. Enquanto pregava o valor da automação nas feiras, a empresa lembra que o número de trabalhadores no Japão está caindo a uma taxa de 2.125 por dia, devido à baixa taxa de natalidade do país e ao envelhecimento da população.

"Nos EUA, a tecnologia dos robôs é freqüentemente desvalorizada e diretamente comparada ao valor dos trabalhadores humanos", disse Diankov. “Se você vai competir com isso desde o primeiro dia, talvez você não tenha espaço para crescer rapidamente.” Eles têm uma mentalidade que valoriza muito mais a “robótica”, mesmo que isso não faça sentido econômico. Eles estão muito dispostos a investir em robótica. "

Diankov acredita que os temores de robôs tirarem empregos de pessoas não refletem a realidade do local de trabalho.

Fonte: Mujin
Rosen Diankov, co-fundador e CTO da Mujin, 
vê um mundo onde os armazéns são 
totalmente automatizados e operados por robôs.

"A introdução de robôs cria mais empregos e a história mostra que esse tem sido o caso", disse ele. "Empresas que adotaram a automação, como a Toyota - é a maior empresa automobilística do mundo atualmente."

Nenhuma lógica difusa (fuzzy logic)
A Mujin está construindo máquinas inteligentes baseadas em abordagens baseadas em modelos para robótica. Ao contrário das aplicações na moda atual para aprendizado profundo, os controladores da Mujin não estão aprendendo a realizar uma tarefa por meio de tentativa e erro. Não há adivinhação envolvida. Eles são programados para executar uma tarefa específica muito bem, e cada posição de cada junta de um robô é rastreada até o milissegundo. Enquanto isso reduz a possibilidade de erro, também impõe uma enorme carga computacional sobre os controladores, então eles são equipados com microchips rápidos que podem medir dezenas de milhares de movimentos possíveis, escolhendo o melhor em menos de um segundo.

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WEF: IA e robôs vão criar mais 60 milhões de empregos
7:56 ET ET, 17 de setembro de 2018
A 'Squawk Box' da CNBC relata um novo relatório do Fórum Econômico Mundial mostrando como a indústria de inteligência artificial acabará criando mais empregos do que destruirá.

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"A abordagem é como a de um trem, avião ou foguete - você não quer que seja auto aprendizado, apenas previsível quando vai de A para B", disse Diankov. "É assim que você cria inovação, com sistemas perfeitamente previsíveis, é o que estamos tentando fazer com a robótica." Eu gosto de chamar isso de inteligência de máquina, não de inteligência artificial. "

Rosen disse que Mujin é provavelmente a única start-up de robótica - que faz essa robótica avançada -  que não está operando com prejuízo. A empresa arrecadou US $ 7 milhões em financiamento de capital de risco das firmas de capital de risco JAFCO de Tóquio e da Universidade de Tóquio Edge Capital. Também está gerando receita de projetos para empresas japonesas, como a Askul, especializada em comércio eletrônico para materiais de escritório, e a Paltac, para empresa de logística, bem como a JD.com - na China.

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"Nos EUA, a tecnologia de robôs é frequentemente desvalorizada e diretamente comparada ao custo dos trabalhadores humanos".
-Rosen Diankov, co-fundador e CTO, Mujin
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Mujin também conseguiu penetrar na indústria conservadora de fabricação de robôs, de US $ 1,4 bilhão, do Japão, dominada por players globais como Fanuc e Yaskawa Electric. A empresa persuadiu os fabricantes de robôs a liberarem seu controle sobre seu software confidencial, para que os controladores de Mujin possam executar diretamente os servomotores dos robôs. Agora, a start-up quer escalar o mais rápido possível e expandir para os Estados Unidos.

"Os clientes finais estão escolhendo Mujin antes de escolherem os robôs", disse Takino, que conheceu Diankov quando era vendedor da Iscar, uma empresa israelense de máquinas-ferramenta de propriedade da Berkshire Hathaway. "Somos fabricantes de controladores de robôs, o que é como o Windows para robôs industriais. O Windows era popular pelos aplicativos matadores que introduziu - navegando na internet. E queremos fazer aplicativos matadores tais como coleta em escaninhos os mais fáceis possíveis."

"Estamos no cume onde todas essas tecnologias de automação diferentes - incluindo hardware para robôs, hardware para sensores , algoritmos de IA, sistemas de transporte e sistemas de classificação - se juntam", disse Diankov. "Cinco anos atrás, não era possível, porque havia muitas incógnitas, mas hoje há uma solução para cada um desses componentes diferentes, no depósito, e agora é uma corrida para ver qual empresa une todos os componentes mais rapidamente e tem a solução "resultado final".. Existem várias opções para cada componente, e o júri ainda está de olho em como um armazém totalmente automatizado se parecerá. "

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A Ford está usando roupas de exoesqueleto criadas pela Ekso Bionics para ajudar seus operários a trabalharem com mais segurança. O EksoVest fornece uma assistência de 15 libras em cada braço, ajudando as pessoas a trabalhar por mais tempo.

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